Hermom Leal Moreira
-Eng. Eletricista e
de Telecomunicações*
-Eng. de Seg. e do Trabalho**
*Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT
**Universidade de Cuiabá - UNIC
"Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto,
descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança
nem sombra de variação".Tg. 1.17
--- Em qui, 17/2/11, João Marcelo Pacheco <hdemp...@yahoo.com.br> escreveu:
De: João Marcelo Pacheco <hdemp...@yahoo.com.br> Assunto: Bíblia LTT (Literal, do Texto Tradicional) Anotada: download gratuito do VT. Centenas de anotações. Para: Data: Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011, 16:06
Repassando para conhecimento:
V.T.: Trabalho iniciado entre 2004 e 2007, basicamente apenas compatibilizando a Almeida-1753 com a KJB-1611 (e, às vezes, à luz de outras 17 Bíblias literais e de algumas exegeses; somente em raros casos de dúvida recorreremos ao hebraico, e sempre consultando quem melhor entenda dele, nós não o dominamos), disponibilizado em versão preliminar em 15.2.2011. No futuro: quanto ao texto principal da Bíblia, ainda há a possibilidade de uma significativa revisão do texto principal, mais uma vez checando-o, de capa a capa, contra a KJB-1611, mas não sei se chegarei a ter vida + saúde + tempo para fazer esta rechecagem; quanto às raras e
concisas anotações, elas poderão crescer substancialmente, em número e profundidade, particularmente explicando passagens difíceis de entender ou que aparentemente têm algum erro ou contradição.
VT anotado, palavras de pessoa da Trindade em azul, última atualização 15.2.2011:
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http://www.4shared.com/file/RDEmO6QI/Js-2Rs-Docx.html |
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http://www.4shared.com/file/fCe2iuL6/1Cr-Pv-Docx.html |
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http://www.4shared.com/file/eNxR6Och/Ec-Ml-Docx.html |
EXPLICAÇÕES, PARA QUE NINGUÉM NOS ENTENDA MAL:
- Hoje, a Almeida Corrigida Fiel (ACF- 2007) é a única opção de Bíblia, entre aquelas sendo impressas, que ainda podemos recomendar ao crente de fala portuguesa. Isto decorre do fato que a ACF- 2007 é basicamente fundada no TT, o Texto Tradicional (Texto Massorético (texto hebraico perfeitamente inspirado desde suas origens e perfeitamente preservado em manuscritos durante milênios, passando por Esdras, até ser conhecido pelo nome de Ben Chayyim, sendo impresso pela primeira vez por Daniel Bomberg em 1524-1525) e Textus Receptus (texto grego perfeitamente inspirado desde suas origens e perfeitamente preservado em manuscritos durante séculos, passando pela Antioquia e Grécia e Vale de Vaudois, sendo impresso pela primeira vez por Erasmo em 1516 com imperfeições
(tipográficas e outras) que só foram totalmente sanadas na terceira edição em, 1522)). Mais precisamente, o Textus Receptus absolutamente perfeito foi o formado (mas não impresso nem publicado) pela comissão de tradutores da KJB- 1611, sendo este praticamente (mas não totalmente) igual ao TR de Beza de 1598 e aos de Stephanus de 1550 e 1551, que são praticamente (mas não totalmente) iguais ao TR de Erasmo. Este milenar Textus Receptus que serviu de base para a KJV- 1611 e que é chamado de TR- 1611 só foi perfeitamente impresso em 1894, por obra de Scrivener).
A ARC (Almeida Revista e Corrigida) também era basicamente fundada no TT, até sua edição para Portugal em 1894. Mas, hoje, tanto a ARC (Almeida Revista e Corrigida) (mais notadamente a da SBB, menos a da IBB) quanto a AEC (Almeida Edição
Contemporânea) são apenas parcialmente baseadas no TT.
Todas as outras bíblias em publicação (ARA [Almeida Revista e Atualizada], NVI [Nova Versão Internacional], etc) e paráfrases (BLH, NTLH, Viva, etc.) e Bíblias católico-ecumênicas (Jerusalém, etc.) são inaceitavelmente alexandrinas, basicamente fundadas em algum extremamente corrompido Texto Crítico (TC), substancialmente diferindo do TT em algumas dezenas de milhares de palavras.
- NÃO estamos desejando que nosso trabalho (nem nenhuma Bíblia nova e diferente da ACF, mesmo que baseada no TT) venha a ser a Bíblia adotada como a única (ou a principal, ou uma das aceitas) a ser pregada e lida em público, e memorizada pelas assembléias e crentes mais defensores da Palavra de Deus: Pela maior ênfase em literalidade, de propósito fizemos nosso trabalho de um tal modo que provavelmente será considerado, por algumas pessoas, como de português não muito fluido e nem muito natural para tal uso.
O que gostaríamos de ver é a ACF ser ainda mais aperfeiçoada na sua literalidade e fidelidade ao Texto Tradicional, à Bíblia João Ferreira de Almeida 1681/1693/1753, e à KJV- 1611. E, assim, continuar cada vez mais, ela, a ACF, a ser a Bíblia adotada, a única lida em público e memorizada pelas assembléias e crentes mais defensores da Palavra de Deus.
O
que gostaríamos de ver é nosso trabalho ser usado principalmente em raros casos especiais, para estudo em privado, por algumas pessoas que [não sabendo as línguas originais, e não tendo ao alcance ou não podendo ou não sabendo ou não preferindo em comodidade ou simplesmente não querendo usar dicionários de tais línguas, nem sabendo ou tendo acesso às grandes traduções fiéis do TT para outros idiomas] desejarem entender melhor uma rara palavra ou expressão ou sentença da ACF, cujo sentido não lhe esteja perfeitamente claro. Se nosso trabalho puder ajudá-los pelo menos em alguns dos casos em que deveria fazê-lo, já estaremos satisfeitos.
- Cremos que cada palavrinha do TT- 1611, o Texto Tradicional- 1611 (aquele hebraico e grego que embasam a King James Version - 1611) é perfeito em cada letra.
Que a KJV, por ser tradução perfeitamente fiel da inspirada Palavra de Deus (o TT- 1611, em hebraico e grego), também é a inspirada Palavra de Deus, agora em inglês.
E que a KJV não tem nem mesmo 1 erro nem 1 falha.
- Mas não cremos que a inspiração e total ausência de erro e falha de uma tradução proíbam que uma sua certa palavra (por exemplo "batismo"), mesmo de modo nenhum estando em franco/ grosseiro/ consciente/ proposital erro, poderia também ser traduzida por outra (por exemplo "submersão"), com algumas vantagens.
- Assim, se a KJV- 1611, a Almeida- 1681/1693/1753, a ACF- 2007, a Reina-Valera (particularmente a 1602 e a 2001 [da Trinitarian Bible Society]), a Reina- Valera- Gomez, etc., somente diferissem em coisas tais como uma ter "lives in", outra ter "mora em", outra "reside em", outra "habita em", etc., então aceitaríamos todas essas Bíblias como, igualmente, 100% inspiradas e 100% infalíveis e inerráveis traduções da Palavra de Deus; e chamaríamos a cada uma dessas Bíblias de "a verbalmente inspirada, a infalível, a inerrável, a supremamente pura e perfeita Palavra de Deus".
- Infelizmente, enquanto nunca vimos nenhum dos muitos ataques à KJV ter razão, enquanto nunca vimos sequer 1 franco erro em sequer 1 das cerca de 560.000 palavras da KJV, não podemos dizer exatamente esta mesma coisa mesmo das melhores Almeida's que já examinamos até hoje (ACF- 2007, Almeida- 1819, Almeida- 1693 [Novo Testamento], Almeida 1753 [Velho Testamento]).
DIRETRIZES SEGUIDAS EM NOSSO TRABALHO (adotadas implicitamente desde seu início em 1997/ 1998, mas somente escritas formalmente em 2002):
Partimos do Novo Testamento da Almeida- 1693 e do Velho Testamento da Almeida- 1753, e, com muito trabalho e máxima atenção,
- os revisamos exaustiva e sistematicamente várias vezes e por várias pessoas, atualizando-os léxica e gramaticalmente de acordo com as atuais regras de grafia e sintaxe, substituindo as suas palavras que se tornaram arcaicas, colocando em ordem mais natural algumas das suas sentenças (aquelas que estão em ordem mais não natural), e, acima de tudo, visando recompatibilizá-los o mais rigorosa e literalmente possível com o TT- 1611.
Além do TT- 1611, sempre usado como critério supremo, também usamos 17 Biblias, para fins de comparação:
- as 5 Bíblias: Almeida- SBTB- 2007 (a ACF-2007), Almeida- TBS- 1948, Almeida- Taylor- 1819, Almeida- 1753, e Almeida- 1693 (só o NT) (importantes porque representam a mais honorável e antiga herança da família de Bíblias- TT em português, traduzidas por equivalência formal;
- as 4 Bíblias: Berry's Interlinear Greek-English New Testament, Young's Literal Translation, Green´s Literal Translation, Darby (em inglês): importantes por serem as traduções mais extremamente literais e por equivalência formal, do Texto Massorético- 1611 e do Textus Receptus de Stephens- 1550 (que só difere cerca de 283 palavras do TR- 1611; dessas diferenças, cerca de 263 são questão de acentuação ou de grafia (diferentes modos de soletrar uma mesma palavra, como "assovio" e "assobio") ou de ordem de palavras, diferenças tão pequenas que são impossíveis de transparecer em português; nos
restantes 20 casos, bem conhecidos, de diferenças zero quanto doutrina mas que transparecem numa tradução, seguimos o TT- 1611 e anotamos isto, com alguns breves detalhes);
- a KJB- 1611, a melhor tradução jamais feita do TT- 1611, mesmo que às vezes deixa um pouquinho de ser o mais extremamente literal, para soar inglês de estilo comum e agradável;
- o VT, traduzido para inglês, da Jewish Publishing Society;
- as 6 Bíblias: Reina- Valera- 1602 (presente do missionário Robert R. Breaker III), Reina-Valera- 2001 (Trinitarian Bible Society), e Reina- Valera- Gomez, em espanhol; Darby (em francês) e Ostervald- 1744, em francês; [a antiga] Diodati em italiano: importantes por serem línguas latinas, de estrutura mais próxima da nossa do que qualquer Bíblia em inglês, alemão, etc. o possa ser;
- (As 3 Bíblias KJB- 1611, Berry e YLT usualmente tiveram bem maior
influência que as outras 17 traduções acima citadas).
- Léxicos, dicionários, e gramáticas do grego e do hebraico, em formato digital e em papel (lembre que a KJB-1611, entendida à luz de um bom dicionário de inglês do século 17 ou 18, é o melhor dicionário/ léxico do hebraico e do grego da Bíblia);
- Algumas exegeses de escritores tais como Dean Burgon, Donald A. Waite, David Cloud, Teno Groppi, Ron Smith, Peter Ruckman, Will Kinney, E. F. Hills, e muitas dezenas de outros que tenho ouvido em pregações ou lido desde 1974;
- Os mais clássicos e profundos e competentes comentários verso por verso e anotações esparsas, tais como os de Adam Clarke's Bible Commentary, John Gill's Exposition of the Entire Bible, Albert Barne's Commentary on the Old and New Testament, John A. Broadus' Commentary on Matthew, John Greenhalgh's Eclectic Notes (Anthology of Commentaries), Jamieson, Fausset and Brown's Commentary (cita muitos
comentaristas rabinos e cristãos dos primeiros séculos), A.W. Pink's Commentary on Hebrews, Expository Bible, Mathew Henry, Scofield, Genebra, etc., em formato digital e em papel;
- Muito importantes foram: a) para Rom-Apo: "Translating For King James - Notes made by a translator of King James' Bible"; authors Bois, John; Allen, Ward; Walker, Anthony; publisher Vanderbilt University Press; e b) para Gen-Atos: as notas marginais dos tradutores da KJV- 1611.
- Etc.
Para cada palavra de cada verso, sempre usei o seguinte: o TT- 1611 já analisado sintaticamente e com números de Strong e com softwares (que, ao repousar do mouse, davam todas as possíveis traduções de cada palavra); todas ou quase todas as 17 mais fiéis e competentes traduções de crentes na Bíblia TT (acima referidas); um bom punhado dos mais ortodoxos e profundos comentários verso por verso (acima citados); mais outro bom punhado de estudos de profundos exegetas (acima citados) que são verdadeiros crentes na Bíblia TT.
Muito freqüentemente, talvez 99% das vezes, tudo isto convergiu de modo unânime para um só modo de traduzir para português.
Com relativa raridade, talvez 0,9% das vezes, a unanimidade não foi total, mas o peso das evidências foi muitíssimo maior em favor de uma tradução, a qual adotamos.
Em casos raríssimos, talvez apenas 0,1% das vezes, à primeira vista o peso das evidências em
favor de uma tradução não era muitíssimo maior que o peso das evidências em favor de outra tradução, de modo que (à primeira vista) poderia parecer haver duas alternativas de tradução quase que igualmente aceitáveis (se usássemos meramente léxicos mais dicionários mais gramáticas), porém ensinando conteúdos algo diferentes. Nesses casos sempre adotamos a alternativa que melhor se encaixava com o contexto (imediato, mediato, e mesmo de toda a Bíblia), a alternativa que melhor se encaixasse com a mais sã doutrina.
Portanto, de tudo que foi dito, pode muito bem ser inferido que a enorme maioria deste atual trabalho NÃO é de modo nenhum uma tradução completamente nova, mas, sim, é o colocar-se no texto principal o que já era consenso ou quase consenso entre todos os mais profundos, competentes e fiéis tradutores e exegetas de todos os tempos, entre os que realmente crêem na Bíblia TT.
Vale
salientar que, no NT, esforçamo-nos para traduzir cada pessoa + número + tempo + modo + voz de verbo do modo mais rigoroso possível (maiores explicações seguem-se abaixo), sempre seguindo as mesmas regras e convenções, sem exceção. Este foi talvez o trabalho que nos tomou mais tempo e que reputamos como mais indispensável. Quanto ao VT, porém, jamais houve um consenso (nem mesmo entre os rabinos judeus que falam o hebraico desde criancinhas}) sobre para que tempo devemos traduzir certas estruturas verbais hebraicas para o inglês e português, razão pela qual abrimos mão deste ideal que nos pareceu inalcançável, e simplesmente usamos os tempos verbais mais comuns entre as principais das 17 Bíblias supracitadas.
Repetimos: há raríssimos casos em que sempre poderão ser achadas algumas pessoas que poderão vir a acusar qualquer tradutor de ter sido dirigido por uma posição teológica e não ter sido totalmente literal, ao
contrário distorcendo a Palavra de Deus e impondo suas posições doutrinárias. Nossa resposta é que, nesses raríssimos casos (em que poderá parecer haver duas alternativas de tradução absolutamente possíveis (meramente pelos léxicos/ dicionários e pela gramática), mas ensinando conteúdos algo diferentes), INESCAPAVELMENTE será necessário obedecermos a algum critério teológico para fazermos a tradução. Isto é, nesses casos é IMPOSSÍVEL qualquer pessoa fazer tradução sem antes fazer uma sadia e honesta interpretação teológica, pois há DUAS alternativas igualmente possíveis dadas pelos dicionários e regras gramaticais, para a tradução de uma palavra. O importante de tudo isto é que adotemos a tradução que melhor se enquadre com TODA a mais SÃ teologia sistemática que se harmoniza santamente com TODA a Bíblia tomada literalmente, ao invés de tomarmos uma tradução que conflite com tal sã teologia e com
toda a Bíblia tomada literalmente.
Exemplificando:
- Em Mt 27:25; Jo 1:13; Ef 1:7; 2:13; Cl 1:20; Rm 3:25; 5:9; He 13:20; 1Pd 1:19; Ap 1:5 a BLH (Bíblia na Linguagem de Hoje) peca total e gravemente ao traduzir "129 haima" para "morte" (referindo-se a Cristo) ao invés do literal "sangue" (de Cristo), e isto é totalmente inaceitável, não é literalismo, nem mesmo é tradução, mas sim odiosa distorção e traição, e isto repudiamos completamente.
- Mas, considerando que
(a) o verbo "2076 esti", usualmente traduzido como "é", também é traduzido como "significa" em Mt 9:13; 12:7; Lc 8:11; At 2:12;
(b) os verbos "são" no versículo "... As sete estrelas são os anjos das sete assembléias, e os sete castiçais, que viste, são as sete assembléias" (Apo 1:20), não são tomados literalmente (seria total loucura considerar que estrelas são literais anjos ou mensageiros- pastores de assembléias, e castiçais são assembléias literais!), são entendidos como "representam, significam";
(c) na linguagem coloquial apontamos para um retrato e dizemos "este É fulano", e o verbo tem o sentido de "significa, representa, é símbolo de, é figura de, serve de memorial para";
(d) Jesus tinha e tem um e somente um corpo físico humano, e ninguém pode ter mais que um corpo literal, simultaneamente, como nas teorias da transubstanciação e da consubstanciação;
(e) se os não fermentados pão
e o suco de uva fossem corpo e sangue literais, a ceia seria antropofagia, odiada por Deus;
então concluímos que, em Mt 26:26; Mr 14:22; Lc 22:19; 1Co 11:24 evidentemente, o sentido do verbo "2076 esti" que se harmoniza com toda a sã doutrina de toda a Bíblia, é "significa, representa, é símbolo de, é figura de, serve de memorial para", e traduzimos tal verbo pela palavra "significa". Note que quemquer que fez a tradução "isto É o meu corpo que é partido por vós" também foi guiado por uma posição teológica, tanto como nós ao traduzirmos "isto SIGNIFICA o Meu corpo". A diferença é que a tradução romanista é absurda, ridícula, e grosseiramente contraria e violenta toda a Bíblia, ao passo que a tradução por nós adotada, tendo exatamente o mesmíssimo respaldo dos dicionários e léxicos e gramáticas, harmoniza-se perfeitamente com toda a Bíblia e não faz ridícula ofensa à todo o bom senso. Maiores e melhores explicações sobre o caso "é" versus "significa" (nos versos Mt 26:26; Mr 14:22; Lc 22:19; 1Co
11:24) são dadas por Zwínglio e outros autores, que escreveram mais longamente sobre este assunto.
Tanto quanto possível procuramos traduzir cada 1 palavra do grego para 1 palavra do português. Só em casos de absoluta impossibilidade disto é que traduzimos 1 palavra do grego para mais de 1 palavra do português. E procuramos nunca deixar sem traduzir para português nenhuma palavra do grego, isto é, procuramos nunca omitir nenhuma palavra do TT- 1611, mesmo aquelas cujas centenas de ocorrências algumas Bíblias (mesmo da família Corrigida) consideram supérfluas. Procuramos respeitar todas as repetições de palavras (redundâncias ou hebraísmos) que algumas Bíblias (mesmo da família Corrigida) suprimiram, com a desculpa de tentarem melhorar o estilo do português.
Para não corrermos o risco de sermos entendidos como acrescentando à Palavra de Deus (Ap 22:18-19), enfatizamos que adotamos a CONVENÇÃO:
- Palavras em itálicas NÃO existem no texto em grego (ou hebraico) e as usamos pelas seguintes razões e usando as seguintes convenções: Julgamos que todo leitor crente cuja língua materna e principal fosse a grega (ou a hebraica) entendia fácil e imediata e consensualmente tais palavras como estando implícitas, e que isto não ocorre tão fácil e tão imediata e tão consensualmente com o leitor médio, em português; por isto julgamos muito conveniente que sinalizássemos o que a mente do crente de língua grega (ou hebraica) entendia, mas deixássemos claro que as palavras não estão explícitas no texto grego (ou hebraico), portanto talvez não precisam ser lidas, particularmente nas leituras em público.
Repetimos: Estas palavras não foram infalível e inerravelmente assopradas por Deus nas mentes dos escritores da Bíblia (não são infalível e inerravelmente inspiradas), são humanas, são
nossas, e talvez falhamos um pouquinho em fazer a melhor escolha para algumas delas, talvez você ou outro crente tenham uma solução um pouco melhor para alguma delas.
- Palavras em itálicas e tachadas e entre parênteses (assim) são, o mais das vezes, usadas para facilitar o entendimento de aquilo a que alguns pronomes se referem, nos caso em que pode haver alguma dúvida que necessita de alguns segundos para se raciocinar e entender. Enfatizamos: Estas palavras NÃO existem no texto em grego (ou hebraico); julgamos que todo leitor crente cuja língua materna e principal fosse a grega (ou a hebraica) entendia fácil e imediata e consensualmente tais palavras como estando implícitas, e que isto não ocorre tão fácil e tão imediata e tão consensualmente com o leitor médio, em português; por isto julgamos muito conveniente que sinalizássemos o que a mente do crente de língua grega (ou hebraica)
entendia, mas deixássemos claro que as palavras não estão explícitas no texto grego (ou hebraico), portanto certamente nunca precisam ser lidas, particularmente nas leituras em público.
Repetimos: Estas palavras não foram infalível e inerravelmente assopradas por Deus nas mentes dos escritores da Bíblia (não são infalível e inerravelmente inspiradas), são humanas, são nossas, talvez falhamos um pouquinho em fazer a melhor escolha em algumas delas, talvez você ou outro crente tenham uma solução um pouco melhor para alguma delas.
- O sinal de parágrafo "¶" (pilcrow sign, em inglês) é usado para assinalar cada início de parágrafo (que é uma unidade autocontida de um escrito, lidando com um único e determinado ponto ou idéia)
sds,
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João Marcelo
(65) 92350118
(67) 91035923
Atos 10. 34, 35
(...) E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas;
Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo.
Caso recebestes esta mensagem ao acaso, favor não: *copiar, divulgar ou tomar qualquer atitude com base nestas informações.