O imbecil juvenil - Olavo de Carvalho

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Alexandre

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Jan 31, 2011, 6:24:08 AM1/31/11
to

O imbecil juvenil
Jornal da Tarde, São Paulo, 3 abr. 1998


        Já acreditei em muitas mentiras, mas há uma à qual sempre fui imune: aquela que celebra a juventude como uma época de rebeldia, de independência, de amor à liberdade. Não dei crédito a essa patacoada nem mesmo quando, jovem eu próprio, ela me lisonjeava. Bem ao contrário, desde cedo me impressionaram muito fundo, na conduta de meus companheiros de geração, o espírito de rebanho, o temor do isolamento, a subserviência à voz corrente, a ânsia de sentir-se iguais e aceitos pela maioria cínica e autoritária, a disposição de tudo ceder, de tudo prostituir em troca de uma vaguinha de neófito no grupo dos sujeitos bacanas.
        O jovem, é verdade, rebela-se muitas vezes contra pais e professores, mas é porque sabe que no fundo estão do seu lado e jamais revidarão suas agressões com força total. A luta contra os pais é um teatrinho, um jogo de cartas marcadas no qual um dos contendores luta para vencer e o outro para ajudá-lo a vencer.
        Muito diferente é a situação do jovem ante os da sua geração, que não têm para com ele as complacências do paternalismo. Longe de protegê-lo, essa massa barulhenta e cínica recebe o novato com desprezo e hostilidade que lhe mostram, desde logo, a necessidade de obedecer para não sucumbir. É dos companheiros de geração que ele obtém a primeira experiência de um confronto com o poder, sem a mediação daquela diferença de idade que dá direito a descontos e atenuações. É o reino dos mais fortes, dos mais descarados, que se afirma com toda a sua crueza sobre a fragilidade do recém-chegado, impondo-lhe provações e exigências antes de aceitá-lo como membro da horda. A quantos ritos, a quantos protocolos, a quantas humilhações não se submete o postulante, para escapar à perspectiva aterrorizante da rejeição, do isolamento. Para não ser devolvido, impotente e humilhado, aos braços da mãe, ele tem de ser aprovado num exame que lhe exige menos coragem do que flexibilidade, capacidade de amoldar-se aos caprichos da maioria - a supressão, em suma, da personalidade.
        É verdade que ele se submete a isso com prazer, com ânsia de apaixonado que tudo fará em troca de um sorriso condescendente. A massa de companheiros de geração representa, afinal, o mundo, o mundo grande no qual o adolescente, emergindo do pequeno mundo doméstico, pede ingresso. E o ingresso custa caro. O candidato deve, desde logo, aprender todo um vocabulário de palavras, de gestos, de olhares, todo um código de senhas e símbolos: a mínima falha expõe ao ridículo, e a regra do jogo é em geral implícita, devendo ser adivinhada antes de conhecida, macaqueada antes de adivinhada. O modo de aprendizado é sempre a imitação - literal, servil e sem questionamentos. O ingresso no mundo juvenil dispara a toda velocidade o motor de todos os desvarios humanos: o desejo mimético de que fala René Girard, onde o objeto não atrai por suas qualidades intrínsecas, mas por ser simultaneamente desejado por um outro, que Girard denomina o mediador.
      Não é de espantar que o rito de ingresso no grupo, custando tão alto investimento psicológico, termine por levar o jovem à completa exasperação impedindo-o, simultaneamente, de despejar seu ressentimento de volta sobre o grupo mesmo, objeto de amor que se sonega e por isto tem o dom de transfigurar cada impulso de rancor em novo investimento amoroso. Para onde, então, se voltará o rancor, senão para a direção menos perigosa? A família surge como o bode expiatório providencial de todos os fracassos do jovem no seu rito de passagem. Se ele não logra ser aceito no grupo, a última coisa que lhe há de ocorrer será atribuir a culpa de sua situação à fatuidade e ao cinismo dos que o rejeitam. Numa cruel inversão, a culpa de suas humilhações não será atribuída àqueles que se recusam a aceitá-lo como homem, mas àqueles que o aceitam como criança. A família, que tudo lhe deu, pagará pelas maldades da horda que tudo lhe exige.
        Eis a que se resume a famosa rebeldia do adolescente: amor ao mais forte que o despreza, desprezo pelo mais fraco que o ama.
        Todas as mutações se dão na penumbra, na zona indistinta entre o ser e o não-ser: o jovem, em trânsito entre o que já não é e o que não é ainda, é, por fatalidade, inconsciente de si, de sua situação, das autorias e das culpas de quanto se passa dentro e em torno dele. Seus julgamentos são quase sempre a inversão completa da realidade. Eis o motivo pelo qual a juventude, desde que a covardia dos adultos lhe deu autoridade para mandar e desmandar, esteve sempre na vanguarda de todos os erros e perversidade do século: nazismo, fascismo, comunismo, seitas pseudo-religiosas, consumo de drogas. São sempre os jovens que estão um passo à frente na direção do pior.
        Um mundo que confia seu futuro ao discernimento dos jovens é um mundo velho e cansado, que já não tem futuro algum.



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Tiago

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Jan 31, 2011, 7:20:57 AM1/31/11
to CCMM - Congregações Marianas do Brasil
Olavo de Carvalho é o cara hehe.
Houve algumas discussões no grupo questionando-se o porque dos jovens
não quererem ter compromisso com a CM, esqueceram de ir na raiz do
problema, problema que afeta não só jovens e também não só a CM,
problema esse que ninguém melhor explica do que o Olavo de Carvalho.
A nossa sociedade tem uma mentalidade revolucionária, rebelde, que
odeia regras (a não ser que seja as regras que eles mesmo inventam),
quando não se obedece a verdade não se tem compromisso. E como todo
revolucionário odeia regras ele bate de frente com o sistema de
organização da CM, que é uma associação (odeio quando chamam a CM de
movimento ¬¬) muito bem estruturada, com hierarquia, Estatuto e Regra
de Vida e isso incomoda a gente com mentalidade rebelde pois eles não
podem moldar a CM no jeito que eles querem, não podem fazer sua
opinião prevalecer sobre a verdade.

Salve Maria!

On Jan 31, 9:24 am, Alexandre <alexan...@alexandre.martins.nom.br>
wrote:
> *O imbecil juvenil*
> /*Jornal da Tarde*,/S�o Paulo, 3 abr. 1998
>
>          J� acreditei em muitas mentiras, mas h� uma � qual sempre fui
> imune: aquela que celebra a juventude como uma �poca de rebeldia, de
> independ�ncia, de amor � liberdade. N�o dei cr�dito a essa patacoada nem
> mesmo quando, jovem eu pr�prio, ela me lisonjeava. Bem ao contr�rio,
> desde cedo me impressionaram muito fundo, na conduta de meus
> companheiros de gera��o, o esp�rito de rebanho, o temor do isolamento, a
> subservi�ncia � voz corrente, a �nsia de sentir-se iguais e aceitos pela
> maioria c�nica e autorit�ria, a disposi��o de tudo ceder, de tudo
> prostituir em troca de uma vaguinha de ne�fito no grupo dos sujeitos
> bacanas.
>          O jovem, � verdade, rebela-se muitas vezes contra pais e
> professores, mas � porque sabe que no fundo est�o do seu lado e jamais
> revidar�o suas agress�es com for�a total. A luta contra os pais � um
> teatrinho, um jogo de cartas marcadas no qual um dos contendores luta
> para vencer e o outro para ajud�-lo a vencer.
>          Muito diferente � a situa��o do jovem ante os da sua gera��o,
> que n�o t�m para com ele as complac�ncias do paternalismo. Longe de
> proteg�-lo, essa massa barulhenta e c�nica recebe o novato com desprezo
> e hostilidade que lhe mostram, desde logo, a necessidade de obedecer
> para n�o sucumbir. � dos companheiros de gera��o que ele obt�m a
> primeira experi�ncia de um confronto com o /poder/, sem a media��o
> daquela diferen�a de idade que d� direito a descontos e atenua��es. � o
> reino dos mais fortes, dos mais descarados, que se afirma com toda a sua
> crueza sobre a fragilidade do rec�m-chegado, impondo-lhe prova��es e
> exig�ncias antes de aceit�-lo como membro da horda. A quantos ritos, a
> quantos protocolos, a quantas humilha��es n�o se submete o postulante,
> para escapar � perspectiva aterrorizante da rejei��o, do isolamento.
> Para n�o ser devolvido, impotente e humilhado, aos bra�os da m�e, ele
> tem de ser aprovado num exame que lhe exige menos coragem do que
> flexibilidade, capacidade de amoldar-se aos caprichos da maioria - a
> supress�o, em suma, da personalidade.
>          ï¿½ verdade que ele se submete a isso com prazer, com �nsia de
> apaixonado que tudo far� em troca de um sorriso condescendente. A massa
> de companheiros de gera��o representa, afinal, o mundo, o mundo grande
> no qual o adolescente, emergindo do pequeno mundo dom�stico, pede
> ingresso. E o ingresso custa caro. O candidato deve, desde logo,
> aprender todo um vocabul�rio de palavras, de gestos, de olhares, todo um
> c�digo de senhas e s�mbolos: a m�nima falha exp�e ao rid�culo, e a regra
> do jogo � em geral impl�cita, devendo ser adivinhada antes de conhecida,
> macaqueada antes de adivinhada. O modo de aprendizado � sempre a
> imita��o - literal, servil e sem questionamentos. O ingresso no mundo
> juvenil dispara a toda velocidade o motor de todos os desvarios humanos:
> o/desejo mim�tico/ de que fala Ren� Girard, onde o objeto n�o atrai por
> suas qualidades intr�nsecas, mas por ser simultaneamente desejado por um
> outro, que Girard denomina o/mediador./
>        N�o � de espantar que o rito de ingresso no grupo, custando t�o
> alto investimento psicol�gico, termine por levar o jovem � completa
> exaspera��o impedindo-o, simultaneamente, de despejar seu ressentimento
> de volta sobre o grupo mesmo, objeto de amor que se sonega e por isto
> tem o dom de transfigurar cada impulso de rancor em novo investimento
> amoroso. Para onde, ent�o, se voltar� o rancor, sen�o para a dire��o
> menos perigosa? A fam�lia surge como o bode expiat�rio providencial de
> todos os fracassos do jovem no seu rito de passagem. Se ele n�o logra
> ser aceito no grupo, a �ltima coisa que lhe h� de ocorrer ser� atribuir
> a culpa de sua situa��o � fatuidade e ao cinismo dos que o//rejeitam.
> Numa cruel invers�o, a culpa de suas humilha��es n�o ser� atribu�da
> �queles que se recusam a aceit�-lo como homem, mas �queles que o aceitam
> como crian�a. A fam�lia, que tudo lhe deu, pagar� pelas maldades da
> horda que tudo lhe exige.
>          Eis a que se resume a famosa rebeldia do adolescente: amor ao
> mais forte que o despreza, desprezo pelo mais fraco que o ama.
>          Todas as muta��es se d�o na penumbra, na zona indistinta entre
> o ser e o n�o-ser: o jovem, em tr�nsito entre o que j� n�o � e o que n�o
> � ainda, �, por fatalidade, inconsciente de si, de sua situa��o, das
> autorias e das culpas de quanto se passa dentro e em torno dele. Seus
> julgamentos s�o quase sempre a invers�o completa da realidade. Eis o
> motivo pelo qual a juventude, desde que a covardia dos adultos lhe deu
> autoridade para mandar e desmandar, esteve sempre na vanguarda de todos
> os erros e perversidade do s�culo: nazismo, fascismo, comunismo, seitas
> pseudo-religiosas, consumo de drogas. S�o sempre os jovens que est�o um
> passo � frente na dire��o do pior.
>          Um mundo que confia seu futuro ao discernimento dos jovens � um
> mundo velho e cansado, que j� n�o tem futuro algum.
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Diego Lemelle

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Jan 31, 2011, 11:21:32 AM1/31/11
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Sugiro a leitura de Cardeal Martini, sj  "Dialogos noturnos em Jerusalem". Fala de uma outra juventude que existe por aí.

Diego Lemelle
CVX


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Alexandre Martins

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Jan 31, 2011, 7:03:12 PM1/31/11
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sabe que não vi por este lado?
entendi o texto (de 98, há 13 anos) como a relação da rebeldia juvenil com seus pais, sua família.
Mas não deixa de ser uma análise pertinente.

Salve, Maria!

Alexandre, cm.


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Alexandre Martins

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Jan 31, 2011, 7:04:21 PM1/31/11
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Lemelle,
manda pra lista o texto do Cardeal Martini.

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Tiago

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Jan 31, 2011, 9:10:03 PM1/31/11
to CCMM - Congregações Marianas do Brasil
Finalmente, uma dura crítica ao livro do Cardeal Martini contra o Papa
Bento XVI
Fonte:http://www.acidigital.com/noticia.php?id=14818

ROMA, 11 Nov. 08 / 01:16 pm (ACI).- O vaticanista do semanário
italiano L’Espresso Sandro Magister, publicará nesta quarta-feira a
primeira crítica ampla e compreensiva ao polêmico livro do Cardeal
Carlo Maria Martini, jesuíta emérito de Milão (Itália), titulado
“Conversações noturnas em Jerusalém. Sobre o risco da fé”.
O livro escrito em forma de entrevista com o jesuíta alemão Georg
Sporschill foi apresentado na feira do livro de Frankfurt em outubro,
e após atraiu o interesse da imprensa secular porque na obra o Cardeal
Martini critica aos Papas do post-concilio –desde Paulo VI até o Bento
XVI–, acusando-os de contribuir à “involução” da Igreja.
Martini não só lança críticas contra a encíclica Humanae Vitae, mas
também inclusive questiona alguns pontos fundamentais da fé da Igreja.
Magister assinala que a obra não foi criticada nem pelo jornal da
Conferência Episcopal italiana, "Avvenire" nem por "L'Osservatore
Romano".
Entretanto “em privado –diz Magister– nos altos níveis da hierarquia,
as críticas do autor do livro são severas e preocupadas”.
“Mas em público a regra é calar. O temor é que responder publicamente
as tese do livro adicione maior dano ao dano”, adiciona o
vaticanista.
Entretanto, Pietro De Marco, professor da Universidade de Firenze e
da Faculdade de Teologia da Itália Central, submete o livro do Cardeal
Martini a uma crítica mesurada.
Magister publicará a íntegra da crítica do Professor De Marco na
quarta-feira em sua página Web:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/?eng=e

On Jan 31, 10:04 pm, Alexandre Martins
<alexan...@alexandre.martins.nom.br> wrote:
> Lemelle,
> manda pra lista o texto do Cardeal Martini.
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> On 31/01/2011 14:21, Diego Lemelle wrote:
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> > Sugiro a leitura de Cardeal Martini, sj  "Dialogos noturnos em
> > Jerusalem". Fala de uma outra juventude que existe por a�.
>
> > Diego Lemelle
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Alexandre Martins

unread,
Jan 31, 2011, 9:18:18 PM1/31/11
to ccmm-do...@googlegroups.com
u�...
ent�o n�o entendi: o texto indicado do Cardeal Martini � contra o Papa
?

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On 01/02/2011 00:10, Tiago wrote:
Finalmente, uma dura cr�tica ao livro do Cardeal Martini contra o Papa
Bento XVI
Fonte:http://www.acidigital.com/noticia.php?id=14818

ROMA, 11 Nov. 08 / 01:16 pm (ACI).- O vaticanista do seman�rio
italiano L�Espresso Sandro Magister, publicar� nesta quarta-feira a
primeira cr�tica ampla e compreensiva ao pol�mico livro do Cardeal
Carlo Maria Martini, jesu�ta em�rito de Mil�o (It�lia), titulado
�Conversa��es noturnas em Jerusal�m. Sobre o risco da f�.
O livro escrito em forma de entrevista com o jesu�ta alem�o Georg
Sporschill foi apresentado na feira do livro de Frankfurt em outubro,
e ap�s atraiu o interesse da imprensa secular porque na obra o Cardeal
Martini critica aos Papas do post-concilio �desde Paulo VI at� o Bento
XVI�, acusando-os de contribuir � �involu��o� da Igreja.
Martini n�o s� lan�a cr�ticas contra a enc�clica Humanae Vitae, mas
tamb�m inclusive questiona alguns pontos fundamentais da f� da Igreja.
Magister assinala que a obra n�o foi criticada  nem pelo jornal da
Confer�ncia Episcopal italiana, "Avvenire" nem por "L'Osservatore
Romano".
Entretanto �em privado �diz Magister� nos altos n�veis da hierarquia,
as cr�ticas do autor do livro s�o severas e preocupadas�.
�Mas em p�blico a regra � calar. O temor � que responder publicamente
as tese do livro adicione maior dano ao dano�, adiciona o
vaticanista.
Entretanto,  Pietro De Marco, professor da Universidade de Firenze e
da Faculdade de Teologia da It�lia Central, submete o livro do Cardeal
Martini a uma cr�tica mesurada.
Magister publicar� a �ntegra da cr�tica do Professor De Marco na
quarta-feira em sua p�gina Web:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/?eng=e

On Jan 31, 10:04�pm, Alexandre Martins
<alexan...@alexandre.martins.nom.br> wrote:
Lemelle,
manda pra lista o texto do Cardeal Martini.

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On 31/01/2011 14:21, Diego Lemelle wrote:







Sugiro a leitura de Cardeal Martini, sj �"Dialogos noturnos em
Jerusalem". Fala de uma outra juventude que existe por a�.

        
Diego Lemelle
CVX

    

Tiago

unread,
Feb 1, 2011, 5:15:34 AM2/1/11
to CCMM - Congregações Marianas do Brasil
Eu só coloquei o texto pra mostrar quem é o Cardeal Martini, ele é o
ícone dos clérigos que usaram o Vaticano ll para interesse de sua
ideologia modernista ao invés de obedecer o que realmente o Concilio
quiz ensinar. Esse livro que o Diego indicou é totalmente herético,
contra tudo o que o Magistério ensina.

Salve Maria!

On Feb 1, 12:18 am, Alexandre Martins
<alexan...@alexandre.martins.nom.br> wrote:
> u�...
> ent�o n�o entendi: o texto indicado do Cardeal Martini � contra o Papa?
>
> ____________________________________________________
> Congrega��o Mariana Sede da Sabedoria <http://www.sededasabedoria.org>
> Blog "O Apologeta Mariano" <http://livrosmarianos.blogspot.com>
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> A Jesus por Maria
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> > On Jan 31, 10:04 pm, Alexandre Martins
> > <alexan...@alexandre.martins.nom.br>  wrote:
> >> Lemelle,
> >> manda pra lista o texto do Cardeal Martini.
>
> >> ____________________________________________________
> >> Congrega��o Mariana Sede da Sabedoria<http://www.sededasabedoria.org>
> >> Blog "O Apologeta Mariano"<http://livrosmarianos.blogspot.com>
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> >> A Jesus por Maria
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> >> On 31/01/2011 14:21, Diego Lemelle wrote:
>
> >>> Sugiro a leitura de Cardeal Martini, sj  "Dialogos noturnos em

Diego Lemelle

unread,
Feb 1, 2011, 1:22:10 PM2/1/11
to ccmm-do...@googlegroups.com
Leiam para saber se é isso mesmo...eu tinha os mesmos preconceitos e receios quanto ao livro. Apartir daí que comecei a ver que há uma igreja católica que realemente pratica o que diz, ou seja ser preferencial aos pobres.

diego

Tiago

unread,
Feb 1, 2011, 1:41:31 PM2/1/11
to CCMM - Congregações Marianas do Brasil
"uma igreja católica"???? Por acaso teria mais que uma?

"uma" é um artigo indefinido, então você está dizendo que há várias
"igrejas".
Depois eu digo que você tem uma concepção luterana do que é a Igreja e
ainda sou taxado de preconceituoso.

Lá vem você de novo com esse discurso da Teologia da Libertação, isso
só engana criancinha, qualquer um que tenha lido uns 2 ou 3 artigos
num bom site de apologética, ou de preferência tenha lido a
Libertatis Nuntius sabe que essa "opção preferencial pelos pobres" é
só um jogo linguístico, a única coisa que a Teologia da Libertação
quer é usar a Igreja como palanque pra impor a ideologia do marxismo
cultural.

Só há uma Igreja, a Igreja Santa Católica Apostólica Romana e ela
sempre condenou o marxismo, a Teologia da Libertação e heresias afins.
E também, se o Cardel Martini apostatou e não quer obedecer mais a
Igreja, seus "ensinamentos" não tem crédito nenhum.

Salve Maria!

On Feb 1, 4:22 pm, Diego Lemelle <diego....@gmail.com> wrote:
> Leiam para saber se é isso mesmo...eu tinha os mesmos preconceitos e receios
> quanto ao livro. Apartir daí que comecei a ver que há uma igreja católica
> que realemente pratica o que diz, ou seja ser preferencial aos pobres.
>
> diego
>
> > CCMM-do-Brasi...@googlegroups.com<CCMM-do-Brasil%2Bunsubscribe@go oglegroups.com>
> > .

Marcio dos Anjos

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Feb 1, 2011, 11:45:10 PM2/1/11
to ccmm-do...@googlegroups.com
Muito bom Tiago.
 
ainda continuo sem entender por quê tem gente que ainda insiste em querer colocar essas bagaças na cabeça dos congregados por osmose...
 
Teologia da libertação é coisa do inferno, e aopção pelos pobresé mais falsa do que nota de três... pq pelo menos nota de três tdo mundo sabe que é falsa, já a TL se camufla e faz "carinha" de certa pra enganar pessoas com pouca formação, mas este não é o caso dos congregados marianos, que sempre foram reconhecidos por sua formação moral e doutrinal aguçada, não vão cair nessa baboseira, não adianta insistir!!!!!!!!!!!!!
 
Salve Maria!!!! 
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