[tribuna_da_internet] Resumo 5863

0 views
Skip to first unread message

tribuna_d...@yahoogrupos.com.br

unread,
Feb 17, 2012, 4:46:16 AM2/17/12
to tribuna_d...@yahoogrupos.com.br

Mensagens neste resumo (4 Mensagens)

Mensagens

1.

Em Minas Gerais

Enviado por: "Luiz G A de Mello Gaia" lgam...@hotmail.com   lgamgaia

Qui, 16 de Fev de 2012 9:05 am







Morda����aGoverno pro����be pol����cia de divulgar dados sobre viol����nciaPara especialistas, popula�����o n����o se sente mais segura sendo enganada
Publicado no Jornal OTEMPO em 16/02/2012Avalie esta not����cia ���� 246810JOELMIR TAVARESAAA
c����pula da Pol����cia Militar proibiu os comandantes das 18 regi����es da
corpora�����o em Minas de divulgarem ���� imprensa qualquer estat����stica que
revele os ����ndices de criminalidade no Estado.
Sem tornar p����blicos os
dados da viol����ncia desde janeiro de 2011, o governo decidiu que as
informa�����es s���� poder����o ser fornecidas desde que "previamente analisadas"
pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), que comanda a
seguran����a p����blica em Minas. Apenas as ocorr����ncias "n����o classificadas
como violentas" poder����o chegar ao conhecimento da sociedade, diz a ordem
aos comandantes.

As orienta�����es, feitas pelo comando da Pol����cia
Militar num encontro com os l����deres dos batalh����es, no m����s passado,
foram refor����adas ontem em um memorando assinado pelo chefe da assessoria
de comunica�����o organizacional da corpora�����o, tenente-coronel Alberto
Luiz Alves, endere����ado aos chefes das unidades.

A reportagem de O TEMPO teve acesso ao memorando 5008.2/2012 e ao texto publicado ontem na rede interna de comunica�����o da PM (veja trechos abaixo).

Na
mensagem dessa quarta, intitulada "Divulga�����o de dados estat����sticos", o
assessor da corpora�����o explica que "as unidades, quando demandadas
pelos ����rg����os de imprensa, poder����o fornecer informa�����es sobre as
estat����sticas afetas ����s demais modalidades criminosas, n����o classificadas
como violentas, desde que os dados solicitados sejam previamente
analisados pelos respectivos comandantes quanto ���� prov����vel repercuss����o
da divulga�����o e reflexo na sensa�����o de seguran����a da popula�����o".

O
segredo em torno dos n����meros d���� for����a ����s especula�����es de que a
viol����ncia em Minas cresceu acima da m����dia. Em Belo Horizonte,
acredita-se que o aumento tenha sido de 20%. Estudo apresentado nesta
semana pelo Instituto de Pesquisas Econ����micas Aplicadas (Ipea) mostrou
que os assassinatos de homens entre 15 e 29 anos em Minas subiram 74,7%
entre 2001 e 2007.

Especialistas em seguran����a p����blica criticam a
falta de transpar����ncia. O argumento de que a publica�����o dos dados
aumentaria a sensa�����o de inseguran����a ���� "ultrapassado e anacr����nico", diz o
secret����rio-executivo do F����rum Brasileiro de Seguran����a P����blica (FBSP),
Renato S����rgio de Lima. "N����o ���� escondendo as estat����sticas que o governo
deixar���� a popula�����o mais segura. Esse era um pensamento dos anos 90,
completamente equivocado. As pessoas sabem onde os crimes acontecem".

A
omiss����o dos n����meros ainda faz com que, na opini����o do pesquisador
mineiro Robson S����vio, tamb����m membro do FBSP, "cres����a a desconfian����a da
popula�����o em rela�����o ����s corpora�����es".
Outra consequ����ncia desastrosa,
garante, ���� o preju����zo ao planejamento de a�����es de enfrentamento do
problema. "Se o governo estivesse declarando os dados com transpar����ncia,
n����o haveria nenhum problema na atitude da PM. A quest����o ���� que n����o
tomamos conhecimento de mais nenhuma informa�����o". At���� 2010, a Funda�����o
Jo����o Pinheiro publicava relat����rios trimestrais sobre criminalidade com
base em dados do governo.

Mortes. O memorando
5008.2, assinado pelo ent����o chefe do Estado Maior da PM, M����rcio Martins
Sant�����Ana, hoje comandante geral da corpora�����o, informava que as
estat����sticas criminais de 2011 seriam divulgadas em janeiro, o que n����o
ocorreu.

Luiz Gast����o A. Mello Gaia
Dignidade Sempre
Minas Gerais, n����o d���� para explicar, tem que viver

2.

Morda�a: Governo de Minas Gerais pro�be Pol�cia Militar de divulgar

Enviado por: "Carceroni48" carce...@yahoo.com.br   carceroni48

Qui, 16 de Fev de 2012 11:31 am




16/02/2012
Morda����a.Ordem aos batalh����es ���� que estat����sticas s���� sejam reveladas desde que "previamente analisadas"
Governo pro����be pol����cia de divulgar dados sobre viol����ncia
Para especialistas, popula�����o n����o se sente mais segura sendo enganada
JOELMIR TAVARES

A c����pula da Pol����cia Militar proibiu os comandantes das 18 regi����es da corpora�����o em Minas de divulgarem ���� imprensa qualquer estat����stica que revele os ����ndices de criminalidade no Estado.
Sem tornar p����blicos os dados da viol����ncia desde janeiro de 2011, o governo decidiu que as informa�����es s���� poder����o ser fornecidas desde que "previamente analisadas" pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), que comanda a seguran����a p����blica em Minas. Apenas as ocorr����ncias "n����o classificadas como violentas" poder����o chegar ao conhecimento da sociedade, diz a ordem aos comandantes.

As orienta�����es, feitas pelo comando da Pol����cia Militar num encontro com os l����deres dos batalh����es, no m����s passado, foram refor����adas ontem em um memorando assinado pelo chefe da assessoria de comunica�����o organizacional da corpora�����o, tenente-coronel Alberto Luiz Alves, endere����ado aos chefes das unidades.

A reportagem de O TEMPO teve acesso ao memorando 5008.2/2012 e ao texto publicado ontem na rede interna de comunica�����o da PM (veja trechos abaixo).

Na mensagem dessa quarta, intitulada "Divulga�����o de dados estat����sticos", o assessor da corpora�����o explica que "as unidades, quando demandadas pelos ����rg����os de imprensa, poder����o fornecer informa�����es sobre as estat����sticas afetas ����s demais modalidades criminosas, n����o classificadas como violentas, desde que os dados solicitados sejam previamente analisados pelos respectivos comandantes quanto ���� prov����vel repercuss����o da divulga�����o e reflexo na sensa�����o de seguran����a da popula�����o".

O segredo em torno dos n����meros d���� for����a ����s especula�����es de que a viol����ncia em Minas cresceu acima da m����dia. Em Belo Horizonte, acredita-se que o aumento tenha sido de 20%. Estudo apresentado nesta semana pelo Instituto de Pesquisas Econ����micas Aplicadas (Ipea) mostrou que os assassinatos de homens entre 15 e 29 anos em Minas subiram 74,7% entre 2001 e 2007.

Especialistas em seguran����a p����blica criticam a falta de transpar����ncia. O argumento de que a publica�����o dos dados aumentaria a sensa�����o de inseguran����a ���� "ultrapassado e anacr����nico", diz o secret����rio-executivo do F����rum Brasileiro de Seguran����a P����blica (FBSP), Renato S����rgio de Lima. "N����o ���� escondendo as estat����sticas que o governo deixar���� a popula�����o mais segura. Esse era um pensamento dos anos 90, completamente equivocado. As pessoas sabem onde os crimes acontecem".

A omiss����o dos n����meros ainda faz com que, na opini����o do pesquisador mineiro Robson S����vio, tamb����m membro do FBSP, "cres����a a desconfian����a da popula�����o em rela�����o ����s corpora�����es".
Outra consequ����ncia desastrosa, garante, ���� o preju����zo ao planejamento de a�����es de enfrentamento do problema. "Se o governo estivesse declarando os dados com transpar����ncia, n����o haveria nenhum problema na atitude da PM. A quest����o ���� que n����o tomamos conhecimento de mais nenhuma informa�����o". At���� 2010, a Funda�����o Jo����o Pinheiro publicava relat����rios trimestrais sobre criminalidade com base em dados do governo.

Mortes. O memorando 5008.2, assinado pelo ent����o chefe do Estado Maior da PM, M����rcio Martins Sant'Ana, hoje comandante geral da corpora�����o, informava que as estat����sticas criminais de 2011 seriam divulgadas em janeiro, o que n����o ocorreu.

Seds entra em contradi�����o ao comentar texto enviado ���� PM
A Secretaria de Defesa Social (Seds) afirmou ontem, por meio de nota, discordar da ideia de que "a divulga�����o dos dados aumenta a sensa�����o de inseguran����a". No entanto, o memorando enviado nessa quarta-feira pelo assessor de comunica�����o da PM, tenente-coronel Alberto Luiz Alves, aos comandantes ���� claro ao afirmar que a "prov����vel repercuss����o da divulga�����o" pode
refletir "na sensa�����o de seguran����a da popula�����o".

O ����rg����o tamb����m declarou que ainda n����o divulgou o relat����rio de 2011 porque "os dados est����o sendo compilados".

Sobre a an����lise que os comandantes devem fazer antes de fornecer dados ���� imprensa, a Seds explica que se trata de "fazer a contextualiza�����o das ocorr����ncias". "Por exemplo: aumento de ocorr����ncias de perturba�����es de sossego em um bairro pode ser entendido como resultado do acr����scimo de bares na regi����o". (JT)

FOTO: DANIEL IGLESIAS - 22.8.2011

Crimes como homic����dios estariam sendo escondidos da imprensa
DANIEL IGLESIAS - 22.8.2011
"Maquiagem"
Ocorr����ncias s����o manipuladas
Em vez de homic����dio, encontro de cad����ver. No lugar de tentativa de homic����dio, les����o corporal ou disparo em via p����blica. ���� dessa forma, de acordo com entidades de classe e especialistas em seguran����a p����blica, que policiais militares est����o sendo pressionados a preencher boletins de ocorr����ncia, maquiando os fatos. O objetivo seria baixar os ����ndices de criminalidade no Estado.

A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) desmente as den����ncias. Ontem, a Comiss����o de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa discutiu as adultera�����es e aprovou requerimento para que o assunto seja abordado em uma audi����ncia p����blica conjunta com a Comiss����o de Seguran����a P����blica.

"Os militares sofrem ass����dio moral h���� pelo menos tr����s anos", afirma o coordenador de cidadania e direitos humanos da Associa�����o dos Pra����as Policiais e Bombeiros Militares (Aspra-MG), Luiz Gonzaga Ribeiro. Segundo ele, a exig����ncia para falsificar os boletins est���� criando "uma guerra" entre os n����veis de comando da PM. "���� a pol����tica de resultados a qualquer custo", denuncia.

A Pol����cia Civil tamb����m tem sido coagida a contribuir para o "clima de aparente tranquilidade" no Estado, diz o ex-presidente da Associa�����o dos Delegados de Minas Gerais Francisco Rabelo, 67, que se aposentou em outubro. "Quem d���� alguma entrevista que desagrada ao governo ���� repreendido".

Inconsist����ncia. Al����m da suposta manipula�����o dos boletins, a proibi�����o de que unidades da PM divulguem dados sobre crimes violentos, adotada no m����s passado, faz Minas retroceder na presta�����o de contas sobre a criminalidade, na avalia�����o do secret����rio-executivo do F����rum Brasileiro de Seguran����a P����blica (FBSP), Renato S����rgio de Lima.

Estudiosos da ����rea dizem que a melhor maneira de mostrar que h���� controle sobre a seguran����a ���� dando publicidade e veracidade aos n����meros. "Os fatos mostram que a Seds n����o consegue, de fato, gerenciar e governar o setor", critica o pesquisador Robson S����vio. (JT)
Confira em: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=195943
3.

Imprensa manipula informa���ção sobre atividade parlamentar

Enviado por: "Augusto Da Fonseca" augustoda...@yahoo.com.br   augustodafonseca13

Qui, 16 de Fev de 2012 11:40 am



Imprensa manipula informa���ção sobre atividade��� parlamentar
16
FEV
.
A imprensa ���⒠�� ou Organiza���ções Serra (Globo, Folha, Estad���ão e Veja, entre outros) ���⒠�� faz de tudo para ser mais poderosa do que partidos e institui���ções p���úblicas.
Vale tudo para desgastar e reduzir a influ���ência das v���árias esferas de poder: executivo, legislativo e judici���ário.
H���á muito tempo, as Organiza���ções Serra repetem a cantilena de que os deputados federais e senadores n���ão trabalham, al���ém de serem corruptos e burros!
O importante ���é desgastar a institui���ção, de prefer���ência pegando um ou dois casos e generalizando.
A imprensa insiste na besteira de que atividade parlamentar ���é estar no plen���ário do Congresso Nacional e votar leis, quando na verdade tem coisas mais importantes que essa atividade, que a imprensa esconde deliberadamente.
E quais s���ão essa atividades mais importantes de um parlamentar?
1. Como ele_a representa uma parcela (deputado_a) ou a maioria do eleitorado no seu estado (senador_a), tem que estar em contato permanente (presencial) com sua base (eleitores ou n���ão), discutindo projetos de lei de sua autoria ou os demais que tramitam no Congresso. Dependendo do tamanho do estado (MG por exemplo, com seus 850 munic���ípios ou Mato Grosso) ���é uma tarefa estenuante, devido aos longos e perigosos deslocamentos por autom���óvel ou avi���ão teco-teco (s���ão poucos os parlamentares que t���êm jatinho ou turbo-h���élice).
2. Como representa ���⒠�.., ele_a tem que estar presente nas emissoras de r���ádio e TV locais,��� discutindo projetos de lei de sua autoria ou os demais que tramitam no Congresso. Ou em eventos tem���áticos, que diz respeito ���às suas bandeiras de campanha, tanto nos estados como em Bras���ília.
3. Como representa ���⒠�, ele_a tem que realizar uma extensa agenda com prefeitos_as, vereadores_as, deputados_as estaduais, governador_a, secret���ários_as de estado, entre muitos outros representantes das diversas esferas de governo
4. Todo_a deputado_a ou senador_a tem que cumprir a tarefa de relatar projetos de lei, do executivo ou de parlamentar, nas Comiss���ões das quais fazem parte. Esse trabalho nas Comiss���ões, que tem a mesma proporcionalidade do plen���ário, ���é mais importante do que as vota���ções em plen���ário, j���á que essas s���ó ocorrem ap���ós longa tramita���ção e debate nas v���árias Comiss���ões.
5. Desculpem, mas tenho que repetir que uma das tarefas mais importantes de um parlamentar ���é participar ativamente nas Comiss���ões do Congresso. Isso implica, muitas vezes, em in���úmeras agendas com setores do Executivo Federal e com os movimentos sociais ou grupos de interesse envolvidos nos diversos projetos de lei em andamento nas Comiss���ões.
6. Todo_a parlamentar tem uma extensa agenda de atendimento ao p���úblico, seja no Congresso Nacional, seja no seu escrit���ório em seu estado de origem.
7. Se o_a parlamentar, al���ém disso, tem algum cargo de lideran���ça de bancada ou na mesa da C���âmara/Senado, acresce-se, a tudo que eu apontei acima, as diversas atividades decorrentes dessa condi���ção.
Poderia citar outros aspectos da vida do parlamentar, mas ficaria nesses que considero mais importantes.
Se tudo o que escrevi ���é verdade, ���é ou n���ão uma grosseira manipula���ção da imprensa ���⒠�� ou seja, uma sacanagem ���⒠�� passar a id���éia de que parlamentares s���ão vagabundos s���ó porque n���ão houve sess���ão no Congresso, devido ao Carnaval?
***
A seguir, a mat���éria sacana de hoje do Folha.com:
Congresso ���⒠��enforca���⒠�� semana antes de Carnaval e s���ó volta dia 28
O Congresso ficou vazio ontem ���à tarde depois que a maior parte dos deputados e senadores resolveu antecipar a volta para a casa esticando o feriado de Carnaval.
Diversos congressistas foram vistos no aeroporto, entre eles os senadores A���écio Neves (PSDB-MG) e Humberto Costa (PT-PE), e os deputados ACM Neto (DEM-BA) e Paulinho da For���ça Sindical (PDT-SP). O l���íder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), viajou para Portugal.
Hoje j���á n���ão h���á sess���ões para vota���ções na C���âmara nem no Senado. E como a previs���ão ���é que os plen���ários retomem as sess���ões dedicadas para votar projetos s���ó no dia 28, deputados e senadores poder���ão ficar 13 dias sem atividade no Congresso.
Ontem, apesar do qu���órum alto nas duas Casas (450 dos 513 deputados e 64 dos 81 senadores), a maioria s���ó registrou presen���ça e foi embora.
*
��� 
Augusto da Fonseca

http://festivaldebesteirasnaimprensa.wordpress.com/
��� 
http://twitter.com/A_Fonseca13
4.

Brasil tem o perfil mais est����vel de cr����dito entre emergentes,

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Qui, 16 de Fev de 2012 4:58 pm



10/02/2012
Estad����o

Brasil tem o perfil mais est����vel de cr����dito entre emergentes, diz ag����ncia -

A ag����ncia de classifica�����o de risco Standard & Poor's divulgou um relat����rio comparando o Brasil com outros pa����ses emergentes com ratings no mesmo n����vel. No texto, a S&P afirma que o perfil de cr����dito soberano do Pa����s ���� mais est����vel, mas menos din����mico do que o perfil de outros pa����ses com rating na parte inferior da categoria grau de investimento.

"As institui�����es pol����ticas maduras e est����veis do Brasil constituem uma for����a de cr����dito substancial entre os pa����ses com rating no mesmo n����vel", afirma no estudo o analista Sebastian Briozzo. "Um s����lido compromisso com pol����ticas macroecon����micas prudentes, contas externas fortes, uma estrutura econ����mica diversificada e uma menor depend����ncia da demanda externa para ajudar o crescimento econ����mico d����o uma flexibilidade adicional para combater os crescentes riscos de um cen����rio econ����mico global desafiador, sem colocar em jogo o rating de grau de investimento", acrescenta.

O relat����rio compara o perfil de cr����dito do Brasil com os outros membros do grupo Bric, ou seja, R����ssia, ����ndia e China; e tamb����m com outros emergentes, como Col����mbia, M����xico, Peru, Panam���� e ����frica do Sul. S����o analisados os cinco fatores usados para a defini�����o de rating: riscos econ����micos, riscos externos, riscos fiscais, flexibilidade monet����ria e ambiente pol����tico.

As informa�����es s����o da Dow Jones.
Fonte: O Estado de S.Paulo / ����lvaro Campos da Ag����ncia Estado

URL: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-tem-o-perfil-mais-estavel-de-credito-entre-emergentes-diz-agencia,102398,0.htm
Atividade nos ����ltimos dias
Visite seu Grupo
Yahoo! Mail

Conecte-se ao mundo

Prote�����o anti-spam

Muito mais espa����o

Yahoo! Barra

Instale gr����tis

Buscar sites na web

Checar seus e-mails .

Yahoo! Grupos

Crie seu pr����prio grupo

A melhor forma de comunica�����o

Precisa responder?

Para responder a uma mensagem no Resumo di����rio, clique em um dos links "Responder" na mensagem em quest����o.

Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages