Sou morador do bairro há sete anos e estou lutando contra a escola
desde 2005. Neste meio tempo colecionei respostas das mais absurdas,
porém posso afirmar que o problema só começou a ser resolvido quando
cheguei até o Andréa Matarazzo. Enviei diversos e-mails ao gabinete do
prefeito, que nem sequer me deu resposta, me encontrei com o Major
Moacir Rosado (encarregado do PSIU), que deixou claro seu receio em
mexer com a escola, denunciei o funcionário Luciano da Gama (assessor
da Sub-Sé demitido em 01/01/07) por prevaricação, me reuni com
assessores diversos, já tive o desprazer de ser intimidado por e-mail
pelo Sr. Thobias e ameaçado via telefone por simpatizantes da escola.
Cheguei inclusive a fazer um boletim de ocorrência contra o presidente
da escola e após isso, "coincidentemente", parei de receber as
ameaças.
Neste meio tempo aprendi muitas coisas:
Pude constatar que os telefones de atendimento do PSIU que funcionam
são: 3101-3737 / 3101-5050 / 3101-4785 / 3104-5714 e que é bem melhor
telefonar do que ficar mandando e-mail para o
ps...@prefeitura.sp.gov.br porque não existe relação do e-mail com o
sistema deles de cadastro de reclamações.
Existem pessoas despreparadas dentro do organograma estatal que estão
lá apenas para seus projetos pessoais, porém existem aquelas que
querem fazer a diferença e nesse caso incluo o Sr. Matarazzo. Creio
que os demais envolvidos só fizeram algo por pressão do sub-prefeito,
que respondeu TODOS meus e-mails que lhe enviei.
Ao ser ameaçado, dirija-se a uma delegacia de policia e faça uma
ocorrência, vale a pena.
Não se luta contra qualquer coisa, mesmo estando certo e munido de
bons argumentos, se não houver aliados que entendam a causa como legal
e legítima.
O "You tube" (http://www.youtube.com/watch?v=op_0lKMswF0) e o "Google
Vídeos" (http://video.google.com/videoplay?
docid=1900949648518855621&pr=goog-sl) não servem apenas para bobagens
como o vídeo da Daniela Ciccareli, podendo ser de grande ajuda para
provar as denúncias que qualquer um pode fazer servindo, também, de
fonte para discussão. Até o momento os vídeos somam cerca de 11 mil
views.
As redes de televisão são totalmente omissas e parciais quando se
denuncia algo que envolve entidades tidas como "culturais". Nenhuma
delas se interessou pela bagunça que denunciei no vídeo, mas vinhetas
de carnaval e entrevistas com as escolas de samba não param de
passar.
O Gilberto Dimenstein realmente abre espaço em seu página (http://
www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/index.htm) na seção "Boca no
trombone".
Boa parte da população não sabe ao certo até onde vai seus direitos e
deveres, tendo dificuldade em discernir com bom senso à respeito de
situações como esta. Percebi isso ao ver as críticas geradas pelos
vídeos.
Nunca, absolutamente, nunca desista de uma demanda justa.
Peça ajuda sempre que precisar.