quimioterapia

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Rita de Cássia Mendes

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Oct 10, 2008, 5:59:51 PM10/10/08
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Guia do Paciente - quimioterapia


1. O que é quimioterapia?
Em medicina, chama-se de quimioterapia o tratamento com a utilização
de medicamentos cuja função é atuar nas células dos tumores,
visando destruí-las, impedindo o crescimento e aliviando os sintomas
causados pelo desenvolvimento do tumor.

A quimioterapia pode ser indicada antes ou após uma cirurgia, ou ainda
isoladamente, sem que haja indicação cirúrgica. Pode, ainda, ser
feita em conjunto com outro tipo de tratamento, que é a radioterapia.
A indicação do tipo de tratamento a ser feito depende de vários
fatores, como o tipo de tumor, localização e estágio da doença.

A quimioterapia interfere nas células anormais do câncer, impedindo
o seu crescimento e multiplicação desordenados.

Como é feito o tratamento?
Na maioria das vezes, não é preciso que o paciente fique internado,
para fazer a quimioterapia. Geralmente, ela é feita numa sala
especial, dentro do próprio ambulatório onde são feitas as
consultas com os médicos.

Existem várias maneiras de se administrar a quimioterapia: por via
oral, através de comprimidos; através da veia, por meio de soro; ou
através de injeções intramusculares, mais raramente. Durante a
aplicação não são observados sintomas, porém é importante
que quando receba o soro, o paciente mantenha o braço bem posicionado,
para evitar vazamentos. Caso o paciente perceba alguma alteração no
momento da aplicação, deve comunicar imediatamente a equipe de
enfermagem.



2. Tempo de duração do tratamento
O tratamento quimioterápico é planejado, entre outros aspectos, de
acordo com o tipo de tumor e o estágio da doença. A partir destes
dados são definidos os tipos de drogas e as quantidades a serem
utilizadas

As aplicações podem ser diárias, semanais, mensais, obedecendo aos
intervalos programados pelo médico. Durante o período de tratamento
é feito um acompanhamento das condições do organismo através de
exames de sangue. A maneira de o organismo reagir às drogas utilizadas
é um dos fatores importantes na determinação do intervalo e da
duração do tratamento.

A quimioterapia é feita sempre de acordo com uma programação, que
deve ser discutida com o médico, quando o tratamento será iniciado.
A duração desse tratamento pode depender, entre outras coisas, da
resposta do tumor às drogas utilizadas.

3. Reações desagradáveis da quimioterapia
As drogas quimioterápicas têm a vantagem de se distribuir por todos
os locais do corpo, atingindo, desta forma, todas as células que
estão com problemas. No entanto, células normais também são
atingidas, podendo provocar alguns sintomas, que são chamados de
efeitos colaterais.

Estes efeitos não são obrigatoriamente apresentados por todas as
pessoas que fazem quimioterapia, uma vez que dependem tanto do tipo de
drogas utilizadas quanto da forma que o organismo responde ao
tratamento. Assim, alguns pacientes podem apresentar efeitos colaterais
mais severos enquanto outros podem mesmo não apresentar sintoma algum.
De uma forma ou de outra, o médico deve ser informado sobre os
sintomas apresentados e seu tempo de duração.

De um modo geral, a maioria desses sintomas desaparece à medida que o
paciente vai se distanciando do final das últimas sessões. Dentre as
alterações mais comumente apresentadas, destacamos:

Náuseas e Vômitos
As drogas quimioterápicas geralmente causam irritação nas paredes
do estômago e intestino provocando enjôos e vômitos. Esses
sintomas ocorrem principalmente no dia da infusão, podendo-se
prolongar por até 4 dias. A intensidade varia de acordo com o
organismo do paciente e com o tipo de quimioterapia utilizada. Algumas
mudanças nos hábitos alimentares auxiliam o paciente no combate
desses sintomas, tais como:

a.. preferir alimentos com rápida digestão
b.. não encher o estômago de uma só vez, preferindo fazer
várias alimentações ao dia, em pequenas quantidades
c.. evitar alimentos gordurosos e frituras
d.. comer devagar, mastigando bem os alimentos
e.. preferir alimentos frios, ou em temperatura ambiente
f.. evitar odores fortes
g.. procurar não exercer atividades que exijam esforço físico
h.. procurar vestir roupas leves

Feridas na boca

Alguns quimioterápicos podem provocar aparecimento de aftas,
irritação nas gengivas, na garganta e até feridas na boca. Isso
pode causar muita dor e ainda dificultar a alimentação. Algumas
medidas podem ser seguidas, nestes casos:
a.. manter a boca sempre limpa, escovando os dentes com maior
freqüência
b.. evitar ingerir alimentos duros, quentes, ácidos e condimentados
c.. procurar usar cremes dentais mais suaves, fazendo bochechos quando
necessário com produtos indicados pelo médico
d.. ingerir maior quantidade de líquidos (água, chás e sucos)

Febre
Alguns dias após a quimioterapia, há uma diminuição temporária
das defesas do organismo, que fica predisposto a contrair mais
facilmente infecções por vírus, bactérias e fungos. A febre é
um sinal de alerta para a existência de infecções no organismo.
Nesta situação, o médico deve ser imediatamente avisado, para que
possa iniciar o tratamento adequado. O risco de infecções mais
graves, pelo fato de o paciente estar com a imunidade baixa é muito
maior.

Diarréia
Algumas drogas quimioterápicas podem causar diarréia em maior ou
menor intensidade, dependendo da reação do organismo. Se ela
persistir por mais de 24 horas, o paciente deverá obter orientação
médica. Nos casos menos intensos, algumas medidas podem ajudar:

a.. procurar manter uma alimentação mais líquida (chás, água
e sucos)
b.. evitar tomar leite e derivados
c.. procurar fazer pequenas refeições, evitando alimentos
gordurosos e frituras

Queda de cabelo
Algumas drogas quimioterápicas atingem o crescimento e a
multiplicação das células que dão origem ao cabelo, podendo
provocar a queda de cabelos, de forma total ou parcial. Não se pode
prever exatamente como e em que proporção os cabelos serão
afetados, porém é importante lembrar que a queda é geralmente
temporária; o processo de nascimento do cabelo se reinicia logo após
o término da quimioterapia, e em alguns casos, ainda durante a
quimioterapia.
Nesta fase, alguns pacientes preferem cortar os cabelos antes, como uma
forma para se preparar para o processo da queda. Outros esperam que os
cabelos comecem a cair, para então tomar a decisão de cortar e/ou
usar um artifício como boné, lenço ou peruca.

Alterações da pele e unhas
Dependendo do tipo de quimioterapia, o paciente pode apresentar
alterações na pele, como vermelhidão, coceira, descamação,
ressecamento e manchas. As unhas também podem apresentar escurecimento
e rachaduras.

Alguns desses efeitos podem ser amenizados pelo próprio paciente, que
deverá manter a pele limpa, fazer uso de hidratantes, evitando a
exposição ao sol. O médico é ainda a pessoa mais apropriada para
indicar os cuidados e medicamentos que podem ser utilizados. Geralmente
as alterações desaparecem após algum tempo do tratamento.



4. Orientações práticas
Alimentação
Não há necessidade de grandes modificações na alimentação.
No entanto, o paciente deve incluir nas refeições diárias frutas,
verduras, cereais, carnes, para que possa obter todos os nutrientes de
que o organismo precisa. É importante que o paciente esteja sempre bem
alimentado, para ter melhores condições de reagir aos efeitos
colaterais, ficando também menos predisposto a infecções.

Bebidas alcoólicas
Devem ser evitadas, tendo em vista que o álcool pode interagir com os
medicamentos utilizados no tratamento, podendo reduzir os efeitos
esperados, e aumentando efeitos colaterais.

Atividades físicas
Durante o período de tratamento não há contra-indicação à
prática de exercícios físicos ou modalidades esportivas. Porém,
o indivíduo pode ficar menos disposto. Por esta razão, o paciente
deve estar atento para não forçar suas condições físicas.

Trabalho
A maioria dos pacientes pode e deve continuar trabalhando durante o
tratamento. Não há indicação para que as atividades habituais
sejam paralisadas, a menos que sejam bastante pesadas e exijam muita
condição física. Na maioria das vezes o paciente precisa apenas
ajustar o dias das sessões e os dias em que os efeitos colaterais
estejam mais fortes, para que possa entrar em acordo e ser dispensado do
trabalho.

Relações sexuais
A quimioterapia, para muitos pacientes, provoca tensões físicas e
emocionais que podem estar ligadas não só aos efeitos colaterais,
como também às mudanças no ritmo de vida, alimentação e
trabalho, além de ansiedades em relação à saúde, à
família. Todos esses aspectos juntos podem contribuir para que haja
uma diminuição no interesse sexual.
No entanto, é importante que o paciente saiba que a quimioterapia
não o impede de manter relações sexuais normalmente.

Ciclo menstrual
As drogas utilizadas na quimioterapia podem reduzir temporariamente a
produção de hormônios, provocando em algumas mulheres
alteração do ciclo menstrual. A quantidade de sangramento pode ser
alterada, e às vezes pode ocorrer interrupção completa da
menstruação. Geralmente, após o término do tratamento, o ciclo
menstrual vai voltando ao seu funcionamento normal.

Gravidez
Durante o período de quimioterapia a gravidez deve ser evitada, já
que as drogas usadas podem causar riscos na formação do bebê. É
importante pedir orientação ao médico sobre o melhor método de
anticoncepção a ser usado durante o tratamento.

Uso de outros medicamentos
Alguns medicamentos, mesmo os homeopáticos e "naturais", podem
interferir no tratamento quimioterápico. Por isso, o médico deve ser
sempre consultado antes de o paciente fazer uso de qualquer medicamento.

5. Sintomas que merecem cuidados imediatos
Caso o paciente apresente algum sintoma novo que o incomode, ou ainda um
dos sintomas relacionados abaixo, deve procurar orientação médica,
o mais rápido possível.

a.. febre (temperatura igual ou maior que 38 graus)
b.. falta de ar ou dificuldade respiratória
c.. dificuldade de controlar a urina
d.. dificuldade na visão (dupla ou borrada)
e.. dor de localização ou intensidade anormal
f.. sangramento de qualquer região, que persista por tempo mais
prolongado


Obrigado por me visitar. Críticas, dúvidas ou sugestões, mande um
e-mail. .


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<H21. O que é quimioterapia?</H2
<PEm medicina, chama-se de quimioterapia o tratamento com a
utilização de
medicamentos cuja função é atuar nas células dos tumores,
visando destruí-las,
impedindo o crescimento e aliviando os sintomas causados pelo
desenvolvimento do
tumor. <BR&nbsp;<BRA quimioterapia pode ser indicada antes ou após
uma
cirurgia, ou ainda isoladamente, sem que haja indicação cirúrgica.
Pode, ainda,
ser feita em conjunto com outro tipo de tratamento, que é a
radioterapia. A
indicação do tipo de tratamento a ser feito depende de vários
fatores, como o
tipo de tumor, localização e estágio da doença. <BR&nbsp;<BRA
quimioterapia
interfere nas células anormais do câncer, impedindo o seu
crescimento e
multiplicação desordenados.</P
<H3Como é feito o tratamento?</H3
<PNa maioria das vezes, não é preciso que o paciente fique
internado, para
fazer a quimioterapia. Geralmente, ela é feita numa sala especial,
dentro do
próprio ambulatório onde são feitas as consultas com os médicos.

<BR&nbsp;<BRExistem várias maneiras de se administrar a
quimioterapia: por via
oral, através de comprimidos; através da veia, por meio de soro; ou
através de
injeções intramusculares, mais raramente. Durante a aplicação
não são observados
sintomas, porém é importante que quando receba o soro, o paciente
mantenha o
braço bem posicionado, para evitar vazamentos. Caso o paciente perceba
alguma
alteração no momento da aplicação, deve comunicar imediatamente
a equipe de
enfermagem.</P<BR&nbsp;
<H22. Tempo de duração do tratamento</H2
<PO tratamento quimioterápico é planejado, entre outros aspectos,
de acordo com
o tipo de tumor e o estágio da doença. A partir destes dados são
definidos os
tipos de drogas e as quantidades a serem utilizadas <BR&nbsp;<BRAs
aplicações
podem ser diárias, semanais, mensais, obedecendo aos intervalos
programados pelo
médico. Durante o período de tratamento é feito um acompanhamento
das condições
do organismo através de exames de sangue. A maneira de o organismo
reagir às
drogas utilizadas é um dos fatores importantes na determinação do
intervalo e da
duração do tratamento. <BR&nbsp;<BRA quimioterapia é feita
sempre de acordo
com uma programação, que deve ser discutida com o médico, quando o
tratamento
será iniciado. A duração desse tratamento pode depender, entre
outras coisas, da
resposta do tumor às drogas utilizadas. <BR&nbsp;
<H23. Reações desagradáveis da quimioterapia</H2
<PAs drogas quimioterápicas têm a vantagem de se distribuir por
todos os locais
do corpo, atingindo, desta forma, todas as células que estão com
problemas. No
entanto, células normais também são atingidas, podendo provocar
alguns sintomas,
que são chamados de efeitos colaterais. <BR&nbsp;<BREstes efeitos
não são
obrigatoriamente apresentados por todas as pessoas que fazem
quimioterapia, uma
vez que dependem tanto do tipo de drogas utilizadas quanto da forma que
o
organismo responde ao tratamento. Assim, alguns pacientes podem
apresentar
efeitos colaterais mais severos enquanto outros podem mesmo não
apresentar
sintoma algum. De uma forma ou de outra, o médico deve ser informado
sobre os
sintomas apresentados e seu tempo de duração. <BR&nbsp;<BRDe um
modo geral, a
maioria desses sintomas desaparece à medida que o paciente vai se
distanciando
do final das últimas sessões. Dentre as alterações mais
comumente apresentadas,
destacamos:</P
<H3Náuseas e Vômitos</H3
<PAs drogas quimioterápicas geralmente causam irritação nas
paredes do estômago
e intestino provocando enjôos e vômitos. Esses sintomas ocorrem
principalmente
no dia da infusão, podendo-se prolongar por até 4 dias. A
intensidade varia de
acordo com o organismo do paciente e com o tipo de quimioterapia
utilizada.
Algumas mudanças nos hábitos alimentares auxiliam o paciente no
combate desses
sintomas, tais como:
<UL
<LIpreferir alimentos com rápida digestão
<LInão encher o estômago de uma só vez, preferindo fazer
várias alimentações
ao dia, em pequenas quantidades
<LIevitar alimentos gordurosos e frituras
<LIcomer devagar, mastigando bem os alimentos
<LIpreferir alimentos frios, ou em temperatura ambiente
<LIevitar odores fortes
<LIprocurar não exercer atividades que exijam esforço físico
<LIprocurar vestir roupas leves </LI</UL
<P</P
<H3Feridas na boca</H3
<P</PAlguns quimioterápicos podem provocar aparecimento de aftas,
irritação
nas gengivas, na garganta e até feridas na boca. Isso pode causar
muita dor e
ainda dificultar a alimentação. Algumas medidas podem ser seguidas,
nestes
casos:
<UL
<LImanter a boca sempre limpa, escovando os dentes com maior
freqüência
<LIevitar ingerir alimentos duros, quentes, ácidos e condimentados
<LIprocurar usar cremes dentais mais suaves, fazendo bochechos quando

necessário com produtos indicados pelo médico
<LIingerir maior quantidade de líquidos (água, chás e sucos)
</LI</UL
<P</P
<H3Febre</H3
<PAlguns dias após a quimioterapia, há uma diminuição
temporária das defesas do
organismo, que fica predisposto a contrair mais facilmente infecções
por vírus,
bactérias e fungos. A febre é um sinal de alerta para a existência
de infecções
no organismo. <BRNesta situação, <Bo médico deve ser
imediatamente
avisado</B, para que possa iniciar o tratamento adequado. O risco de
infecções
mais graves, pelo fato de o paciente estar com a imunidade baixa é
muito
maior.</P
<H3Diarréia</H3
<PAlgumas drogas quimioterápicas podem causar diarréia em maior ou
menor
intensidade, dependendo da reação do organismo. Se ela persistir por
mais de 24
horas, o paciente deverá obter orientação médica. Nos casos
menos intensos,
algumas medidas podem ajudar:
<UL
<LIprocurar manter uma alimentação mais líquida (chás, água
e sucos)
<LIevitar tomar leite e derivados
<LIprocurar fazer pequenas refeições, evitando alimentos
gordurosos e
frituras </LI</UL
<P</P
<H3Queda de cabelo</H3
<PAlgumas drogas quimioterápicas atingem o crescimento e a
multiplicação das
células que dão origem ao cabelo, podendo provocar a queda de
cabelos, de forma
total ou parcial. Não se pode prever exatamente como e em que
proporção os
cabelos serão afetados, porém é importante lembrar que a queda é
geralmente
temporária; o processo de nascimento do cabelo se reinicia logo após
o término
da quimioterapia, e em alguns casos, ainda durante a quimioterapia.
<BRNesta
fase, alguns pacientes preferem cortar os cabelos antes, como uma forma
para se
preparar para o processo da queda. Outros esperam que os cabelos comecem
a cair,
para então tomar a decisão de cortar e/ou usar um artifício como
boné, lenço ou
peruca.</P
<H3Alterações da pele e unhas</H3
<PDependendo do tipo de quimioterapia, o paciente pode apresentar
alterações na
pele, como vermelhidão, coceira, descamação, ressecamento e
manchas. As unhas
também podem apresentar escurecimento e rachaduras.
<BR&nbsp;<BRAlguns desses
efeitos podem ser amenizados pelo próprio paciente, que deverá
manter a pele
limpa, fazer uso de hidratantes, evitando a exposição ao sol. O
médico é ainda a
pessoa mais apropriada para indicar os cuidados e medicamentos que podem
ser
utilizados. Geralmente as alterações desaparecem após algum tempo
do
tratamento.</P<BR&nbsp;
<H24. Orientações práticas</H2
<H3Alimentação</H3
<PNão há necessidade de grandes modificações na
alimentação. No entanto, o
paciente deve incluir nas refeições diárias frutas, verduras,
cereais, carnes,
para que possa obter todos os nutrientes de que o organismo precisa. É

importante que o paciente esteja sempre bem alimentado, para ter
melhores
condições de reagir aos efeitos colaterais, ficando também menos
predisposto a
infecções.</P
<H3Bebidas alcoólicas</H3
<PDevem ser evitadas, tendo em vista que o álcool pode interagir com
os
medicamentos utilizados no tratamento, podendo reduzir os efeitos
esperados, e
aumentando efeitos colaterais.</P
<H3Atividades físicas</H3
<PDurante o período de tratamento não há contra-indicação à
prática de
exercícios físicos ou modalidades esportivas. Porém, o indivíduo
pode ficar
menos disposto. Por esta razão, o paciente deve estar atento para
não forçar
suas condições físicas.</P
<H3Trabalho</H3
<PA maioria dos pacientes pode e deve continuar trabalhando durante o
tratamento. Não há indicação para que as atividades habituais
sejam paralisadas,
a menos que sejam bastante pesadas e exijam muita condição física.
Na maioria
das vezes o paciente precisa apenas ajustar o dias das sessões e os
dias em que
os efeitos colaterais estejam mais fortes, para que possa entrar em
acordo e ser
dispensado do trabalho.</P
<H3Relações sexuais</H3
<PA quimioterapia, para muitos pacientes, provoca tensões físicas e
emocionais
que podem estar ligadas não só aos efeitos colaterais, como também
às mudanças
no ritmo de vida, alimentação e trabalho, além de ansiedades em
relação à saúde,
à família. Todos esses aspectos juntos podem contribuir para que
haja uma
diminuição no interesse sexual. <BRNo entanto, é importante que o
paciente
saiba que a quimioterapia <Bnão o impede</B de manter relações
sexuais
normalmente.</P
<H3Ciclo menstrual</H3
<PAs drogas utilizadas na quimioterapia podem reduzir temporariamente a

produção de hormônios, provocando em algumas mulheres
alteração do ciclo
menstrual. A quantidade de sangramento pode ser alterada, e às vezes
pode
ocorrer interrupção completa da menstruação. Geralmente, após
o término do
tratamento, o ciclo menstrual vai voltando ao seu funcionamento
normal.</P
<H3Gravidez</H3
<PDurante o período de quimioterapia a gravidez deve ser evitada,
já que as
drogas usadas podem causar riscos na formação do bebê. É
importante pedir
orientação ao médico sobre o melhor método de anticoncepção
a ser usado durante
o tratamento.</P
<H3Uso de outros medicamentos</H3
<PAlguns medicamentos, mesmo os homeopáticos e "naturais", podem
interferir no
tratamento quimioterápico. Por isso, o médico deve ser sempre
consultado antes
de o paciente fazer uso de qualquer medicamento.</P<BR<BR<BR
<H25. Sintomas que merecem cuidados imediatos</H2
<PCaso o paciente apresente algum sintoma novo que o incomode, ou ainda
um dos
sintomas relacionados abaixo, deve procurar orientação médica, o
mais rápido
possível.
<UL
<LIfebre (temperatura igual ou maior que 38 graus)
<LIfalta de ar ou dificuldade respiratória
<LIdificuldade de controlar a urina
<LIdificuldade na visão (dupla ou borrada)
<LIdor de localização ou intensidade anormal
<LIsangramento de qualquer região, que persista por tempo mais
prolongado
</LI</UL
<P</P<BR&nbsp;
<P
Rita de Cássia Mendes
Mil por cento noelista
Mil por cento corintiana...
mil por cento Beija Flor de Nilópolis

Cisco Devair

unread,
Oct 10, 2008, 7:37:53 PM10/10/08
to campos...@googlegroups.com
Valeu hein grande corintiana! Este artigo completa os dois que a grande Bia
postou anteriormente.
Um São paulino de olho no título e olhando com uma bruta peninha para
segundona! Ca ca ca ca ca ca ca
Cisco Devair Ps: Eu sei, eu sei... vou aguardar sua resposta para o próximo
ano! Que o timinho venha que a seleção tricolor estará esperando!

nicepontes

unread,
Oct 10, 2008, 10:04:14 PM10/10/08
to campos...@googlegroups.com
Oi Rita, tudo que se refere a esse tipo de tratamento me interessa muito,
muito mesmo; obrigada pela informação
Nice
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From: "Rita de Cássia Mendes" <rica...@yahoo.com.br>
To: <acesso...@googlegroups.com>
Cc: "campos livres" <campos...@googlegroups.com>; "Lista DOSVOX"
<dosv...@listas.ufrj.br>
Sent: Friday, October 10, 2008 6:59 PM
Subject: {camposlivres} quimioterapia



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