FW: {Sagrada Missão} Enc: Comentário do Evangelho

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julio cesar campos siqueira

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Oct 24, 2012, 6:43:22 PM10/24/12
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Date: Wed, 24 Oct 2012 11:04:46 -0700
From: eduardo...@yahoo.com.br
Subject: {Sagrada Missão} Enc: Comentário do Evangelho
To: grupo_d...@googlegroups.com


Quem é maduro para Deus senão aquele que assume a própria responsabilidade? Vivemos numa sociedade onde a culpa não existe. E mais: estamos expostos a um rolo de acontecimentos, com seu emaranhado de causas e consequências.
Vale a pena ouvir as palavras que Jesus nos dirige com máxima atenção: “Vós também ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes” (Lc 12,40).
Qual é a razão desta advertência de Jesus? É que os homens e as mulheres facilmente se metem num jogo de “empurra-empurra”. Os que erram “são os outros”, os culpados não somos nós, não sou eu. Para mim, tudo o que faço está certo. Portanto, a culpa não existe e, se existe, é dos outros, é dos dirigentes, é do governo, é da hierarquia.
Não esqueça que também é índice de maturidade cristã saber examinar-se e reconhecer a própria parte de responsabilidade. Nós somos responsáveis de muitos males que acontecem no mundo.
Jesus nos dirige a palavra: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa?” (Lc 12,42). O Evangelho apresenta o cristão vigilante com a psicologia do administrador, não do patrão. Todos querem ser “patrões” e querem mandar! Se esquecem que só Deus é o Senhor. Foi dito que o mundo iria melhor se tivesse menos arquitetos e mais pedreiros, menos discussões e mais trabalhos. Provavelmente, o mundo e a Igreja precisam menos de patrões e mais de servos.
Concluindo: diremos que estas duas parábolas – a da chegada inesperada do ladrão e a do comportamento do servo que aguarda a chegada do senhor – continuam o tema escatológico da vinda gloriosa do Filho do Homem.
O primeiro grande acontecimento escatológico é a Encarnação. É o nascimento de Jesus. É a presença do Filho do Homem – Jesus, Filho de Deus – na história ao longo dos tempos. A partir de Jesus, o humano se torna o lugar do encontro com Deus.
Os discípulos, na diversidade de seus dons, são chamados ao serviço e à vida construindo o mundo novo possível, onde Deus se faz presente pelo amor. Por isso, esperando continuamente a chegada imprevisível do Senhor que serve, a comunidade cristã deve permanecer atenta, concretizando a busca do Reino através da prontidão no serviço fraterno.
Quero que você saiba que a responsabilidade é ainda maior quando se sabe o que deve ser feito. E você sabe tudo o que deve fazer para ter como herança a vida eterna. Muito lhe será exigido, pois diz Jesus: “A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!”
Padre Bantu Mendonça

--
http://sagradamissao.blogspot.com
 
"Coração Doloroso Imaculado de Maria, rogai por nós que recorremos a vós!"

julio cesar campos siqueira

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Oct 25, 2012, 10:42:19 AM10/25/12
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Date: Thu, 25 Oct 2012 04:19:18 -0700

From: eduardo...@yahoo.com.br
Subject: {Sagrada Missão} Enc: Comentário do Evangelho
To: grupo_d...@googlegroups.com


Postado por: homilia

outubro 25th, 2012
Jesus era consciente de que um efeito – ainda que não desejado – do seu trabalho ia ser causa de divisão entre os partidários do imobilismo e os que lutam por um mundo novo. Por isso, inflamou a ira dos funcionários do Templo e de todos os que se consideravam os “donos da verdade”. O fogo da Palavra de Deus não era para funcionários lúgubres saturados de doutrinas e sedentos de poder.
Mas o fogo de Jesus não é o fogo das paixões políticas. É o fogo do Espírito que tem que ser provado na entrega total, no batismo da doação pessoal. É o fogo do amor que gera vida e anula as forças da morte.
Em continuidade ao ministério de Jesus, as comunidades contam com a luz e a força do Espírito Santo. Cabe a estas comunidades propagar este fogo ao mundo. Tendo lançado o fogo do amor, Jesus terá o seu batismo, recebido de João, levado à plenitude pela aceitação da morte a que está condenado pelas autoridades judaicas. É um fogo que prende. Aí, onde se abandonaram os interesses pessoais e se busca um mundo de irmãos.
A paz de Jesus é um fogo purificador que não se confunde com a “Pax Romana”. Aquela paz que Roma – ou outra qualquer sociedade humana – se esforça por proclamar. Esta é só uma tranquilidade institucional que garante a vantagem dos opressores sobre os oprimidos, do império sobre os subalternos, da injustiça sobre o direito. A paz de Jesus não é como a paz dos poderosos deste mundo: paz sob o medo e sob a opressão. A paz de Jesus é fruto do compromisso com a verdade e com a justiça na regeneração da vida.
O fogo purificador de Jesus faz amadurecer os mensageiros, os discípulos, os profetas, os apóstolos.
Assim, assumir este compromisso provoca divisões em relação àqueles que, mesmo dentro da família, preferem continuar sob o domínio desta falsa ideologia e sua paz ilusória, e com seus ideais de inserção no mercado global, de sucesso pessoal e enriquecimento.
O destino deles – como o do Mestre – é sair ao encontro da obscuridade com um clarão que revele tudo o que a ordem atual esconde. O fogo também põe às claras as deficiências pessoais, as ambições subterrâneas, os desejos reprimidos. O fogo que se prova com a entrega total ao serviço do Evangelho.
Padre Bantu Mendonça


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