gst-launch-0.10 dvdreadsrc title="5" ! decodebin name="dvd" dvd. ! ffmpegcolorspace ! video/x-raw-yuv,format=\(fourcc\)YUY2 ! videoscale method=1 ! video/x-raw-yuv,format=\(fourcc\)YUY2,width=360,height=288,pixel-aspect-ratio=\(fraction\)16/15 ! videorate ! video/x-raw-yuv,framerate=25/2 ! ffmpegcolorspace ! theoraenc ! queue ! oggmux name=mux ! gnomevfssink location=file:///home/cschalle/vilanova_present.ogg dvd. ! audioconvert ! vorbisenc ! queue ! mux.
Substituam os "!" por "|" e vcs tem os pipes do unix. ^^Entao vamos lah...
Eu ja usei o Totem e realmente n gosto dele... Uma vez passei um tempo usando o VLC e acho ele muito bom para videos! Principalmente pq sou fã do DVD-Jon...
Eu instalei o gstreamer 0.10 (que marcelo fala maravilhas) mas já tinha instalado o mplayer, então não ficou claro para mim se o mplayer passou a usar o gstreamer ou não...
Enfim, só estou puxando a discussão da outra thread para cá. Qual o player e/ou "backend" que vc recomenda ?
abraços
Se bem que p/ KDE4 vai ter o "Phonon" [1], que segundo site é
"Phonon wants to fill in the gap and provide a multimedia API for KDE
developers while at the same time giving the users more choices. With
Phonon applications don't need to develop sound engines as Phonon
provides them for free. Applications are written saying what they want
and not how they want to do it. This leaves some room for the
user/administrator to customize things."
Ou seja, uma API independente de backend (Seja xine, gstreamer, etc).
Houve uma discussão "braba" nos planets gnome e kde sobre porque não
utilizar o gstreamer como padrão. Uma das razões foi a volatilidade
API/ABI, além de outros motivos que não me lembro (Ah, teve o de
portabilidade tb). =P
Enfim, o Phonon não vai ser p/ programas "hardcore multimedia"
(Mplayer, VLC...), e sim p/ aquele cara que só quer um "beep" ou
coisas simples no programa dele (90% dos desenvolvedores).
[1] http://phonon.kde.org/
--
------------------------
Lauro Moura <lauromoura[at]gmail[dot]com>
Computer Engineering Undergraduate
CIn - UFPE
http://lauro.wordpress.com
MSN: lauro1105[at]hotmail[dot]com
Registered Linux user #370246
-----------------------------------
Linux on i86,PPC, ARM using GCC. Solaris on x86 and SPARC using both GCC and Forte, MacOSX, Microsoft Windows using MS Visual Developer and IBM OS/400.
Hum, eu só sei que vi o termo "portability" numa das discussões.. =P
Alguns posts sobre o assunto (todos em inglês):
Post original de Christian Schaller
Título: Why Phonon is a broken wheel
http://blogs.gnome.org/view/uraeus/2006/05/11/0
Reply de Aaron Seigo
Título: I'd like another black eye, please
http://aseigo.blogspot.com/2006/05/id-like-another-black-eye-please.html
Reply de Scott Wheeler (Autor do JuK)
Título: Multimedia Frameworks Yesterday, Today, Tomorrow
http://www.kdedevelopers.org/node/2007
Reply de Michael Pyne (Também envolvido com o Juk)
Título: Of course someone would complain about Phonon. :)
http://grammarian.homelinux.net/~mpyne/weblog/kde/phonon-whineage.html
Ainda não li todos (são relativamente longos). Ainda hoje eu posto
minhas "conclusões". Mas um dos pontos centrais (que já falei) que
Aaron falou foi compatibilidade da API/ABI. O que o Phonon pretende é
manter a API/ABI compatível durante todo a duração do KDE4, ou seja,
alguns anos. O fato do GStreamer ter quebrado a ABI do 0.8 p/ 0.10
pode ter influenciado, se bem que é algo aceitável, já que é uma
versão de desenvolvimento.
Mas o que o KDE tá querendo fazer não é "reinventar a roda" , ou um
novo "media framework", e sim uma espécie de biblioteca de alto-nível,
tão independente quanto possível do backend utilizado para tocar. Seja
ele GStreamer, ALSA, Xine, DirectSound (?!?!?),
ou-seja-lá-o-que-inventarem, além de focar a simplicidade, para que o
programador "normal" possar colocar recursos multimídia em seu
programa sem precisar se preocupar com bitrates, sampling, etc...
PS: Por coincidência, parece que essa confusão começou no dia do meu
aniversário.. =P
2006/5/25, Marcelo Lira <set...@gmail.com>:
> Eu vi algumas das discussões, e até concordo com eles (KDE), mas a impressão
> que passa pelas decisões e a forma como as comunicam, é que a ordem do dia é
> mover dependências para plataforma KDE (e conseqüentemente QT).
> A plataforma do GNOME move tudo que pode pra baixo (GTK, Freedesktop), de
> forma que outros projetos, como XFCE por exemplo, se beneficiam
> automaticamente. E como eu citei anteriormente, pode surgir algo novo, e
> também se beneficiar.
> As pessoas podem perceber que a maioria das aplicações estão na Web ou são
> plugins pro Firefox e resolvam criar um XUL Desktop. O framework multimídia,
> a camada de abstração de hardware, comunicação interprocesso, o XOrg, entre
> outras coisas, já vai vir "de grátis".
Até certo ponto, concordo. Mas ao meu ver, isso são apenas pontos de
vista diferentes. Enquanto o GNOME é mais "solto", o KDE é mais
"coeso". Grosseiramente (muito grosseiramente) falando, enquanto o
GNOME é um bocado de bibliotecas juntas, o KDE tem a aparência de ser
realmente uma plataforma unificada. Talvez por isso seja mais difícil
de alguma coisa do KDE ser reaproveitada em outros projetos.
De certa forma, não é "imposto", apenas não é "dado". Você pode fechar
seu código, mas vai ter que pagar por isso. Não vejo nada "errado" com
isso, apenas pode ser uma visão de negócio não muito sensata.
Pensando por esse lado, qualquer cara que liberasse uma biblioteca GPL
estaria errado, já que estaria "proibindo" que outras pessoas criassem
código proprietário a partir dele. Mas é um direito dele, não?
> Outra característica do modelo de negócio da Trolltech é que eles não
> liberam a QT sob GPL para o Windows. No windows, não importa o que vc
> queira, só pagando US$ 1500.
QT4 = GPL ou Versão comercial (em todas as plataformas)
> Bem, todos sabem como as aplicações multiplataforma são importantes para
> trazer nossos amigos, familiares e clientes para o Linux. OpenOffice.org,
> Firefox, GAIM, GIMP, Dia, Inkscape, a lista é interminável.
> Algum tempo atrás alguns desenvolvedores do KDE afirmavam que ter aplicações
> no Windows era algo ruim, faria as pessoas se acomodarem e não querer mudar.
> Podemos discutir esse ponto de vista por toda eternidade e não chegar a
> nada. O fato é que se vc tirar alguém de algo que conhece e jogar num
> ambiente totalmente diferente o resultado vai ser medo, e medo leva a raiva,
> raiva leva ao ódio, e o ódio é o caminho do lado negro.
Realmente essa discussão é mais uma daquelas "vi x emacs", "kde x
gnome" (ops!). =D
> Não creio que as pessoas deveriam ser obrigadas a nada (nem a MS obriga,
> deixando a pirataria rolar solta).
> Vocês tem visto muitas aplicações do KDE rodando no Windows. KOffice? Krita?
> KAlgumaKoisa?
> Isso é o modelo da empresa moldando até o ponto de vista dos que dependem
> dela. Não é apenas uma questão de idéias, é uma questão sobrevivência, e é
> por isso que sempre tento enxergar as entrelinhas das declarações dos
> cabeças do KDE.
> Nota: sei que tem pessoas muito bem intencionadas, que realmente gostam do
> ambiente e de desenvolver nele, mas não dá pra ignorar certas coisas.
>
Novamente a questão de sobrevivência da empresa... =)
> E esse é meu ponto. Por isso não vejo o KDE como um bom colaborador, ele
> depende massivamente da empresa (seja da biblioteca, ou do salário de alguns
> desenvolvedores chave), e a sobrevivência da mesma depende de se agarrar ao
> seu modelo. O que significa não deixar as cordas frouxas demais. Eu não vejo
> a Trolltech mudando a forma de ganhar dinheiro tão cedo.
>
> E concluindo, queria dizer que embora não goste do aspecto visual do QT (mas
> isso é superficial e pode ser mudado facilmente), é uma biblioteca de alta
> qualidade. Ter de pagar uma licença de US$ 1.500 por programador é muito
> alto para uma startup ou encubada, ou algum projeto do CiTi (;P), mas seria
> um valor fracionário para um projeto de US$ 1.000.000 (ou até menos),
> especialmente se o público alvo for amplo.
>
Os próprios exemplos usados pela Qt como exemplo são projetos "sérios"
(no sentido de orçamento...).
> De minha parte, se for para programar em C++ prefiro GTKmm
> (http://www.gtkmm.org), que é LGPL, e o ponto aqui não é apenas o custo, mas
> a liberdade para trabalhar da forma que achar melhor.
>
> Isso ficou extenso, mas pelo menos consegui expor dois pontos de vista na
> mesma thread. :)
>
Bem, pelo que eu entendi o que mais incomoda é justamente o "controle"
da Trolltech (nome sugestivo?) sobre o KDE, além dele ser um
"sugador". De certa forma o GNOME também não está totalmente livre do
controle empresarial, já que grandes players como Red Hat, Novell,
Sun, IBM, Fluendo (GStreamer... ;-) ) também apoiam MUITO ele, ainda
que de forma BEM (bem mesmo) diferente (Ah, essas empresas....sempre
atrás do lucro, hehehe)
Ao meu ver, o Qt tem a seu favor a excelência técnica ( junto com o
apoio formal de uma empresa que sabe que se o troço for ruim ela morre
junto) e documentação, que até onde eu sei é melhor que a do GTK+ e
cia. Já o GTK+ ganha pontos com a sua abertura e neutralidade.
Bem, o que importa é que somos livres p/ escolher ( o que achamos ser)
o melhor. Seja GTK+, Qt, vi, emacs ou mesmo Windows. =D
Como diria Nelson Rodrigues: "Toda unanimidade é burra". =)
PS: Se bem que aos poucos ( ou rápido?) as aplicações desktop estão
ficando cada vez mais "supérfluas", e tudo está se voltando p/ web.
Mas é outra discussão... ;-)
Eu vi algumas das discussões, e até concordo com eles (KDE), mas a impressão que passa pelas decisões e a forma como as comunicam, é que a ordem do dia é mover dependências para plataforma KDE (e conseqüentemente QT).
A plataforma do GNOME move tudo que pode pra baixo (GTK, Freedesktop), de forma que outros projetos, como XFCE por exemplo, se beneficiam automaticamente. E como eu citei anteriormente, pode surgir algo novo, e também se beneficiar.
As pessoas podem perceber que a maioria das aplicações estão na Web ou são plugins pro Firefox e resolvam criar um XUL Desktop. O framework multimídia, a camada de abstração de hardware, comunicação interprocesso, o XOrg, entre outras coisas, já vai vir "de grátis".
O problema que vejo com o KDE é o fato da Trolltech, dona da QT sobre o qual ele é baseado, tira seu lucro dessa biblioteca (treinamento, suporte e licenças), e a maior propaganda da QT é o KDE, inclusive alguns desenvolvedores chave são funcionários da Trolltech. O que não é mal, e tb não é aquela história "não podemos confiar nas companhias!", espero que todos nós tenhamos nossas companhias um dia. ;)
A questão é, se a biblioteca não for promovida de forma agressiva, outra tomará o lugar aos poucos, e isso é uma bola de neve. A Trolltech provavelmente não fecha, mas diminuirá bastante seus lucros, e esse não é um curso inteligente para nenhuma empresa.
A companhia ser baseada num produto e/ou num modelo de negócio, é uma fraqueza.
Veja o caso da Microsoft, eles estão recebendo ataques de todos os lados, mas o pior deles é a mudança da plataforma de desenvolvimento, em cujo controle eles baseiam seu negócio, para a Web, sobre a qual eles não tem controle. Logo nos primórdios, a resposta mais rápida foi incluir controles ActiveX em páginas web, tornando algo independente de plataforma em específico para plataforma Win32. Foi a forma deles "amarrarem" as coisas.
Usando um exemplo na direção oposta, um dos projetos mais bem sucedidos dentro do GNOME é a libxml2 (libxml++ para C++), que o nome já diz para que serve. Ela é amplamente usada não só no GNOME como em vários outros projetos não relacionados, vários nem incluem interface gráfica e GTK+ não é uma dependência. Existe versão para windows e tudo está sob LGPL, dando a possibilidade do desenvolvedor escolha se vai fazer código aberto ou fechado, o que na minha opnião, nunca deveria ser imposto. E todos sabemos da quantidade de projetos com licença dupla onde o lado proprietário sustenta o livre. Como é o caso da QT.
E voltando a ela, todos sabem que é um biblioteca excelente, com muitos recursos. Mas para usar qualquer um deles, de rede por exemplo a biblioteca inteira tem de ir junto. Eles movem muitas dependências pra dentro, você usa uma, tem de levar tudo. O que acaba se extendendo para o KDE. O que é mais uma estratégia pra trazer os desenvolvedores pra dentro. (Nota: dizem que o QT4 está modular e partes podem ser usadas sem levar tudo. Não sei.)
Outra característica do modelo de negócio da Trolltech é que eles não liberam a QT sob GPL para o Windows. No windows, não importa o que vc queira, só pagando US$ 1500.
Bem, todos sabem como as aplicações multiplataforma são importantes para trazer nossos amigos, familiares e clientes para o Linux. OpenOffice.org, Firefox, GAIM, GIMP, Dia, Inkscape, a lista é interminável.
Algum tempo atrás alguns desenvolvedores do KDE afirmavam que ter aplicações no Windows era algo ruim, faria as pessoas se acomodarem e não querer mudar. Podemos discutir esse ponto de vista por toda eternidade e não chegar a nada. O fato é que se vc tirar alguém de algo que conhece e jogar num ambiente totalmente diferente o resultado vai ser medo, e medo leva a raiva, raiva leva ao ódio, e o ódio é o caminho do lado negro.
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Vocês tem visto muitas aplicações do KDE rodando no Windows. KOffice? Krita? KAlgumaKoisa?
Isso é o modelo da empresa moldando até o ponto de vista dos que dependem dela. Não é apenas uma questão de idéias, é uma questão sobrevivência, e é por isso que sempre tento enxergar as entrelinhas das declarações dos cabeças do KDE.
Nota: sei que tem pessoas muito bem intencionadas, que realmente gostam do ambiente e de desenvolver nele, mas não dá pra ignorar certas coisas.
E esse é meu ponto. Por isso não vejo o KDE como um bom colaborador, ele depende massivamente da empresa (seja da biblioteca, ou do salário de alguns desenvolvedores chave), e a sobrevivência da mesma depende de se agarrar ao seu modelo. O que significa não deixar as cordas frouxas demais. Eu não vejo a Trolltech mudando a forma de ganhar dinheiro tão cedo.
E concluindo, queria dizer que embora não goste do aspecto visual do QT (mas isso é superficial e pode ser mudado facilmente), é uma biblioteca de alta qualidade. Ter de pagar uma licença de US$ 1.500 por programador é muito alto para uma startup ou encubada, ou algum projeto do CiTi (;P), mas seria um valor fracionário para um projeto de US$ 1.000.000 (ou até menos), especialmente se o público alvo for amplo.
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Fundamentally running on a GTK/GStreamer base, the OS of course offers the ability to run GTK apps (with a recompile). This means that applications like the GPE enviroment can be easily installed, as well as all of the ported Nokia 770 work. A neat thing about this is the fact that there is a growing support of GTK as the toolkit for handheld linux (...)
> ( http://www.gtkmm.org), que é LGPL, e o ponto aqui não é apenas o custo, mas
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(...)
"The premier provider of global support is Canonical Ltd. To find a local support provider, select your region from the list below. "Eu não preciso ser franquiado para ser um provider. O plano de negócio deles dá esse tipo de liberdade. E nada me impede de ser um franquiado se eu achar vantagem.
Err... Shuttleworth? =P
PS: Só p/ descontrair... ;-)
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Graduando em Ciências da Computação - UFPE
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Realmente foi um dos mais esclarecedores, e briguinhas como kde x
gnome, linux x windows, quando motivadas por "paixão"
(consequentemente mostrando apenas o que o outro tem de ruim) não dão
em lugar nenhum (Ex: política...).
Não que a gente não mostre as falhas do outro, mas de maneira racional
e equilibrada, de forma a ressaltar o ponto forte do primeiro.
E viva ao novo mundo colaborativo. \o/
Marcelo, vai ver a gente sofre do mesmo mal. Escrever demais e acabar
sendo pouco expressivo, hehehe.
>
> PS.: Em breve novidades para o CInLUG!
>
O_o
PS: Vai ver Aaron Seigo e Miguel de Icaza são parceiros em algum MMORPG... =P
PS2: Ainda bem que sou "independente" de desktop (Tô usando o kde mais
pq o FRG bugou feio aqui).
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