Continuação...

5 views
Skip to first unread message

Alessandro Dias

unread,
Feb 13, 2010, 11:11:16 PM2/13/10
to Ufo & Ovni
Razões que o levaram a ser instalado e motivos urgentes que determinam
seu fim imediato

Marco Petit, co-editor
Reprodução


Em 1997, comemoramos 50 anos da era moderna dos discos voadores,
que tem como marco inicial o avistamento de nove UFOs pelo piloto
norte- americano Kenneth Arnold, no dia 24 de junho de 1947, sobre o
Monte Rainier, no Estado de Washington (EUA). Claro que seu
avistamento não foi o primeiro, já que nossos antepassados já
registravam esses estranhos aparelhos há milhares de anos. Mas então,
o que falta para que os governos reconheçam, definitivamente, a
presença extraterrena em nosso mundo?
Sabemos hoje que toda a política de acobertamento mundial teve início
com a queda e recolhimento, por militares norte-americanos, de uma
nave extraterrestre em Roswell, no Novo México (EUA). O fato aconteceu
no dia 02 de julho de 1947, em meio a uma grande onda de aparições, e
só começou a ser investigado nos anos 70. Inicialmente, a base militar
ocal chegou a expedir uma nota oficial à imprensa confirmando o
recolhimento do disco voador, mas poucas horas depois tudo foi negado.

Evidentemente, existiam na época vários motivos para o início do
processo de acobertamento ufológico – e é importante que analisemos
cada um deles antes de defendermos o fim da política de sigilo em
relação ao assunto. Para o governo norte-americano, o Caso Roswell foi
obviamente muito mais importante do que todos aqueles avistamentos que
estavam sendo relatados de norte a sul do país, inclusive por
militares, na mesma ocasião. Pela primeira vez, o governo da maior
potência militar do planeta sentiu a fragilidade de seu poderio. Os
militares tinham provas definitivas de que nosso planeta estava sendo
visitado por seres detentores de uma tecnologia superior, tão avançada
que – vista pelos olhos de nossa limitada ciência – parecia magia. Se
os extraterrestres fossem hostis, nada poderia ser feito contra eles.

Steve Neil

Por certo, um dos motivos para o início do sigilo em relação aos UFOs
foi justamente o receio de que o reconhecimento oficial pelo governo
levasse parte da população a uma situação potencialmente perigosa.
Havia risco de pânico. No final da década de 30 daquele século, a
transmissão da novela A Guerra dos Mundos, de H. G. Wells, através de
uma estação de rádio, havia provocado desespero em várias cidades dos
Estados Unidos. Apesar de ter em mãos provas da existência dos
discos voadores, o governo norte-americano certamente sabia muito
pouco sobre as intenções que estavam trazendo os alienígenas à Terra.
Os UFOs seriam provenientes de uma única civilização extraplanetária
ou estaríamos diante de contatos com vários grupos distintos? Se tais
naves viessem de várias civilizações, a situação seria ainda mais
perturbadora.

Grupos alienígenas

As investigações sobre o assunto teriam que revelar as verdadeiras
intenções de cada grupo alienígena que estava contatando nosso
planeta. Como divulgar para a população norte-americana e ao resto do
mundo que naves de origem desconhecida estavam penetrando em nossa
atmosfera numa escala crescente, por motivos ignorados? Muito
interessante, a propósito, é um memorando enviado pelo diretor do
Departamento de Inteligência Científica da Agência Central de
Inteligência norte-americana (CIA), Marshall Chadwell, para o também
diretor da mesma agência, Walter Bedell Smith, abordando justamente
algumas das motivações que deram origem ao acobertamento ufológico e
que confirmam a análise do problema aqui exposto. Esse memorando faz
parte da documentação liberada através da Lei de Liberdade de
Informações [Freedom of Information Act ou FOIA], utilizada por
pesquisadores norte-americanos para processar as várias agências do
governo dos Estados Unidos que detêm informações sobre UFOs.

Diz o memorando: “Discos voadores apresentam dois elementos de perigo,
os quais têm implicações de segurança nacional. O primeiro envolve
considerações psicológicas de massa e o segundo refere-se à
vulnerabilidade dos Estados Unidos ao ataque aéreo. Recomenda-se que o
diretor da Agência Central de Inteligência avise ao Conselho de
Segurança Nacional sobre as implicações do problema ‘disco voador'.
Que o diretor discuta este assunto com o Conselho de Estratégia
Psicológica. Que a Agência Central de Inteligência, com a cooperação
do Conselho de Estratégia Psicológica, desenvolva e recomende ao
Conselho de Segurança Nacional adotar uma política de informação
pública que minimizará a preocupação e possível pânico resultante dos
numerosos avistamentos de objetos voadores não identificados”.

Em 1947, a partir do Caso Roswell, ficou evidente para a cúpula
militar dos Estados Unidos que a nação que conseguisse absorver pelo
menos parte da tecnologia dos discos voadores atingiria uma supremacia
bélica sem precedentes. Os norte-americanos, grandes vitoriosos da
Segunda Guerra Mundial, sabiam muito bem quanto o sigilo e o
acobertamento podiam ser decisivos. Poucos anos antes da queda da nave
extraterrestre no Novo México, o país já havia desenvolvido as
primeiras armas nucleares, desconhecidas do resto do planeta até sua
utilização contra o Japão. Em 1947, já era evidente para os norte-
americanos que os soviéticos em pouco tempo estariam em condições de
igualdade em termos tecnológicos e sua máquina de guerra crescia
rapidamente. Havia ainda alguns militares que defendiam que os Estados
Unidos deveriam atacar os soviéticos com armas nucleares, antes que
eles pudessem fazer o mesmo.

Política de desinformação

Nesse meio tempo, os discos voadores já estavam sendo avistados em
outras partes do planeta, mas não seria muito inteligente admitir
oficialmente que o assunto era sério. Em 1947, a cúpula militar do
governo norte-americano, indiscutivelmente, detinha o máximo de
conhecimentos sobre a presença extraterrena. Qualquer vantagem
temporal que pudesse conseguir na pesquisa ufológica, trabalhando em
cima da nave acidentada em Roswell e de outras que aparentemente
também se acidentaram pouco tempo depois, poderia ser decisiva em caso
de conflito com a extinta URSS. O governo dos Estados Unidos passava a
investir numa política de desinformação contra sua população, através
de vários projetos de pesquisa, todos dentro da esfera da Força Aérea
Norte-Americana (USAF), cujos resultados eram divulgados publicamente.
Assim nasceram os projetos Sign, Grudge e Blue Book, que serviam no
máximo para manter a discussão de que os UFOs existiam ou não.

Na verdade, tais projetos faziam parte da operação de acobertamento em
relação aos verdadeiros esforços que estavam sendo realizados para a
compreensão do problema. A cada caso de repercussão, a USAF tentava
ridicularizar as testemunhas. Um dos principais objetivos dessa
política era afastar a comunidade científica do assunto, pois se esta
percebesse que algo importante estava realmente acontecendo, seria
difícil manter o controle da situação. Para ajudar nessa operação, a
USAF recrutou o astrônomo J. A. Hynek. Durante quase duas décadas,
Hynek deu explicações convencionais para observações que muitas vezes
não estavam ligadas ao planeta Vênus, a balões meteorológicos etc.
Curiosamente, com o fim do Projeto Blue Book, Hynek passou a declarar
que a USAF escondia a verdade do povo norte-americano e por isso foi
recebido como um herói pela maior parte da Comunidade Ufológica
Internacional.

Com o passar dos anos, outras potências do bloco ocidental foram
percebendo o nível de importância do assunto. Em todos os países, a
presença dos UFOs ficava cada vez mais evidente. Mesmo em nações menos
desenvolvidas, como o Brasil, por exemplo, o assunto despertava o
interesse e envolvimento dos militares. Em nosso país, no ano de 1954,
também em meio a uma grande onda de aparições, teve início o primeiro
estudo sobre o Fenômeno UFO dentro da Força Aérea Brasileira (FAB),
conhecido como 1° Inquérito Confidencial sobre Objetos Aéreos Não
Identificados. Um dos casos mais estrondosos desta onda ocorreu no dia
24 de outubro, quando dois UFOs sobrevoaram durante várias horas a
base da FAB em Gravataí, no Rio Grande do Sul.

Em 1961, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) criou seu
próprio projeto de pesquisa ufológica, com o objetivo de saber se
existia alguma forma de ameaça às suas forças militares na Europa. No
final da década de 50 e início dos anos 60, haviam sido detectadas
naves gigantescas, de formato discóide, sobrevoando em alta velocidade
e altitudes elevadas a Europa. Uma das testemunhas destes
acontecimentos foi o astronauta Gordon Cooper. Esses incidentes,
segundo o coronel Robert Dean, que na época era analista de
informações no comando da organização, quase provocaram guerra entre
os aliados e os países membros do Pacto de Varsóvia, pois cada lado
suspeitava ainda que aquelas máquinas voadoras pudessem pertencer ao
inimigo ideológico. Em 1964 o estudo foi encerrado e, ainda de acordo
com Dean, as conclusões foram estarrecedoras.

Pesquisa extraterrestre

O relatório final recebeu o nome de Abordagem. Segundo ele, nosso
planeta estaria sendo alvo de uma detalhada e extensa pesquisa feita
por várias civilizações extraterrestres, envolvendo uma inteligência
de alto nível, com tecnologia avançadíssima, que demonstraria estar ao
menos mil anos à frente
do que podemos imaginar. O estudo concluiu ainda que não parecia haver
finalidades hostis ou malévolas e, se houvesse, nada poderia ser feito
para impedir nossos visitantes. De acordo com Dean, as implicações das
conclusões do estudo eram tão perturbadoras que ficou decidido que
elas não seriam divulgadas, pois colocariam em risco de pânico o povo
da Europa e dos Estados Unidos. Aliás, de todo o planeta. Uma das
principais conclusões a que chegaram era de que os seres de uma das
culturas extraterrestres em contato com a Terra eram iguais a nós.
Esta constatação alarmou os militares no quartel-general dos aliados,
pois estava claro que os alienígenas podiam vestir um paletó e ficar
ao nosso lado em um restaurante, num ônibus ou andar pelo quartel, e
nós nunca descobriríamos.

Esta conclusão era estarrecedora, sem dúvida. Mas outra, bastante
semelhante, já havia sido encontrada antes, em 1948, dentro do Projeto
Sign, muitos anos antes que a OTAN realizasse seus estudos. Conforme o
tenente-coronel Wendelle C. Stevens, da USAF, que já esteve no Brasil
várias vezes proferindo conferências, foi redigido um relatório
interno que dizia “... que havia provas de contatos com
extraterrestres, cujos veículos demonstravam ter uma capacidade além
de qualquer tecnologia conhecida na Terra”. Segundo o militar, não era
esta a conclusão que o alto comando da USAF desejava, pois o projeto
havia sido concebido para informar ao público que não havia nada de
concreto sobre UFOs. Nada que alarmasse a população poderia ser
divulgado e o relatório foi trancado às sete chaves. Desde o início da
era moderna dos discos voadores, muita coisa mudou.

Nos Estados Unidos, por exemplo, segundo institutos de pesquisa de
opinião, mais da metade da população acredita que os UFOs sejam
realmente extraterrestres, e nem por isso há pânico ou um processo de
histeria coletiva. Ao longo das últimas décadas, em vários países,
autoridades militares divulgaram casos em que objetos não
identificados foram observados, detectados através de radares e mesmo
perseguidos por nossos mais modernos aviões. Em todos os casos tivemos
uma clara noção do abismo existente entre a tecnologia alienígena e a
nossa. Nessas oportunidades também não houve qualquer indício a favor
da idéia de que as informações liberadas estavam tendo algum impacto
capaz de desestabilizar emocionalmente as populações da Terra. As
pessoas informadas e conhecedoras da presença extraterrena no planeta
evidentemente encaram tal realidade de maneira normal. Já aquelas
ditas desinformadas parecem pouco preocupadas com o assunto.

O próprio grau de desinformação dessas pessoas, em grande parte dos
casos, parece ser diretamente proporcional ao próprio nível de
interesse no tema. Para estas, a possibilidade de estarmos sendo
visitados por criaturas provenientes de outros mundos não é algo digno
de preocupação – o carnaval, um jogo de futebol, a praia no final de
semana, tudo isto é mais importante. Não seriam estes que entrariam em
pânico caso o governo reconhecesse publicamente que a Terra está sendo
visitada por alienígenas. A idéia de que o assunto deve continuar
sendo tratado de maneira confidencial, a partir de interesses
estratégicos ligados às tentativas de absorção da tecnologia
extraterrestre, já deixou de fazer sentido. Afinal, as forças armadas
de praticamente todas as nações possuem hoje provas definitivas da
presença dos UFOs.

Aparecimento das religiões

Divulgar a existência dos extraterrestres e a realidade dos contatos
que estão sendo mantidos em nada atrapalharia a manutenção dos
possíveis desenvolvimentos tecnológicos conseguidos, por exemplo,
pelos Estados Unidos. Essas informações podem chegar perfeitamente a
outros governos através de diversos meios. Quantas informações vitais,
desconhecidas da população norte-americana, vieram ao conhecimento dos
soviéticos através da espionagem? É claro que existem também
interesses religiosos por trás do acobertamento da presença
alienígena. As investigações de muitos pesquisadores parecem
comprovar, de maneira definitiva, que foram os próprios
extraterrestres, em suas incursões passadas, que inspiraram o
aparecimento das religiões.


Documentos do Arquivo UFO


Documentos comprovam que a Aeronáutica brasileira pesquisa UFOs há
muitos anos, que acompanha suas manobras em nosso Território e mantém
o assunto em total sigilo.

Outro aspecto que não pode ser ignorado é a dificuldade que um governo
como o dos Estados Unidos – a maior potência bélica da atualidade –
tem em admitir para o resto do planeta que todo o seu poderio militar
é, na verdade, insignificante frente aos UFOs. A aceitação em termos
oficiosos da presença alienígena levaria fatalmente ao surgimento de
uma nova ordem mundial, fossem os extraterrestres invasores ou
salvadores da humanidade, visto que teríamos que nos apresentar como
habitantes do planeta Terra. Deixariam de ter sentido todas as nossas
divisões em países, raças, credos etc. Mas além dos aspectos que já
abordamos, que são usados para a manutenção do sigilo, podemos pensar
em algo mais transcendente e talvez ainda mais estarrecedor para
justificar sua continuidade.

A verdade da presença extraterrena no planeta não se esgota
simplesmente com a divulgação de que estamos sendo visitados por seres
de outras civilizações. Ela é possivelmente mais profunda, como vemos
claramente, e pode obrigar a Humanidade a reescrever sua história
passada e repensar o futuro. Não vamos falar aqui de acordos entre
extraterrestres demoníacos e o governo dos Estados Unidos, e outras
fantasias que considero sem o menor sentido. Pelo menos uma parcela do
Fenômeno UFO – como detalharemos mais a frente nesta obra – está
intimamente relacionada com o passado e origem de nossa Humanidade.

A semelhança existente entre nossa espécie e o tipo físico de alguns
grupos que nos visitam, pode ser uma boa indicação de que estamos
caminhando em direção à verdade. Na realidade, parece que somos
propriedade de alguém. Contatos realizados em várias partes do planeta
parecem indicar, ainda, que esses seres de aspecto humano comandam
outros tipos de alienígenas. Existe uma interferência direta na
própria evolução de nossa Humanidade. Somos alvo de um experimento em
escala planetária.

Mas por mais perturbadora que seja a realidade por trás da presença
extraterrestre no planeta, temos o direito a ela. A prática tem
demonstrado que a pior política é manter as populações na ignorância.
Uma boa evidência disso ocorreu em nosso próprio país quando, em 1977,
foi registrada na Amazônia uma das maiores ondas ufológicas, levando
populações de várias localidades do Estado do Pará ao desespero e
pânico. A situação ficou tão explosiva que um relatório feito por
militares que participaram das investigações realizadas pela FAB,
dentro da chamada Operação Prato [Veja Ufo 54 e 55], chegou a alertar
para a possibilidade dos mais fracos de espírito partirem para o
suicídio. Com a intervenção e orientação dos militares, a população
aprendeu a conviver com aqueles fenômenos e a situação
progressivamente se normalizou nas áreas atingidas. Nada é tão
perigoso quanto o medo do desconhecido.

Estamos correndo um grande risco. Se algo semelhante aos
acontecimentos verificados no Pará se der em escala planetária, sem um
processo gradual de preparação por parte dos governos, haverá
instabilidade emocional das massas em várias partes do planeta. Quanto
maior for a ignorância em relação ao assunto, maiores serão também os
riscos de uma histeria coletiva. Em 1997, realizamos na cidade de
Brasília (DF) o I Fórum Mundial de Ufologia, o maior evento da
história da Ufologia Mundial, com a participação dos mais importantes
pesquisadores brasileiros e do exterior. Nunca, em momento algum, um
acontecimento ufológico teve tanta repercussão. A proposta principal
do congresso foi o reconhecimento, por parte de nossas autoridades, da
presença extraterrena no planeta. Durante o evento foi redigido um
documento que passou a ser conhecido como a Carta de Brasília,
assinado pelos ufólogos presentes, oriundos dos mais diferentes
países. O documento chama a atenção de nossas autoridades para o
crescimento da atividade ufológica no país e no resto do planeta.

A abaixo-assinado solicita, em termos emergenciais, o estabelecimento
de um programa oficial de pesquisa e respectiva divulgação do assunto,
de forma a esclarecer à população brasileira a respeito da inegável e
cada vez mais crescente presença extraterrena na Terra. Como ponto de
partida, o documento solicita ao Ministério da Aeronáutica que abra
seus arquivos referentes à Operação Prato, através da qual equipes do
1° Comando Aéreo Regional (COMAR), situado em Belém (PA), tiveram
contatos diretos com UFOs, possibilitando a obtenção de mais de 500
fotos e dezenas de horas de filmagens, registrando a presença dos
discos voadores na Amazônia.

A Carta de Brasília também pedia a abertura dos documentos acerca da
chamada Noite Oficial dos UFOs no Brasil, como foi batizado o episódio
de maio de 1986, termo adotado pelo ufólogo Claudeir Covo, presidente
do Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais
(INFA). Na ocasião, 21 objetos voadores não identificados foram
rastreados pelo Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de
Tráfego Aéreo (Cindacta) e perseguidos durante horas pelos caças da
FAB, sobre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás, incidentes
que abordaremos noutra edição. No encerramento do 1° Fórum Mundial de
Ufologia, estiveram presentes para receber oficialmente a Carta o
senador José Roberto Arruda, ex-líder do governo Fernando Henrique
Cardoso no Congresso Nacional, os coronéis-aviadores Weber Luiz
Kümmel, representando o ministro da Aeronáutica, e Zilmar Antunes de
Freitas, do 6º Comando Aéreo Regional, de Brasília.

Manifesto da Ufologia

A Carta de Brasília está sendo reativada nesse instante, através da
campanha UFOs, Liberdade de Informação Já, promovida pela Revista UFO.
Ela foi ligeiramente adaptada para o momento presente e transformada
no que passará a ser chamado de Manifesto da Ufologia Brasileira .
Através dele, os ufólogos brasileiros, estudiosos isolados ou grupos
de pesquisas, interessados, leitores ou mesmo entusiastas do assunto,
poderão expressar seu desejo de que o Governo abra seus arquivos sobre
as manobras ufológicas em nosso Território. Enfim, todo mundo ligado
direta ou indiretamente à Ufologia Brasileira, que reconheça a
seriedade do tema, a necessidade de se apurá-lo com consistência e
divulgá-lo com sinceridade à população, pode tomar parte na campanha.

Sabemos que já existem muitos militares brasileiros que são contra a
manutenção do sigilo em relação à presença dos UFOs e seus
tripulantes. No final de 1996, quando estivemos com o ex-ministro da
Aeronáutica, brigadeiro-do-ar Júlio Octávio Moreira Lima, principal
responsável pela divulgação dos incidentes de maio de 1986, este
ressaltou que nossas autoridades têm uma certa preocupação com a
possibilidade de pânico. Mas disse ainda que, para ele, a humanidade
já está muito bem preparada para receber a notícia de possíveis
visitas extraterrestres. Já é hora de nossos governantes assumirem uma
posição de coragem e de independência em relação à política norte-
americana que trata do assunto UFO. Os principais interesses que ainda
mantêm o acobertamento nos Estados Unidos nada têm a ver com a
realidade brasileira, até pelo contrário.

Nossas autoridades, independentemente de outras nações, possuem provas
inequívocas da presença alienígena. O próprio ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso, assim como seu colega norte-americano Jimmy Carter,
já foram testemunhas oculares de fenômenos ufológicos. Devemos ter em
mente que continuar com o sigilo em torno do assunto é muito perigoso,
pois podemos estar na iminência de um acontecimento planetário.
Sabemos que existem poderosos interesses em jogo, ligados à
manipulação das massas, através da ignorância. Mas se pensarmos nas
perspectivas que se abrirão para a humanidade, estes aspectos são, na
verdade, irrelevantes. Cabe aos governos assumirem suas
responsabilidades, enquanto ainda podem fazer alguma coisa.

Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages