A intransigência do Banco do Brasil não tem limites. A direção da empresa rejeitou o pedido do Ministério Público do Trabalho para por fim a
perseguição aos funcionários que participaram da greve.
Durante a reunião, ocorrida na segunda-feira, o BB até admi- tiu que alguns gestores extrapo-
lam, mas se negou a alterar o co- municado que dá margem para que as férias, abonos e licença prêmio sejam alterados de forma unilateral pela empresa.
Em alguns casos, o banco ainda ameaça abrir processo administrativo. Um verdadei- ro terrorismo com os bancários que apenas exerceram o direito legal à greve. Com a inflexibi- lidade, o Ministério Público do Trabalho solicitou ao BB a apre- sentação de uma proposta que não prejudique os funcionários. O prazo termina na segunda- -feira da próxima semana.
Luta em defesa
dos bancários
vai continuar
Durante a audiência entre o Ministério Público e o Banco do Brasil, realizada na segunda-fei- ra, o movimento sindical adian- tou que vai continuar a luta em defesa dos trabalhadores, seja por ações sindicais ou na Justi- ça, se necessário.