Dia 21 de setembro, das 14 às 16h e das 16h30 às 18h30 
Como lidar com a pressão da família e de uma sociedade onívoraNa nossa cultura, muitos vegetarianos enfrentam preconceitos por escolher não comer carnes. Para as grávidas vegetarianas a pressão é ainda maior!
Complicado também é nutrir um bebê dentro desse caminho, seja durante o aleitamento materno ou quando chega a hora de iniciar a alimentação complementar.
Algumas gestantes se perguntam (e me perguntam) se há algum risco em gestar um bebê sem o consumo de proteínas animais. Muitos maridos, preocupados com seus queridos, também trazem várias dúvidas.
As mais comuns são: · Haverá proteína suficiente para fazer as células do corpinho do bebê? Será que ele está crescendo direito? · Como será seu desenvolvimento cerebral? · Será que meu filho vai nascer anêmico? · Quais os nutrientes que, se estiverem faltando na dieta, podem colocar a gestação em risco?
Já não bastam as incertezas e inseguranças naturais dessas fases da vida, ainda é preciso lidar com a opinião do obstetra – nem sempre favorável ao vegetarianismo – e com os pitacos da família, dos amigos e até dos vizinhos e colegas de trabalho, que, na maioria da das vezes, são bem desencorajadores.
A coisa não melhora quando o bebê nasce. E surge a dúvida: será que conseguirei produzir leite suficiente em quantidade e qualidade? Se meu filho parar de mamar no peito, o que eu vou dar para ele? Tem pediatra que prescreve suplemento polivitamínico para o bebezinho só porque a mãe é vegetariana, alegando que, por ela não comer carne, faltará nutrientes para o crescimento adequado. Isso só aumenta a insegurança dos pais.
Em alguns casos, durante os 6 meses de vida da criança, há uma grande pressão da família e do médico para o momento mágico: começar a alimentação complementar.
Como? Sem carne? Não dá!
E chega o casal, seguro que de quer criar seu filho dentro do vegetarianismo e inseguro por tudo que ouviu, com uma listinha de dúvidas: - Bebês vegetarianos crescem adequadamente? São saudáveis?
- Há algum risco para o desenvolvimento em criar uma criança dentro da linha vegetariana?
- E se for vegetariano estrito, sem nada de origem animal?
- As carnes são mesmo imprescindíveis para essa fase da vida? E o leite de vaca?
- Qual a forma correta de introduzir os alimentos dentro do esquema vegetariano?
- Quais as fontes seguras de proteínas, ferro e cálcio?
O que é mito e o que é verdade?
Foi com base em todas as gestantes vegetarianas e casais com filhos vegetarianos que venho atendendo que resolvi montar esse curso. Ele está dividido em dois módulos, sendo possível fazê-los separadamente. Assim, se você já passou pela fase da gestação e gostaria apenas de ter todas as informações sobre os cuidados e benefícios da alimentação vegetariana para crianças, poderá fazer apenas o módulo que trata da alimentação infantil.
Mas, se você está passando pelo momento mágico da gravidez e deseja sentir-se segura sobre sua alimentação e sobre a alimentação do seu bebê, venha fazer os dois cursos! Certamente você sairá mais tranquila e qualificada para responder a todos os questionamentos que por ventura apareçam, seja dos médicos, seja dos familiares e amigos. Além disso, com o que vai aprender, sua saúde ficará melhor ainda!
Quando? Dia 21 de setembro, sábado, das 14 às 16h (alimentação infantil) e das 16h30 às 18h30 (gestantes). Onde? No Instituto Ísvara, que fica na Rua Sampaio Peixoto, 29 - Cambuí, Campinas/SP (mapa) Inscrições no local. Faça sua reserva ou tire suas dúvidas ligando para 19-3203-1918
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