BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS - Publicação inicial de trechos sobre esta ideia - Economia solidária ou compartilhada ? - Banco virtual - Banco Social - Banco Solidário - Trechos de mensagens e postagens

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Luiz Antonio Vieira Spinola

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Feb 5, 2015, 8:21:36 PM2/5/15
to Ambiente Social, jornaldosgruposambiente, ambientea...@googlegroups.com
Grupo-Ambiente relacionado : Ambiente Social
https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!forum/ambientesocial




O QUE É UM BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS
(trechos de mensagens e postagens no ano de 2009)
Publicado em fev/2015

O BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS se adapta inicialmente a pequenas
comunidades, ou a grupos virtuais na internet. Na verdade, é um sistema de
controle para integrar e administrar corretamente as trocas entre aqueles
que disponibilizam produtos novos ou usados, além de serviços. A tendência
da economia futura, mesmo nas grandes instituições, e na sociedade em geral, é
de transitar para esta nova forma de economia, não centralizada e imperativa de
novos tempos.



Suas duas principais características, são :

INTEGRAÇÃO DAS NECESSIDADES - O usuário troca o que puder oferecer
não com alguém que tenha o que ele precisa, mas com qualquer coisa ou
serviço de que necessite. Este sistema cruza as necessidades e os
preenchimentos das mesmas. Por exemplo : Eu tomo de alguém (que tenha
conta no Banco) um relógio que preciso, e esse alguém não precisa dos
tijolos que fabrico. Na minha conta são debitados créditos (que pode
ser em R$ ou em "ORIÁ", por ex, uma moeda de uma comunidade) equivalentes
ao valor de troca do relógio. Uma terceira pessoa toma os tijolos que tenho,
debita o valor em sua conta, e os mesmos créditos vão para a minha conta.
Na conta do que cedeu o relógio é creditado o valor de troca do relógio.
Uma pequena percentagem vai para a conta do BANCO SOCIAL, OU
BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS, ou Banco Solidário a fim de criar
um fundo de reserva e cobrir seus custos administrativos. Este fundo também
é uma reserva para cobrir prejuízos. As sobras serão aplicadas democraticamente
em melhorias ou no financiamento de pessoas, instituições ou projetos.
Pode ser que haja necessidade de alguma taxa em R$ ou ORIÁ.
Enfim.... é uma forma de tramitar informações e não dinheiro em
espécie ( mas pode, também )


INTEGRA OFERTAS E DEMANDAS
O Banco Solidário e Virtual de Produtos e Serviços é um sistema que
integra ofertas e demandas, de coisas e prestação de serviços. Um
crédito especial é dado aos correntistas para que as ofertas e as
necessidades sejam preenchidas adequadamente. Todas as
disponibilidades serão publicadas na sessão "páginas", à direita,
podendo seus dados informativos serem alterados . Os créditos
recebidos como serviços serão tabelados pelo banco, existindo uma
relação muito próxima entre serviços especializados e serviços comuns.
Esta é uma das características de um banco solidário.
Para ler mais, clique à direita em "pages", e depois em "Banco Virtual
de Produtos e Serviços"

COMO FUNCIONA
Funciona assim : Após a abertura de sua conta - com informações de
quais produtos e serviços você pode fornecer - você vê na página de
divulgação de produtos uma camiseta com pintura artesanal e gosta (por
ex.). Envia, então, um email ao grupo solicitando a camiseta. O agente
de intermediação de oferta e procura do banco informa ao dono da
camiseta que envie para o seu endereço postal a pretendida camiseta.
Quando você receber, deverá notificar à administração. Após, o valor
em créditos - 10% (que pode ser uma moeda solidária própria - proposta
ser o "laboro") será creditado na conta do dono original da camiseta.
Na sua conta constará um débito equivalente ( ficará com saldo
negativo temporário). Os -10% vão para a conta do próprio banco para a
formação de um fundo com várias finalidades, dentre as quais a
cobertura de contas mantidas no negativo por um tempo prolongado
(espera-se não acontecer). Se no futuro houver muita movimentação será
necessária a cobrança de uma tarifa para pagamento do agente de
intermediação.



Como criar uma conta no primeiro Banco Solidário e Virtual de Produtos
e Serviços

Primeiro peça a um amigo(a), que já é membro correntista, que o
indique. Veja relação de membros correntistas
Se não tiver, envie para o email do grupo o seu nome e quais as suas
disponibilidades de remeter pelo correio produtos novos ou usados, de
tamanhos ou valores que compensam a remessa, principalmente objetos
artesanais e artísticos, CDs ou DVDs, de própria produção -
infoprodutos - , com arquivos de mais de 20 M, além de outros
produtos, preferencialmente feitos por você mesmo(a). Coisas usadas em
excelente estado, e que compensem a remessa pelo seu valor e tamanho,
também podem ser disponibilizados. Envie também informações de quais
serviços você poderia prestar via internet. A aprovação da conta
ficará sujeita à aprovação da administração do Banco, ou seja, você
deve ser uma pessoa de boas intenções e precisa provar isto ao email
que lhe será fornecido posteriormente. A sua solicitação de conta será
publicada como um "tópico de discussão" e, depois de aprovada, as
informações dos seus produtos e/ou serviços irão para a primeira
página da "feira de trocas virtual".



Esta modalidade de banco será de participação democrática e suas
transações serão transparentes. ( Futuramente poderá ser criado o
banco de transações restritas ).


CONCEITO SOLIDÁRIO DO MÁXIMO E DO MÍNIMO PARA MÃO DE OBRA

Os serviços são valorados em uma tabela aceita antecipadamente e pré-
estabelecida, onde há um valor máximo de mão de obra e um valor
mínimo. Por exemplo : os integrantes acordam que o valor máximo nunca
vai ser mais que o dobro do valor mínimo. Um dentista da comunidade
(ou melhor, do banco), vai receber por hora, digamos, R$12,00. Um
trabalhador que for capinar o seu quintal receberia R$6,00, também por
hora. Ou seja : os salários máximos e mínimos são aproximados
quando se referirem a créditos ou débitos dos correntistas do BANCO.
Se desejarem, o valor de mão- de-obra pode ser o mesmo para
qualquer profissão.


Esta segunda característica é, principalmente, o que faz deste
banco, realmente, um SISTEMA de informações de trocas "SOLIDÁRIO".
(além de outras).
Quanto às regras básicas para operacionalização....Não é difícil
imaginar e criar....


1 - Olá Luiz e Fred,

Não sei se nossa ecovila (Viver Simples) é a primeira de Minas Gerais
(em projeto) mas em manifestação material, acredito que sim. Nosso
intento é inspirar outras várias a surgirem aqui em Minas ou em
qualquer outro estado. Estou à disposição para ajudar qualquer pessoa
interessada em saber sobre nossos acertos e erros, caso possa ajudar.

Aproveito para convidar todos para uma visita virtual a nossos dois
sites, ou uma visita mesmo pessoal, de preferência nos finais de
semana.
www.viversimples.com.br ou
http://ecovilaviversimples.ning.com/


Nesse ultimo site podem participar do grupo quem está se unindo para
nos ajudar a CRIAR A MOEDA SOCIAL LOCAL.


Podem também ali assistir ao video Zeitgeist Adendum, um filme excepcional
que nos mostra o quanto o sistema monetário que usamos está nos escravizando.
Não é nada fácil criar A MOEDA E O BANCO SOCIAL na região do sul de
Minas. Mineiro é culturalmente muito desconfiado. Isso é explicado
claramente dentro do Taoismo pelas leis dos 5 elementos. Metal é
contração, é interiorização. Mas estamos caminhando.


Nossa MOEDA vai se chamar ORIÁ, nome sagrado indígena dessa terra, que
só os antigos do local reconhecem, mas que tem o poder de nos remeter
ao tempo em que os homens eram livres e viviam mais em contato com
nossa mãe Gaia.


Para criar um BANCO SOCIAL é preciso sensibilizar a população local, e
apesar de já termos as condições legais para isso, preferimos iniciar
com as feiras de trocas, seus agente e esse caminhar lento necessário
ao entendimento pleno da cultura local.


Considero-me como alguém que sempre amou e se dedicou ao
conhecimento. Mesmo assim, levei dois anos estudando para compreender
a importância vital da mudança do sistema monetário para a
sobrevivência de qualquer ecovila.


Não quero tomar o tempo de vocês contando tanta história. Adoro
histórias, e nesse local solitário onde vivo, na zona rural de
Itamonte, em Morro Grande, antiga Oriá, as histórias fervilham, e dá
muita vontade de contar todas aqui nessa mensagem.


Por hora só quero responder ao convite do Fred para falar um pouco
sobre MOEDA SOLIDÁRIA, e me colocar à disposição no que possa ajudar,
e pedir ajuda aos que já possuem experiência sobre esse assunto.


Recebemos uma cartilha ensinando o passo a passo nessa direção, criado
pelo Heloisa Primavera e sua equipe, e coloco à disposição de todos
que estejam interessados e que precisam de saber como fazer. Se posso,
e se querem, posso postar ou pedir ao Fred que o faça.


Estamos nesse momento criando um grupo de moradores locais para
estudar essa NOVA ECONOMIA. Segundo a cartilha, precisamos formar 10
pessoas que, de posse desse conhecimento, possam mobilizar a população
tradicional de Morro Grande a se libertar desse sistema desumano e
criar seu próprio desenvolvimento.


As informações todas do processo estão no site do NING de nossa
ecovila.


Obrigada, Luiz, por nos oferecer ajuda. Ela será bem vinda e gostaria
imensamente de saber qual foi o resultado de sua experiência com a
FEIRA DE TROCAS. Ainda existe? Em que local ela acontece??

Um abraço a todos os amantes das ecovilas. Moro aqui na Viver Simples
e posso garantir que é maravilhoso, mesmo com tantas dificuldades
inerentes as coisas pioneiras. O ar puro, a alimentação saudável, o
calor do sol, o som das águas de nossos rios correndo, agem como um
bálsamo e nos impulsionam para seguir em frente!! Vale a pena!!

Muita luz!


2 - MOEDA SOLIDÁRIA, ou social.... Muito bom !!

Uma certa vez andei tentando bolar um "BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS".
Parecem ser ideias similares. O banco seria um tipo de controle
virtual ou real de créditos e débitos dos possuidores de conta.
Ao invés de rolar dinheiro, tramita informações sobre créditos e
débitos de coisas novas ou usadas e de serviços. O banco pode ter,
logicamente, uma moeda própria.
Gostaria de trabalhar estas ideias com a Ly !!

Abraços a todos,

Luiz.


3 - Luiz e amigos do grupo,

Realmente me encanta a maneira como escreve seu xará Luiz Eduardo.
Muito transparente e altamente explicativo seus textos.


A Ly a que se refere, Luiz, é uma das integrantes da ecovila Viver
Simples, localizada em Itamonte, Minas. Se não estou equivocado (Ely
pode nos informar) Viver Simples é a primeira ecovila criada no
estado.

No momento eles estão no processo de criação da MOEDA SOLIDÁRIA local,
envolvendo a comunidade rural de Morro Grande. Ely está precisando de
voluntários para colaborar com esta iniciativa. Algum interessado???
Fique a vontade para falar sobre a criação da moeda, Ly!

Saudações, Fred



Ely, Fred e amigos,


Ely...Não tive experiências com feira de troca. O que citei foi sobre
o BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS

Pode ser, também, UM BANCO VIRTUAL PARA TROCA DE INFOPRODUTOS E
OUTROS.

Vou descrever genericamente. Talvez contribua, de alguma forma, para a
implantação da MOEDA SOLIDÁRIA aí em Morro Grande :



O BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS se adapta inicialmente a pequenas
comunidades. Na verdade é um sistema de controle para administrar
corretamente as trocas entre aqueles que tem produtos novos ou usados,
além de serviços.


Suas duas principais características, são :


INTEGRAÇÃO DAS NECESSIDADES - O usuário troca o que puder oferecer não
com alguém que tenha o que ele precisa, mas com qualquer coisa ou
serviço de que necessite. Este sistema cruza as necessidades e os
preenchimentos das mesmas. Por exemplo : Eu tomo de alguém (que tenha
conta no Banco) um relógio que preciso, e esse alguém não precisa dos
tijolos que fabrico. Na minha conta são debitados créditos (que pode
ser em R$ ou em ORIÁ) equivalentes ao valor de troca do relógio.

Uma terceira pessoa toma os tijolos que tenho, debita o valor em sua
conta, e os mesmos créditos vão para a minha conta.


Na conta do que cedeu o relógio é creditado o valor de troca do
relógio. Uma pequena percentagem vai para a conta do BANCO SOCIAL, OU
BANCO DE PRODUTOS E SERVIÇOS a fim de criar um fundo de reserva e
cobrir seus custos administrativos. Pode ser que haja necessidade de
alguma taxa em R$ ou ORIÁ.


Enfim.... é uma forma de tramitar informações e não dinheiro em
espécie ( mas pode, também )



CONCEITO SOLIDÁRIO DO MÁXIMO E DO MÍNIMO PARA MÃO DE OBRA -


Os serviços são valorados em uma tabela aceita antecipadamente e pré-
estabelecida, onde há um valor máximo de mão de obra e um valor
mínimo. Por exemplo : os integrantes acordam que o valor máximo nunca
vai ser mais que o dobro do valor mínimo. Um dentista da comunidade
(ou melhor, do banco), vai receber por hora, digamos, R$8,00. Um
trabalhador que for capinar o seu quintal receberia R$4,00, também por
hora. Ou seja : os salários máximos e mínimos são aproximados quando
se referirem a créditos ou débitos dos correntistas do BANCO. Se
desejarem, o valor de mão-de-obra pode ser o mesmo para qualquer
profissão.


Esta segunda característica é que faz deste sistema, realmente um
SISTEMA de informações de trocas "SOLIDÁRIO".


Quanto às regras básicas para operacionalização....Não é difícil
imaginar e criar.

Atenção : Se você ainda não se cadastrou neste grupo, e não solicitou
a abertura de sua conta, leia instruções na página inicial :
http://groups.google.com/group/ambientesolidario


RESUMO DAS SOLICITAÇÕES ABAIXO :

ENVIE :

1 - Nome do produto ou objeto que deseja disponibilizar.
2 - Descreva como é, ou está, o seu produto(s). Se achar que é
necessário, faça mais esclarecimentos.
3 - Diga qual o valor de troca que quer por este(s) produto(s).
4 - Se desejar ( é bom !! ) envie uma foto de cada produto/objeto.
5 - Se desejar, envie o seu email ou site para ser publicado, a fim de
que pessoas não correntistas comprem o seu produto ou serviço
diretamente. Não há problemas.
6 - Para serviços, os mesmos itens acima, porém leia antes "SERVIÇOS", abaixo.

Envie para :
ambiente...@googlegroups.com (Propomos que este banco seja de
operações transparentes). Logo teremos um email para você enviar dados
restritos, como o endereço completo.


Olá !!


Bem-vinda(o) ao Banco Virtual e Solidário de Produtos e Serviços !!


O seu cadastro foi aprovado por indicação de uma(um) correntista ou
por análise das informações enviadas por você.

O primeiro passo agora é você enviar-nos as informações sobre quais
produtos e/ou serviços irá disponibilizar. Estas informações, depois
de completas, serão adicionadas à Página de Divulgação.



PRODUTOS :

1 - Podem ser disponibilizados : objetos artísticos, produtos
artesanais de utilidade, produtos resultantes de pequenas fábricas
familiares, CDs ou DVDs com conteúdos "pesados" em Megabytes,
provenientes principalmente de própria produção em áudio ou vídeo.
Inúmeros são os infoprodutos que poderão ser disponibilizados !!
Observe-se as restrições impostas pelos Correios. Quaisquer coisas
usadas, de tamanho e valor que compensem o envio pelo correio, devem
ser de tal natureza que não ofereçam risco de quebra quando estão
sendo transportadas.
OBS : Por enquanto sabemos que as tarifas de remessa variam entre
R$4,50 (para CDs ou DVDs) até mais de trinta reais, dependendo do
tamanho, peso e se vai por sedex ou não. Só pode enviar para ser paga
a tarifa pelo recebedor se for por sedex. Estes problemas e detalhes
de remessas pelo correio serão esclarecidos posteriormente.

2 - Para garantir a confiabilidade do sistema, pede-se citar
pormenorizadamente o estado do objeto ou produto, como aparência
externa, funcionamento e mesmo restrições ou possíveis defeitos. O
ideal é disponibilizar produtos novos ou em ótimo estado, que
correspondam realmente às descrições fornecidas.
Envie, por este motivo, uma frase descritiva do produto/objeto,
procurando ser o mais real possível, e não como no mercado comum, onde
muitas propagandas utilizam-se de "técnicas de marketig ludibriantes".
O intuito da página de divulgação é informar.

3 - Quanto ao valor do produto : Tudo no banco solidário é proposto.
Então você deve propor que seu produto deve ter um valor de troca de
R$.....(reais). Se transcorridos 30 dias constatar-se que a razão de
uma eventual não solicitação do seu produto/objeto for devido a um
valor elevado, então você mesmo, o agente de intermediação do banco ou
outros correntistas deverão propor uma redução do preço, (ou melhor,
do valor de troca).

4 - Uma foto do produto, ou produtos, é interessante para inclusão na
página de divulgação, juntamente com a frase descritiva, porém não é
obrigatória.

5 - Quanto a CDs ou DVDs : Séries de fotos, vídeos e coleção de
arquivos formatados e de bom conteúdo educacional, artístico, cultural
ou outros. Sugere-se que conteúdos úteis de até 20 Megabytes, mais ou
menos, sejam publicados gratuitamente em sites da internet. Acima
disto é que devem ser disponibilizados como infoprodutos. Porém, isto
não é regra.
Observe que a página de divulgação do banco será uma opção a mais para
você "vender" o seu produto.

6 - A adicionar.... ( faça sugestões ou perguntas que irão induzir
novas regras ou orientações).
Propostas acima : em 12/11/09. Prossegue....


SERVIÇOS :

(Adicionado em 5 de fev/2015 : há um tendência atual de equivaler a
hora trabalhada em um pouco mais de 1% do salário mínimo PARA QUALQUER
PROFISSÃO OU HABILIDADE PRESTADA)

1 - Muitos são os serviços que você pode oferecer para serem prestados
via internet. Podemos designá-los de "info-serviços". Consultas e
assessorias de várias naturezas; cursos diversos, correções e
melhorias em textos, etc....Estimula-se a prática da livre e gratuita
disseminação do conhecimento. Portanto, sugerimos que você preste
serviços que não poderiam ser feitos de outra forma, isto é, que não
são resultantes de simples envio de informações pré trabalhadas e
repetitivas. Estas, podem ser publicadas e acessadas gratuitamente. Os
info-serviços devem pressupor um trabalho real executado especialmente
para os solicitantes.

2 - Envie o valor proposto para o seu serviço.
Uma das características mais importantes de um verdadeiro banco
solidário é o princípio da aproximação de valores de mão-de-obra.
Considera-se que, para se alcançar uma justiça social mais completa,
seja necessário não apenas políticas públicas de maior distribuição de
rendas, mas também uma conscientização e vivência, por parte da
sociedade, de princípios de maior equanimidade na valoração dos
serviços. Ler, por ex, PROCURAM-SE : (ou no Google, digitar
"auto-desapropriação")
http://groups.google.com.br/group/ambienteinfoera/web/procuram-se?version=6
Desta forma, propõe-se que adotemos a regra do serviço máximo não
exceder ao mínimo em mais de 100%, ou seja, entre os correntistas, o
serviço de valor máximo não ultrapassará o dobro do valor do serviço
mínimo. Ainda em outras palavras, serviços simples serão sempre a
metade dos serviços de muita especialização. No mercado capitalista de
trabalho comum uns chegam a ganhar até 100 vezes mais que outros (a
maioria) (por ex, relação min = R$465,00 e máx. = R$46.500,00, ou 100
vezes mais). Não é um absurdo ?
Estamos propondo duas vezes mais. Por exemplo, que alguém, de
profissão simples, possa ganhar o mínimo de R$6,00 por hora = R$48,00
por dia = 960,00 por um mês de 20 dias úteis (48 X 20 = 960)
....(Valores em nov/2009)
E que alguém, de profissão ou serviço mais especializado, possa ganhar
entre R$960,00 a R$1920,00.
Esta proposta, com certeza, aproxima os valores de serviços entre os
correntistas, e esta é uma importantíssima característica do banco
solidário !!

3 - Como valorar, então, o seu serviço :
O seu serviço pode ser por hora ou por tarefa. Se por hora, fica mais
fácil. Por ex, para a correção de textos, defina que vc gasta uma hora
para revisar até quatro páginas. Então você pode pedir, como valor de
troca do seu serviço, a quantia de R$10,00 por hora, ou por textos
entre uma a quatro páginas (seria um valor mínimo para textos
pequenos). Oito páginas seriam 20 reais, e assim sucessivamente. No
final, some mais uma hora para cobrir tempo de contatos e
administrativos. Neste último caso, a correção de oito páginas ficaria
por 30,00 reais.
Se o seu serviço for por tarefa, fazer o mapa astral por ex., então
tenha uma noção aproximada de quanto tempo você gasta para fazer um
mapa astral bem feito. Some a este tempo mais uma hora para cobrir
imprevistos e contatos administrativos. Digamos que você chegue a 4
horas e deseja valorar o seu serviço em 8,00 reais por hora. Então 8 X
4 = R$32,00 reais por consulta para mapa astral. Se você considera que
o mapa astral merece a valoração máxima, pode propor, não há
problemas. A valoração máxima, agora, é de R$12,00 por hora.( o dobro
de R$6,00).

INFORME SE DESEJA QUE O SEU EMAIL, OU SITE DE VENDA, SEJA INCLUÍDO NAS
INFORMAÇÕES DO SEU PRODUTO(S) OU SERVIÇO(S), NA PÁGINA DE DIVULGAÇÃO
DO BANCO.

Não há problemas você vender diretamente a pessoas não correntistas
que queiram comprar ou contratar !!

Inicialmente as seguintes regras propostas deverão ser implementadas
até que surjam alterações de consenso :


1 - Embora um sistema virtual de controle de trocas não necessite de
uma moeda, pois pode tramitar apenas "créditos", sugerimos a criação
de uma moeda universal, o "Laboro", que em esperanto significa
trabalho. A escolha advém do fato do trabalho ser, talvez, a forma
mais universal de se valorar algo.

2 - Um laboro (L$) equivale a seis reais (R$) ( 1L$ = 6R$ ) em
novembro/2009. A escolha da relação procura valorar uma hora de
qualquer trabalho braçal ( que em todo o mundo exige o mesmo esforço
). Se pensarmos em uma maior justiça social no Brasil(R$), um dia de 8
horas de um(a) trabalhador(ora) mais simples, equivaleria a R$6,00 X 8
= R$48,00 diários, ou 22 X R$48,00 = R$1056,00 mensais. Este valor
equivale, ainda, ao dobro do salário mínimo atual no Brasil. A
filosofia do banco social solidário é definir uma relação máxima e
mínima para serviços especializados e outros mais simples.

3 - A proposta inicial é que a definição da relação entre valores de
serviços, mão-de-obra ou salários seja de no máximo 100%, ou o dobro.
Desta forma, serviços super especializados nunca seriam mais que o
dobro dos serviços simples. A questão é que esta relação extrema é
muito difícil acontecer via serviços internet (virtual). No entanto,
fica o princípio, que pode ser aplicado em Bancos de Produtos e
Serviços reais.

4 - Quanto às regras de transações (Trocas) :

a) - O capital inicial do banco é formado dinamicamente, à medida que
as transações vão se efetuando. De onde vem o crédito ? Dos primeiros
correntistas que enviarem produtos ou serviços sem gastarem os
créditos recebidos. Esta é a primeira característica de um banco
solidário. Os próprios participantes emprestam uns aos outros. Os que
tem créditos estão emprestando aos que tem débitos.

b) - No entanto, deve haver um limite de débito, ou saldo negativo, a
partir do qual o correntista deve providenciar diversificar a sua
disponibilidade de produtos ou serviços, além de colaborar para uma
maior divulgação dos mesmos ( a fim de que ocorram solicitações
efetivas e a inclusão de créditos em sua conta )

c) - O limite negativo acima será inicialmente de L$8,00 (oito
laboros, ou R$48,00). Após, o correntista deve ofertar mais produtos
para que aumentem as chances dos mesmos serem requisitados e seu saldo
ficar positivo ou , pelo menos, zerado.

Pode também fazer mais divulgações em vários sites, além de convidar
amigos(as) idôneos(as) a participarem do banco e efetuarem, logo de
início, solicitações de seus produtos ou serviços. O envio de dinheiro
para zerar ou positivar a conta não será adotado, pois oficialmente
não somos uma instituição financeira. Futuramente, e em certos casos,
isto poderá acontecer.

d) - Os correntistas que acumularem créditos poderão "gastá-los" com a
solicitação e o recebimento de produtos e serviços de outros
correntistas. Caso os produtos ou serviços não interessarem ao
correntista em crédito, poderá indicar amigos e amigas(idôneos) a
participarem no banco, transferindo para os mesmos parte dos seus
créditos. Pessoalmente, recebe da forma que lhe convier.

e) - Os créditos referidos na transação acima (em d) somente são
transferíveis entre os participantes, ou seja, entre correntistas.
Lembrando que qualquer correntista é aprovado pela indicação de outro.

f) - As despesas de correio devem ser cobertas pelo solicitante e
recebedor do(s) produto(s).

Continua....



DÊ SUAS SUGESTÕES !!




É POSSÍVEL UM MUNDO SEM DINHEIRO ?.....

"Muitos ficam aturdidos por tanta ganância, lutas competitivas e
desejo exacerbado pela gastança dos bens materiais, ainda mais quando
estimulada pelas propagandas".

A decepção de muitos é tão grande que preferem descobrir a
possibilidade de viverem em "Um Mundo Sem Dinheiro", motivo da
formação de um grupo, coordenado pela amiga Tatiana Regina, desejo
este que participo e compreendo como sendo "Um Mundo Sem Este
Dinheiro", ou um mundo onde as pessoas optaram por deixar para trás as
bases instintivas que sustentam quase todo o sistema econômico do
mundo. Em um mundo sem este dinheiro, viveríamos sem o instinto
natural e animal de apropriação. No caso dos seres humanos, da
apropriação dos recursos da natureza por indivíduos, grupos e nações e
da apropriação do conhecimento, motivo que aparentemente justifica
ganhos com defasagem extrema entre os profissionais detentores de
instrução e os com pouca ou nenhuma instrução. É a apropriação do
conhecimento.

Para entender um pouco mais, vamos voar ao passado e tentar imaginar
como teria sido inventada a primeira moeda.

É provável ter sido lá pelas épocas antigas dos faraós, ou antes, no
tempo dos sumérios e acádios, não sei....Mas certamente foi assim : No
início apenas permutavam suas coisas, serviços e produtos entre
famílias e nas feiras. O José criava galinhas e levava-as para a
feira. Precisando de um couro de boi, ao chegar lá, perguntava ao
curtidor "Você quer trocar um couro com duas das minhas galinhas ?".
Se coincidisse o curtidor estar precisando de galinhas, tudo bem. Mas
geralmente ele redarguia assim "Eu preciso é de um pote de água. Vai
por aí e troca as suas galinhas com um bom pote de água, e depois
volta aqui, que trocamos"....Lá ia o José procurar uma artesã de potes
de barro. Quando a encontrava, até que a coisa não se complicava muito
quando ela aceitava três galinhas por um grande e bonito pote de água.
E José voltava ao curtidor....Que canseira pra conseguir o que
precisava....

Então, alguém criativo daqueles tempos, imaginou criar uma coisa
pequena e valorosa que pudesse representar as muitas coisas que todos
tinham. Deve ter ido lá no patriarca, ou rei, exposto sua ideia, e daí
surgiu a primeira moeda.

O patriarca, vendo que era mais fácil para ele ajuntar moedas de ouro,
comprou de pronto a ideia e a colocou em prática. Todo mundo gostou,
pois facilitou muitíssimo todas as trocas !!

Muito bem !! Mas o problema é que o instinto de apropriação já existia
bem antes de aparecer a primeira moeda, ou dinheiro. Os seres humanos,
assim como os animais, tomam para si e sua família um território.
Sempre fizeram o mesmo. A diferença é que os animais, por restrição
das leis naturais, só se apropriam do território, seus alimentos e
encantos de prazeres. Os homens começaram a se apropriar de mais
coisas, como as terras com árvores de melhores madeiras, as baixadas
com barros especiais, as minas de ferro, ouro, prata e tudo o mais. E
todas aquelas coisas, apropriadas à força, foram paulatinamente sendo
acumuladas e transferidas de pai para filho, e assim sucessivamente
até hoje.

Outras apropriações também se fizeram presentes nos desígnios dos mais
fortes : a apropriação dos outros seres humanos, como escravos e
servos. Também como trabalhadores. Tudo era apropriação, assim como
ainda o é até os dias atuais. Apropriação é "tornar algo propriedade
se si", "tornar próprio de si mesmo". Puro e compreesivo instinto
animal !! Este é um dos pilares que sustenta a sociedade moderna.
Parece que não, mas é. Infelizmente, é !!

A inteligência foi se desenvolvendo ao longo da história humana.
Conhecimentos e habilidades foram sendo adquiridas, acumuladas e
ensinadas de uma geração para outra. O conhecimento também foi alvo da
apropriação desde o início. Como os mais fortes eram poucos, criou-se
uma distinção entre eles e os restantes. Haviam também os
intermediários. Era o surgimento das classes sociais. E elas existem
até hoje, em certo sentido mais nítidas ainda !! As classes daquele
tempo, assim como as de hoje, viam na posse do conhecimento uma
estratégia para manterem-se no poder, ou melhor, criaram a falsa
ilusão de que aquele que tem mais conhecimento merece ganhar bem mais
que aquele que não tem. Pode haver uma distinção, sim, a titulo de
estímulo para a aquisição do saber, porém não tão distanciada daqueles
que são desprovidos de habilidades e conhecimentos.

Sempre foi assim : quem, na antiguidade, aprendia a profissão de
ferreiro, certamente ganhava bem mais que os simples trabalhadores
braçais. Não porque o ferreiro merecia mais por ter se instruído com
um mestre, mas porque ele pertencia a uma classe que se apropriava do
conhecimento para cobrar mais caro por seus serviços. E é assim até
hoje.


Nos dias atuais, por exemplo, um técnico estuda (desde a meninice) 11
anos para adquirir o seu diploma de técnico em refrigeração. Após dois
anos de alguns pequenos cursos de especialização, começa a trabalhar
ganhando, digamos, 2 salários mínimos (em torno de R$920,00). Um
porteiro de um edifício que exige o 8º ano do primeiro grau começa
ganhando um salário mínimo. Ou seja, porque um estudou 3 ou 4 anos a
mais que o outro, tem o aparente direito de receber o dobro,
mensalmente, pelo resto de sua vida, digamos por longos próximos 50
anos (considerando que esta diferença continuará a existir) e que
neste exemplo hipotético os dois não prosperam em suas possíveis
carreiras.

E há, ainda, comparações mais extremadas. Se o referido técnico
continuasse a estudar mais uns 6 anos, terá a socialmente aceita
remuneração mensal (inicial) de 4 salários mínimos.

Na matemática : 8 anos de estudo : 1 salário/mês(inicial) por 50 anos
12 anos de estudo : 2 salários/mês(inicial) por 50 anos
18 anos de estudo : 4 salários/mês(inicial) por 50 anos.

Há dois problemas aí : O primeiro é que a proporção não está correta.
O último estudou um pouco mais que o dobro em relação ao primeiro,
porém vai receber 4 vezes mais.

O segundo problema é que estes valores defasados não são por um tempo
limitado, mas por toda uma vida.

A correlação é relativa. Portanto, para entender, não imagine
profissionais que se iniciam e progridem em suas carreiras. (pode até
ser, desde que se entenda os três profissionais progredindo igualmente
em cada uma de suas carreiras) A comparação faz sentido quando se
refere à profissão e não a um determinado profissional.

Enfim, o que ocorre, na verdade, é que, até em nossa sociedade dita
evoluída, o instinto da apropriação domina as relações do "mercado" de
trabalho. E essa apropriação está diretamente ligada ao argumento da
preservação da classe social. O técnico e sua esposa dizem assim : "É
justo, e precisamos ganhar dois salários para pagarmos nossas contas e
comprarmos nossas coisas que custam o dobro das contas e coisas do
porteiro e sua família"....Esse argumento é uma ilusão, um sofisma !!
As pessoas não são conscientes deste falso patamar, mas esta é a
realidade. Nos dias de hoje, as diferenças exacerbadas e distanciadas
de ganhos parecem justas e são consideradas normais.

O sentido de apropriação do conhecimento é este : "Quero e só aceito
ganhar tanto porque sou proprietário deste conhecimento" . "Se tenho a
posse dele, sou o proprietário"....Esta afirmação é mais um sofisma :
O conhecimento é sempre adquirido, ou seja, foi absorvido de fora para
dentro. O conhecimento profissional é, quase em sua totalidade,
recebido de um professor, de um mestre, de alguém que ensinou. Por
outro lado, este professor também aprendeu com outro e assim
sucessivamente retroagindo aos vários estágios de aquisição antiga do
conhecimento. Um novo conhecimento é sempre agregado aos existentes, e
o enriquece.

Mesmo os conhecimentos criativos, ou seja, aqueles que os sábios,
artistas e cientistas adquirem , não são genuinamente deles mesmos,
pois estes dons (inspiração, inteligência) eles não conquistaram :
foram-lhes concedidos generosamente pela natureza (ou por Deus).
Portanto, se um artista ou um pesquisador disser : " Isso que criei é
meu", não estará dizendo a verdade. Ele apenas produziu algo de novo a
partir de dotes naturais não adquiridos e da utilização de elementos
criados ou desenvolvidos por outros.

Enfim, o conhecimento, como um todo, é como um rio que nasce pequeno e
que cresce e flui à medida que regatos e riachos vão nele se
desaguando. No final, de quem é a água do rio ? Da primeira nascente,
do primeiro regato que desaguou, de um determinado riacho afluente
?.... De nenhum deles. A água, nem ao rio pertence. Talvez ao
mar....Ou mesmo nem ao mar, à atmosfera....Na analogia, o conhecimento
humano é propriedade de todos os seres humanos !!

Como pode, então, uns ganharem absurdamente mais que outros só porque
deteem um certo grau de conhecimento ? Como vimos, este comportamento
é de origem instintiva e animal. É o instinto de apropriação.

Mas será que nós, humanos, devemos ser sempre assim ? Parece tão
normal !!... Porém é egoístico, é apropriativo e, sob um certo ponto
de vista, é até mesmo uma apropriação indébita.

Temos o poder de entender estas influências naturais e ,em seguida, o
poder de decidir tomar outro caminho. Podemos "reprogramar" nossas
bases individuais e sociais a fim de que não mais permitam a
apropriação. É uma questão de opção. Podemos optar por um mundo onde
seres humanos realmente civilizados distribuam mais equitativamente o
resultado final de todas as suas conquistas e atividades produtivas.

É isto !! Apropriação de recursos naturais e de conhecimentos. A
correlação é evidente : apropriação de bens e serviços. Nesta base
primitiva é onde se alicerça quase toda a estrutura econômica atual.

Vamos mudar isso ?....Para relações que respeitem os iguais direitos
de todos os seres aos recursos da natureza e para relações que também
respeitem a origem "desindividualizada" de todo conhecimento. Apenas
pessoas com esta consciência poderão vivenciar uma sociedade realmente
justa !!

Luiz A. V. Spinola - Publicado inicialmente no grupo Ecovilas
E também no grupo Ambiente Ecológico - Ecovilas
Lagoa real - BA, 27/10/2009


PUBLICAÇÃO DOS TRECHOS ACIMA EM 5 DE FEV DE 2015



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