ASSEMBLEIA DO PLANO II – DIA 17 DE MARÇO – Às 09:00 horas
Local: ESPORTE CLUBE BANESPA – Av. Santo Amaro, 5355 – São Paulo
PLANO II – UM ESTUDO SOBRE O DÉFICIT
Aos Participantes do PLANO II
A AFABESP e o SINFAB, com a finalidade de propiciar o debate e levar esclarecimentos aos participantes do
Plano II está divulgando esse estudo versando sobre a situação do Plano.
Déficit
contribuições e o total previsto de obrigações assumidas pelo plano (pagamentos de benefícios). É um
sintoma
readequadas, o que é feito através de um
repensado parcialmente ou por inteiro). O
(que serão apontados mais adiante, em tópicos específicos). Ajustes estruturais (na espinha dorsal do plano)
requerem soluções definitivas e ajustes conjunturais são transitórios. O Banesprev informa que já decidiu
pela contratação de Estudos de Aderência (estudo destinado a repensar o Plano em profundidade).
No dia 15/02/12 o Conselho Deliberativo do Banesprev se reuniu extraordinariamente para deliberar sobre o
equacionamento do déficit do Plano II
últimos quatro anos (2008, 2009, 2010 e 2011),
nos anos de
Plano II apresentou déficit em 9 (nove) exercícios e, na maioria das vezes, de valores expressivos. Nos três
anos em que apresentou superávit, este só ocorreu devido à adoção de medidas de equacionamento, que
serão relatadas oportunamente. Fechou o exercício de 2011 com
representam
PREVIC e pela legislação vigente. São
urgentes em suas premissas.
DEMONSTRATIVO CONTÁBIL – EQUILIBRIO TÉCNICO (DE 2000 A 2011)
ANO SUPERÁVIT DÉFICIT
2000 20.748.454
2001 298.843.739
2002 128.746.572
2003 355.459.477
2004 103.497.742
2005 29.214.614
2006 9.936.312
2007 28.334.500
2008 286.668.783
2009 209.069.617
2010 330.954.141
2011 777.243.525
Fonte: Banesprev
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Para que você possa compreender o que realmente ocorre com o seu plano, torna
breve relato sobre os
Também é prudente avaliar o impacto de eventos tidos como certos, num futuro próximo, que poderão
agravar o quadro de resultados negativos (déficits) se não forem adotadas
suas premissas
DA CONSTITUIÇÃO E EVOLUÇÃO DO PLANO II
Breve Histórico
Focados em melhorar os benefícios que o
do
daqueles que poderiam optar pela migração para o Plano II. Assim, os termos do Regulamento do Plano
constaram dos Acordos Coletivos de 1992 e 1993. O Banco ainda era “O BANESPA” e as hipóteses de
intervenção, federalização e privatização não estavam presentes no cenário. O quadro de pessoal do
Banespa excedia aos 40 mil e apenas 14.500 estavam albergados pelo “
irregularmente pelo próprio Banco. O Banesprev e o Plano I foram criados em 1987, dez anos após a vigência
da Lei nº 6.435/77 (a primeira lei sobre Previdência Privada no Brasil). O conhecimento que se tinha sobre a
previdência complementar era incipiente. As premissas e hipóteses que foram consideradas e estabelecidas
para o Plano II tiveram por parâmetros dados e informações vigentes à época, muitos deles oriundos dos
normativos internos do Banco. O país vinha de vários e sucessivos planos governamentais fracassados, oito
modificações em sua moeda nacional e de duas décadas de inflação estratosférica – o primeiro semestre de
1994 fechara com 758,59% de inflação. Acabara de ser implementado um novo plano econômico, o
Real
intervenção federal no Banespa
escolhidas, elas fatalmente estariam sujeitas a revisões. Hoje é fácil olhar pelo retrovisor e constatar os erros
e acertos. Reflitamos sobre eles, pois nos ajudarão a buscar as melhores soluções para o fortalecimento e
viabilidade do plano.
Dos Fatores Estruturais
As
negativamente, tem origem nas mudanças que ocorrem ao longo do tempo nas premissas que foram
adotadas e que balizaram os cálculos atuariais periodicamente. Por mais profundos e estruturados que
sejam esses estudos, é impossível prever com 100% de certeza todas as probabilidades e riscos envolvidos,
tais como: longevidade maior; aposentadorias antecipadas; rotatividade diferenciada; alterações na política
salarial etc.
que se ajustam de forma transitória. As variáveis estruturais que mais se destacaram no período foram ou
tem sido:
a) Plano II – Base de Dados, Hipóteses Demográficas e Econômicas, Premissas e suas adequações no
tempo.
aproximadamente
10.875
Autopatrocinados (Demitidos que optaram por continuar no plano pagando inclusive a parte da
Patrocinadora) e Bepedistas (Optantes pelo Benefício Proporcional Diferido). Nesse período de 17
anos, houve
Pela magnitude da redução, pode
negativamente. É como um terremoto, que abala as estruturas. O plano perdeu quase dois terços do
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seu contingente. Obviamente, essa redução não ocorreu em uma única vez, foi diluída ao longo do
tempo e a cada evento, expostos na sequência. Mas antes é importante ressaltar: Por lidar com o
futuro, e de longo prazo, desse contingente, tudo gira em torno das probabilidades ocorrerem,
nenhuma certeza. São expectativas. E tudo o que ocorre com cada um dos participantes
(aposentadoria, tempo de vida, salário, tempo de emprego, família etc.) interfere nos resultados.
b) Demissões e PDVs. – Elegibilidade (preenchimento das condições para poder se aposentar) –
Reflexos no Plano
a
gerido com foco na
demissões de milhares de participantes. A partir de 2001 as demissões e PDVs. se intensificaram e
foram demitidos mais de 10.000 funcionários. Por outro lado, no período (1994/2011), foram
demitidos cerca de 17.500 participantes somente do Plano II, além dos demitidos que participavam
de outros planos. A Base de Dados se altera por completo e os reflexos são muitos. O montante das
contribuições da Patrocinadora, nos casos em que não foi autorizado o resgate nos PDVs.,
permaneceu no plano, beneficiando, portanto, a massa de remanescentes e auxiliando a reduzir o
tamanho do déficit. Negativamente, ocorre a aceleração das aposentadorias, que por serem
precoces, afetam os resultados, pois ao se aposentar, o participante deixa de contribuir e passa a
receber. Imaginava
o direito. Não é o que se observa e a
c) Reforma da Previdência (Emenda Constitucional nº 20) e Elegibilidade –
instituição do
aposentar) e o achatamento do valor do B
Demorar mais alguns anos para poder se aposentar, ajudaram positivamente o plano. Por outro
lado, o achatamento do Benefício Básico prejudicou o plano, pois o valor da complementação teve
que ser aumentado;
d) Expectativa de Vida
de readequação das premissas demográficas e econômicas adotadas para o plano) propostos pela
empresa de Consultoria Atuarial levaram a adequar as premissas de longevidade, tornando o Plano II
muito mais seguro para todos os participantes, indistintamente. Nesses 17 anos, o acréscimo de
sobrevivência foi de
participantes, têm um custo correspondente para o plano. O último Estudo de Aderência ocorreu em
2003, quando se adotou a Tábua AT/83, e novos estudos já recomendam a adoção da
AT/2000, por sexo
Tábua inicial era a
Em 2001, adotou
que prevê
e) Política Salarial
dos salários do pessoal da ativa
contribuições, tanto dos Participantes Ativos quanto da Patrocinadora. Essa redução não estava
prevista e refletiu negativamente no Plano, pois, embora diminua no futuro o valor do benefício,
reduziu substancialmente, a partir de 2001, o valor presente das contribuições. Nesse mesmo
período, os
em aproximadamente 35%. Por outro lado, nos últimos quatro anos, as entidades sindicais têm
conseguido obter reajustes acima da inflação, o que é ótimo para os participantes, mas que afeta
negativamente os resultados do plano, no período, pois ocorre a saída de recursos não previstos;
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f)
atualmente em menos de 1%. Isso é excelente, pois mais pessoas estão se mantendo no plano e se
aposentando, porém também reflete de imediato nos resultados do plano em relação ao passivo;
g) Fatores Econômicos – Operações Financeiras
no valor de R$ 298.843.739,00, foi equacionado através de uma
Resolução CGPC n04,
Dos Fatores Estruturais que podem agravar o déficit
a)
Conforme já foi dito, estudos atuariais mais atuais, e também a própria PREVIC, recomendam a
mudança para a
plano, pois adicionam quase dois anos aos cálculos atuariais, mas torna o plano mais seguro.
Estamos vivendo mais, mas, mais tempo de vida, significa, na proporção apurada, a necessidade de
mais recursos para pagar os benefícios contratados;
b)
recomendam a redução da taxa real de juros (acima da inflação) para níveis próximos de 5% a.a. Está
cada vez mais difícil obter rendimento real (acima da inflação) nos níveis de 6%, que é a taxa
utilizada atualmente. Essa redução, quando aplicada, exigirá substancial aporte de recursos ao
plano;
c)
Bepedistas é de
ABRIL/2012
quadro de participantes ativos estarão em condições de se aposentar nos próximos cinco anos. No
mesmo sentido o plano tem centenas de participantes em condições de se aposentar de imediato e
só não o fazem por opções e conveniências pessoais. A considerar a hipótese de todos eles
exercerem o direito à aposentação de imediato, o impacto será expressivo, pois a premissa de
permanecer na ativa por mais dois anos após adquirir o direito, já perdeu o seu valor e precisa ser
ajustada.
Dos Fatores Conjunturais
Parte dos investimentos vem rendendo abaixo da previsão atuarial. Os principais motivos são:
a)
países, a queda da Bolsa de Valores provocou acentuada desvalorização nos ativos do plano.
Aproximadamente um quarto (24%) dos ativos (R$ 800 milhões) está aplicado em
(ações de diversas companhias). Esses ativos, embora de excelente qualidade, ainda não se
recuperaram integralmente; Enquanto a crise não for superada, os preços dos ativos continuarão a
apresentar altíssima volatilidade. E não são apenas as
E tudo isso repercute diretamente nas
b)
resultado do plano. Foi a primeira vez na história que esse indicador foi deflacionário. Esses títulos
fazem parte da solução encontrada no equacionamento do déficit verificado em 2001, através da
operação financeira albergada pela Resolução CGPC nº 04, já citada. Eles representam
aproximadamente um quarto (25%) dos ativos do Plano e estão atrelados ao IGP
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atualização dos títulos públicos federais, que rendem 12% ao ano e tem vencimento de longo prazo
(2031). Mas, ressalte
DO SERVIÇO PASSADO
Analisados todos os documentos conhecidos, fica evidente que o Banespa, no período compreendido entre
23/05/1975 ou da data de admissão no Banespa e a criação do Banesprev e do Plano I, em fevereiro/1987,
deixou de realizar os recolhimentos pertinentes (até porque não existia um fundo de previdência). Nada,
absolutamente nada, até agora, comprova que o tenha feito anteriormente à criação do Plano I. Então é
óbvio que o valor transferido do Plano I para o Plano II, dos Participantes que optaram por migrar, se refere
aos recolhimentos feitos no período compreendido entre a constituição de ambos os planos (1987/1994).
São quase
Lembremo
a própria criação do Banesprev.
Das Negociações
É de se ressaltar, também, que o “
negociações que constaram do Acordo Coletivo de 1992/93 e no Regulamento do Plano II quando da sua
efetiva constituição em 1994. Como não o foi, buscam
recuperação junto à PREVIC. O Banesprev e o Patrocinador tem dito, reiteradamente, que
compromisso formal
O recurso impetrado pelas entidades sindicais e associativas junto à PREVIC resultou negativamente,
conforme
site do Banesprev. A PREVIC
prescrita
fornecendo cópias de
documental, constituída de 774 folhas. É de se esperar que o Colegiado
brevemente sobre o tema. No entanto, se persistir a deliberação anterior, só caberá recorrer ao Judiciário,
com todas as peculiaridades processuais já conhecidas, notadamente no que diz respeito à morosidade da
Justiça brasileira.
DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS
Da Contribuição Extraordinária
O
109/2001 e no Artigo 28, parágrafos e incisos da Resolução CGPC nº 26/2008. De acordo com a Resolução
CGPC nº 26/2008, devem ser equacionados resultados deficitários considerados estruturais, ou superiores a
10% das Provisões Matemáticas, ou ainda que se apresentem pelo 2º ano consecutivo em qualquer nível. Os
resultados apurados correspondem a um déficit de R$ 777.243.525,30, já registrado pelo
e que representa
Os administradores do BANESPREV têm responsabilidades civis, e respondem pessoalmente por omissão
caso não tomem medidas visando o equilíbrio do Plano. São, portanto, obrigados a implementar medidas,
nem sempre agradáveis, para salvaguardar o direito de todos.
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Assim, tudo indica que, após o quarto ano de déficits consecutivos (situação excepcionalizada pela
PREVIC, órgão fiscalizador), o Banesprev, independentemente do resultado da Assembléia, estará
iniciando, a partir de abril/2012, a cobrança da contribuição extraordinária tanto da Patrocinadora como
também dos Participantes Ativos e Assistidos. De acordo com o Banesprev, quando o plano apresentar
superávit, a cobrança extraordinária cessará incontinenti, segundo o Banesprev.
Ainda que inexistisse a exigência legal, o quadro do Plano II inspira cuidados especiais. Os estudos atuariais
indicam que com aportes extraordinários, tanto das Patrocinadoras (55,05%, equivalentes em 31/12/2011 a
R$ 427.406.214,60) quanto dos Participantes (44,95%, equivalentes a R$ 349.837.310,70), o plano se
recupera.
Plano II não atende aos interesses de ninguém (participantes, patrocinadora e entidade).
Ainda segundo a proposta do Banesprev, o
enquanto perdurar o déficit e, ao se aposentar, passará a contribuir com o percentual aplicável aos
Assistidos.
Os
O valor da contribuição extraordinária incidirá sobre o valor do benefício de aposentadoria ou pensão pago
pelo Banesprev e o percentual de contribuição médio do Assistido será aplicado de forma análoga à
contribuição dos Ativos. Assim, na faixa de benefício de até meio Teto, a contribuição será de 2,00%; de
meio a um Teto, a contribuição será de 4,00% e assim por diante.
SIMULAÇÃO – Contribuição Extraordinária (com a inclusão dos Assistidos)
|
Salário Atual e/ou Beneficio |
|
Custeio 2012 Contribuição Normal |
Participantes/Assistidos Contribuição Extraordinária |
Contribuição Normal (+) Extraordinária s/Salário |
Contribuição Extraordinária Sobre o Benefício |
|||||||
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Participante Patrocinadora Participante
1.500 30,00 133,50 30,00 30,00 133,80 4,00% 2,00%
2.000 40,84 178,00 40,84 40,84 178,40 4,08% 2,04%
2.500 60,84 222,50 60,84 60,84 223,00 4,87% 2,43%
3.000 80,84 267,00 80,84 80,84 267,60 5,39% 2,69%
3.500 100,84 311,50 100,84 100,84 312,20 5,76% 2,88%
4.000 131,56 356,00 131,65 136,89 356,80 6,58% 3,42%
4.500 215,51 400,50 216,15 252,69 401,40 9,59% 5,62%
5.000 299,46 445,00 300,65 368,49 446,00 12,00% 7,37%
6.000 467,36 534,00 469,65 600,09 535,20 15,62% 10,00%
7.000 635,26 623,00 638,65 831,69 624,40 18,20% 11,65%
8.000 803,16 712,00 807,65 1.063,29 713,60 20,14% 13,29%
9.000 971,06 801,00 976,65 1.294,89 802,80 21,64% 14,39%
10.000 1.138,96 890,00 1.145,65 1.526,49 892,00 22,85% 15,26%
11.000 1.306,86 979,00 1.314,65 1.758,09 981,20 23,83% 15,98%
12.000 1.474,76 1.068,00 1.483,65 1.989,69 1.070,40 24,65% 16,58%
13.000 1.642,66 1.157,00 1.652,65 2.221,29 1.159,60 25,35% 17,09%
14.000 1.810,56 1.246,00 1.821,65 2.452,89 1.248,80 25,94% 17,52%
15.000 1.978,46 1.335,00 1.990,65 2.684,49 1.338,00 26,46% 17,90%
16.000 2.146,36 1.424,00 2.159,65 2.916,09 1.427,20 26,91% 18,23%
17.000 2.314,26 1.513,00 2.328,65 3.147,69 1.516,40 27,31% 18,52%
18.000 2.482,16 1.602,00 2.497,65 3.379,29 1.605,60 27,67% 18,77%
19.000 2.650,06 1.691,00 2.666,65 3.610,89 1.694,80 27,98% 19,00%
20.000 2.817,96 1.780,00 2.835,65 3.842,49 1.784,00 28,27% 19,21%
24.000 3.489,56 2.136,00 3.511,65 4.768,89 2.140,80 29,17% 19,87%
Observa
Patrocinador é muito superior à soma das contribuições do Participante Ativo e do Assistido, situação que se
inverte a partir de R$ 6.000,00. E pelo quadro a seguir, nota
ou
Máximo do Salário de Contribuição) = R$ 3.916,20, cuja Contribuição Extraordinária oscila entre 2,00% e
3,42%. Também é de se enfatizar que o
PLANO II – QUADRO DE PARTICIPANTES E ASSISTIDOS – POR FAIXA SALARIAL
|
FAIXA SALARIAL e/ou de BENEFÍCIOS |
ATIVOS e AUTOPATROCINADOS
Frequência |
ASSISTIDOS
Frequência |
TOTAL
Frequência |
PERCENTUAL Sobre o Total
|
Até ½ LMSC 32 2.765 2.797 25,72%
De ½ a 1 LMSC
Acima de 1 LMSC
Total 2.994 7.881 10.875 100,00%
INTERVENÇÃO
A Lei 109/2001, que rege todas as atividades referentes à Previdência Complementar no Brasil, concede
poderes à PREVIC para proceder uma intervenção em um Plano de aposentadoria quando a situação assim o
exigir, segundo critérios da própria PREVIC.
Essa intervenção será feita mediante a nomeação de uma pessoa com plenos poderes para equacionar o
déficit, o que certamente será feito com prejuízos para todos os participantes.
Do Mutualismo
As
fiscalizados pela PREVIC. Como manter essa balança em permanente equilíbrio? Como atender a todos,
indistintamente, sem prejudicar este ou aquele grupo? Se um plano é solidário, aplica
mutualismo do plano (todos por um, um por todos). E é exatamente o que está previsto na legislação
pertinente.
extraordinária também dos Assistidos.
seu equacionamento é responsabilidade de todos, indistintamente, ativos, assistidos e patrocinadora, e não
deste ou daquele grupo de participantes. E não nos esqueçamos, os que estão na ativa são exatamente os
que estão contribuindo há mais tempo. Também são os que continuarão a contribuir pesadamente, pois
suas contribuições normais se somarão às extraordinárias, até poderem exercer o seu direito à
aposentadoria. E depois, já na condição de Assistidos, continuarão a contribuir, igualmente aos demais,
enquanto perdurar o déficit.
No entanto, nunca é demais lembrar que se o Banco cumprisse com as suas obrigações aportando o valor
referente ao serviço passado, esse déficit estaria solucionado.
Dos Empréstimos
Segundo o Banesprev, para que os participantes possam atingir a almejada complementação de
aposentadoria, foi criada no Banesprev uma linha de empréstimo para os Participantes Ativos e também
para os Assistidos. Essa linha de empréstimos, que poderá ser paga em até 10 (dez) anos e não interfere na
8
linha normal das carteiras de empréstimos já existentes, está disponível no site do Banesprev. Quaisquer
dúvidas devem ser encaminhadas à
atendimento personalizado para cada um dos participantes. Ainda, segundo o Banesprev, todo o
detalhamento dos porcentuais de contribuição, estudos atuariais, linha de empréstimo, simulação de
prestações etc. estão disponíveis no site. Porém, se persistirem dúvidas, as consultas poderão ser feitas por
e
(
para respondê
Da Assembleia de Participantes
No dia 17 de março próximo, os Participantes do Plano II deliberarão sobre essas Propostas do Banesprev.
Essa discussão deve ser conduzida com MATURIDADE, SERENIDADE e EMBASAMENTO TÉCNICO. Após a
análise, debate e reflexão de tudo que foi exposto, além dos estudos atuariais atuais, na reunião
extraordinária realizada no dia 15/02/2012, os membros do Conselho Deliberativo do Banesprev decidiram,
por maioria de votos e contra o voto dos Conselheiros eleitos, a implementação das alternativas que melhor
se apresentam para a solução do equacionamento do déficit do Plano II.
Segundo os representantes do Banco Santander e do Banesprev, buscou
sistema de rateio da contribuição extraordinária ao incluir os Assistidos. O rateio apenas com os
Participantes Ativos tornar
extraordinária (até 112,90%) atingiria o absurdo patamar de
contingente de Participantes Ativos ser muito pequeno em relação à magnitude do déficit.
Reflita com
II em risco e a encontrar a melhor solução para todos.
Você também é responsável pelo futuro do plano
Participe da Assembleia e, se não puder, outorgue a sua procuração àqueles que o(a)
representarão em suas convicções.
AFABESP/SINFAB