REVISTA ANEFAC - Edição 179 Novembro/Dezembro

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Ana Cristina França | APSIS

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Dec 8, 2015, 2:38:50 PM12/8/15
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Reuniões Técnicas

ANEFAC RIO DE JANEIRO

Tratamento contábil dos Instrumentos Financeiros Compostos

“Os Instrumentos Financeiros Compostos têm sido utilizados com frequência para captação de recursos por parte das companhias. A dificuldade está na forma do tratamento contábil que será empregado”, explicou Rodrigo Amato, diretor executivo responsável pela reunião técnica realizada pela ANEFAC Rio de Janeiro em 3 de setembro. Projetos de Investimentos em Infraestrutura, ou Project Finance - que demandam capital intensivo de credores e cujas garantias são limitadas, são potenciais candidatos a esse tipo de IF em colocações privadas, junto a investidores qualificados.

“No limiar de um evento de default, os credores têm no IF Composto uma salvaguarda adicional para mitigar seus riscos de não recuperação de capital aportado ao projeto. São observadas também colocações públicas de IF Compostos em mercados de capitais desenvolvidos, em algumas jurisdições (EUA e Europa, por exemplo) com o propósito de minorar os efeitos nos preços de um anúncio de potenciais diluições. Surge então um problema de natureza contábil: como mensurar, reconhecer?”, destacou o palestrante Jorge Vieira da Costa Junior, assessor do superintendente de Normas Contábeis e de Auditoria da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).





Ana Cristina França de Souza, ICVS, MRICS
SÓCIA E CONSELHEIRA
+55 21 99321-6195 / +55 21 2212-6850
ana....@apsis.com.br

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