rejane
unread,Aug 25, 2008, 4:28:04 PM8/25/08Sign in to reply to author
Sign in to forward
You do not have permission to delete messages in this group
Either email addresses are anonymous for this group or you need the view member email addresses permission to view the original message
to Biblioteca universitaria, Catalogação e Ação Cultural
AACR2 - Estrutura
Volume 1 – Parte I – Descrição
Capitulo 1 – Regras gerais
Capitulo 2 – Livros, folhetos, folhas soltas
Capitulo 3 – Materiais cartográficos
Capitulo 4 – Manuscritos
Capitulo 5 – Musica
Capitulo 6 – Gravação de som
Capitulo 7 – Filmes, gravação de vídeo
Capitulo 8 – Materiais iconográficos
Capitulo 9 – Arquivos de dados legível por maquina
Capitulo 10 – Artefatos tridimensionais
Capitulo 11 – Microformas
Capitulo 12 – Publicações seriadas
Capitulo 13 – Analise
Apêndices
Volume 2 – Cabeçalhos, títulos uniformes e remissivas
Capitulo 21 – Escolha dos pontos de acesso
Capitulo 22 – Cabeçalhos para pessoas
Capitulo 23 – Nomes geográficos
Capitulo 24 – Cabeçalhos para entidades
Capitulo 25 – Títulos uniformes
Capitulo 26 - Remissivas
29/08 – Teórica –Pontuação, Níveis de detalhamento, Alterações mais
significativas do
AACR2
Estrutura da Descrição
A descrição se divide nas seguintes áreas:
Regras Gerais
1 Área do Título e da Indicação de Responsabilidade
2 Área da Edição
3 Área dos Detalhes Específicos do Material (ou do tipo de publicação)
Área utilizada somente na descrição de materiais cartográficos
(capítulo 3), música
(capítulo 5), recursos eletrônicos (capítulo 9), Recursos Contínuos
(capítulo 12) e,
em algumas circunstâncias, microformas (capítulo 11).
4 Área da Publicação, Distribuição etc.
5 Área da Descrição Física
6 Área da Série
7 Área das Notas
8 Área do Número Normalizado e Modalidades de Aquisição.
9 Itens Suplementares
10 Itens Constituídos de Vários Tipos de Material
11 Fac-Símiles, Fotocópias e Outras Reproduções.
Todas as áreas obedecem a um padrão único – Capítulo 1 do AACR2 –
Regras
Gerais – com exceção da área 3 (área dos detalhes específicos do
material,
presente apenas em alguns materiais) e da área 5 (área da descrição
física),
diferente para cada material descrito.
Utilize como base para a descrição, o capítulo 1 do AACR2 – Regras
gerais - no que se refere às áreas:
1 Área de título e indicações de responsabilidade;
2 Área da edição;
4 Área da publicação, distribuição etc.;
6 Área da série.
Utilize para as outras áreas, as regras contidas nos capítulos
específicos para o
material a ser tratado.
Acréscimos
Coloque entre colchetes qualquer elemento que deva ser acrescentado à
descrição ou que não se encontre na fonte prescrita para a área a que
pertence.
Língua
Utilize a língua do item para transcrição dos elementos das áreas do
título e das
indicações de responsabilidade; da edição, da publicação, distribuição
etc. e da
série.
Utilize a língua da agência catalogadora para as áreas da descrição
física, das notas e do número normalizado e modalidades de aquisição.
Para a área dos detalhes específicos do material, utilize o
especificado no capítulo
pertinente.
Pontuação
A pontuação serve para identificar e separar os elementos da
descrição, os sinais de pontuação da descrição são precedidos e
seguidos de espaço, menos o ponto, a vírgula e o hífen.
Os sinais usados na descrição são:
[ ] colchetes,
... reticências,
= igual,
/ barra inclinada – precede a indicação de responsabilidade
: dois pontos,
; ponto e vírgula,
, vírgula,
. ponto,
? interrogação,
- hífen,
. – ponto espaço travessão espaço
-- travessão;
+ sinal de adição,
x sinal de multiplicação.
COLCHETES – usados em diversas áreas da descrição, incluem elementos
retirados fora da fonte principal de informação da respectiva área.
869.1 Ribeiro, Gilberto
R651c Corpos cruzados / Gilberto Ribeiro. – [Feira de Santana] :
RADAMI,
1980.
120p. : il.
1. Poesia brasileira. I. Titulo
Incluem abreviaturas de expressões latinas em diversas áreas
[et al.] – “et alii” = e outros
[i.e.] – “id est” = isto é
[sic] – “sic” = como impresso
[S.l.] – “sine loco” = sem lugar
[s.n.] – “sine nomine” = sem editor
RETICENCIAS – Indicam supressão de parte dos elementos de uma área da
descrição, mas não podem ser usadas para indicar supressão de áreas ou
de elementos. Supressão de algumas palavras do titulo ou de outras
informações sobre o titulo quando muito longas. Quando mais de três
autores coloca o primeiro e ... [et al.]
SINAL DE IGUALDADE – È usado em qualquer área para separar títulos
equivalentes ou qualquer outro tipo de equivalência.
DOIS PONTOS – Separam elementos de uma mesma área.
Titulo do subtítulo Ex: Amor sem limites: contos
Local da editora Ex: Salvador : Secretaria de Cultura e Turismo
Paginação da ilustração Ex: 65p. : il.
ISBM da modalidade de aquisição Ex: ISBN 85-85024-03-8 :
Distribuição gratuita
PONTO E VIRGULA – Separa elementos da mesma área
Separa vários títulos de um mesmo autor Ex: As alegres comadres de
windsor; A megera domada.
Separa nomes de pessoas exercendo funções diferentes Ex: / William
Shakespeare; tradução de Carlos A. Nunes; ilustração de John Gilbert.
–
Separa pagina de cm ou ilustração de cm Ex: 423p. ; 23cm Ex:
36p. : il. ; 16cm
Separa titulo da serie ou subserie da numeração Ex: (Brasiliana;
42)
PONTO DE INTERROGAÇÃO – Geralmente usado na área de publicação,
distribuição etc.
Ex: [Brasília?] : IBGE, 1968
[1967?] data provável
[196-?] década provável
[19--?] século provável
SINAL DE ADIÇÃO – Usado na área da descrição física com a mesma
acepção de soma
Ex: 208p. : il. ; 27cm + livro de atividades
PONTO ESPAÇO TRAVESSÃO ESPAÇO – servem para identificar e separar as
diferentes áreas da descrição, exceto a primeira ou a que inicia um
novo parágrafo..
Ex: Barreto, Lima
Contos & novelas / Lima Barreto. – Rio de Janeiro :
Garnier, 1990.
258p. : il. ; 23 cm. – (Biblioteca de Literatura
Brasileira ; 2)
Níveis de detalhamento na descrição
Recomenda três níveis de descrição especificando os elementos mínimos
que
devem ser registrados por bibliotecas e outras agências catalogadora,
ao
escolherem o nível de descrição. A escolha deve ser baseada no
objetivo do
catálogo para o qual a entrada é elaborada.
Use os três níveis de descrição:
a) Escolhendo um determinado nível de descrição para todos os itens
catalogados na biblioteca
ou
b) Estabelecendo diretrizes para o uso de todos os três níveis em um
catálogo,
dependendo do tipo do item que está sendo catalogado.
1- Primeiro nível de descrição
Título principal / primeira indicação de responsabilidade, se diferir
do cabeçalho da
entrada principal em forma ou número, ou se não houver cabeçalho de
entrada
principal. – Indicação de edição. – Detalhes específicos do material
(ou do tipo de
publicação). – Primeiro editor etc., data de publicação etc. –
Extensão do item. –
Nota(s). – Número normalizado
Santos Junior, Martinho
Historia do Brasil / Martinho Santos Junior e
Ovidio Carvalho. – 2. ed. __ Civilização Brasileira,
1976.
328p.
Inclui bibliografia.
ISBN 85-324-0017-0
1. Carvalho, Ovídio. II.Titulo.
2- Segundo nível de descrição
Título [designação geral do material] = Título equivalente : outras
informações sobre o título / Primeira indicação de responsabilidade ;
cada uma das indicações
subseqüente de responsabilidade. – Indicação de edição / primeira
indicação de
responsabilidade relativa a edição. – Detalhes específicos do material
(ou tipo de
publicação). – Primeiro lugar de publicação etc., primeiro editor
etc., data de
publicação etc. – Extensão do item : outros detalhes físicos :
dimensões. – (Título
principal da série / indicação de responsabilidade relativa à série,
ISSN da série ;
numeração dentro da série. Título da subsérie, ISSN da subsérie ;
numeração dentro da subsérie). – Nota(s). – Número normalizado
Santos Junior, Martinho
Historia do Brasil : do descobrimento aos nossos
dias / Martinho Santos Junior e Ovidio Carvalho ;
ilustrado por João Fonseca. – 2. ed. -- Rio de Janeiro :
Civilização Brasileira, 1976.
328p. : il. 23cm. – (Manuais de historia do
Brasil ;
n.4)
Inclui bibliografia
ISBN 85-324-0017-0
I. Carvalho, Ovídio. II. Fonseca, João. III. Titulo.
IV.
Série.
3- Terceiro nível de descrição
Para o terceiro nível de descrição inclua todos os elementos
especificados, aplicáveis ao item que está sendo descrito.
Ex: Assunto, depois do ISBN a modalidade de aquisição, etc
Alterações mais significativas das emendas de 1999, de 2001 e 2002,
incorporadas à tradução brasileira lançada em 31 de março de 2005:
Regra 0.24 – Reformulada
Para dar ênfase à importância de ressaltar todos os aspectos do item
que esta
sendo descrito, inclusive o seu conteúdo, o seu suporte físico, seu
tipo de
publicação, suas relações bibliográficas, bem como o fato de ter sido
publicado ou
não. Esta revisão é considerada como um primeiro passo para levar em
frente
publicações sobre “conteúdo versus suporte”.
Regra 0.27. Notas – Alterada
Estabelece que todas as notas são opcionais (a não ser que uma nota
seja
especificamente indicada como obrigatória), visto que sua inclusão na
entrada
depende da natureza do item descrito e da finalidade da entrada em
questão.
Capítulo 1 – Regras Gerais de Descrição
Regra 1.1B1
Não modifique a redação do título e das indicações de
responsabilidade;
Não use abreviaturas nesta área, a menos que façam parte integrante do
título;
Regra 1.1C1 – Lista de Designação Geral do Material - Atualizada
Lista 1 – Incluído braile; arquivo de dados legíveis por máquina foi
substituído por “recurso eletrônico”; material iconográfico foi
substituído por “material gráfico”.
Lista 2 – Incluído braile; brinquedo; ficha de atividade; quadro
didático (chart);
reprodução de arte; globo e mapa substituído por “material
cartográfico”;
arquivo de dados legíveis por máquina foi substituído por “recurso
eletrônico”.
8 Área do Número Normalizado e das Modalidade de Aquisição
Regra 2.8D2 – Acréscimo opcional – Regra excluída.
Estabelecia que o tipo de encadernação poderia ser registrada com
qualificação do
ISBN. Atualmente o tipo de encadernação foi incorporado a Regra 2.8D1
e deixou
de ser opcional.
Exemplos: ISBN 0-19-212192-8 (enc.)
ISBN 0-19-281123-1 (broch.)
ISBN 0-08-019857-0 (obra compl.). – ISBN 0-08-019856-2 (v. 1 : broch.)
Regra Geral
Escolha, o nome pelo qual a pessoa é geralmente conhecida. Este nome
pode ser
seu nome verdadeiro, um pseudônimo‡, um título de nobreza, uma
alcunha§, iniciais ou qualquer outro apelativo.
Exemplos: Dinis, Júlio (pseudônimo)
x Coelho, Joaquim Guilherme Gomes (Nome verdadeiro)
Aleijadinho (alcunha)
x Lisboa, Antônio Francisco (nome verdadeiro)
Conselheiro, Antônio (apelativo)
x Maciel, Antônio Vicente Mendes (nome verdadeiro).
CAPÍTULO 23 – NOMES GEOGRÁFICOS
Use a forma em português do nome de um lugar, se houver uma de usos
corrente.
Determine esta forma através de dicionários geográficos e de outras
fontes de
referência publicadas em países e fala portuguesa. Em caso de dúvida,
use a forma
vernácula (veja 23.2B).
Exemplos: Áustria não Österreich
Copenhague não København
Florença não Firenze
Utilize, as regras do capítulo 23 do AACR2, combinado com as
determinações do
IBGE e da Biblioteca Nacional (BN).