Fwd: Grandes estressores da tireoide: você precisa saber disso o quanto antes para se proteger

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Ellen Lenox

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Mar 8, 2026, 2:33:58 PMMar 8
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I believe you`ll enjoy this! At the end you`ll find the link to practically the same in English but I`m finding it useful to read both. In Portuguese first, then in English. Cheers!


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From: dantas2021 from OutraMedicina2024 <outramed...@substack.com>
Date: Sat, Mar 7, 2026 at 8:11 PM
Subject: Grandes estressores da tireoide: você precisa saber disso o quanto antes para se proteger
To: <ele...@gmail.com>


Uma breve revisão sobre agressores da função tireoidiana e dicas pró-tireoide
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Grandes estressores da tireoide: você precisa saber disso o quanto antes para se proteger

Uma breve revisão sobre agressores da função tireoidiana e dicas pró-tireoide

mar 7
 
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[Este artigo já foi publicado no nosso antigo blog do substack ao qual, há tempos ,me foi vetado o acesso para postar novas publicações. Dessa forma e para que possa ser conhecido pelos leitores deste novo blog -intitulado outramedicina2024.substack.com -, faço aqui a republicação do artigo]

A preocupação com a saúde, com a doença crônico-degenerativa, inevitavelmente, deve passar pela tireoide. Informar como está a tireoide equivale a falar sobre o estado de saúde daquela particular pessoa.

A medicina oficial ainda não chegou nessa fase e as faculdades de medicina praticamente passam ao largo da centralidade da tireoide na saúde humana.

Mas o fato é que tireoide normofuncionante diz do status de energia daquela pessoa, seu grau de estresse e estrogenização, do apetite, da saúde interna, externa e da pele e cabelos.

Em torno da tireoide gira a seguinte dialética: ela impacta múltiplas funções corporais, a saúde de cada órgão, do fígado ao coração, mas, ao mesmo tempo, o hipotireoidismo pode ser causado pelas mais diferentes determinações, inclusive pelo status hepático, alimentação, disfunções derivadas do estresse.

Ou seja, a tireoide controla o grau de energização corporal mas o corpo, enfermo por outras razões, impacta a tireoide. Via de mão dupla, feedbacks.

Dito de outra forma: a tireoide incide sobre cada função corporal, pela positiva [ou pela negativa, se houver hipotireoidismo], mas é impactada por tudo que estresse o organismo, incluindo as carências nutricionais.

Os sintomas do hipotireoidismo, da falta de oferta suficiente de T3 [o hormônio ativo] ou, excepcionalmente, da não entrada de T3 nas células, são igualmente múltiplos, a começar da baixa temperatura corporal, pulso baixo, mãos e pés frios, vício pelo sal, constipação, cabelos finos, depressão, câimbras nas pernas, dificuldade de perder gordura [sendo que o magro também pode ser portador de hipotireoidismo, o magro adrenergizado], hipocloridria [levando a azia, refluxo gástrico, perda de ferro], hiperpermeabilidade intestinal, alergias etc.

E o hipotireoidismo crônico, por sua vez, pode resultar em desequilíbrio hormonal com dominância estrogênica, osteoporose, diabetes, artrite, doença hepática e até falência cardíaca.

A seguir temos uma pequena lista dos mais frequentes estressores da tireoide – existem outros -, cuja presença ou incidência tende a comprometer a função tireoidiana, rebaixar o metabolismo.

Os óleos insaturados são o grande inimigo da função tireoidiana. Estamos falando dos óleos de cozinha [e de peixe de água profunda], isto é, óleos de soja, milho, girassol, canola, linhaça, mas também de sementes em geral, nozes e castanhas [castanha do Pará é riquíssima em óleo insaturado]; gordura de aves e porcos atualmente costumam trazer muito óleo insaturado, por conta das rações com milho e afins.

Os restaurantes refogam e banham seus alimentos em óleos insaturados. Tais óleos são antitireoidianos por excelência, inibidores do metabolismo, mas também imunossupressores. Óleos poli-insaturados - incluindo o já mencionado ômega 3 – são instáveis e se peroxidam facilmente na nossa temperatura corporal quente e no sangue oxigenado. E travam a tireoide diretamente, também dificultam a entrada do T3 nas células e o transporte do hormônio tireoidiano no sangue. Consumir tais óleos é construir, a certa altura, hipotireoidismo. E seguramente, contribuir para o envelhecimento precoce.

Grãos, feijões, cereais e soja, usados como alimentos são um problema para a tireoide. Trazem óleos insaturados e, além disso, também são portadores de antinutrientes tipo fitatos e outros. Leite de soja, queijo de soja constituem grandes venenos tireoidianos. Mesmo grãos deixados de molho etc. continuam sendo alimentos ricos em amidos, óleos.

Baixo consumo de proteína dificulta a função tireoidiana. E no seu cálculo, individual, mesmo a medicina oficial admite como básico 1 g por kg de peso diariamente ou, no mínimo, 60 a 90 g por dia para um adulto com seus 70 quilos. Sempre de proteína de qualidade. Muitos vegetarianos podem chegar a precisar recuperar uma tireoide longamente depletada de proteína e um metabolismo idem [comprometidos por antinutrientes vegetais e óleos insaturados]. A proteína adequada é crucial, a proteína animal. Mas, por outro lado, o excesso de carnes pode constituir um problema, seja pelo fosfato, seja pela presença abundante – sem a oposição da glicina, caso da carne pura, muscular – de certos aminoácidos inflamatórios como a cisteína, metionina. Consumir músculos e também gelatina animal é crucial, nesse caso.

Hortaliças e seus antinutrientes e fibras insolúveis - “Suco verde” é um exemplo. A soja e seus produtos [tofu,”carne” vegetal, missô,” leite” de soja] são notórios inimigos da função tireoidiana. No entanto, se fala menos das hortaliças crucíferas que incluem brócolis, couve-flor, couve e afins. Acontece justamente que os sucos frescos, crus, de tais hortaliças são ricos em tóxicos goitrogênicos que inibem a captação do iodo pela tireoide [Ver nota a respeito neste blog]; e, naturalmente, dessa lista faz parte o tão decantado “suco verde”. Quem já possui um hipotireoidismo subclínico, é prudente se afastar de tais vegetais e “suco verde” é tóxico. Inclusive pelas fibras promotoras das bactérias intestinais [pró-bióticas] neles presentes.

Diabetes, hipoglicemia, jejuns - A ativação do hormônio tireoidiano T4 depende de açúcar disponível no fígado, por exemplo. O diabético, no qual a glicose não entra eficientemente nas células, tende a desenvolver hipotireoidismo, pela inibição da conversão do T4 em T3. Adotar jejum, pular o breakfast e dietas de baixa caloria, fazer exercício em jejum, contribuem para isso também. E a presença de óleo insaturado amplifica o problema, ao inibir a captação de açúcar pelas células, aumentando os níveis e a instabilidade da glicose no plasma. E promovendo lipólise.

Estresse é um grande problema para a tireoide. Na verdade, no topo dos estressores da tireoide [logo abaixo dos óleos insaturados] deveria constar o cortisol, o estresse. Seja este de natureza física ou emocional. Pode ser o excesso de exercício, o exercício extenuante [portanto, aeróbico], que tende a inibir a tireoide e dificilmente representa um meio eficiente de perda de peso, pensando estrategicamente. Procurar adotar, o tanto quanto possível, uma vida de menos estresse emocional e mais equilíbrio psíquico é a chave. Tudo que ajude nessa direção é crucial para reduzir a cortisolemia [além do uso mais frequente de frutose das frutas, de mel de abelha ou sacarose].

Intestino carregado de bactérias constitui uma fonte de endotoxinas, e estas sobrecarregam fígado mas também a tireoide. O hipotireoidismo, em si, pode causar o crescimento bacteriano no intestino delgado [SIBO] e as endotoxinas dessas bactérias e daquelas do intestino grosso tendem a inflamar e danificar a mucosa intestinal. A pessoa pode perder enzimas digestivas, danificar e inflamar a parede intestinal, uma causa comum da chamada “intolerância ao leite”. Ao longo do tempo, tais endotoxinas inibem a função hepática, aumentando o estrogênio no corpo e comprometendo a tireoide por várias vias. A origem da amplificação desse bioma intestinal tem a ver com o consumo de fibras vegetais indigestas, bagaço de frutas, pectinas, amidos e, em alguma medida, está relacionada à ideologia pró-biótica reinante.

Excesso de estrogênio, xenoestrógenos constituem outro problema. Hipotireoidismo dificulta a síntese de esteroidais como a progesterona; e progesterona baixa deixa o estrogênio – ou a dominância estrogênica – sem oposição. Por sua vez, estrogênio alto e atuando livremente, sem oposição da progesterona, bloqueia a liberação do hormônio da glândula tireoide. Em um círculo vicioso.

Em mulheres, cujo padrão de estrogênio já é, de saída, mais elevado [o que não constitui um problema, quando controlado pela progesterona] ou em estresse, terá hipotireoidismo aparecendo mais frequentemente, por aquela razão – do ataque estrogênico crônico à glândula – daí tendem a apresentar mais hipotireoidismo que homens. É um padrão conhecido: hipotireoidismo baixa progesterona, estrogênio dominante, alto, estresse elevado, hipercrescimento bacteriano no intestino, de novo, hipotireoidismo. Xenoestrógenos de plásticos, da água engarrafada e afins, constituem outro problema comum no nosso tempo. Incluindo aquele famigerado e “inocente” copinho de plástico que usam no cafezinho. Alimentos quentes em contacto com plástico eis aqui uma péssima ideia.

Excesso de iodo, Lugol pode ser outro problema – aqui estamos diante de uma frequente iatrogenia – a partir dos doutores. Não se deveria “suplementar” com iodo. Uso eventual de frutos do mar, de sal realmente marinho [sem aditivos] traz todo o iodo necessário, que, na verdade, são apenas traços, microgramas. Consumir fontes alimentares que tragam excesso de iodo, como kelp, algas marinhas – de forma frequente - representam um problema nesse sentido e, pior ainda, o acima citado Lugol, querido de muitos médicos “integrativos”, “ortomoleculares” e que, inadvertidamente, terminam intoxicando a tireoide cronicamente pelo uso de miligramas e miligramas de iodo. Hortaliças bloqueadores do iodo da tireoide, quando consumidas cruas, como já foi mencionado, representam outro problema, intoxicando a tireoide na direção oposta.

Esses são, portanto, alguns dos grandes estressores da tireoide.

E, portanto, não é de se estranhar que hipotireoidismo seja endêmico entres nós, a despeito de certos doutores da endocrinologia fazerem cara de paisagem, não apenas deixando de ver o problema como, eventualmente, “tratando” com o hormônio inativo, o T4 [Ipurans da vida].

Não pode deixar de ser citada, novamente, a iatrogenia dos testes na medicina: médicos com seus exames invasivos da tireoide [radioisótopos, RX, biópsias e finalmente extração cirúrgica da glândula], com medicamentos duvidosos [T4 puro], e ocultando o hipotireoidismo por conta de protocolos que subdiagnosticam a enfermidade são um enorme problema à parte.

Por fim, os já citados jejuns e certas dietas da moda [especialmente as antiaçúcar] são, frequentemente, pouco amigas da tireoide e a lista de estressores tireoidianos vai longe, incluindo as pouco mencionadas radiações eletromagnéticas.

E, por fim, algumas dicas para proteger e fortalecer a tireoide.

Procurar escolher, conscientemente, alimentos amigáveis à função tireoidiana.

Nozes, castanhas, abacate, ricos em óleos insaturados, não são para nada amigáveis, trazem óleos, ômega 6, os citados óleos que são tóxicos para o sistema tireoidiano.

Procurar consumir a boa proteína. A pessoa pode procurar adotar mais gelatina e minerais como no caldo de ossos, um alimento de primeira linha. Ossos menores, orgânicos, podem ser fervidos por um bom tempo, ao menos 1-2 horas, formando caldo rico em minerais-gelatina.

O caldo de cabeça de peixe, além disso, é uma grande opção: rico em outros minerais que são encontráveis nos frutos do mar e em glicina. A glicina está tipicamente ausente na nossa alimentação, mas é o mais protetor e anti-inflamatório dos aminoácidos. Consumir músculos puros, sem a gelatina é, nesse sentido, como acima citado, um problema adicional para a tireoide. Gelatina animal pode ser a solução [ver nota a respeito neste blog] e é curativa para a parede intestinal; além de constituir um contraponto àqueles aminoácidos inflamatórios da carne pura.

Garantir suficiente proteína de qualidade na alimentação diária é crucial para a função tireoidiana, como foi mencionado. Balanceando com suficiente leite diariamentepara contornar a prevalência do fosfato sobre o cálcio. Pode ser o queijo sem aditivos químicos. Parte essencial da proteína pode ser obtida de gemas de ovos de galinhas criadas livremente e sem ração de óleos insaturados [milho, por exemplo], frutos do mar, rabada [rica em gelatina]. A regra aqui, no plano das proteínas, ou o mais amigável que se pode fazer para a função tireoidiana, é combinar gelatina com carne [músculos] como era antigamente, quando se consumia o animal inteiro.

Gorduras saudáveis são as saturadas [jamais as poli-insaturadas], especialmente manteiga orgânica e óleo de coco. O óleo de coco dá suporte à função tireoidiana ao aumentar a taxa metabólica [café com açúcar tem esse efeito também] e proteger da ação dos óleos insaturados. [Sobre o óleo de coco ver notas neste blog].

E mais uma vez: o açúcar é crucial como protetor da função tireoidiana. Especialmente a frutose e sacarose das frutas maduras. O suco de laranja doce coado é uma conveniente fonte de açúcar, diariamente. Tais alimentos açucarados ajudam a repor o glicogênio hepático, sintetizar o colesterol e amparar a glicemia, além, como se sabe, de garantir a conversão do hormônio tireoidiano inativo, o T4, no ativo, T3.

Além disso, sono adequado [em torno de oito horas por dia ou mais], sol do período do meio dia [das 11h às 14h] - e, por último mas estrategicamente mais importante - reduzir fatores estressores emocionais, cultivar amores sinceros e propósito de vida.

G Dantas, Brasília, 7-3-26

As informações aqui presentes não pretendem servir para uso diagnóstico, prescrição médica, tratamento, prevenção ou mitigação de qualquer doença humana. Não pretendem substituir a consulta ao profissional médico ou servir como recomendação para qualquer plano de tratamento. Trata-se de informações com fins estritamente educativos. Nenhuma das notas aqui presentes, neste blog, conseguirá atingir o contexto específico do paciente singular, nem doses, modo de usar etc. Este trabalho compete ao paciente com seu médico. Isso significa que nenhuma dessas notas - necessariamente parciais - substitui essa relação.

Nota _________________

[A] E. Sgourakis, 2011. Be pro thyroid up your temp. Disponível em: https://thenutritioncoach.com.au/be-pro-thyroid-up-your-tempo/.  

[B] PEAT Ray, s /d. TSH, temperature, pulse rate, and other indicators in hypothyroidism

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Ellen Lenox
Fundadora e Diretora da LENNOX Brasil
Comendadora Conselheira da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura - ABRASCI
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