Caros
Duas coisas saltam aos olhos de quem lê as reportagens abaixo.
- Agora estão todos preocupados com a falta de aprendizagem. Ora, no presencial já não ocorria aprendizagem nenhuma e estava tudo muito bem. Qual o drama, agora? É que agora a falcatrua fica registrada. A mãe quer o projeto pedagógico transitório. Ora, o projeto definitivo já era letra morta, os pais sempre foram coniventes.
- Os as coordenadorias (não as professoras) não sabem como reproduzir à luz do dia, a farsa do sistema falido que as elegeu para manter-lhe a fachada. Apoiavam-se na reprovação que já era letra morta. Agora, por e-mail, a reprovação vira letra viva. Assusta. A falcatrua da aprendizagem fica evidente. Chamam o MP como santo guerreiro para combater o dragão da maldade.
Bendito vírus que lanceta o tumor da educação.
Na periferia, o problema é outro. Para reproduzir a força de trabalho simples, precisa casa e comida. Essa reprodução é atividade essencial? Educação é produção de força de trabalho qualificada. Essa atividade é essencial? As pessoas podem passar um ano sem escola e sem comer? E se as vacinas ficarem obsoletas em 6 meses e a pandemia continuar. De onde vem a fé da “volta ao normal”?
Abraço
Baldino
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