Onde vamos parar?
Mas hoje em dia quem é que não faz esse tipo de coisa? Já fiz ese tipo
de instalação algumas vezes... "um colega chega em mim e fala que
comprou um roteador wireless e quer passar para um vizinho e os dois
dividem a mensalidade, com isso me pede para configurar."
Isso como mostra na matéria é uma coisa que qualqer adolescente pode
fazer, só que até então são apenas duas pessoas fazendo sem vizar
lucros, já essa de montarem digamos uma "micro-empresa" é demais né...
Só vejo essa situação ser amenizada por estar dando acesso a quem não
pode pagar um banda larga, mas ainda sim eu voto pela pessoa utilizar
de uma discada de final de semana, já fiz isso por muito tempo por que
o povo não poderia?
Gustavo Cherubine escreveu:
> S�o Paulo, s�bado, 23 de fevereiro de 2008
>
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>
> *Ilegal, "gato velox" espalha internet de banda larga no Rio*
>
> *Conex�o sem fio clandestina sai por at� R$ 30; centrais fornecem at� ficha
> de inscri��o e carteirinha aos clientes*
>
> * Com velocidade baixa, o servi�o, que desafia pol�cia e provedores, s� d�
> acesso a sites simples; downloads s�o praticamente invi�veis*
>
> *ITALO NOGUEIRA*
> DA SUCURSAL DO RIO
>
> Parte do sinal que conecta moradores da regi�o metropolitana do Rio �
> internet � clandestino. O chamado "gato velox" se espalhou pelo sub�rbio da
> capital e munic�pios vizinhos e desafia pol�cia e provedores que oferecem o
> servi�o.
> Por at� R$ 30, moradores de bairros de classe m�dia baixa ou mesmo em
> favelas conseguem uma conex�o de internet banda larga de velocidade de dados
> limitada, mas que, pela via criminosa, permite fugir do acesso discado e da
> "exclus�o digital". Os "gatos" costumam ser oferecidos onde as
> concession�rias n�o oferecem seus servi�os de acesso � internet.
> "A infra-estrutura para conectar essas pessoas e a falta de interesse das
> empresas deixa muito a desejar. Isso mostra uma demanda n�o atendida",
> afirmou Rodrigo Baggio, presidente do Comit� para a Democratiza��o da
> Inform�tica.
> H� cerca de um ano na pra�a, os fraudadores t�m sofisticado a transmiss�o de
> sinais de ponto a ponto. Abandonam aos poucos os metros de cabo que ligam o
> distribuidor ao cliente e passam a usar antenas, dificultando o trabalho da
> pol�cia. Algumas centrais clandestinas fornecem at� ficha de inscri��o e
> carteirinha para controlar o n�mero e o perfil dos clientes.
> "Qualquer jovem pode fazer isso. Os equipamentos se encontram facilmente na
> esquina e na internet. Eles acham que n�o est�o cometendo crime, mas est�o",
> diz o delegado Rodolfo Waldeck, da Defesa dos Servi�os Delegados.
> Geralmente, o "gato" oferece uma conex�o com velocidade baixa (em m�dia, 50
> kBps, quantidade de dados enviados ou recebidos por segundo), que permite
> apenas o acesso simples a p�ginas na internet pouco "pesadas" -sem muita
> informa��o digital. Downloads s�o praticamente invi�veis. Na maioria dos
> casos, o uso da internet limita-se � visita a sites de relacionamento,
> bate-papo, mensagens eletr�nicas, pesquisa e para o uso de programas de
> mensagens instant�neas.
> A pol�cia j� realizou pris�es por distribui��o irregular de sinal. Em S�o
> Gon�alo, a 25 km do Rio, Bruno Rafael Paulino de Assump��o, 25, foi preso h�
> um m�s por montar e usar uma rede clandestina de distribui��o de sinal de
> internet. Ele responde ao processo em liberdade. A estrutura da rede
> impressionou os agentes da Draco (Delegacia de Repress�o �s A��es de Crimes
> Organizados) e de funcion�rios da Velox, servi�o oferecido pela Oi no Rio.
> Bruno comprou um plano de 300 kBps da provedora no nome da m�e, Maria das
> Gra�as Paulino de Assump��o, 50, e o instalou na casa de uma amiga.
> De l�, uma antena enviava o sinal para a resid�ncia da fam�lia, a cerca de 3
> km de dist�ncia (onde a Velox n�o oferecia acesso), segundo a pol�cia. Na
> casa da fam�lia, o sinal era dividido por dez computadores, em uma lan house
> -outras duas casas tamb�m captavam a conex�o por antena.
> O uso de antenas dificulta a identifica��o do local onde h� o ponto "legal"
> da rede clandestina. Em S�o Gon�alo, a Draco investiga se redes clandestinas
> fornecem conex�o � internet para comerciantes e at� para um shopping da
> regi�o.
> "A velocidade � um pouco melhor que a conex�o discada, mas n�o tenho que
> ocupar uma linha telef�nica e disputar o acesso", afirmou o usu�rio de uma
> rede ilegal em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, que n�o quis se
> identificar.
> Algumas centrais, por�m, oferecem servi�o mais amplo e "personalizado". Em
> Bangu (zona oeste), um dos "gatos" oferece tr�s planos de R$ 30 (150 kBps),
> R$ 60 (300 kBps) e R$ 110 (600 kBps). A atividade, em alguns casos, � feita
> por mil�cias, como ocorre com o "gatonet" (TV a cabo clandestina).
>
>
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