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José Paixão

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Jun 27, 2014, 4:50:32 AM6/27/14
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1 parágrafo que descreva a vossa iniciativa

- reabilitação de edifícios vazios que não atraem investimento comercial no centro da cidade (a reabilitação está a crescer mas na sua grande maioria motivada pelo turismo)
- destinar os edifícios para habitação a custos controlados para um público sem acesso ao mercado de arrendamento no centro da cidade (inflacionado por turismo, especulação imobiliária, custos da reabilitação, ...)
- importância da cidade ser composta por uma população de todos os estratos da sociedade (coesão e mobilidade social, identidade,
- evitar o risco da cidade se tornar um museu, sem população residente, desvirtuada, descaracterizada, dependente única e exclusivamente do turismo como meio de sustentabilidade
- viabilizar as reabilitações através de um modelo colaborativo que assenta na troca de valor entre parceiros (jovens arquitetos e engenheiros, empresas, universidades e instituições)

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1 paragrafo que descreva o vosso desenvolvimento / escala atual

- no decurso da implementação do piloto, realização que o modelo colaborativo, tal como  foi desenhado ou implementado, não funciona
- algumas premissas fundamentais para a validade da solução não se confirmam:
- contrapartidas não financeiras oferecidas não são suficientes para justificar uma colaboração profissional e comprometida das empresas como se tivessem a ser pagas
- acarreta atrasos (Norporto), imprevistos (Portilame) e prejuízos (Irmalex) que resultam no descontrolo do processo, incapacidade de planear e determinar o desenrolar do projeto, e por isso sem qualquer perspetiva do prazo para terminar a obra
- outros exemplos: participação das universidades, licenciamento CMP, estágio FCG, atraso Lusitania, não profissionalismo da FMAM, relegado para segundo plano com a Envolvente...
- perdemos poder negocial com os parceiros (criar uma parceria não é tão fácil como comprar um serviço), ficamos em posição de inferioridade, à mercê da volatilidade das suas disposições e a implorar pela sua boa vontade, o que mina o pressuposto do principio win-win
- o facto das parcerias não serem prioritárias para os parceiros, origina um prolongar do tempo da obra que por sua vez agrava ainda mais a desmobilização dos parceiros (ciclo vicioso)
- o projeto só e viável se para alem de se conseguir fazer a reabilitação, se conseguir fazer em tempo útil (supostamente teria terminado em Fevereiro de 2014)
- em relação às equipas de jovens profissionais também: desgaste de mudar de equipas de 3 em 3 meses, consome muita energia treinar, integrar, formar, e por um período de aproveitamento muito reduzido
- para as equipas terem um bom aproveitamento (em atelier e obra) estão a requerer uma afetação de recursos ao nível da formação, acompanhamento, apoio e supervisão que não temos disponível
- ignorámos até aqui os sinais de falhanço que despoletavam do projeto porque a nossa atitude era de perseverar no matter what, superando todos os dias os pequenos contratempos com que nos íamos defrontado
- mas a big picture é que não podemos tolerar esta situação precária e se queremos criar o impacto que ambicionamos temos que mudar o modelo
- não vale a pena insistir (no erro) e terminar o piloto (sabe-se lá quando) se as premissas que sustentam a solução não estão a ser confirmadas

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1 parágrafo que descreva o vosso desafio de crescimento

- dar um passo atrás para poder dar dois a frente: ganhámos muita experiência e conhecimento que se conseguirmos aplicar numa nova geração do modelo, poderemos desenhar um projeto que seria impossível de imaginar à partida
- oferecer contrapartidas (financeiras e não financeiras) que potenciem a capacidade dos parceiros aumentarem a sua margem de colaboração
- gerar receita: vender produtos ou serviços
- passar de um projeto fulanizado para um projeto promovido por uma equipa: reforçarmos a nossa estrutura de coordenação e administração para gerirmos de forma mais dedicada a participação de todos e supervisionarmos o cumprimentos de planos e calendários

- ideias:
- cobrarmos uma fração do custo da obra ao proprietário e captarmos a renda dos edifícios após a reabilitação durante um período de cadência
- modelo Robin Hood: por cada obra que é feita no âmbito social, é vinculado um outro proprietário que nos compra uma reabilitação a custo de mercado (oferecer vendas aos nossos parceiros)
- vender a formação profissional em obra para jovens arquitetos e engenheiros: participação de formandos delimitada no tempo (sem ser permanente) e direcionada para objetivos específicos de aprendizagem e trabalho

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1 parágrafo que descreva o vosso objetivo em vir ao programa (qual o resultado ideal que procuram com o Scaling 4 Impact ?).

- visão clara do potencial de sustentabilidade e crescimento do projeto
- plano de ação para implementar um processo de reestruturação e viabilização
- consolidação de uma equipa de coordenação alinhada nos mesmos objetivos e processos

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Apresentação em 90 segundos
+
Apresentação pessoal (paixões, competências, sonhos)



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José Paixão
(Coordinator)


Skype username: arrebita.porto
Address: Centro de Inovação Social, Rua da Bonjóia 185, 4300-082 Porto
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