Dica água comercial ótima para cerveja!

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Gabriel Delong Mittelbach

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Sep 17, 2011, 8:32:20 PM9/17/11
to bode...@googlegroups.com, acer...@yahoogrupos.com.br
Boa noite pessoal,
 
Uma dica para o pessoal de Curitiba e do resto do Paraná...
 
Hoje fui comprar água para consumo próprio em casa na distribuidora de costume e o dono que já me conhece já veio falando: "Chegou uma água nova com o pH baixo bom para vc que faz cerveja..."
 
Fui conferir e realmente, o pH da água na fonte, a 20ºC é de 5,1!!!
 
Outro detalhe é que a água é extremamente mole, o íon com maior concentração é o bicarbonato e que não passa de 5ppm... os demais, nenhum chega nem a 3ppm... ou seja, podemos controlar a concentração dos sais com maior facilidade!
 
A marca da água é Royal Fit (Fonte San Martin de Ponta Grossa).
 
Eu comprei na Distribuidora Gelão, na rua Maestro Francisco Antonelo, bairro Fanny... por apenas R$4,90 o garrafão... e a distribuidora tem uma promoção que para qualquer água comprada, a cada 10 galões vc ganha 1!
 
Fica a dica...
 
Abraços!

--
Gabriel Delong Mittelbach
Homebrewer - Curitiba/PR
ACervA Paranaense
(41) 9639-1890

Samuel Cavalcanti

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Sep 17, 2011, 8:34:07 PM9/17/11
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nei Camargo

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Sep 17, 2011, 11:04:39 PM9/17/11
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Muito boa dica, obrigado vou testar Nei

Linus .

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Sep 18, 2011, 11:36:12 AM9/18/11
to bode...@googlegroups.com
Pessoal,
Uma dúvida minha é se para melhor atuação das enzimas o pH deve ser em
torno de 5,2 no mosto ou na água?
Alguns textos que li deixam bem claro que é no mosto e que quando
adicionamos os grãos a água o pH da mistura é sempre menor do que da
água somente. Outra coisa que falam é que o uso de maltes torrados
abaixo o pH mais ainda. Se for assim precisamos buscar águas com pH
acima de 6.
Procede isso? O pH que devemos controlar é do mosto?

abraço

Linus De Paoli
Rotenfuss Bier
http://rotenfussbier.wordpress.com

Samuel Cavalcanti

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Sep 18, 2011, 11:59:00 AM9/18/11
to bode...@googlegroups.com
Pessoal,
Ricardo Rosa sempre nos ajudando.

Olha aqui tem algumas informações muito interessante, podemos tirar algumas conclusões:

http://blog.cervejarte.org/2007/08/


Dessa vez resolvi fazer uma Dry Stout e brincar com a água, tentando simular a composição da água de Dublin, famosa por esse estilo de cerveja. A composição da água é importante em vários aspectos, afetando não só a eficiência da mostura através do pH, mas também nas outras etapas do processo, até o sabor final da cerveja.

Em relação ao pH, a verdade é que em vários casos o próprio malte dá conta de acertar o pH do mosto a níveis apropriados ou no mínimo satisfatórios. Foster (1999), por exemplo, afirma que a fama de certas cidades por certos estilos de cerveja apareceu em épocas em que o malte não tinha a mesma qualidade que o de hoje, e que atualmente é muito mais fácil não ser cuidadoso com o pH da brassagem e ainda assim obter uma boa conversão. E é claro que a competência da cervejaria também é fundamental; qualquer água que o Botto use, por exemplo, vai ficar famosa, he, he, he!

Bom, para verificar que o pH da água não é tão importante para o pH do mosto, resolvi fazer um teste, com vários tipos de água e um pouco de malte. Peguei 510ml de cada tipo de água, adicionei 200g de malte pílsen e medi o pH:

Medindo o pH - cinco tipos de água

ÁguaÁgua da bicaAqua NaturaPassa QuatroMinalbaPetrópolis

pH nominal a 25C?5.576.008.045.48

pH medido a 24-26C sem o malte7.05.96.47.86.6

pH medido a 25-26C com 200g de pílsen5.65.55.55.75.5

Calibrei o medidor de pH antes de fazer as medições, mas ressalto que a precisão do medidor (pHep 4) é de 0.1. Reparem que o pH nominal (indicado no rótulo) é bem diferente do medido. Parece que isso se deve ao fato da medição das companhias de água ser por amostragem e provavelmente não muito freqüente. Além disso, uma água com poucos íons e antes da adição do malte parece ser mais instável em relação ao pH.

O que influencia o pH do mosto não é exatamente o pH da água, mas sim a concentração de certos íons, particularmente o cálcio, o magnésio e o bicarbonato, sendo que desses o cálcio e o bicarbonato são os mais importantes. Um parâmetro fundamental é a “alcalinidade” da água, dada essencialmente pela concentração de bicarbonato. Uma água com baixa concentração de bicarbonato é considerada “mole” e ideal para a fabricação de cervejas claras. Uma água “dura” tende a aumentar o pH e é mais apropriada para cervejas escuras, pois em grandes quantidades os grãos caramelizados/tostados/torrados diminuem demais o pH. O cálcio e o magnésio entram como componentes da “dureza effetiva” e “competem” com a alcalinidade para reduzir o pH. Uma quantidade chamada de “alcalinidade residual” é formada a partir da alcalinidade e da dureza efetiva e indica a tendência do pH do mosto de aumentar ou diminuir em relação ao pH do mosto formado a partir de água destilada. Uma vantagem de se trabalhar com água mole é que é mais fácil adicionar íons do que retirá-los, sendo essa água mais versátil para a fabricações de diferentes tipos de cerveja.

A água mineral Minalba mencionada acima é a única com um pouco mais de bicarbonatos (um pouco acima de 50ppm, o que ainda é considerado mole), contribuindo para o aumento do pH. Não sei a quantidade de bicarbonatos da água da bica. Infelizmente não achei água dura ou meio dura para incluir no teste.

Há fórmulas explícitas em John Palmer (1999) e Ray Daniels (2000) para calcular o pH do mosto e que envolvem explicitamente a concentração de bicarbonatos, de cálcio e de magnésio, mas acho melhor não exibi-las aqui, mesmo porque elas são fórmulas empíricas e não muito precisas.

O outro fato fundamental é que o pH do mosto diminui com o aumento da temperatura, chegando, em geral, aos níveis apropriados indicados na literatura. Para confirmar isso, peguei dois tipos de água e aqueci até 60C (limite da correção automática do medidor de pH), obtendo o seguinte resultado:

pH Minalba - na mosturação

ÁguaMinalbaPetrópolis

pH medido a 25-26C com 200g de pílsen5.75.5

pH medido a 60C com 200g de pílsen5.35.3

Isso é consistente com as indicações da literatura de que água mole é apropriada para cervejas claras, não necessitando de nenhum ajuste.

Como mencionado acima, a adição de maltes caramelo e escuro ajudam a diminuir mais ainda o pH, às vezes até demais, e para isso a adição de carbonato de cálcio para aumentar o pH pode ser útil. Na leva de Dry Stout que fiz recentemente, obtive as seguintes medições:

pH medido a 60C com grãos claros, gipsita, sal amargo e sal de cozinha5.3

pH medido a 60C como acima e mais os grãos escuros5.0

pH medido a 60C como acima e mais 250ppm de carbonato de cálcio5.1

Mas em uma cerveja escura, mesmo que o pH fique em 5.0 ou um pouco abaixo, isso não é tão crítico para a eficiência. Fix (1999), por exemplo, mostra a seguinte tabela com a eficiência das enzimas na conversão do amido:

pHatividade da amilase a 60C

4.898%

5.099%

5.2100%

5.495%

5.885%

6.265%

Fix (1999) não menciona explicitamente a qual enzima amilase ele se refere, mas provavelmente é a beta-amilase, que é mais ativa a 60C e a um pH próximo de 5.2. A alfa-amilase funciona melhor a uma temperatura e um pH um pouco mais altos. Mas Fix (1999) menciona ainda que essa propriedade da diminuição da atividade ser maior com o aumento do pH do que com a diminuição do mesmo, a partir do pH ótimo, vale para qualquer das enzimas, reforçando a idéia de que um pH mais baixo não é tão crítico para a conversão. Além disso, a atividade é medida em laboratório por um período determinado de tempo; aumentando esse tempo, consegue-se melhorar essa atividade um pouco mais.

Além do carbonato de cálcio, adicionei outros sais para obter uma composição próxima à da água de Dublin. Qual é a composição da água de Dublin? Isso depende da fonte de informação. Peguei várias fontes e tirei uma “média” como alvo, conforme ilustrado na próxima tabela:

Água de DublinRandy MosherTed GoldammerRay DanielsJohn PalmerBeer Tools Pro“Média”

Cálcio (Ca+)80115-200115118115115

Magnésio (Mg++)1944444

Sódio (Na+)11212121212

Bicarbonato (HCO3-)164125-320200319150200

Sulfato (SO4–)55555545555

Cloreto (Cl-)1201919019

Dureza300304304

Antes de falar como obtive a composição desejada, devo dizer que não é apenas pela questão do pH que a água é importante. Vários íons têm influência direta ou indireta no sabor final da cerveja, independentemente da questão do pH. E dependendo do estilo a ser produzido, pode-se buscar uma determinada composição da água para realçar certar características da cerveja, como usar mais cloreto para realçar o malte ou mais sulfeto para obter uma cerveja mais seca e/ou realçar o lúpulo.

No entanto, essa influência é complexa e geralmente bastante sutil, e muitas cervejarias não tratam a água de maneira especial, de acordo com o estilo. Lewis (1995), por exemplo, cita 11 cervejarias de diversas partes do mundo e quatro não tratam a água que recebem da cidade. E das sete que tratam a água, apenas quatro tratam a água para Stout de maneira diferente que para os outros estilos. Portanto, apenas um pouco mais de um terço dessas cervejarias se preocupa em tratar a água de acordo com o estilo. Lewis (1995) também afirma que há muito com o que se preocupar antes da água e que, além disso, a água é o único ingrediente “local” e que pode dar um diferencial típico da região, sugerindo o não tratamento. A preocupação passa apenas a ser em termos genéricos: que os minerais estejam dentro de padrões “normais” e a alcalinidade residual seja razoavelmente apropriada para o estilo.

Dito isso, não deixa de ser divertido brincar com esse tratamento da água até os mínimos detalhes, então vamos em frente.

Um dos íons mais importantes é o cálcio, que reage com os vários fosfatos do malte e ajuda a regular o pH de forma adequada. A importância de alguns íons no processo todo pode ser resumida na seguinte tabela, montada a partir de várias fontes:

íonefeito no processo e na cerveja

Cálcio (Ca+)Acidifica o mosto e a fervura, precipitando fosfatos, e com isso aumenta a ativididade enzimática, ajuda na lavagem diminuindo a viscosidade, reduz a extração de taninos, reduz a extração e isomerização de alfa-ácidos. Também melhora a clarificação precipitando proteínas e aumentando a floculação e sedimentação do fermento. E melhora a estabilidade da cerveja. Excesso de cálcio pode atrapalhar a fermentação reduzindo o fosfato que serve de nutriente para o fermento. Não tem efeito direto no sabor, apenas através do seu efeito no processo. Usualmente presente entre 50 e 100ppm.

Magnésio (Mg+)Acidifica como o cálcio, precipitando fosfatos, mas é menos eficaz. Importante nutriente para o fermento de 10 a 20ppm. Malte já tem uma quantidade significativa de Mg. Em excesso (acima de 30ppm), contribui com amargor desagradável.

Sódio (Na+)Não é importante no processo mas afeta o sabor da cerveja, aumentando as sensações de corpo e doçura. Desagradável em excesso. Desagradável na presença de sulfato; quanto mais sulfatos, menos sódio, e vice-versa, sendo 100ppm de sulfato de sódio o limite para essa combinação.

Cloreto (Cl-)Não é importante no processo em quantidades normais, mas afeta o sabor da cerveja, aumentando a sensação de corpo e a doçura do malte, principalmente quando em combinação com sódio, sendo importante em vários estilos, como Porter e Brown Ale, mas não sendo apropriado para Dry Stout e IPAs.

Sulfato (SO4–)Acidifica. Ajuda a degradação do amido e das proteínas. e ajuda na filtragem e na formação do trub. Melhora o sabor do lúpulo e diminui o seu amargor. Dá um paladar mais seco.

Bicarbonato (HCO3-)Alcalino. Resiste à acidificação da brassagem. Dificulta a ação da alfa-amilase. Dificulta ocold break. Aumenta o amargor, mas de maneira desagradável. Melhor para cervejas escuras pouco lupuladas.

É importante ressaltar que não é o íon em si que contribui com um determinado sabor, mas sim a sua interação com os outros ingredientes e a sua influência no processo. E não é apenas a quantidade de cada íon individualmente que influencia na cerveja; a proporção entre eles também é importante. Por exemplo, o sódio é mais agradável quando combinado com cloreto do que quando combinado com sulfato. Nessa direção, Alexander (2006) indica a proporção correta entre sulfato e cloreto de acordo com o estilo de cerveja. Essas proporções estão indicadas na tabela abaixo, com a inclusão da proporção que aparece na água de Dublin, apropriada para Dry Stout, diferente da sugerida por Alexander para Stouts e Porters inglesas:

Estilosulfato:cloreto

English Pale Ale2:1

Scottish Pale Ale3:2

Mild Ale2:3

Stout1:2

Dublin (Dry Stout)3:1

Há vários sais utilizados para o tratamento da água. Como o cálcio é o íon mais importante, os sais mais utilizados são cloreto de cálcio, sulfato de cálcio e carbonato de cálcio. Qual deles usar depende da cor (para saber se é necessário adicionar carbonato ou não para não diminuir demais o pH) e do estilo (para saber a proporção adequada entre sulfato e cloreto) da cerveja. Se a água é muito mole e deseja-se fazer uma cerveja escura, é apropriado utilizar carbonato de cálcio, para tornar a água menos mole. No caso de cervejas secas, o sabor pode ser realçado através do sulfato e evitando-se o cloreto, então nesse caso utiliza-se gipsita. No caso de cervejas onde deseja-se destacar o malte, como Mild Ale, Brown Ale, Porter, Sweet Stout, etc., pode-se usar mais cloreto de cálcio.

Os diversos sais utilizados e as suas contribuições em termos de íons para cada grama por 20 litros de água é dada na tabela abaixo:

salfórmula1g em 20L

gipsita (sulfato de cálcio diidratado, gesso cervejeiro, “gypsum”)CaSO4 2H2O11.6ppm de Ca++, 27.9ppm de SO4–, 29ppm de dureza

Cloreto de cálcio desidratadoCaCl218ppm de Ca++, 32ppm de Cl-, 45ppm de dureza

Cloreto de cálcio diidratadoCaCl2 2(H2O)13.6ppm de Ca++, 24.1ppm de Cl-, 34ppm de dureza

Sal amargo (sal-de-epson, epsomita, sulfato de magnésio heptaidratado, “epsom salt”)MgSO4 7(H2O)44.5ppm de Mg++, 19.5ppm de SO4–, 20.3ppm de dureza

Sal não-iodado (cloreto de sódio)NaCl19.6ppm Na+, 30.3ppm de Cl-, 0ppm de dureza

Bicarbonato de sódioNaHCO313.7ppm de Na+, 36.3ppm de HCO3-, 0ppm de dureza

Calcita (carbonato de cálcio)CaCO320ppm de Ca, 30ppm de CO3, 50ppm de dureza

Na Dry Stout que fiz, contei com os íons divulgados no rótulo da água Teresópolis e adicionei, para cada 20L de água, 1g de gipsita, 1g de sal amargo, 1/2g de sal de cozinha, e 5g de carbonato de cálcio. A composição da água (arredondando alguns valores) ficou assim, bem próxima do alvo “médio” da água de Dublin:

ingredientecálciomagnésiosódiocloretosulfatobicarbonatodureza

20L água Teresópolis1021073

1g de gipsita1200028029

1g de sal amargo050019020

1/2g de sal de cozinha não-iodado001015000

5g de carbonato de cálcio1000000150250

Total1135121647157302

Alvo1154121955200304

Quase todos esses sais podem ser adicionados diretamente na água. A exceção é o carbonato de cálcio, que não dilui bem na água, devendo ser bem mexido quando adicionado, ou então diluído diretamento no mosto, após a adição dos grãos, mexendo também para ajudar na diluição. Ressalto, mais uma vez, que isso é uma das coisas menos importantes no processo. Faço em grande parte só de onda. Os amidos seriam convertidos mesmo com o pH de 5.0 obtido antes da adição de carbonato de cálcio. Talvez apenas o cálcio seja um pouco mais importante.

Se você não encontrar gipsita nem sal não-iodado, pode trabalhar apenas com sal amargo, carbonato de cálcio e bicarbonato de sódio, que podem ser achados em farmácias normais. Talvez só o carbonato de cálcio dê um pouco mais de trabalho; que encontrei em uma única farmácia, mas também pode ser achado em farmácias de manipulação. Usando esses três sais, e trabalhando com água destilada como ponto de partida, podemos fazer a seguinte composição:

ingredientecálciomagnésiosódiocloretosulfatobicarbonatodureza

20L água destilada0000000

1g de bicarbonato de sódio001400360

2g de sal amargo0100039020

5g de carbonato de cálcio1000000150250

Total1001014039186311

Alvo1154121955200304

Mas tomem cuidado caso a sua água não seja tão desprovidade de minerais!

Além dos sais, essa leva contou com vários tipos de maltes tostados, lúpulos ingleses e fermento “Dry English” da White Labs.

Ingredientes para a Dry Stout

E nessa leva contei com a participação especial do Walter Souto como cervejeiro adjunto, digo co-adjuvante, que aqui aparece ajudando na lavagem:

Walter de co-adjuvante - Ajudando na lavagem

Foram apenas 3,7Kg de malte, sem açúcar, que renderam 22,8L de mosto com 1.042 de OG. Uma eficiência de 93%!!!! Novo recorde! Nesta leva, usei pela primeira vez o meu moinho de rolo, oCrankandstein 3D, que pode ter ajudado nisso.

Crankandstein 3D - moinho de rolo

bazooka screen também não teve nenhum problema em filtrar o mosto, apesar da casca vir de apenas 62% dos grãos. Também tive o cuidado de manter a água da lavagem sempre acima de 70C, para aumentar a eficiência.

Agora é esperar o fermento fazer a sua parte e torcer para o resultado sair como o esperado.

Dry Stout fermentando


Na verdade o fermento já fez o seu trabalho, pois a leva é de duas semanas atrás. Só falta carbonatar. A atenuação não foi tão alta como a esperada com esse fermento e a cerveja não ficou tão seca quanto gostaria, mas certamente não ficou ruim, he, he, he. Não está tão boa quanto a Oatmeal Stout do Botto, mas “dá pro gasto”.


PS: Quando tiver tempo, disponibilizo uma calculadora para a adição de sais, assim como uma calculadora para prever o pH da mostura.


Referências:

  • John Alexander (2006), “A Guide to Craft Brewing”, The Crowood Press, Marlborough, Wiltshire, England.
  • Ray Daniels (2000), “Designing Great Beers”, Brewers Publication, Boulder, CO, EUA.
  • Ray Daniels e Jim Parker (1998), “Brown Ale”, Classic Beer Style Series 14, Brewers Publication, Boulder, CO, EUA.
  • George Fix (1999), “Principles of Brewing Science”, Brewers Publication, Boulder, CO, EUA.
  • Terry Foster (1999), “Pale Ale”, Classic Beer Style Series 16, Brewers Publication, Boulder, CO, EUA.
  • Ted Goldammer (1999), “The Brewers’ Handbook”, KVP Publisher, Clifton, VA, EUA.
  • Michael J. Lewis (1995), “Stout”, Classic Beer Style Series 10, Brewers Publication, Boulder, CO, EUA.
  • Dave Miller (1995), “Homebrewing Guide”, Storey Publishing.
  • Randy Mosher (1995), “The Brewer’s Companion”, Alephenalia Publications, Seattle, WA, EUA.
  • John Palmer (1999), “How to Brew”, on-line edition at .

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