luciano da fonseca calheiros
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: "Paulo Renato Calheiros" <vit3...@hotmail.com>
Data: 24/05/2011 22:21
Assunto: FW: PRECISAMOS DE VOCÊS, JÁ!
Para: "Luciano calheiros" <calheiro...@gmail.com>, "Marilia Alves Calheiros" <mariliaa...@hotmail.com>, "Marília Calheiros" <mariliac...@bol.com.br>
Vejam e encaminhemn para a rede de vocês.
bjão
Pai
Date: Thu, 19 May 2011 21:59:56 -0300
To: vit3...@hotmail.com
From: con...@uniad.org.br
Subject: PRECISAMOS DE VOCÊS, JÁ!
Caso não visualize esse email adequadamente acesse este link
Homens e Mulheres Responsáveis: Precisamos de Vocês, já !!!
A SENAD, no afã de mostrar que o problema das drogas (em especial do crack) é banal, mostra uma insensibilidade irresponsável frente ao problema, diminuindo a questão a uma mera "questão itinerante".
Não podemos compactuar!
Pedimos que você escolha uma das sugestões de textos abaixo ou crie o seu próprio e envie aos representantes do nosso País.
O Brasil e nossa infância agradecem.PARA ENVIAR ESSE TEXTO AOS NOSSOS GOVERNANTES - CLIQUE AQUI Prezada Sra.
Dilma Rousseff
Digníssima Sra. Presidenta do Brasil
Ref.: Minha Indignação
O brutal aumento do consumo de crack é visível tanto nas grandes capitais como nas mais minúsculas cidades de nosso país. Testemunha disto é o aumento exponencial de familiares que procuram ajuda junto a profissionais de saúde, grupos de ajuda mútua, comunidades terapêuticas e instituições religiosas.
Não é possível que autoridades "tapem o sol com a peneira" no afã de "diminuir a seriedade" desta questão. Repudio veementemente o texto abaixo e, como pagador de impostos que sustenta a burocracia estatal, peço mais seriedade frente a este terrível problema que assola lares, famílias e a sociedade de nosso país. Precisamos de ações concretas de recuperação de dependentes e de apoio às famílias tanto no âmbito de profissionais de saúde como junto às entidades organizadas.
Aguardo atitudes!PARA ENVIAR ESSE TEXTO AOS NOSSOS GOVERNANTES - CLIQUE AQUI Prezada Sra.
Dilma Rousseff
Digníssima Sra. Presidenta do Brasil
Ref.: Minha Indignação
Sem jamais ter usado crack, sou vítima dele. Sou vítima porque alguém que eu amo destruiu minha família pelo uso desta terrível droga. Ou então sou vítima porque meu bairro se deteriorou com a chegada dos "zumbis" que urinam e defecam nas ruas, roubam os transeuntes, dormem sob nossas marquises. Sou vítima porque não me sinto seguro em minha cidade. Sou vítima porque meus filhos correm o risco de serem atraídos por usuários de crack. Sou vítima, mas não quero sê-lo!
Não aceito que autoridades diminuam a seriedade desta questão. Repudio veementemente o texto abaixo e exijo mais seriedade frente a este terrível problema. Precisamos de ações concretas de recuperação de dependentes e de apoio às famílias tanto no âmbito de profissionais de saúde como junto às entidades organizadas.
Aguardo atitudes!PARA ENVIAR ESSE TEXTO AOS NOSSOS GOVERNANTES - CLIQUE AQUI Prezada Sra.
Dilma Rousseff
Digníssima Sra. Presidenta do Brasil
Ref.: Não Aceitamos!
A entrevista abaixo mostra terrível alienação frente à questão do crack, já presente em quase todas as grandes e pequenas cidades, aldeias e vilas do Brasil. Reduzir esta epidemia a uma mera "questão itinerante" é falta de visão ou então - mais grave - profunda má-fé. Não aceito que autoridades diminuam a seriedade desta questão.
Repudio veementemente o texto abaixo e exijo mais seriedade frente a este terrível problema. Precisamos de ações concretas de recuperação de dependentes e de apoio às famílias tanto no âmbito de profissionais de saúde como junto às entidades organizadas.
Aguardo atitudes!PARA CRIAR SEU TEXTO E ENVIAR - CLIQUE AQUI (Obs.: ao clicar no texto deverá abrir seu provedor para o envio da mensagem). Caso não ocorra, copie e cole para enviar ou se preferir, acesse o
site da Presidência PARA ESCOLHER UM EMAIL ESPECÍFICO NA LISTA CLIQUE AQUIFalar que país vive epidemia de crack é grande bobagem
Folha de São Paulo - ENTREVISTA- PAULINA DUARTE - terça-feira, 17 de maio de 2011
SECRETÁRIA DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS COMENTA MAPEAMENTO DO CONSUMO NO BRASIL E CRITICA O QUE CHAMA DE "PEDAGOGIA DO TERROR"
O Brasil lançará em algumas semanas o primeiro mapa nacional de drogas, um enfoque inédito sobre o consumo de crack no país.
No comando da Secreta ria Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, 54, diz que, apesar de preocupante, "não há uma epidemia" da droga atualmente. A sondagem nacional sobre drogas identificou cracolândias itinerantes, que reaparecem em outras áreas logo depois de serem desmobilizadas pela polícia.
A pesquisa, feita por Senad, Fiocruz e a Universidade de Princeton (EUA), traz amostra inédita de 25 mil usuários. A radiografia indicará, também, o tamanho da invasão do óxi no Brasil.
Folha - O que diz o mapa?
Paulina Duarte - Teremos mapeadas todas as cracolândias do Brasil. O que se tem no imaginário popular é que o Brasil está tomado pelo crack. Nesse mapa, vimos que não há um "exército de zumbis" consumindo num só lugar, mas pequenas "cenas" de uso. Vimos pequenas cracolândias móveis, que migram em busca de melhores condições de sobrevivência.
Cracolândias itinerantes?
Com cerca de dez pessoas. Combatem-se essas "cenas" com atendimento na rua, não com abordagem higienista, de recolher usuários.
Há também o óxi. Diz-se que causa dependência no primeiro uso.
Não há nenhum relato disso. É mentira, não há embasamento científico. Eu vi, um vez, uma propaganda que trazia três letras C em um outdoor: "crack, cadeia e caixão". Não serve para prevenir nem alertar. É o que chamo de pedagogia do terror.
O tema tem de ser tratado com dados científicos, sem paixão, sem fundamentalismo. Também não podemos banalizar o consumo dizendo que não tem problema fumar maconha, beber cerveja.
Como o óxi chegou ao Brasil?
Pelas fronteiras. Passou a haver tráfico maior de pasta-base, forma rudimentar da cocaína e do crack, fruto de um controle maior sobre o tráfico de cocaína refinada. É produzido a partir de subst âncias como querosene, gasolina, cal virgem e até solução de bateria.
Estamos encontrando na pesquisa uma rede estruturada do óxi, mas não organizada no sentido de grande tráfico e crime organizado. É o camarada que dá um galão de gasolina e o outro que produz na cozinha dele. É artesanal, não há laboratórios.
O óxi caminha para uma epidemia, como o crack?
O governo nunca reconheceu o crack como epidemia. Isso é uma grande bobagem.
Nossas fronteiras são vulneráveis?
O Brasil não produz cocaína, nenhuma folha de coca. Toda matéria-prima vem de fora. Fazemos fronteira com países que produzem droga. Isso nos coloca em situação de maior vulnerabilidade. O governo está investindo no patrulhamento.
Todas as drogas oferecem algum nível de risco?
Nem toda pessoa que usa droga se torna dependente. Também não há consumo de drogas sem um potencial de risc o, por menor que seja.
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