WhatsApp é uma máquina de destruição em massa. Ajudou a eleger o Bolsonaro, e agora, marcam alvos:
Uma solitária esposa ucraniana presa num casamento infeliz, começa a conversar com um militar checheno. Conversa vai, conversa vem, ela pede que ele mostre seu dia a dia. Ele bate uma foto da tenda de campanha onde trabalha, com seus companheiros. No fundo, a foto com um mapa e um pin na sua localização. Em questão de horas, drones ucranianos atacam a base.
A solitária esposa ucraniana era um soldado ucraniano de meia idade, tão bom em enrolar os solitários soldados invasores que os amigos pegam dicas de flerte com ele.
Guerras agora tem que prever soldados entediados em redes sociais, entregando informações estratégicas.
Bom, esta é a parte divertida do texto. Na extensão, é um relato pesado do front de inteligência indispensável das mulheres ucranianas no conflito.
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Talvez eu esteja de coração mole e comovido com os relatos. O v
ídeo da senhora com as sementes de girassol, me pegou. Me remeteu às Mães da Praça de Maio, coisa que sempre me comove. Por que agentes de inteligência estariam expondo essas histórias?
No final, explicam que desejam realmente que os soldados russos fiquem sabendo, para terem consciência que são odiados e ficarem paranóicos o tempo inteiro.
Mas preciso ter algum ceticismo. Guerras raramente são maniqueístas.
Até porque, precisa ser bastante crédulo que, conversando pelo WhatsApp como o caso acima, um mapa com um pin fosse visível. Quem já tentou enviar imagens com resolução por essa coisa, sabe que ele usa o mais vagabundo algoritmo de compressão de imagens que existe.