Mensagem originalDe: stephen grant baines <
ste...@unb.br >
Para: Luis R. Cardoso de Oliveira <
lcar...@unb.br >
Cópia: JoséAndréaAntonádiaJoséSimiãoEurípedesJúlioJoséSáJôJoãoBeltrão <
ja...@ufpa.br >
Assunto: Re: Fwd: [Nuti] Sobre o descaramento total
Enviada: 03/05/2010 05:53
Prezados/as Colegas,
Veja que um dos jornalistas que escreveu esta matéria descarada é o
mesmo Leonardo Coutinho da VEJA que escreveu uma matéria descarada com
citações falsas e distorcidas em meu nome em 29 de março de 2006.
Abaixo é minha carta dirigida à ABA que foi divulgada no site da ABA
na época, A VEJA nunca aceitou meu direito de resposta e não a publicou.
Atenciosamente,
Stephen G. Baines
> ----- Mensagem encaminhada de
ste...@unb.br -----
> Data: Sun, 02 A pr 2006
13:23:19 -0300
> De:
ste...@unb.br> Endereço para Resposta (Reply-To):
ste...@unb.br> Assunto: Matéria VEJA "As Falsas Vítimas"[Direito de Resposta]
> Para:
a...@abant.org.br>
> ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA (ABA)
> COMISSÃO DE ASSUNTOS INDÍGENAS (CAI)
>
> Prezados Colegas,
> Estou enviando abaixo a carta que encaminhei para o Diretor de
> Redação da Revista VEJA, solicitando direito de resposta à matéria
> "As Falsas Vítimas", de 29 de março de 2006, na qual sou citado, na
> página 87, de forma equivocada pelos autores da mesma.
> Solicito que a referida carta seja divulgada no Boletim da ABA,
> considerando que não sei se a Revista VEJA vai acatar meu pedido e
> assumir seu equívoco.
> Caso seja de interesse da ABA posso elaborar uma matéria
> fundamentada em resposta à esta matéria da V EJA que vai
frontalmente
> contra os direitos dos povos indígenas e defende descaradamente os
> interesses de grandes empresas em terras indígenas.
> Atenciosamente,
> Stephen G. Baines
> Professor Adjunto 4, DAN, UnB; pesquisador 1B do CNPq.
> _______________________________
>
> Diretor de Redação, VEJA.
> Caixa Postal 11079
> 05422-970 São Paulo SP
>
>
ve...@abril.com.br>
> Prezado Diretor de Redação, VEJA,
> Com relação à matéria “As Falsas Vítimas” de autoria de José Edward
> e Leonardo Coutinho, publicada na VEJA de 29 de março de 2006, venho
> respeitosamente solicitar direito de resposta.
> Há alguns anos o jornalista, Sr. Leonardo Coutinho do Sucursal da
> VEJA de Belém, solicitou-me uma entrevista longa a fim de subsidiar
> uma proposta matéria sobre o povo indígena Waimiri-A troari (matéria
> que não foi publicada na época), pois realizei pesquisas de campo
> com esse povo indígena para o doutorado em Antropologia na
> Universidade de Brasília nos anos 1980, com tese defendida no início
> de 1988. A matéria “As Falsas Vítimas”, é fortemente contra os
> direitos dos povos indígenas, defendendo claramente os interesses
> das grandes empresas mineradoras, hidrelétricas, etc, em terras
> indígenas, e inverte, de maneira grosseira, a exploração dos povos
> indígenas por grandes empresas, ao alegar, ao contrário, que sejam
> os índios que exploram as empresas. Além disso, a matéria apresenta
> uma citação supostamente minha na página 87.
> A suposta citação minha é uma interpretação equivocada das minhas
> palavras por parte dos autores desta matéria. Apesar de eu opinar
> que a FUNAI seria mais bem substi tuída por um
órgão federal
> diretamente ligado à Presidência da República como, por exemplo, uma
> Secretaria de Assuntos Indígenas, proposta reivindicada por muitas
> lideranças indígenas do país, nunca afirmei que os índios “[...]
> podem ser mais bem atendidos caso sejam vistos como qualquer outro
> cidadão brasileiro” (p.87). Isso é o que muitas empresas desejam com
> intuito de derrubar os direitos indígenas, e se encaixa dentro das
> tentativas seculares de atropelar os direitos indígenas ao defender
> que os índios sejam tratados como qualquer outro cidadão brasileiro.
> Como pesquisador em etnologia indígena jamais concordaria numa
> afirmação que vai contra a Constituição Brasileira de 1988 que
> assegura os direitos diferenciados dos povos indígenas. Ciente do
> direito de resposta, subscrevo-me.
> Atenciosamente,
>
>
>
Professor Doutor Stephen G. Baines
> Professor Adjunto 4, Departamento de Antropologia, Universidade de
> Brasília; pesquisador 1B do CNPq;
> RG: 1 019 913; Endereço: Departamento de Antropologia, ICS, UnB,
> Campus Universitário, 70910-900 Brasília D.F.
>
Citando "Luis R. Cardoso de Oliveira" :
>
>
> Begin forwarded message:
>
>> From: Miriam Pillar Grossi
>> Date: 1 May, 2010 8:11:01 PM GMT-03:00
>> To: Carlos Caroso , Bela Feldman-Bianco
>> , Gustavo Lins Ribeiro , "Luis R.
>> Cardoso de Oliveira"
>> Subject: Fwd: [Nuti] Sobre o descaramento total
>>
>> Colegas
>> Vejam as mensagens abaixo:
>> a)materia da revista Veja que acaba de sair acusando os antropologos
>> b) mensagem de Viveiros de Castro recebida através da lisa do NUT I.
>> Mais material para
discutirmos.
>> Abraço. Miriam
>>
>> ---------- Mensagem encaminhada ----------
>> De: Felipe Bruno Martins Fernandes
>> Data: 1 de maio de 2010 19:33
>> Assunto: Re: [Nuti] Sobre o descaramento total
>> Para: Miriam Pillar Grossi
>>
>>
>> A farra da antropologia oportunista
>>
>> Critérios frouxos para a delimitação de reservas indígenas e
>> quilombos ajudam a engordar as contas de organizações não
>> governamentais e diminuem ainda mais o território destinado aos
>> brasileiros que querem produzir
>>
>> Leonardo Coutinho, Igor Paulin e Júlia de Medeiros
>> Manoel Marques
>>
>> LEI DA SELVA
>> Lula na comemoração da demarcação da Raposa Serra do Sol, que feriu
>> o estado de Rorai ma
>>
>> VEJA TAMBÉM
>> •
Quadro: Um país loteado
>> As dimensões continentais do Brasil costumam ser apontadas como um
>> dos alicerces da prosperidade presente e futura do país. As
>> vastidões férteis e inexploradas garantiriam a ampliação do
>> agronegócio e do peso da nação no comércio mundial. Mas essas
>> avaliações nunca levam em conta a parcela do território que não é
>> nem será explorada, porque já foi demarcada para proteção ambiental
>> ou de grupos específicos da população. Áreas de preservação
>> ecológica, reservas indígenas e supostos antigos quilombos abarcam,
>> hoje, 77,6% da extensão do Brasil. Se a conta incluir também os
>> assentamentos de reforma agrária, as cidades, os portos, as
>> estradas e outras obras de infraestrutura, o total alcança 90,6% do
>> território nacional. Ou seja, as próximas
gerações terão de se
>> contentar em ocupar uma porção do tamanho de São Paulo e Minas
>> Gerais. E esse naco poderá ficar ainda menor. O governo pretende
>> criar outras 1 514 reservas e destinar mais 50 000 lotes para a
>> reforma agrária. Juntos, eles consumirão uma área equivalente à de
>> Pernambuco. A maior parte será entregue a índios e comunidades de
>> remanescentes de quilombos. Com a intenção de proteger e preservar
>> a cultura de povos nativos e expiar os pecados da escravatura, a
>> legislação brasileira instaurou um rito sumário no processo de
>> delimitação dessas áreas.
>> Os motivos, pretensamente nobres, abriram espaço para que surgisse
>> uma verdadeira indústria de demarcação. Pelas leis atuQais, uma
>> comunidade depende apenas de dua s coisas para ser considerada
>> indígena ou
quilombola: uma declaração de seus integrantes e um
>> laudo antropológico. A maioria desses laudos é elaborada sem nenhum
>> rigor científico e com claro teor ideológico de uma esquerda que
>> ainda insiste em extinguir o capitalismo, imobilizando terras para
>> a produção. Alguns relatórios ressuscitaram povos extintos há mais
>> de 300 anos. Outros encontraram etnias em estados da federação nos
>> quais não há registro histórico de que elas tenham vivido lá. Ou
>> acharam quilombos em regiões que só vieram a abrigar negros depois
>> que a escravatura havia sido abolida. Nesta reportagem, VEJA
>> apresenta casos nos quais antropólogos, ativistas políticos e
>> religiosos se associaram a agentes públicos para montar processos e
>> criar reservas. Parte delas destrói perspectivas econômicas de toda
>> uma
região, como ocorreu em Peruíbe, no Litoral Sul de São Paulo.
>> Outras levam as tintas do teatro do absurdo. Exemplo disso é o
>> Parque Nacional do Jaú, no Amazonas, que englobou uma vila criada
>> em 1907 e pôs seus moradores em situação de despejo. A solução para
>> mantê-los lá foi declarar a área um quilombo do qual não há
>> registro histórico. Certas iniciativas são motivadas pela ideia
>> maluca de que o território brasileiro deveria pertencer apenas aos
>> índios, tese refutada pelo Supremo Tribunal Federal. Há, ainda, os
>> que advogam a criação de reservas indígenas como meio de preservar
>> o ambiente. E há também – ou principalmente – aqueles que, a
>> pretexto de proteger este ou aquele aspecto, querem tão somente
>> faturar. "Diante desse quadro, Ã © preciso dar um basta imediato nos
>>
processos de demarcação", como já advertiu há quatro anos o
>> antropólogo Mércio Pereira Gomes, ex-presidente da Funai e
>> professor da Universidade Federal Fluminense.
>> Os laudos antropológicos são encomendados e pagos pela Fundação
>> Nacional do Índio (Funai). Mas muitos dos antropólogos que os
>> elaboram são arregimentados em organizações não governamentais
>> (ONGs) que sobrevivem do sucesso nas demarcações. A quantidade de
>> dinheiro que elas recebem está diretamente relacionada ao número de
>> índios ou quilombolas que alegam defender. Para várias dessas
>> entidades, portanto, criar uma reserva indígena ou um quilombo é
>> uma forma de angariar recursos de outras organizações estrangeiras
>> e mesmo do governo brasileiro. Não é por outro motivo que apenas a
>> causa indígena já tenha
arregimentado 242 ONGs. Em dez anos, a
>> União repassou para essas entidades 700 milhões de reais. A
>> terceira maior beneficiária foi o Conselho Indígena de Roraima
>> (CIR). A instituição foi criada por padres católicos de Roraima com
>> o objetivo de promover a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol,
>> um escândalo de proporções literalmente amazônicas. Instituída em
>> 2005, ela abrange 7,5% do território do estado e significou a
>> destruição de cidades, de lavouras e um ponto final no
>> desenvolvimento do norte de Roraima – que, no total, passou a ter
>> 46% de sua área constituída por reservas indígenas. Em dez anos, o
>> CIR recebeu nada menos que 88 milhões de reais da União, mais do
>> que a quantia repassada à delegacia da Funai de Roraima no mesmo
>& gt; período. Não é preciso dizer que a
organização nem sequer prestou
>> contas de como gastou esse dinheiro.
>> A ganância e a falta de controle propiciaram o surgimento de uma
>> aberração científica. Antropólogos e indigenistas brasileiros
>> inventaram o conceito de "índios ressurgidos". Eles seriam
>> herdeiros de tribos extintas há 200 ou 300 anos. Os laudos que
>> atestam sua legitimidade não se preocupam em certificar se esses
>> grupos mantêm vínculos históricos ou culturais com suas pretensas
>> raízes. Apresentam somente reivindicações de seus integrantes e
>> argumentos estapafúrdios para justificá-las. A leniência com que a
>> Funai analisa tais processos permitiu que comunidades espalhadas
>> pelo país passassem a se apresentar como tribos desaparecidas. As
>> regiões Nordeste e Norte lideram os p edidos de reconhecimento
>>
apresentados à Funai. Em dez anos, a população que se declara
>> indígena triplicou. Em 2000, o Ceará contava com seis povos
>> indígenas. Hoje, tem doze. Na Bahia, catorze populações reivindicam
>> reservas. Na Amazônia, quarenta grupos de ribeirinhos de repente se
>> descobriram índios. Em vários desses grupos, ninguém é capaz de
>> apontar um ancestral indígena nem de citar costumes tribais. VEJA
>> deparou com comunidades usando cocares comprados em lojas de
>> artesanato. Em uma delas, há pessoas que aderiram à macumba, um
>> culto africano, pensando que se tratasse da religião do extinto
>> povo anacé. No Pará, um padre ensina aos ribeirinhos católicos como
>> dançar em honra aos deuses daqueles que seriam seus antepassados.
>> Casos assim escandalizam até estudiosos benevolentes , que aceitam a
>> tese dos
"índios ressurgidos". "Não basta dizer que é índio para se
>> transformar em um deles. Só é índio quem nasce, cresce e vive num
>> ambiente de cultura indígena original", diz o antropólogo Eduardo
>> Viveiros de Castro, do Museu Nacional, no Rio de Janeiro.
>> Declarar-se índio, no entanto, além de fácil, é uma farra. No
>> governo do PT, basta ser reconhecido como índio para ganhar Bolsa
>> Família e cesta básica. O governo gasta 250% mais com a saúde de um
>> índio – verdadeiro ou das Organizações Tabajara – do que com a de
>> um cidadão que (ainda) não decidiu virar índio. O paradoxo é que,
>> em certas regiões, é preciso ser visto como índio para ter acesso a
>> benesses da civilização. As "tribos" têm direito a escolas
>> próprias, o que pode ser considerado um luxo no interior do Norte e
>> do
Nordeste, onde milhões de crianças têm de andar quilômetros até
>> a sala de aula mais próxima. "Aqui, só tinha escola até a 8ª série
>> e a duas horas de distância. Depois que a gente se tornou índio,
>> tudo ficou diferente, mais perto", diz Magnólia da Silva,
>> neotupinambá baiana. Isso para não falar da segurança fornecida
>> pela Polícia Federal, que protege as terras de invasões e conflitos
>> agrários. "Essas vantagens fizeram as pessoas assumir
>> artificialmente uma condição étnica, a fim de obter serviços que
>> deveriam ser universais", constata o sociólogo Demétrio Magnoli.
>> A indústria da demarcação enxergou nas pequenas comunidades negras
>> mais uma maneira de sair do vermelho e ficar no azul. Para se ter
>> uma ideia, em 1995, na localidade de Oriximiná, no P ará, o governo
>> federal
reconheceu oficialmente a existência de uma comunidade
>> remanescente de um quilombo – e, assim, concedeu um pedaço de terra
>> aos supostos herdeiros dos supostos escravos que supostamente
>> viviam ali. Desde então, foram instituídas outras 171 áreas
>> semelhantes em diversas regiões. Em boa parte delas, os critérios
>> usados foram tão arbitrários quanto os que permitiram a explosão de
>> reservas indígenas. Também no caso dos remanescentes de
>> quilombolas, a principal prova exigida para a demarcação é a
>> autodeclaração. Como era de esperar, passou a ser mais negócio se
>> dizer negro do que mulato. "Desde que o governo começou a financiar
>> esse tipo de segregação racial, os mestiços que moram perto de
>> quilombos passaram a se declarar negros para não perder dinheiro",
>> diz a presidente do
Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, Helderli
>> Alves. Índio que não é índio, negro que não é negro, reservas que
>> abrangem quase 80% do território nacional e podem alcançar uma área
>> ainda maior: o Brasil é mesmo um país único. Para espertinhos e
>> espertalhões.
>>
>>
>> Felipe Bruno Martins Fernandes
>> PPGICH/UFSC | NIGS
>> Caixa Postal 5131 | Florianópolis, SC | 88040-900
>>
http://lattes.cnpq.br/0569516971502330>> SE NÃO HOUVER FRUTOS,
>> VALEU A BELEZA DAS FLORES;
>> SE NÃO HOUVER FLORES,
>> VALEU A SOMBRA DAS FOLHAS;
>> SE NÀO HOUVER FOLHAS,
>> VALEU A INTENÇÀO DA SEMENTE.
>> Henfil
>>
>>
>>
>>
>> 2010/5/1 Miriam Pillar Grossi
>>
>> Felipe
>> Tens como achar on line esta materia a qual Viveiros
de Castro está
>> repudiando? M.
>>
>> ---------- Mensagem encaminhada ----------
>> De: Marnio Teixeira-Pinto
>> Data: 1 de maio de 2010 18:18
>> Assunto: Fwd: [Nuti] Sobre o descaramento total
>> Para: Alberto Groisman , Esther Jean
>> Langdon , Jose Antonio Kelly Luciani
>> , Miriam Hartung ,
>> Vânia Cardoso , Sonia Maluf
>> , Carmen Rial , Scott Head
>> , Theophilos Rifiotis
>> , Maria Regina ,
>> Antonella Tassinari , Ilka Leite
>> , Miriam Grossi , Rafael
>> José de Menezes Bastos , Oscar Calavia
>> , Fatima Pires , Alicia
>> Castells , Edviges Ioris
>>
>>
>>
>> Peço que ajudem a divulgar, nas listas possíveis. a resposta de
>> Eduardo a mais uma das matérias da revista Veja, recém nas bancas.
>> Suprimi, a
pedido, os dados pessoais dele, necessários para que sua
>> manifestação seja aceita (será?) pela editoria.
>>
>>
>> Márnio
>>
>>
>> Início da mensagem encaminhada:
>>
>>> De: "Eduardo Viveiros de Castro"
>>> Data: 1 de maio de 2010 13:27:05 BRT
>>> Para:
Nuti_...@yahoogrupos.com.br>>> Assunto: [Nuti] Sobre o descaramento total
>>>
>>>
>>>
>>> From: E Viveiros de Castro
>>> Date: 1 May 2010 13:20:41 GMT-03:00
>>> To:
ve...@abril.com.br>>> Subject: Jornalismo oportunista
>>>
>>> Ao Editores da revista Veja:
>>>
>>> Na matéria "A farra da antropologia oportunista" (Veja ano 43 nº
& gt;>> 18, de 05/05/2010), seus autores colocam em minha boca a seguinte
>>> afirmação:
"Não basta dizer que é índio para se transformar em um
>>> deles. Só é índio quem nasce, cresce e vive num ambiente cultural
>>> original" . Gostaria de saber quando e a quem eu disse isso, uma
>>> vez que (1) nunca tive qualquer espécie de contato com os
>>> responsáveis pela matéria; (2) não pronunciei em qualquer ocasião,
>>> ou publiquei em qualquer veículo, reflexão tão grotesca, no
>>> conteúdo como na forma. Na verdade, a frase a mim mentirosamente
>>> atribuída contradiz o espírito de todas declarações que já tive
>>> ocasião de fazer sobre o tema. Assim sendo, cabe perguntar o que
>>> mais existiria de "montado" ou de simplesmente inventado na
>>> matéria. A qual, se me permitem a opinião , achei repugnante. Grato
>>> pela atenção,
>>>
>>> Eduardo Viveiros
de Castro
>>>
>>> .
>>>
>>>
>>> __,_._,___
>>
>>
>>
>>
>> --
>> Miriam Pillar Grossi
>> Departamento de Antropologia
>> NIGS - UFSC - CFH -Campus Trindade
>> 88 049-170 - Florianópolis - SC - Brasil
>>
http://www.miriamgrossi.cfh.prof.ufsc.br/>>
>>
>>
>>
>>
>> --
>> Miriam Pillar Grossi
>> Departamento de Antropologia
>> NIGS - UFSC - CFH -Campus Trindade
>> 88 049-170 - Florianópolis - SC - Brasil
>>
http://www.miriamgrossi.cfh.prof.ufsc.br/>>
>
>
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