A PROPOSTA DO GOVERNO

18 views
Skip to first unread message

gil.riopomba

unread,
Aug 25, 2012, 8:11:03 PM8/25/12
to assib...@googlegroups.com
Abaixo as discussões acerca da proposta do governo.

REUNIÕES C&T E INMETRO X MPOG

graciela peçanha da silva costa <graci_...@ig.com.br> 25 de agosto de 2012 17:52

 

ATENÇÃO...

Pessoal, embora a tabela apresentada pelo governo signifique um equilíbrio entre as carreiras o que é bom para o NI, está chovendo críticas na página do sindicato quanto ao valor das RT's em relação a GQ, especialmente no comparativo da GQ de 360 h com RT de mestrado. A de especialização de NS tb está baixa. Quem acompanhou este processo em Brasília sabe o que estão dizendo os colegas de NS novos da Av. Chile sobre isto? Na página tem uma grita geral, ameaçando desfliações, etc. Temo por um desfecho feio neste sentido =, numa greve que foi linda.

PS - C&T ainda vai ter reunião na próxima semana, será que a proposta para o IBGE estã completamente fechada/?

 

COPIEI UM POUCO DA BAIXARIA, SO UM POUCO POIS SAO PAGINAS E MAIS PAGINAS DE ATAQUES, XINGAMENTOS, ACUSAÇÕES.

 

 

Abraços,

 

Graci

 

REUNIÕES C&T E INMETRO X MPOG

Gilberto dos Santos <gil.ri...@gmail.com> 25 de agosto de 2012 18:58

Acredito que é um choro desproporcional. Fizemos o melhor pela categoria. Alguns companheiros de nível superior tem mantido "blogs" e discussões via email, reservado entre eles, e não procuraram participar das negociações que tem que ser reportadas ao ano passado, ou mais antigas ainda.

Se o resultado fosse o inverso aí sim, a gritaria seria da maioria dos servidores ativos e aposentados que são maioria. O nível superior não perdeu. Os companheiros de nível médio conseguiram diminuir o "fosso".

A construção de uma carreira e renumerações melhores envolvem tantas discussões, incluindo as instâncias sindicais e governamentais (comitês), que seria uma ofensa aos diversos trabalhadores que lutaram para conquistar essa tabela, concordar com essas manifestações extemporâneas.

Não as aceito. E acho que devemos convocar "todos" os trabalhadores a continuarmos contruindo um IBGE melhor.

Nossa luta mal está começando.

Gil

 

Em 25 de agosto de 2012 19:24, Sérgio Silva <netb...@gmail.com> escreveu:

Também acho que, independente do resultado, haveria uma galera que iria gritar. Percebam que o foco das discussões de alguns anônimos/fakes que estão tumultuando lá no fórum da página, giram em torno da GQIII ser maior que a RT de mestrado. Ou seja, eles não reclamam do valor da RT deles, mas o fato da GQ de NI ser maior que a RT deles. Em outras palavras,  ão aceitam a diminuição do fosso entre os níveis, pois se houvesse uma proposta hipotética de pegar esse valor da GQIII do NI e colocasse no VB, eles iriam arrumar outra desculpa.

E é interessante frisar que essa galera que tumultua agora lá vem fazendo isso desde o inicio da greve, sempre sendo muito ácidos, arrogantes e usando de baixarias para impor suas opiniões de forma anônima. Pra começar, acho que deveria ser implantado urgentemente um cadastro obrigatório para todos que quiserem postar comentários na página, pois esse anonimato é danoso para a discussão de uma forma geral, dado que ele possibilita que ao invés de provar suas teses pelas ideias, esses anônimos se utilizem de todo tipo de agressão virtual, ou violência virtual. Não teriam coragem de fazer isso se fossem obrigados a fazer um cadastro prévio com nome, siape e lotação. Isso ajudaria inclusive a desestimular essa turma que está pregando constantemente desfiliação do Sindicato. Desfiliações fatalmente irão ocorrer, principalmente do NS, mas podemos diminuir essa intensidade com alguma providências.

Infelizmente esses tipos de manifestações fazem parte de uma sociedade que estimula o interesse individual em detrimento ao coletivo. Tentar agradar essas pessoas é contraproducente, pois se trata de comportamentos que só mudariam com uma mudança de concepção de mundo.

BAIXARIA NA PÁGINA - BRIGAS POR CAUSA DE RT.docx
REUNIÕES C¨&T E INMETRO X MPOG.doc

DouglasMenezes

unread,
Aug 27, 2012, 12:30:03 AM8/27/12
to assib...@googlegroups.com
Texto que postei na pag. do sindicato:
Fico estarrecido ao entrar neste espaço, que deveria ser utilizado para debates e troca de idéias ter seu objetivo deturpado com trocas de acusações e uma "guerra civil" sem sentido iniciada entre colegas de trabalho.

A primeira coisa que temos que parar para pensar é que greve não é investimento, é um tiro no escuro. Eu para ser honesto não acreditava mais que o governo iria ceder, principalmente depois que o STJ cassou a liminar que impedia o corte de ponto. Então, para todos que se sacrificaram, que estiveram dentro da luta nestes dois últimos meses, que tiveram seu ponto cortado, sofreram pressão para acabar com a greve de todos os lados e no final ver essa confusão de proposta que o governo propôs, que desagradou em muito os colegas que ocupam cargos de nível superior, é compreensível esta frustração.

Afinal, por que diabos o colega de NI que grevou os mesmos dias que eu saiu beneficiado ao final disso tudo não é mesmo? Eu compreendo os colegas pelo resultado que ficou longe de ser satisfatório, pois todos nós merecíamos melhor sorte.

Em 2005, ano da última greve do IBGE que se tem notícia, houve situação semelhante. Quando decidiu-se pela migração para uma carreira própria os olhos de todos brilharam na expectativa que um bom acordo levaria todos os servidores da instituição para o merecido reconhecimento traduzido em vencimentos compatíveis a envergadura da instituição. Mas houve uma opção do governo e da direção da casa por uma valorização dos cargos de NS e a mesma indignação pairou entre os colegas técnicos. Diziam que o sindicato os havia traído. Até histórias de suborno eu ouvi dizer. Todas, claro, sem nenhum fundamento. Era uma maneira de colocar a culpa em alguém em tamanha frustração sentida depois de dias de percalços em um movimento grevista, que sabemos como é árduo, o que também de certa forma eu entendo como razoável no comportamento humano.

O que não compreendo, sinceramente, é essa troca absurda e gratuita de insultos de ambas as partes, todos querendo se colocar num patamar mais alto dentro da instituição. E todos se esquecem que não somos adversários, somos colegas de trabalho.

Sou servidor de NI, estou de greve desde que o núcleo de MG decidiu por tal em 25 de junho e gostaria de saber dos que aqui postam acusações em que parte eu os traí. Qual a minha participação na formulação desta proposta que não os agradou. Em que eu influenciei a maneira como o Sr. Sérgio Mendonça e a Sra. Marcela Tapajós trataram as negociações desde o início. 

Para os que polarizam a discussão entre a valorização da GQ de NI e a RT de NS eu digo que isso já era proposta da direção da casa a muito tempo. As tabelas de C & T inclusive já existiam com os valores das GQ's que agora serão implementadas no IBGE. A chefia da UE-MG inclusive já havia colocado essa possibilidade em reuniões que realizou com os servidores de MG. Tanto que eu até participei da discussão se deveríamos adotar o modelo da FIOCRUZ ou de C & T. Que o valor realmente não condiz com o que a rubrica pretende "gratificar" isso eu também concordo com os colegas. Um mestrado e um doutorado tem uma complexidade e dificuldade muito maiores que um curso de 360 horas. Agora me pergunto: qual a influência que eu tive nessa formulação a ponto de ser julgado de traidor?

Não acho que tenha sido objetivo do governo dividir a categoria apresentando essa proposta, por dois motivos: o governo é incompetente demais para tramar algo de tamanha magnitude (a incoerência na formulação de tabelas que pagam mais uma GQ III do que um mestrado por exemplo) e os servidores do IBGE já são divididos o suficiente entre si. NM com NM. NS com NS. NM com NS. Tanto que custamos a organizar uma greve depois de tantos anos sendo esculhambados pelo governo.

Então meus caros, acho que precisamos de bom senso para avaliar o desfecho desse movimento grevista. Mais que bom senso, precisamos de respeito ao próximo, não importando se este é analista, APM, estagiário, terceirizado, se possui PhD ou apenas o ensino médio. 

A relação entre governo x servidores é permanentemente tensa, quase um estado de guerra constante. E numa guerra, apontar o alvo para o inimigo errado pode ser fatal.

Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages