Fwd: abaixo assinado código florestal

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Iara Torok

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May 16, 2011, 3:56:39 PM5/16/11
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Vamos repassando!

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Lise Torok <lit...@hotmail.com>
Data: 16 de Maio de 2011 16:18
Assunto: abaixo assinado código florestal
Para: iara torok <iara...@gmail.com>, nina nina <ninam...@gmail.com>, Naiara Santos <naiara...@hotmail.com>, monica <monicastrol...@hotmail.com>, chris terra <christerr...@hotmail.com>, amanda farias <amanda...@hotmail.com>


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Segue abaixo artigos e extrato de dois eventos populares que contribuiram para a obstrução das votações no congresso nacional.

Participe do Abaixo-Assinado Contra as Alterações no Código Florestal:



O Código Florestal na agenda da Reforma Urbana

O conjunto de alterações defendidas pelo deputado-relator Aldo Rebelo para o Código Florestal Brasileiro vem sendo amplamente debatido por diversos segmentos do governo e da sociedade civil desde seu primeiro parecer, apresentado em junho de 2010. Após encontrar grande resistência, a versão original do PL n. 1876/99 sofreu mudanças, enxertos e reformulações, desembocando no atual projeto que, a despeito de algumas poucas concessões, mantém essencialmente as mesmas diretrizes e concepções de fundo, problematizadas em reiteradas críticas de pesquisadores, entidades e movimentos sociais em âmbito nacional.

Nesse contexto, contudo, pouco relevo tem assumido até o momento a perspectiva urbana na avaliação das conseqüências de tais alterações legislativas. O déficit é reflexo, sobretudo, das limitações inerentes à trajetória do projeto, que, fruto de uma estratégia vinculada ao agronegócio, subestima a dimensão de seus impactos nas cidades brasileiras. Resumir, por exemplo, o problema a um Código “Florestal” já denuncia a ausência de uma perspectiva sobre as especificidades do meio-ambiente urbano.

Além das deficiências apontadas, três grandes críticas de fundo podem ser levantadas contra o quadro geral em que se insere a presente proposta de alteração do Código:

a) sua relação com um modelo econômico fortemente desenvolvimentista, calcado em grandes projetos de infra-estrutura responsáveis pela constituição de núcleos urbanos frágeis e desestruturados e pela violação de Direitos Humanos;

b) seu esforço de flexibilização das restrições ambientais, aliado à ausência de políticas sócio-ambientais efetivas, o que resulta no fomento à expansão indiscriminada do latifúndio monocultor e tende a promover novos fluxos migratórios geradores de inchaço urbano e de passivos sociais, especialmente em cidades de médio porte situadas junto às áreas de avanço da fronteira agrícola;

c) sua complacência para com os processos de mercantilização da natureza e de apropriação privada de recursos naturais básicos, tais como a água, já escassos em inúmeros centros urbanos no país e que afetam direta ou indiretamente a qualidade de vida nas cidades e seu entorno.

O Fórum Nacional de Reforma Urbana avalia, ainda, a existência de aspectos específicos extremamente problemáticos nas mudanças em questão, considerados como retrocessos em relação à legislação hoje em vigor:

a) no que tange ao Direito à Moradia Adequada, a proposta pouco avança para a garantia de habitação para população de baixa renda com relação às conquistas já alcançadas por meio da Lei n. 10.257/2001 (Estatuto da Cidade) e da Lei n. 11.977/2009. Embora a pauta seja de extrema importância, sua regulamentação surge de maneira problemática: o projeto estabelece diversos requisitos para a regularização fundiária de interesse social em ocupações urbanas consolidadas. Desproporcionalmente, não faz as mesmas exigências para a destinação de áreas de proteção a projetos de outra natureza, em casos que denomina “de interesse específico”, deixando claro que serão justamente as comunidades mais marginalizadas a sustentar a maior parte do ônus da conservação, sem usufruir de seus resultados;

b) com respeito às chamadas Áreas de Preservação Permanente (APPs), tais como as margens de rios e os topos de morro, a proposta de alteração do Código Florestal desconsidera completamente a realidade das cidades brasileiras e não fornece mecanismos para lidar com as configurações já consolidadas de uma urbanização espontânea e não-planejada que, historicamente destinou as parcelas do espaço ambientalmente vulneráveis à ocupação popular. A proteção do direito difuso ao meio-ambiente não pode significar o desencadeamento de despejos e remoções forçadas desses sujeitos, em oposição ao que o FNRU defende o componente fundamental da função social e sócio-ambiental da terra urbana, que não isenta o Estado de atuar em áreas de risco, mas que permite o acesso à terra e à moradia por todos;

c) aspecto igualmente invisibilizado na atual proposta é o das áreas de transição urbano-rurais, as quais representam parte importante do território nacional, caracterizando por vezes municípios inteiros semi-urbanos ou peri-urbanos. A proposta prevê apenas regimes jurídicos distintos aplicáveis ás zonas urbanas e rurais. Em face, porém, de outros projetos de lei já em trâmite no Parlamento brasileiro, em especial relativos aos critérios de definição dessas fronteiras, torna-se confusa essa matéria, permitindo inclusive que os municípios modifiquem arbitrariamente seu perímetro com vistas a burlar as exigências legais para áreas rurais;

d) por fim, é preciso avaliar com grande cautela as alterações de competências previstas neste projeto. A estadualização do Código Florestal, ao lado da municipalização de determinas atribuições ambientais, se por um lado representa uma descentralização do poder, no fundo implica na fragilização da legislação protetiva, na medida em que os diferentes entes federativos estão expostos à pressão de fortes interesses econômicos locais. É necessário considerar, também, as debilidades já identificadas dos próprios Planos Diretores para incorporar esses novos aspectos, tanto na dimensão de sua elaboração quanto de sua implementação e efetivação nos Municípios.

A necessidade de construção de uma agenda socioambiental para as cidades é urgente! Interessa não só aos movimentos populares e comunidades vulneráveis, mas a toda a população das cidades que representam mais de 80% da população Brasileira. A todo instante observa-se a deflagração de conflitos sócio-ambientais no espaço urbano, obrigando cada vez mais o Estado a reconhecer sua herança de omissão histórica no tema e a enfrentar a discussão no horizonte da gestão democrática.

Tendo em vista essas diretrizes, o Fórum Nacional de Reforma Urbana se soma aos movimentos sociais do campo e da cidade na denúncia às mudanças propostas para o Código Florestal, firmando seu posicionamento crítico e reiterando os princípios do Direito à Cidade, da Função Social da Terra e da Propriedade Urbanas e da Gestão Democrática como nortes de um modelo de desenvolvimento urbano mais justo, igualitário e sustentável.    

Brasil, maio de 2011

Seminário promovido com mais de 50 entidades repudiam mudanças de Aldo Rebelo no Código Florestal

9 de maio de 2011
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Por Igor Felippe Santos
Da Página do MST

 
 
Mais de 50 entidades da sociedade civil rejeitaram o relatório do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB) com mudanças no Código Florestal e pediram mais tempo para a discussão, no seminário nacional promovido em São Paulo (SP), no sábado, que reuniu mais de 400 pessoas.
Leia também
Preservação da RL e APP aumenta retorno econômico
Entidades lançam manifesto contra mudanças no Código Florestal
A votação do projeto é a principal pauta da Câmara dos Deputados nesta semana. Com previsão de entrar em votação nesta terça-feira (10), o governo e o relator do projeto ainda não chegaram a um consenso sobre o texto final.
“Não podemos aceitar de forma alguma as mudanças no Código Florestal, que vão contra os princípios da vida e do meio ambiente”, afirmou o padre Nelito Dornelas, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo ele, esse projeto está dentro do contexto de uma ideologia que leva à morte, com a qual a Igreja Católica no Brasil não compactua. “Temos o compromisso de continuar nesse luta”, disse.
Jayme Vita Roso, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), comparou a resistência às alterações propostas por Aldo Rebelo no Código Florestal à luta dos setores progressistas contra projeto que permitia aos Estados Unidos utilizar a Base Militar de Alcântara, no Maranhão. O projeto, que saiu da pauta no começo do governo Lula, era considerado uma ameaça à soberania nacional e, pela localização estratégica, a entrega da Amazônia aos Estados Unidos.

A militante ambientalista e ex-senadora Marina Silva (PV) afirmou que “em lugar de andar para frente, estamos andando pra trás” com essa discussão imposta pelo agronegócio. “Não podemos deixar meia dúzia de atrasados monopolizar o debate”, afirmou.
Segundo ela, o relatório do Aldo vai contra os anseios da população e dos mais de 20 milhões de brasileiros que votaram na candidatura verde nas eleições de 2010. Para corrigir os problemas do texto, ela pediu mais tempo para a votação do relatório. “O adiamento é para que se possa propor o debate e para apresentar as propostas para corrigir o texto equivocado, no meu entendimento, que foi apresentado", disse Marina. 

A ex-senadora cobrou também do governo uma política florestal, que crie condições para que os agricultores possam produzir, gerar renda, preservar o meio ambiente e recuperar o que foi degradado. “Não queremos suprimir a Reserva Legal. Queremos os meios para recuperar as áreas”, disse.

A atriz Letícia Sabatela, do Movimento Humanos Direitos, afirmou que a proposta de Aldo Rebelo “é uma tremenda cara de pau”. Ela destaca que os setores que defendem as mudanças no Código Florestal são os mesmos que impedem a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Trabalho Escravo, que sugere que as áreas onde se explora mão de obra escrava sejam destinadas à Reforma Agrária. 

Pressão do agronegócio
Marina disse ainda que o agronegócio não concorda com a Constituição de 1988, que garante a função social da terra, e o artigo 225, que considera o ambiente saudável um direito de todos os brasileiros.
"Eles não se conformam com isso e toda a oportunidade que têm eles querem revogar a Constituição e cabe a sociedade manter o direito constitucional de um ambiente saudável é um direito de todos os brasileiros", criticou Marina.
A secretária de Meio Ambiente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Carmem Foro, avalia que é urgente a sociedade brasileira fazer o enfrentamento aos interesses das grandes empresas transnacionais da agricultura. “Não há necessidade de flexibilização do Código Florestal. Se não nos organizarmos, os interesses do agronegócio se sobrepõem às nossas vidas”, acredita.
“Vamos batalhar para manter o Código e fazer valer”, disse Geraldo José da Silva, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetraf). Ele afirmou que o agronegócio já não cumpre a lei vigente e, com a flexibilização, “não vão deixar uma árvore em pé”.
Sérgio Leitão, diretor do Greenpeace Brasil, analisa que o relatório “interessa às grandes multinacionais que dominam a agricultura no Brasil”. Segundo ele, a flexibilização da lei ambiental é a reforma "abre alas" de uma série de mudanças que o agronegócio pretende fazer.
Na pauta, está o fim da diferenciação de grande e pequena agricultura, a desregulamentação da lei trabalhista, o fim dos índices de produtividade e a revogação de medidas que limitam a atuação do capital estrangeiro nas agricultura e na compra de terras.
Para João Pedro Stedile, da coordenação da Via Campesina Brasil e do MST, a legislação ambiental é um “obstáculo” para a ofensiva das empresas transnacionais, do capital financeiro e dos fazendeiros capitalistas, que passaram a dominar a agricultura brasileira no governo FHC.

Os objetivos centrais do agronegócio, de acordo com Stedile, são garantir a anistia financeira e criminal para os latifundiários que desmataram e desrespeitaram a lei, acabar com a Reserva Legal e abrir a fronteira agrícola para as empresas de papel e celulose.
“Há forças, energias na sociedade, para barrar essas manipulações do poder econômico”, avalia. “Estamos esperançosos que se crie um clima na sociedade para que a Câmara vete essa proposta. Se não, que o Senado vete ou a presidenta Dilma vete”.
O dirigente do MST propôs também a convocação de um plebiscito nacional para que a população participe e opine sobre as mudanças no Código Florestal. “O povo tem que dizer se é a favor do desmatamento ou não”, disse.
Correlação de forças no Congresso
O deputado federal Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara dos Deputados, avalia que a correlação de forças beneficia Aldo Rebelo. Dos 21 partidos com representação na Câmara, apenas o PT, PV e PSOL defendem a necessidade de mais tempo para a discussão com a sociedade.
Segundo ele, a bancada do PT votou favorável ao regime de urgência de votação para não se isolar do conjunto da base do governo e manter influência sobre a discussão. “O debate é o governo centralizar a base, não a base centralizar o governo”, avalia.
Teixeira reforça que não se pode, de forma alguma, abrir mão das medidas que protegem o meio ambiente. “Nós temos que continuar com as exigências ambientais, para o Brasil continuar sendo a potência ambiental que é. Queremos que a mudança no Código não comprometa esse ativo que temos”.
Ele não está confiante na votação do projeto nesta semana. "O governo só aceitará um relatório equilibrado e que não viole as leis ambientais. Caso isso não ocorra, não dá pra votar", garantiu o deputado.
Caso os ruralistas forcem a barra e imponham uma derrota ao governo, ele acredita que existem "recursos pela frente", como a possibilidade de mudanças no Senado e de veto pela presidenta Dilma. “Precisamos de mobilização da nossa sociedade” completou.
O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP)  apontou que “precisamos não votar o relatório”. Ele é contra o texto do Aldo Rebelo e avalia que as mudanças pontuais no projeto original, propostas pelo governo, não têm condições de resolver os problemas do relatório.
Para Valente, é fundamental uma discussão maior da sociedade, porque esse tema não está relacionado apenas aos atores do meio rural, mas é de interesse nacional e da sociedade brasileira, que está contra mudanças que contribuem com a ampliação do desmatamento. “O Aldo Rebelo deu o verniz que o agronegócio precisava”, atacou Valente.
Um dos pontos problemáticos, de acordo com ele, é tirar do governo federal a exclusividade da atribuição de operar a legislação ambiental, que passaria a ser responsabilidade também dos Estados e municípios, onde a pressão do agronegócio é mais forte.
Luiz Antonio de Carvalho, assessor especial do Ministério do Meio Ambiente, acredita que o desafio do governo é resolver os problemas dos pequenos produtores, tirar a base de apoio do projeto do Aldo, barrando os pontos que aumentam o desmatamento e beneficiam o agronegócio.
Segundo Carvalho, o governo não aceita a diminuição da Reserva Legal e das APPs, além da anistia aos desmatadores. Para isso, ele coloca a necessidade da discussão dos casos pontuais em que as APPs inviabilizam o pequeno agricultor para evitar que as exceções se tornem uma regra.
“A presidente Dilma vai manter sua posição que foi defendida, inclusive no período eleitoral, de não aceitar a anistia dos desmatadores”, disse Carvalho. “O governo defende que a Reserva Legal deve ser mantida em todas áreas, sem exceção, e é totalmente contra a diminuição de áreas de APPs”.
O governo teme a apresentação de emendas ao projeto, que abriria uma porta para que a bancada ruralista imponha medidas de interesse do agronegócio. “É o pior que pode acontecer, porque as emendas não virão a nosso favor. Elas virão em favor da anistia para a área rural consolidada, para massacrar, digamos assim, para demolir o conceito de reserva legal, e por aí vai”.
“Estamos otimistas, vamos brigar até o último momento para que se construa um consenso, inclusive com o deputado Aldo Rabelo, para que o projeto entre sem sofrer emendas lá dentro”, disse Carvalho.
 
(colaboração de Danilo Augusto/RadioagênciaNP; fotos de João Zinclar e Douglas Mansur)
 











--- Em seg, 9/5/11, Anderson Dejalma De Souza <andinh...@hotmail.com> escreveu:

De: Anderson Dejalma De Souza <andinh...@hotmail.com>
Assunto: [FC] Ato contra o novo código Florestal
Para: "aeolo jesus" <aeolo...@gmail.com>, "alessandra oceanografia ufsc" <alefon...@yahoo.com.br>, "Aleto Silva" <aleto.in...@gmail.com>, "Alexandre Borracha Lemos" <alem...@yahoo.com.br>, "alexandre tvcamara" <alexandre....@gmail.com>, "ana ecoação" <a...@ecoeacao.com.br>, "André Costa" <flye...@hotmail.com>, andre...@hotmail.com, "apoena icmbio" <apoena.f...@icmbio.gov.br>, "ARLO" <arlo...@hotmail.com>, "armando fiuza" <juf...@ig.com.br>, "'Bira Shaufert'" <bira...@terra.com.br>, "carlos magno" <cmagn...@uol.com.br>, "cesinha barra" <cesar...@hotmail.com>, daniel...@hotmail.com, "daniel fatma" <dan...@fatma.sc.gov.br>, "davi jesus" <dav...@hotmail.com>, "DEFESA DAS BAIAS" <emdefesadasbaia...@googlegroups.com>, dedog...@hotmail.com, "edson ver. lino" <verde...@gmail.com>, "eduardo barragan" <edubar...@gmail.com>, edubast...@gmail.com, feca...@fecasurf.com.br, felip...@hotmail.com, "forum dacidade" <forumd...@yahoogrupos.com.br>, gabriel...@hotmail.com, gabrie...@hotmail.com, "Gayan Barcellos E." <gakl...@hotmail.com>, ilha...@gmail.com, "ivete kong" <ivete...@hotmail.com>, "jean wet works" <ilharepre...@gmail.com>, "'Jeffrey Hoff'" <jeff...@floripa.com.br>, "joao amim" <joao...@cmf.sc.gov.br>, "jorge comunicaçao ver. badeko" <jpcomu...@bol.com.br>, kimch...@hotmail.com, kotlab...@gmx.at, "leonardo jornal da lagoa" <leoto...@gmail.com>, "lilian temascal" <eco...@gmail.com>, "lino gabinete" <professor...@googlegroups.com>, "lucio ambientalista" <ilha...@gmail.com>, maclau...@hotmail.com, "marcelo leao" <marc...@gmail.com>, "marco saavedra arbaiza" <elfar...@hotmail.com>, "marina sea" <marinae...@gmail.com>, "michel bs" <mich...@hotmail.com>, "Paulo Roberto Poletto" <paulorobe...@hotmail.com>, "pedrao tepan" <pedra...@gmail.com>, "procurador eduardo barragan" <ebar...@prsc.mpf.gov.br>, "rafaeli luci" <rafa...@hotmail.com>, raquel...@gmail.com, "raquel arqueologa" <raquelm...@yahoo.com.br>, "Renata BRAZILTRAILS" <in...@braziltrails.com>, "'RENATO PIG'" <ren...@egc.ufsc.br>, ritadecas...@hotmail.com, "rodrigo olivieira" <nativo...@hotmail.com>, ruyca...@gmail.com, sean...@hotmail.com, "shao pais" <shao...@hotmail.com>, "SOS Gravatá" <con...@sosgravata.org>, "thiago duarte" <tpdu...@hotmail.com>, thuann...@yahoo.com.br, "tiago angelo" <tiago...@ig.com.br>, "tiago luci" <tiagom...@yahoo.com.br>, "UC UCs da ilha" <ucda...@googlegroups.com>, "vinicius procuradoria" <vinici...@gmail.com>
Data: Segunda-feira, 9 de Maio de 2011, 17:07

REPASSANDO O CONVITE A TODOS 
VAMOS NESSA AMANHA NA UFSC,SEGUE ABAIXO O CONVITE:
ABRAÇO



To: forumd...@yahoogrupos.com.br; mm_mam...@yahoo.com.br; ppgas_...@grupos.com.br; vicen...@gmail.com; li...@astro.ufsc.br; welter...@yahoo.com.br; grando...@hotmail.com
From: carment...@hotmail.com
Date: Mon, 9 May 2011 19:19:50 +0000
Subject: [FC] Ato contra o novo código Florestal

 
Pessoal!

Confirmado então o Ato contra o novo código florestal
 
 Terça feira dia 10 de maio:


10h - Em frente a igrejinha da UFSC

 11:30 - panfletagem na fila do RUacústica e segue em direção a igreja.

.12h - Maracatu sai da concha

Ha braços

 OBS.:Se possível encaminhem pros seus grupos de e-mail
-- 
Tainá Silva Gomes
Graduanda em Geografia - UFSC
Contato: geo....@gmail.com
(48) 9911-0053




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