En el mbito de la mitologa budista, el Reino de los Devas es uno de los Seis Reinos de Existencia por los cuales, segn el budismo, deambula la conciencia, un nacimiento tras otro, en el ciclo conocido como samsara; siendo un reino de xtasis, gozo y alegra para quienes lo habitan.
Sin embargo en el reino de los Devas, al ser considerado que se vive en un "paraso", en el cual hay gozo y alegra, y no existe el sufrimiento; por su naturaleza extremadamente agradable, la estancia en este reino dificulta (o generalmente hace imposible) seguir el camino a la iluminacin, al dejarse llevar por lo que entrega este reino. As el Reino humano se diferencia de los dems reinos porque es el nico en el que se alberga la posibilidad de alcanzar la iluminacin plena o nirvana, al presentar tanto alegra como sufrimiento y necesidades que nos llevaran a la necesidad de buscar el camino de la iluminacin.
La esperanza de vida de un deva es de un mnimo de nueve millones de aos, alcanzando los ms longevos duraciones prcticamente inconcebibles desde la perspectiva humana. Para describir lapsos tan largos los budistas recurren a una unidad de tiempo denominada kalpa.
Se trata de diversos tipos de seres no humanos que comparten las caractersticas de ser ms poderosos, vivir ms tiempo y, en general, vivir mejor que el ser humano promedio. Su gobernante sera Sakra, si bien el Deva budista que est sobre los dems devas sera el gran Brahma. Algunos de ellos cumpliran la funcin de Dharmapala (un protector del budismo).
Desde una perspectiva humana, los deva comparten la caracterstica de ser invisibles al ojo fsico humano. Se dice que la presencia de un deva se puede detectar por aquellos humanos que han abierto el ojo divino o divia chakṣus, un poder de percepcin extrasensorial o abhijna por el cual uno puede ver o percibir seres de otros planos de existencia. Sus voces tambin se pueden or por aquellos que han cultivado un poder similar del odo.
La mayora de los deva tambin son capaces de construir formas ilusorias por las cuales se pueden manifestar a seres de mundos inferiores; incluso los deva superiores e inferiores tienen que hacer esto para comunicarse entre s.
A maioria dos devas tambm capaz de construir formas ilusrias pelas quais eles podem se manifestar diante de seres de mundos inferiores. Devas superiores e inferiores tm inclusive de fazer isso entre eles.
Os devas so tambm capazes de se locomoverem por grandes distncias rapidamente e de voar, apesar de os Devas inferiores s vezes conseguirem fazer isso com o uso de auxlios mgicos como uma carruagem voadora.
O termo deva no se refere a uma classe natural de seres mas definida de modo antropocntrico para incluir todos os seres mais poderosos ou mais bem-aventurados que os humanos. Ele inclui vrios tipos bem diferentes de seres, seres estes que podem ser alinhados hierarquicamente. As classes inferiores desses seres so mais prximas em sua natureza com os humanos que com as classes superiores de devas.
Os devas de Rūpadhātu possuem formas fsicas, mas so assexuados e sem paixes. Eles vivem em um grande nmero de "cus" ou mundos-deva, que sobem, nvel por nvel, sobre a Terra. Eles podem ser divididos em cinco grupos principais:
Cada um desses grupos de mundos-deva contm graus diferentes de devas mas todos os que pertencem ao mesmo grupo podem interagir entre si e se comunicarem uns com os outros. Por outro lado, os grupos inferiores sequer sabem da existncia dos mais elevados. Por essa razo, alguns dos Brahmās ficaram orgulhosos, imaginando-se os criadores dos mundos que esto abaixo deles (por terem vindo a existir antes desses mundos).
Os devas de Kāmadhātu possuem formas fsicas similares porm maiores que os humanos. Eles levam o mesmo tipo de vida que os humanos, apesar de serem mais longevos e geralmente mais satisfeitos, estando de fato s vezes submersos em prazeres. Estes so os dhātu sobre os quais Māra tem maior influncia.
Os devas inferiores de Kāmadhātu vivem em diferentes partes da montanha no centro do mundo, Sumeru. Eles so ainda mais passionais que os mais elevados e no apenas se divertem como se envolvem em disputas e lutas. So eles:
Diz-se que os humanos originalmente tinham muitos dos poderes dos devas: no requerer comida, a habilidade de voar e brilhar pela sua prpria luz. Com o tempo eles passaram a comer alimento slido, seus corpos ficaram mais densos e seus poderes desapareceram.
Apesar de a palavra "deva" ser geralmente traduzida como "deus" (ou, ocasionalmente, "anjo") em Portugus, devas Budistas diferem-se de "deuses", "Deus" ou "anjos" de religies ocidentais do passado e do presente em muitas e importantes formas.
Como os Devas so seres da natureza e, s vezes, responsveis por ela, quaisquer aes que harmonizem o meio ambiente, desde o mais prximo at as longnquas galxias, ou evitem a sua deteriorao estaro criando interdependncias virtuosas com estes seres.
Os Devas no sentem os sofrimentos comuns (como a dor fsica que necessita de neurnios associados aos cinco sentidos), mas ainda possuem o sofrimento da mudana e o sofrimento intelectual por no dominarem a sabedoria ltima e absoluta.[2] Estes sofrimentos mentais relativos ideia da morte se comparam aos piores sofrimentos do inferno em que no h descanso.[1]
O principal sofrimento destes magnficos seres est associado com a ansiedade advinda ao perceber sinais que indicam que suas vidas esto no fim,[1] pois como j se encontram em esferas muito sublimes, muito difcil que seu prximo renascimento no seja em um reino inferior ao dos Devas[carece de fontes?]. Os principais sinais de que suas vidas esto no fim surgem quando os outros Devas recebem muito mais presentes e oferendas.[3] Ao final de suas vidas, os outros Devas oferecem guirlandas aos que padecem e se afastam.[1]
Os Devas possuem acesso a rvores que realizam todos os desejos e os invejosos Asuras esto constantemente entrando em guerra com os Devas[3] para tentar adquirir suas joias celestiais. Em guerra, os Devas superiores costumam invadir as casas dos Devas inferiores. Um Deva s morto em batalha se lhes forem cortadas as suas cabeas.[3]
Deva refers to a class of beings or a path of the six paths of the incarnation cycle. It includes some very different types of beings which can be ranked hierarchically according to the merits they have accumulated over lifetimes. The lowest classes of these beings are closer in their nature to human beings than to the higher classes of deva. Devas can be degraded to humans or the beings in the three evil paths once they have consumed their merits.
The devas of the Rūpadhātu have physical forms, but are genderless[1] and passionless. They live in a large number of "heavens" or deva-worlds that rise, layer on layer, above the earth. These can be divided into five main groups:
Each of these groups of deva-worlds contains different grades of devas, but all of those within a single group are able to interact and communicate with each other. On the other hand, the lower groups have no direct knowledge of even the existence of the higher types of deva at all. For this reason, some of the Brahmās have become proud, imagining themselves as the creators of their own worlds and of all the worlds below them (because they came into existence before those worlds began to exist).
The devas of the Kāmadhātu have physical forms similar to, but larger than, those of humans. They lead the same sort of lives that humans do, though they are longer-lived and generally more content; indeed sometimes they are immersed in pleasures. This is the realm that Māra has greatest influence over.
The lower devas of the Kāmadhātu live on different parts of the mountain at the center of the world, Sumeru. They are even more passionate than the higher devas, and do not simply enjoy themselves but also engage in strife and fighting. They are:
"Furthermore, you should recollect the devas: 'There are the devas of the Four Great Kings, the devas of the Thirty-three,..."[3][196. Dh.] "Feeders of joy we shall be like the radiant gods (devas)."
Sometimes included among the devas, and sometimes placed in a different category, are the Asuras, the opponents of the preceding two groups of devas, whose nature is to be continually engaged in war.
Humans are said to have originally had many of the powers of the devas: not requiring food, the ability to fly through the air, and shining by their own light. Over time they began to eat solid foods, their bodies became coarser and their powers disappeared.
There is also a humanistic definition of 'deva' [male] and 'devi' [female] ascribed to Gautama Buddha: a god is a moral person.[4] This is comparable to another definition, i.e. that 'hell' is a name for painful emotions.[5]
While it might be tempting to aspire a rebirth within the world of gods or celestial beings, the deva are so full of joy in this realm that are unable to understand the teaching about the permanent dukkha in samsara.[11] Furthermore, even a deva having consumed all the good karma within the pleasurable existence in this realm, can be reborn in Naraka.[12] It will not bring the final release from samsara and the evils of the six paths., therefore falling for the allure of heaven should be something to be avoided.[13]
En idioma avesta el cognado era daeva, que tena una connotacin peyorativa.En el zoroastrismo posterior, los daevas eran seres malignos; pero este significado no es evidente en textos ms antiguos.
Para los budistas, los devas son seres que habitan diferentes cielos donde gozan de los placeres en recompensa a sus buenas acciones anteriores, ya que an no han superado los niveles krmicos y estn sujetos a nuevos renacimientos.
En la religin zorostrica o mazdesta de Persia, a pesar de tener la creencia un origen comn protoindoeuropeo, sucedi contrariamente una asociacin inversa, en la cual los Devas quedaron finalmente asociados a seres nocivos que promueven el caos y el desorden, denominados Daevas; mientras que los Asuras denominados Ahuras quedaron finalmente asociados con las fuerzas del bien, ya sea como seres angelicales, o asociado al Dios Ahura Mazda.
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