Marxismo Cultural: Feminismo: movimento baseado no ódio

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Abigail Pereira Aranha

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Feb 20, 2012, 12:15:36 PM2/20/12
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Feminismo: movimento baseado no ódio

Imagina que tu eras uma mosca que se encontrava dentro duma sala onde decorria uma reunião privada. Da lista de participantes faziam parte uma lobista executiva, uma professora universitária, uma membra dum concílio artístico, uma escritora política, uma novelista "best-seller", uma assistente de comunicações duma câmara de comércio, uma web designer, uma professora envolvida em educação de crianças especiais e uma profissional dedica aos cuidados infantis.

O que é que achas que ouvirias nessa reunião? Talvez planos para melhorar a educação de crianças, especialmente aqueles com necessidades especiais? Talvez um apelo para se mobilizarem recursos com os quais se possam garantir que as crianças não entrem nas aulas com fome, ou que elas não sejam vítimas de abuso e exploração?

Ou se calhar ouvirias genuínas preocupações àcerca da qualidade da educação e dos orçamentos escolares durante a recessão global. Ou ouvirias discussões em torno dos problemas com os quais a geração vindoura de cidadãos mundiais teriam que lidar.

Bem, uma reunião desse tipo tem ocorrido liderada por indivíduos suficientemente qualificados para se equivalerem à lista mostrada em cima no texto. Mas as melhorias educacionais não foram os seus tópicos de conversa.

A agenda da reunião foi o desejo comum de abusar e matar crianças, amarrar pessoas em edifícios de madeira e explodir o prédio, atirar crianças através e de janelas, insistir com o infanticídio e eugénica forçada e seriamente entreter e prosseguir a ideia de seguir com métodos para exterminar metade da população mundial.

Se estás à espera da piada final, não esperes.

O RadFem Hub (RadFem é versão encurtada de Radical Feminist) é um site que exibe artigos escritos por activistas muito bem conhecidas, muitas delas com posições politicas e sociais influentes.

O site tem sido o foco de alguma atenção desde que a novelista Pamela O’Shaughnessy (a feia da foto), postando sob o nome de Vliet Tiptree, escreveu um artigo advogando experiências em seres humanos e eugenismo forçado de modo a que se possa "extirpar" alguns aspectos da masculinidade.

As editoras da RadFem Hub frequentemente professam e promovem solidariedade filosófica com Valerie Solanas, a doente mental e autora do livro "The Scum Manifesto", e uma ideóloga violenta que propôs a extermínio dos homens.

Ela também disparou contra Andy Warhol, ferindo-o para toda a vida.

Algumas figuras bem conhecidas estão intimamente associadas ao RadFem Hub.

Loretta Kemsley, editora da Moon Dance Magazine, que recebeu um prémio da "United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization", é listada como alguém que tem "presença no conselho" no seu perfil público lá listado.

Sheila Jeffreys, autora feminista e professora na "University of Melbourne" tem uma presença pública lá e frequentemente providencia artigos.

Julie Bindle, autora e colunista no The Guardian, um jornal popular na Grã-Bretanha, também postou por lá.

No entanto, por baixo da fachada de consciência social da RadFem, e agregado ao mesmo site, existe um fórum privado; o núcleo e o sala que servem de motor para todo o site. As discussões lá presentes, tidas como fora do visionamento público, são virulentas e cheias de ódio. Com relativa frequência elas eram temperadas com apelos à violência. Durante muito tempo elas foram bem sucedidas em manter o secretismo e a a privacidade.

Até agora.

Durante os últimos meses, um operacional - que vamos identificar como Agente Laranja - conseguiu com sucesso infiltrar-se no grupo e recolher bastante informação. Entre esta informação encontram-se mais de 100 screen shots que documentam o que só pode ser qualificado de a mais chocante evidência de ódio extremo presente no movimento feminista alguma vez visto.

Não só estas conversas foram muito bem documentadas com screen shots, como foi possível ao Agente Laranja, com a ajuda de um investigador, localizar as identidades de várias figuras. Não só o nível de confiança da informação é enorme, como mais serão reveladas num futuro próximo.

Eis aqui uma porção das mulheres identificadas bem como as suas declarações.

Danielle Pynnonen (nickname “Allecto”), uma mulher que trabalha com crianças mas cujo patrão é desconhecido.

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Kat Pinder (nickname “Amazon Mancrusher”), coordenadora de desenvolvimento da comunidade em Perth (Austrália) e ex-participante do programa inglês Big Brother;

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Isabelle Moreira (nickname: “Izzie”), programadora web do Brasil (Curitiba);

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Lucy Nicholas (“Luckynkl”), professora e palestrante tanto na University of Edinburgh como na University of Portsmouth. Neste post, Nicholas claramente demonstra o entendimento de que as ideias que ela está a avançar são ilegais;

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Mary Syrett (“Mary Sunshine”), escritora e membro da City of Kingston Arts Council em Ontário, Canada;

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Julie LeComte (“Rain”), assistente de comunicação na Câmara do Comércio e Indústria Franco-Canadiana na Austrália;

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Lorraine Allen (“White Tiger”), educadora e professora de pessoas especiais no The Center for Discovery Hurleyville, New York;

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Laila Namdarkhan (“yabawife”), uma conhecida activista feminista que foi instrumental na aprovação de legislação relativa à saúde mental das mulheres nas prisões da Grã-Bretanha;

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E, claro, Pam O’Shaughnesey (nickname alterada de Vliet Tipree” para “karma”), uma escritora de renome, editora e advogada. Neste post, a total depravação da ideologia defendida pela O’Shaughnessy exibe-se de forma clara quando ela demonstra clara vontade em levar a cabo o "assassínio em massa" como "último recurso".

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Estes prints representam apenas uma amostra das imagens e de outros dados que mostram pessoas reais a levar a cabo o que só pode ser descrito de orgia de ódio de género dirigido aos homens.

O que é mais significativo é que estas feministas não são pessoas que vivem à margem da sociedade, mas sim mulheres que possuem cargos públicos e posições de revelo nos centros académicos e nos órgãos de comunicação.

As vozes e as ideias carregadas de ódio destas mulheres são ouvidas em centros de legislação um pouco por todo o mundo (e mesmo nas divisões das Nações Unidas).

Num futuro próximo, o corpo de dados integral recolhido pelo Agente Laranja vai-se tornar público. Isto significa que qualquer pessoa interessada em aprender mais àcerca destas pessoas, e publicar a sua própria análise nos seus blogues, contas de youtube o outro veículo, poderá fazê-lo.

Isto significa também que os membros públicos interessados podem vocalizar as suas preocupações à imprensa, bem como em qualquer lado onde quer que estas mulheres possam ser uma ameaça (especialmente no que se trata do bem estar de crianças).

Há já algum tempo que os MRA (Men's Rights Activists = Activistas Pelos Direitos do Homem) e outros têm tentado mostrar aos políticos e ao público em geral que o feminismo é, no seu âmago, um movimento fundado no ódio (e não na "igualdade"). As pessoas que contestam este ponto de vista alegam que o feminismo radical não é considerado como legítimo pela maior parte das feministas, e que as radicais não são levadas a sério.

Esta nova informação demonstra que isso é falso.

Estes dados, bem como a montanha de dados que estão para chegar, revelam que as feministas radicais, com seu pensamento preconceituoso e inclinado à violência, estão bem implantadas nos órgãos sociais, nos sistemas educacionais e nos sistemas governamentais um pouco por todo o mundo.

Para além disso, estas mulheres estão a exercer a sua influência de modo a avançar com legislação e políticas que não só reflectem o seu ódio aos homens e aos rapazes, como reflectem o seu desejo de se colocarem em lugares estratégicos de modo a que possam causar o maior número de dano possível aos homens.

Fontes:

http://en.wikipedia.org/wiki/Moondance_Magazine

http://en.wikipedia.org/wiki/Sheila_Jeffreys

http://en.wikipedia.org/wiki/Julie_Bindel

http://radicalhub.wordpress.com/

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