FW: {Sagrada Missão} Enc: Comentário do Evangelho

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julio cesar campos siqueira

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Sep 21, 2012, 1:46:13 PM9/21/12
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Date: Fri, 21 Sep 2012 10:27:33 -0700
From: eduardo...@yahoo.com.br
Subject: {Sagrada Missão} Enc: Comentário do Evangelho
To: grupo_d...@googlegroups.com

Postado por: michelle
setembro 21st, 2012
O Evangelho nos convida a conhecer, a fundo, o Coração de Cristo e, assim, experimentar o grande amor com que Ele veio nos salvar!
No chamado de Mateus, encontramos, antes de tudo, um olhar: “Jesus viu um homem chamado Mateus” (cf. Mt 9,9). Um olhar lançado em direção à pessoa – um homem – por isso um olhar ao essencial e mais importante entre as realidades criadas. Mas quem olha? Aquele que é o Filho do Homem, perfeito Homem e Homem perfeito, o qual tinha tudo para não querer se envolver com os miseráveis pecadores do seu tempo, inclusive desta nossa época.
O Seu olhar é a primeira forma de tocar com compaixão. Em seguida, o Senhor disse: “Segue-me!”. Olhar e Palavra conjugam-se para comunicar um só amor redentor que fornece força para o outro se levantar; amor de restauração. Mateus, pelo Espírito Santo, deixou tocar pela Palavra que dá a vida: “Ele se levantou e seguiu-o” (v. 9).
Este homem do Evangelho era visto por muitos, e talvez, confundido com mais um colaborador do Império Romano que explorava o povo; logo, um judeu em contato constante com pagãos. Além de um impuro, os cobradores de impostos eram acusados de pecadores pela fama de se aproveitarem de seu próprio povo com ganhos ilícitos. Quem sabe não era, também, uma errada forma de render-se a um rótulo ritualista e generalizado, como: ” Sem fazer nada…já me acusam, então vou fazer o que dizem…!”
Claro que nada justifica um pecado de exploração, mas esta possibilidade explica que o preconceito e as generalizações podem se tornar jugos malditos e contribuírem ainda mais para o pecado social. Nisto também o amor misericordioso de Jesus fez e continua a apontar para a diferença: “Não são as pessoas com saúde que precisam de médico, mas as doentes” (v. 12). Jesus será sempre a nossa melhor resposta, frente aos desequilíbrios pessoais, comunitários e sociais! Ele que, ao longo do tempo, continua a convocar pessoas frágeis na alma e no corpo.
O Catecismo da Igreja Católica forma os cristãos sem diminuir o Poder de Deus para a liberdade do Espírito Santo em agir perante as misérias da amada humanidade: “O Espírito Santo dá a algumas pessoas um carisma especial de cura para manifestar a força da graça do ressuscitado. Todavia, mesmo as orações mais intensas não conseguem obter a cura de todas a s doenças. Por isso, São Paulo deve aprender do Senhor que ‘basta-te a minha graça, pois é na minha fraqueza que minha força manifesta todo o seu poder’ (2Cor 12,9), e que os sofrimentos que temos de suportar podem ter como sentido ‘completar na minha carne o que falta às tribulações de Cristo por seu corpo, que é a Igreja’ (Cl 1, 24)” (CIC, nº 1508).
Assim, fracos como Mateus ou semelhantes ao apóstolo Paulo, somos os publicanos, fariseus ou discípulos de Cristo da atualidade que continuam necessitados da salvação, ensinada pela unção dada a nós (cf. 1Jo 2, 20.26-27), a qual precisa vir sempre acompanhada de uma disposição à comunhão com todos na verdade e misericórdia. Este caminho de humildade nos leva a ouvir, de forma renovada, atenta e inclusiva: “Ide, pois, aprender o que significa ‘misericórdia eu quero, não sacrifícios. De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores’” (Mt 9, 13).
Pelo Espírito Santo e também o nosso olhar se torna diferente!
Padre Fernando Santamaria
Comunidade Canção Nova



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http://sagradamissao.blogspot.com
 
"Coração Doloroso Imaculado de Maria, rogai por nós que recorremos a vós!"

julio cesar campos siqueira

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Sep 26, 2012, 1:07:02 PM9/26/12
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Date: Wed, 26 Sep 2012 03:54:17 -0700

From: eduardo...@yahoo.com.br
Subject: {Sagrada Missão} Enc: Comentário do Evangelho
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Postado por: homilia

setembro 26th, 2012
Jesus chamou os Doze e começou a enviá-los dois a dois e dava a eles autoridade sobre os espíritos impuros. E os enviou com um único objetivo: anunciar a vinda próxima do Reino dos Céus. Dois a dois. Como se fossem testemunhas de uma verdade perante o mundo que não a conhecia.
O envio de dois a dois era próprio do tempo de Cristo, pelo que dizia respeito aos mensageiros enviados para atestar uma mensagem. Também podemos ver nessa situação uma oportunidade para o mútuo apoio em situações difíceis. Jesus, no início de sua escolha, chama de dois a dois os irmãos pescadores.
“Não tomem pelo caminho se não unicamente bordão, nem alforje, nem pão, nem cobre na cintura”. As ordens eram positivas: bordão, sandálias e uma túnica. Coisas necessárias para o caminho, pois nunca se caminhava descalço e um bordão era necessário tanto para se apoiar naquele caminho rude e difícil como arma defensiva contra os bandidos. Uma túnica é o mínimo que devia cobrir um corpo nu.
As ordens negativas eram: não levar o alforje, que correspondia não ao cesto onde os judeus carregavam as provisões, – especialmente o pão e vinho em sua peregrinação para Jerusalém – mas ao embornal dos mendigos que muitos missionários ambulantes levavam em suas missões. Também impede o dinheiro que era carregado numa bolsa na cintura ou dentro da faixa com que se atava a túnica ao redor dos rins. O texto fala de cobre, as moedas mais pobres sem ouro ou prata. Evidentemente com isto queria dizer que não podiam recolher qualquer dinheiro, nem como pobres, em sua missão, mas que vivessem da Divina Providência.
Os enviava com recursos até menores que os que tinham os mendigos, os mais pobres, para indicar que seu trabalho missionário não dependia dos valores humanos, mas da confiança que a Ele deviam: ao jovem rico manda dar tudo aos pobres para segui-Lo. A pobreza era uma das características de Jesus, que “não tinha nem onde reclinar a cabeça” (Mt 8, 20).
E o Mestre ainda disse aos Doze: “Em qualquer casa onde entrardes, ficai aí; e daí é que partireis de novo”. Se nas ordens anteriores era o caminho quem ditava as condições de pobreza para evitar se enriquecer com o pretexto da missão, agora coloca os discípulos como hóspedes gratuitos daqueles que aceitam o Evangelho. Caso não sejam recebidos, Jesus anuncia o que deve ser feito, profetizando que tal cidade teria um fim ainda pior do que foi dado às cidades que representavam no mundo antigo dos judeus o pecado propriamente dito: “Se não forem recebidos ao sair daquela cidade sacudi o pó sob vossos pés para testemunho. Em verdade vos digo: Mais tolerável será no dia da condenação para os de Sodoma e de Gomorra do que para aquela cidade”.
Como missionários, Jesus neste texto quer nos firmar na vivência da Providência Divina, pois ao discípulo e missionário nada faltará. Deus providenciará todo o necessário. E, como cristãos, quer que abrindo o nosso coração recebamos e ajudemos com os nossos bens àqueles que Deus nos envia como seus apóstolos e missionários. Quero salientar o aspecto do dízimo: não é um “favor” que o cristão faz contribuir com o seu dízimo. Mas sim um dever de todo o batizado.
Padre Bantu Mendonça
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