O ESTADO PLANETÁRIO DA TERRA E DA VIDA - Dr. Alexey N. Dmitriev

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Luiz Antonio Vieira Spinola

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Feb 21, 2008, 5:22:36 PM2/21/08
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ESTADO PLANETÁRIO FÍSICO DA TERRA E DA VIDA

DR. ALEXEY N. DMITRIEV


Publicado em russo, traduções de IICA, Volume 4, 1997
*Professor of Geologia e Mineralogia, e Membro Chefe Científico do Instituto
Unido de Geologia, Geofísica e Mineralogia, Departamento Siberiano da Academia
Russa de Ciências, Especialista em Ecologia global.
Tradução para o inglês e edição: A. N. Dmitriev, Andrew Tetenov, e Earl L.
Crockett

Atuais alterações planeta físicas da Terra estão se tornando irreversíveis.
Existe forte evidência de que estas transformações estão sendo causadas por
material altamente carregado e não uniformidade energética no espaço
anisotrópico interestelar que tem se quebrado na área interplanetária de nosso
sistema solar. Esta "doação" de energia está produzindo processos híbridos e
estados excitados de energia em todos os planetas, bem como no Sol. Os efeitos
aqui na Terra estão para serem encontrados na aceleração da mudança de pólo
magnético, na distribuição vertical e horizontal do conteúdo de ozônio, na
aumentada freqüência e magnitude de significativos eventos catastróficos
climáticos.

Há a crescente probabilidade de que estamos nos movendo para um rápido período
de instabilidade de temperatura similar àquele que aconteceu a dez mil anos
atrás. As respostas adaptativas da biosfera e humanidade, estas novas condições
podem levar a uma total revisão do alcance das espécies e vida na Terra.

É somente por meio de um profundo entendimento das mudanças fundamentais que
ocorrem no meio ambiente natural que cerca os nossos políticos e cidadãos que
seremos capazes de alcançar o equilíbrio com o renovado fluxo do estado planeta
físico e seus processos.

INTRODUÇÃO

Atualmente em processo, alterações geológicas, geofísicas e climáticas na Terra
se tornam mais e mais irreversíveis. Neste momento, pesquisadores, estão
revelando algumas das causas que estão levando a uma reorganização geral da
eletromagnetosfera [o esqueleto eletromagnético] de nosso planeta e de sua
máquina climática. Um maior número de especialistas em climatologia, geofísica e
heliofísica está tendendo para uma seqüência causal cósmica do que está
acontecendo. De fato, eventos da última década dão forte evidência de
significativas transformações heliosférica e planeta físico. [1,2]. Dada a
qualidade, quantidade e escala destas transformações, podemos dizer que:

Os processos climáticos e biosféricos, aqui na Terra, embora estreitamente
relacionados a um sistema de feedback está diretamente impactados, ligados a
processos dominantes transformacionais ocorrendo em nosso Sistema Solar. Devemos
começar a organizar nossa atenção e pensar entender que as mudanças climáticas
na Terra são somente uma parte, ou link, em uma cadeia inteira de eventos
ocorrendo em nossa heliosfera.

Estes profundos processos físicos, estas novas qualidades de nosso meio ambiente
físico e geológico, imporão desafios adaptativos especiais a nossa biosfera que
terá com estas novas condições físicas da Terra que precisaremos distinguir a
tendência geral e a natureza das mudanças. Como veremos abaixo, estas tendências
podem ser rastreado na direção do crescimento da capacidade de energia
planetário [capacitância] que está levando a um estado altamente excitado ou
carregado de alguns sistemas da Terra. As transformações mais intensas estão
ocorrendo nos envelopes gás plasma planetário de onde as produtivas
possibilidades de nossa biosfera são cronometradas. Atualmente este novo cenário
de excesso de energia está sendo formado e observado:

Na ionosfera pela geração de plasma.

Na magnetosfera por tempestades magnéticas.

Na atmosfera por ciclones.

Este fenômeno de alta energia atmosférica, que foi raro no passado, está agora
se tornando mais freqüente, intenso e mudado em sua natureza. A composição
material do envelope de gás-plasma também está sendo transformada.

É muito natural para toda a biota da Terra ser submetido a estas condições de
mudança do campo eletromagnético e as profundas mudanças significativas da
máquina climática da Terra. Estes processos fundamentais de mudança criam uma
demanda dentro de todos os organismos vivos da Terra para novas formas de
adaptação. O natural desenvolvimento destas novas formas pode levar a uma total
revisão global do alcance das espécies e da vida na Terra. Novas profundas
qualidades de vida podem advir, trazendo o novo estado físico da Terra a um
equilíbrio com as novas possibilidades orgânicas de desenvolvimento, reprodução
e perfeição. Neste sentido é evidente que estamos diante de um problema de
adaptação da humanidade a este novo estado da Terra; novas condições da Terra
cujas qualidades biosféricas estão variando e não uniformemente distribuídas.
Portanto, o atual período de transição é passageiro, e a transição dos
representantes da vida ao futuro pode ocorrer somente depois de uma profunda
avaliação do que levará para cumprir com estas novas condições biosféricas
terrestres. Cada representante vivo estará realizando um exame inteligente, ou
inspeção da qualidade de controle, para determinar sua habilidade em cumprir
estas novas condições. Estes desafios evolucionários sempre exigem esforço e
resistência; seja aos organismos individuais seja a espécies e comunidades.
Portanto, não é somente o clima que está se tornando novo, mas nós como seres
humanos estamos vivenciando uma mudança global nos processos vitais dos
organismos vivos, ou da própria vida; o que é ainda um outro link no processo
total. Não podemos tratar tais coisas separadamente ou individualmente.

1.0 A TRANSFORMAÇÃO DO SISTEMA SOLAR

Listaremos os recentes eventos em larga escala no Sistema Solar objetivando
entender completamente as transformações planeta físicas que estão ocorrendo.
Este desenvolvimento dos eventos, como tem se tornado claro nos últimos poucos
anos, está sendo causado pela não uniformidade material e energética no espaço
anisotrópico interestelar [2, 3,4]. Em sua jornada no espaço interestelar, a
heliosfera viaja na direção do ápice solar na constelação de Hercules. Neste
caminho tem encontrado [década de 1960] não homogeneidades de matéria e de
energia contendo íons de hidrogênio, hélio e hidroxila além de outros elementos
e combinações. Este tipo de plasma dispersado no espaço interestelar é
apresentado pelas estruturas de faixas magnetizadas e estreasses. A transição da
heliosfera [sistema solar] por esta estrutura tem levado a um aumento da onda de
choque em frente do sistema solar de 3 para 4 AU, para 40 AU, ou mais. Esta onda
de choque espessada tem causado a formação de plasma colusivo na camada
parietal, o que tem levado a uma sobre dose de plasma ao redor do sistema solar
e então a sua inovação nos domínios interplanetários. [5,6]. Esta inovação
constitui um tipo de matéria e doação de energias feitas pelo espaço
interplanetário ao nosso sistema solar. Em resposta a esta doação de
energia/matéria temos observado inúmeros eventos de larga escala:

- Uma série de grandes transformações planeta físicas.

- Uma mudança na qualidade do espaço interplanetário na direção de um aumento em
suas propriedades transmissoras interplanetárias e solares planetária.

- O aparecimento de novos estados e novos regimes de atividade do sol.

1.1 Uma série de grandes transformações planeta físicas.

Os seguintes processos estão ocorrendo nos distantes planetas de nosso sistema
solar. Mas eles estão, essencialmente falando, operacionalmente dirigindo todo o
sistema. Aqui estão exemplos destes eventos:

1.1.1 Um crescimento dos locais negros de Plutão [7].

1.1.2 Relatos de auroras em Saturno [8].

1.1.3 Relatos de mudanças polares em Urano e Netuno (eles são planetas
magneticamente conjugados), e o crescimento abrupto em grande escala da
intensidade da magnetosfera de Urano.

1.1.4 Uma mudança na intensidade da luz e na dinâmica dos locais de luz em
Netuno [9,10].

1.1.5 A dupla intensidade do campo magnético em Júpiter (baseado nos dados
de1992), e uma série de novos estados e processos observados neste planeta como
conseqüência de uma série de explosões em julho de 1994 [causadas pelo Cometa
SL-9] [12]. Isto é, um relaxamento da trilha plasmódica [13,14] que excitou a
magnetosfera joviana, assim induzindo uma geração excessiva de plasma [12] e sua
liberação na mesma maneira como os buracos coronais solares [15] induzindo um
aparecimento de cinturão de radiação brilhando na banda dessimétrica (13.2 e 36
cm) e o aparecimento de grandes anomalias aurorais e uma mudança do sistema de
correntes de Júpiter - Io [12, 14].

Nota de atualização de A.N.D de novembro 1997: Uma corrente [vapor] de
hidrogênio ionizado, oxigênio, nitrogênio etc. está sendo dirigida para Júpiter
das áreas vulcânicas de Io por um tubo de fluxo de um milhão de amperes. Isto
está afetando o caráter do processo magnético de júpiter e intensificando a
gênese de plasma. (Z.I.Vselennaya "Earth and Universe" N3, 1997 plo-9 by NASA
data)

1.1.6 Uma série de transformações na atmosfera marciana aumentada sua qualidade
de biosfera. Em particular, um crescimento nublado na área do equador e um não
usual crescimento de concentração de ozônio. [16].

Nota de atualização: Em setembro de1997 o satélite Mars Surveyor encontrou uma
dupla densidade atmosférica daquela projetada pela NASA sobre a entrada em
órbita de Marte. Esta maior densidade curvou um dos braços solares além de sua
completação e parou aberto. Esta combinação de eventos tem retardado o início da
programada missão fotográfica por um ano.

1.1.7 Um primeiro estágio na geração atmosférica sobre a Lua onde uma crescente
atmosfera de sódio é detectada e que alcança 9.000 km na altura. [17].



1.1.8 Mudanças significativas físicas, químicas e óticas observadas em Vênus;
uma inversão dos locais de luz e escuridão detectada pela primeira vez e uma
aguda diminuição de gases contendo enxofre em sua atmosfera. [16].

1. 2 Uma mudança na qualidade do espaço interplanetário através de um aumento em
suas propriedades transmissoras interplanetárias e solar-planetária.

Quando falamos de novas qualidades energéticas e materiais só espaço
interplanetário, devemos primeiro ressaltar o aumento da carga energética nos
domínios interplanetários e o nível de saturação material. Esta mudança do
típico estado do espaço interplanetário tem duas causas:

1.2.1 o suprimento/fluxo interno de matéria do espaço interestelar (Radiação
material, elementos ionizados e combinações.) [19,20,21].

1.2.2 Os efeitos posteriores da atividade do ciclo solar 22 , espacialmente como
um resultado das rápidas ejeções de massa coronal [CME's] dos plasmas
magnetizados solares. [22].

É natural para a redistribuição de matéria interestelar e intra-heliosférica
criar novas unidades estruturais e processos nos domínios interplanetários. Eles
são principalmente observados na formação estruturada de sistemas estendidos de
nuvens de plasma magnético [23], e uma freqüência aumentada na geração de ondas
de choque; e seus efeitos resultantes. [24].



Já existe um relato de duas novas populações de partículas cósmicas que não eram
esperadas serem encontradas nos cinturões de radiação de Van Allen [25];
particularmente uma injeção de um denso elétron maior que 50 MeV na magnetosfera
interna durante tempos de abruptas tempestades magnéticas [CME's], e a
emergência de um novo cinturão consistente de elementos iônicos tradicionalmente
encontrados na composição de estrelas. Esta qualidade recentemente mudada do
espaço interplanetário não somente realiza a função de um mecanismo planetário
de interação da transmissão, mas [isto é mais importante] exerce ação
estimulante e programador sobre a atividade solar em suas fases mínima e máxima.
A efetividade sísmica do vento solar também está sendo observada [26,27].



1.3 O Aparecimento de Novos Estados e Regimes de Atividade do Sol.

Tanto quanto diga respeito ao estado físico estelar do Sol, devemos primeiro
ressaltar o fato de que importantes modificações têm ocorrido no existente
modelo comportamental do objeto central de nosso sistema solar. Esta conclusão
vem de observações e relatos de formas não usuais, poderes energéticos e
atividades nas funções solares [20,21], bem como nas modificações em suas
básicas propriedades fundamentais [28]. Desde o fim do mínimo de Maunder, um
progressivo crescimento da atividade geral solar tem sido observado. Este
crescimento se revelou mais definidamente no 22º.ciclo; o que oferece um
problema real para os heliofísicos que estão admitindo rever seus principais
cenários explanatórios:

1.3.1 a respeito da velocidade de alcançar máximos de super flashes.

1.3.2 A respeito do poder emissor de cada flash em separado.

1.3.3 A respeito da energia dos raios cósmicos solares etc.

Sobretudo, a espaçonave Ulysses, atravessando as altas latitudes heliosférica,
registrou a ausência do dipolo magnético, o que mudou drasticamente o modelo
geral do heliomagnetismo, e posteriormente complicou as apresentações analíticas
dos magnetologistas. O papel mais importante heliosférico dos buracos coronais
tem agora se tornado claro; para regular a saturação magnética do espaço
interplanetário. [28,30].



Adicionalmente, eles geram todas as grandes tempestades geomagnéticas e as
ejeções com um campo magnético dirigido para o sul, são geoefetivas [22]. Há
também existente substanciação favorecendo os efeitos dos ventos solares sobre a
zona de circulação atmosférica da Terra e dinâmica litosférica. [31].

O 23o ciclo foi iniciado por uma curta série de manchas solares em agosto de
1995 [32], o que nos permitiu prever o máximo de atividade solar em 1999. O que
também é importante, é que uma série de fogos de classe C já tinha acontecido em
julho de 1996. A especificidade e energia deste ciclo foram discutidas no final
da década de 1980. [23]. A aumentada freqüência das chamas de fluxo de raios X,
que ocorreram bem no início deste ciclo forneceram a evidência dos eventos em
grande escala a acontecerem; especialmente em relação a um aumento na freqüência
dos superflashes. A situação tinha se tornado extremamente séria devido ao
crescimento nas qualidades transmissoras do meio ambiente interplanetário. [2 3,
24] e o crescimento da função heliosférica dos sistemas de júpiter; com júpiter
tendo a possibilidade de ser envolvido por uma plasmosfera extendendo-se sobre a
órbita de Io [13].

Como um todo, todas as instalações de relatório e observação dão evidência de um
crescimento na velocidade, qualidade, quantidade e poder energético dos
processos heliosféricos de nosso sistema solar.

Nota de atualização de 1/8/98: o inesperado aumento de nível da atividade solar
na última metade de 1997, tem continuado no presente tempo, e fornece forte
substanciação para a afirmação acima. Houve três eventos de fluxo nível X Goes 9
em 1997 onde apenas um era previsto; um aumento de 300%. O mais dramático deles,
uma ejeção de massa coronal X-9.1 em 6 de novembro de 1997 produziu um evento
próton aqui na Terra de aproximadamente 72 horas de duração. O caráter escala e
magnitude da atual atividade do Sol tem aumentado ao ponto que um agente do
governo do programa de satélite solar relatou recentemente a estação, começando
o relatório dizendo: "tudo explodiu a parte do Sol, hoje, 3 de janeiro de 1998".

2.0 OS PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO NA TERRA

As observações registradas e documentadas de todos os processos geofísicos [meio
ambiente planetário] e as modificações progressivas claramente significativas em
todos os relacionamentos físicos solares-terrestres em ciência, combinados com
os efeitos integrais da atividade antropoenedo [antropohenedus] na heliosfera de
nosso sistema solar, [33,34], leva-nos a concluir que uma reorganização global e
transformação das qualidades físicas e ambientais da Terra estejam ocorrendo
agora, diante de nossos olhos. Este rearranjo atual constitui um a mais na longa
linha de eventos cósmicos-históricos de significativas transformações evolutivas
do sistema solar que são causadas pela modificação periódica, e ampliação, dos
processos heliosferico-planetário-solar. No caso do nosso planeta, estes novos
eventos têm colocado uma intensa pressão sobre o meio ambiente geofísico;
causando novas qualidades a serem observadas nos processos naturais aqui na
Terra; causa e efeito que já têm produzido processos híbridos pelos planetas de
nosso sistema solar; onde a combinação dos efeitos sobre a matéria natural e
características de energia tem sido observados e relatados.



Agora discutiremos os processos globais, regionais e locais.

2.1 A inversão do campo geomagnético.

Tendo claro em mente o conhecido papel significativo do campo magnético na vida
humana, em todos os processos biológicos, sublinharemos as características
gerais deste estado de mudança no campo geomagnético da Terra. Temos que nos
lembrar das muitas espaçonaves e satélites que tem registrado o crescimento da
saturação heliosférica magnética em anos recentes [11, 18,35]. A resposta
natural da Terra a este nível de saturação elevado se revela em sua intensidade
dipolo, sua localização nos pólos magnéticos "c" e seus processos de ressonância
de campo eletromagnético [36]. A Terra é o número um entre todos os planetas no
sistema solar com respeito a sua habilidade específica a respeito da
magnetização da matéria. [6].

Em anos recentes temos visto um crescimento de interesse por geofísicos e
magnetologistas, em geral, nos processos geomagnéticos [37-40], e especialmente,
em viajar aos pólos magnéticos da Terra [41,42]. Eles estão particularmente
interessados em observar os fatos que cercam a viagem direta ou vetorizada do
pólo Antártico. Nos últimos cem anos, este pólo magnético tem viajado quase 900
km à frente, e para dentro, do Oceano Índico. Estas mudanças significativas dos
pólos magnéticos começaram em 1885. Os dados mais recentes sobre o estado do
pólo magnético Ártico que está se movendo na direção da Sibéria Oriental [uma
anomalia magnética por meio do Oceano Ártico] revela que este pólo "viajou" mais
de 120 km. durante o período de dez anos entre 1973 a 1984, e 150 km durante o
mesmo intervalo, 1984 a 1994. Estes dados estimados têm sido confirmados por
medições diretas ( L. Newwitt. As coordenadas do pólo Ártico agora são 78.3
graus Norte e 104.0 graus Oeste) [42].

Devemos enfatizar que esta documentada aceleração de mudança polar [3 km. por
ano médio em 10 anos], e sua viagem ao longo do corredor geohistórico de
inversão dos pólos magnéticos [o corredor tem sido estabelecido pela análise de
mais de 400 sítios de paleoinversão] necessariamente leva a conclusão que não é
apenas uma mudança ou digressão da norma, mas é de fato uma inversão de pólos
magnéticos; em completo processo. Isto é agora visto que a aceleração da viagem
polar pode crescer a uma taxa acima de 200 km. por ano. Isto significa que uma
inversão polar pode acontecer bem mais rapidamente do que o atualmente suposto
por aqueles investigadores sem uma familiaridade com o dominante problema da
mudança polar.

Devemos também enfatizar o significativo aumento de reconhecidas anomalias
magnéticas mundiais (Canadenses, Leste siberianas, Brasileiras e Antárticas) na
reorganização magnética da Terra. Sua importância é devida ao fato de que estas
anomalias mundiais constituem uma fonte magnética que é quase independente do
principal campo magnético da Terra. A maior parte do tempo, a intensidade destas
anomalias magnéticas mundiais substancialmente excede todos os componentes
residuais não do polo do campo magnético total da Terra.[48]. É esta inversão do
processo do campo magnético que está causando as várias transformações dos
processos geofísicos da Terra e o presente estado da magnetosfera polar.

Também temos que levar em consideração o crescimento factual do ângulo da
cúspide polar [isto é, os pontos polares na magnetosfera, Norte e Sul], que em
meados dos anos de 1900 alcançaram 45 graus [(dados de IZMIRAN)].



[Nota: o ângulo da cúspide era aproximadamente de seis graus na maioria do
tempo. Isto flutua dependendo da situação. Durante os últimos cinco anos,
contudo, isto tem variado entre 25 e 46 graus]. O aumento e as imensas
quantidades de matéria e de energia radiando do vento solar do Sol e espaço
interplanetário, pelos meios previamente discutidos, tem começado a correr
nestes pontos ampliados nas regiões polares causando que a crosta da Terra, os
oceanos e as capas de gelo polar se aqueçam [27].

Nosso estudo das paleo inversões do campo geomagnético, e seus efeitos
posteriores têm nos levado à direta conclusão que estes presentes processos
sendo observados estão seguindo precisamente os mesmos cenários daqueles de
nossos distantes ancestrais. Sinais adicionais de inversão do campo magnético
estão se tornando mais intensos em freqüência e em escala. Por exemplo: durante
os anteriores 25 milhões de anos, a freqüência das inversões magnéticas era duas
em meio milhão de anos enquanto que as inversões no último milhão de anos são de
8 a 14 inversões [43], ou uma inversão a cada 71 a 125 mil anos. O que é
essencial aqui é que durante os períodos anteriores de freqüência máxima de
inversões tem também um correspondente decréscimo no nível dos oceanos mundiais
(10 a 150 metros) pela contradição causada pelo amplo desenvolvimento dos
processos dobrando as crostas. Os períodos de menor freqüência de inversão do
campo magnético revelam aumentos agudos de nível de oceano mundial devido à
prioridade dos processos de expansão e espalhamento na crosta. [43-44].
Portanto, o nível mundial dos oceanos depende da característica global dos
processos de expansão e contração atuantes no tempo.

A corrente fase de crescimento da inversão geomagnética pode não levar a uma
elevação do volume oceânico pelo aquecimento polar, mas a um decréscimo no nível
dos oceanos. As freqüentes inversões significam alargamento e expansão, raras
inversões significam contrações. Os processos planetários, como regra, ocorrem
por meios complexos e dinâmicos que requerem a combinação e união de todas as
forças e campos em ordem de adequadamente compreender o inteiro sistema. Além da
consideração da redistribuição hidrosférica, há desenvolvimento de eventos que
também indicam uma quebra súbita e aguda da máquina meteorológica da Terra.



2.2 Transformações Climáticas.

Desde que a atenção pública está tão estreitamente focalizada sobre os sintomas
de maiores alterações, ou erupções, na máquina climática, e os resultantes [às
vezes severos] efeitos biosféricos, devemos considerar estas transformações
climáticas em detalhe. Assim, embora não afirmando caracterizar completamente
este período da transição climática e biosféricas, forneceremos uma série
recente de breves comunicações a respeito da temperatura, ciclo hidrológico, e
composição material da atmosfera da Terra.

O regime de temperatura de qualquer fase dada de reorganização climática é
caracterizado por contrastes e instabilidades. O amplamente citado e acreditado
cenário do Efeito Greenhouse para mudanças climáticas totais está muito longe da
fraca explicação, ou ligação, responsabilizada por esta reorganização. Já tem
sido observado que o crescimento na concentração do CO2 tem parado, e que o
conteúdo de metano na atmosfera tem começado a diminuir [45] enquanto que o
desequilíbrio na temperatura, e na dissolução do campo comum de pressão global
continua a crescer.

Houve relatos de um máximo da temperatura global em 1994, e a quase que
ininterrupta existência de um efeito hidrológico como "El-Nino". Satélite
traçando a temperatura de ar de superfície [49,50] permitiu a detecção de 0.22
graus C de variação de temperatura global, [dentro de um típico especifico
período de tempo de ao redor de 30 dias] que correlacionou com as oscilações
magnéticas de freqüência média registradas. O regime de temperatura da Terra
está se tornando mais e mais dependente de influências externas. Os processos
representativos de regulação, ou base, destes rearranjos gerais climáticos são:

2.2.1. Uma nova distribuição da camada de ozônio.

2.2.2. Influxo e descarga de material radiativo [plasma] pelas regiões polares e
pelas localizações mundiais de anomalias magnéticas.

2.2.3. Crescimento dos efeitos diretos ionosféricos no relacionamento entre os
campos meteorológicos, magnéticos e de temperatura da Terra.

Há uma probabilidade crescente de que estamos nos movendo para um período de
rápida instabilidade de temperatura igual aquele de 10.000 anos atrás. Ela não é
assim tão antiga como foi revelado pela análise das amostras retiradas de gelo
na Groenlândia [51]. As análises destas amostras de núcleo estabeleceram que:

2.2.4. as temperaturas anuais aumentaram em 7 graus C.

2.2.5. a precipitação cresceu de 3 a 4 vezes.

2.2.6. a massa de material de poeira aumentou para um fator de 100.

Tais transformações de alta velocidade dos parâmetros dos mecanismos globais
climáticos, e seus efeitos nas qualidades físicas e biosféricas da Terra não têm
sido ainda rigorosamente estudados pela comunidade científica reinante. Mas os
pesquisadores estão insistindo, mais e mais, que o aumento da temperatura da
Terra seja dependente e diretamente ligado a interações terrestres espaciais.
[52,53]; seja Terra-Sol, Terra-Sistema Solar e/ou Terra-interestelar.

Ao presente tempo não há falta de evidência nas variações da inversão de
temperatura na hidrosfera [oceanos]. No Leste do Mediterrâneo tem havido
registros de inversão de temperatura nas profundidades maiores que dois
quilômetros em uma taxa de 13.3 a 13.5 graus C para uma nova taxa de 13.8 a
13.5; junto com o crescimento da salinidade de 0.02% desde 1987. O crescimento
da salinidade no Mar Egeu tem parado, e o fluxo externo de água salgada da Bacia
do Mediterrâneo para o Atlântico tem diminuído. Nenhum dos dois processos ou
suas causas tem sido bem explicadas. Já tem sido estabelecido que a evaporação
aumenta nas regiões equatoriais e fazem que a densidade da água aumente, o que
resulta em um imediato afundamento a uma maior profundidade. Geralmente isto
forçaria a corrente do golfo a inverter seu fluxo. Uma probabilidade deste
evento acontecer é confirmada por outros sinais, bem como modelos numéricos de
multiparâmetro [53]. Portanto, o cenário mais altamente provável para o
Continente Europeu é um esfriamento agudo e súbito. Em outras partes, a região
siberiana tem experimentado um aumento estável de temperatura [58] junto com
relatos do Observatório de Novosibirsk Klyuchi de um constante crescimento de
acima de 30 nanoteslas por ano do componente vertical do campo magnético. Esta
taxa de crescimento aumenta significativamente na medida em que se aproxima da
anomalia eletromagnética do leste siberiano.

Nota de atualização 1/8/98: A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica
relatou hoje, 1/8/98, que 1997 foi o ano mais quente em registro desde que
começaram os registros em 1880, e que nove dos anos mais quentes desde aquele
tempo ocorreram nos últimos onze anos.

2.3 Redistribuição do Conteúdo de Ozônio Vertical e Horizontal.

A redistribuição do Conteúdo de Ozônio Vertical e Horizontal é o principal
indicador, e agente ativo, das transformações gerais climáticas aqui na Terra. E
também existe uma evidência que as concentrações de ozônio também tem uma forte
influência sobre os processos biosféricos da Terra. Modelos amplamente
espalhados de "buracos de ozônio" na estratosfera [7 a 10 milhas acima da Terra]
[Antárticos e Siberianos] estão recebendo serias modificações corretivas de
dados da redistribuição vertical do ozônio, e seu crescimento na troposfera
[abaixo de sete milhas]. Agora é claro que a diminuição em nossa atmosfera no
conteúdo total do ozônio é causada pela tecnologia [industrial, humana e
poluição], e que o total conteúdo de ozônio em geral tem sérios efeitos sobre o
processo de distribuição de energia dentro dos envelopes de gás-plasma da Terra
[atmosféricos] [54].

As camadas estratosféricas, troposféricas e de superfície do ozônio agora estão
sendo estudadas [55,56]. A foto dissociação [o processo pelo qual uma combinação
química se rompe em seus constituintes mais simples] do ozônio controla as
atividades oxidantes dentro da troposfera. Isto tem criado uma atmosfera
especial, fisioquímica, circunstância pela qual as usuais concentrações
troposféricas, períodos de vida, monóxido de carbono, metano e outros gases
hidrocarbono são modificados e alterados. Assim, com o fato estabelecido que um
aumento estatisticamente significativo nas concentrações de ozônio tem ocorrido
nas camadas troposféricas entre 5 e 7 milhas e com o acréscimo do completo
conhecimento das propriedades oxidantes do ozônio, devemos concluir que uma
alteração básica e fundamental da composição de gás e do estado físico da
atmosfera da Terra já tem começado.

Há continuamente relatos da diminuição da concentração regional estratosférica
do ozônio [25 a 49% ou mais sobre a Sibéria (57)], e de decréscimos globais do
conteúdo de ozônio em latitudes de 20-26 milhas; com a máxima diminuição de 7%
estando a 24 milhas [55]. Ao mesmo tempo, não há evidência direta do crescimento
da radiação UV na superfície do solo [58]. Há, contudo, um crescente número de
"alertas de ozônio" em grandes cidades européias. Por exemplo, em 1994 ocorreram
1800 destes alertas em Paris. Além disso, concentrações notavelmente altas de
ozônio na camada de superfície foram registradas na região siberiana. Houve
concentrações de ozônio em Novosibirsk que excederam 50 vezes o nível normal.
Devemos relembrar que o cheiro do ozônio é perceptível em contrações de 100
mkg/m3; i.e. a 2 a 10 vezes do nível normal.

A preocupação mais séria dos aeronomistas vem da detecção de H02 que está sendo
produzido a uma altitude de 11 milhas por uma fonte completamente desconhecida
ou mecanismo. Esta fonte de HO2 foi descoberta como resultado de uma
investigação das proporções OH/HO2 em um intervalo entre 4.35 e 21.70 milhas na
troposfera superior e na estratosfera. Este significativo crescimento de HO2,
durante o tempo, criará uma dependência desta substância para aos processos de
transferência e redistribuição do ozônio na estratosfera inferior. [56].

A submissão do regime dinâmico do ozônio e da distribuição espacial a esta fonte
desconhecida de HO2, significa uma transição na atmosfera da Terra a um novo
processo fisioquímico. Isto é muito importante porque a não uniformidade nas
concentrações de ozônio na Terra pode, e causará um crescimento abruto nos
gradientes de temperatura, que por sua vez levarão a um aumento das velocidades
de movimento de massa do ar, e a irregularidades dos padrões de mistura de
circulação [46,59]. As mudanças de gradiente de temperatura e alterações, por
todo o planeta, criariam novas condições termodinâmicas para inteiras regiões;
especialmente quando as hidrosferas [oceanos] começam a participar no não
equilíbrio novo térmico. O estudo [53] suporta esta conclusão, e a alta
possibilidade de um resfriamento abrupto dos continentes norte-americano e
europeu. A probabilidade de um tal cenário aumenta quando se leva em
consideração a ociosidade a dez anos da bomba hidrotérmica do Atlântico Norte.
Com isto em mente, a criação de um mapa climático, global ecologicamente
orientado que possa rever estas catástrofes globais se torna criticamente
importante.

3.0 A CHEGADA E CONSEQUÊNCIAS DE NOVAS CONDIÇÕES

Considerando a totalidade e relacionamento seqüencial do background passageiro,
os novos processos formados, trazidos pelas transformações planetofísicas,
antropogênicas e cosmogênicas, e as alterações de nossos sistemas climáticos,
achamos razoável dividir os assuntos em suas influências manifestas [explicitas]
e não manifestas [implícitas] sobre o meio ambiente da Terra.

3.1 Conseqüências Manifestas ou Explícitas

Classes ou categorias de efeitos trazidos pelo corrente estado de reorganização
da Terra são muito diversas. A maioria delas, contudo, tendem a ser do tipo de
evento passageiro de alta energia. Baseado nos resultados da Conferência de
Yokohama (outono de 1994,) eles podem ser chamados de "catástrofes
significativas" e são de nove tipos.

Danos >1% de baixas>1%

produto interno bruto das populações. > 100 mortes.

Devemos ter em mente que a crescente complexidade dos sinais de padrões
climáticos levam a uma transformação que tende a um novo estado, ou como diz o
acadêmico Kondratyev, os dados indicam que estamos nos movendo na direção de um
caos climático. Na realidade, este estado de transição de nossa máquina
climática está fazendo novas exigências a inteira biosfera da Terra; o que
inclui a espécie humana. Em particular, há relatos da Antártica que mostram uma
dramática reação da vegetação as recentes mudanças no clima; houve 700 espécies
encontradas crescendo em 1964 e 17.500 em 1990 [61]. Este aumento da cobertura
vegetativa da Terra forme evidência da reação biosférica ao processo em
desenvolvimento de rearranjo climático.

O padrão dominante de geração e movimento dos ciclones também tem mudado. Por
exemplo, o número de ciclones se movendo para a Rússia do ocidente tem crescido
2.5 vezes durante os últimos dois anos. Níveis aumentados do oceano, causados
pelo gelo das regiões polares, levarão a rápidas mudanças nas linhas costeiras,
uma redistribuição do relacionamento terra e mar, e a ativação de significativos
processos geodinâmicos. Esta é a principal característica daqueles processos que
levam a uma nova ordem climática e biosférica.

3.2 As conseqüências não Manifestas ou Implícitas.

As conseqüências implícitas são aquelas que estão abaixo do nível da percepção
humana e que, portanto, não nos chamam a atenção. Registros de instrumentos e
mesmo observações diretas destes fenômenos pelo campo eletromagnético da Terra
evidenciam que uma imensa transformação do meio ambiente terrestre está
acontecendo. Esta situação é agravada pelo fato que o poder humano nos anos de
1990 de produção/uso aumentaram (1-9E+26 ergs/por ano, o que significa que
alcançou os valores conservadores da energia conservadora produção/uso de nosso
planeta).

Já há efeitos tecnogênicos sobre o estado funcional do esqueleto eletromagnético
da Terra sendo registrados. Um ciclo tecnogênico de sete dias para as variações
de parâmetros dinâmicos do campo geomagnético foi revelado 1985 [62,63]. Este
ciclo tem afetado muito dos ciclos curtos nos relacionamentos
solares-terrestres. Mais de 30% dos distúrbios médios da magnetosfera são
causados pela produção de energia, transmissão e consumo. O cinturão de radiação
de Van Allen tem abruptamente abaixado sobre a costa leste dos EUA de 300 km
para apenas 10 km. Este processo está associado com a transmissão da
eletricidade dos Grandes Lagos ao Sul ao longo do meridiano magnético e o uso da
freqüência de ressonância ionosférica (60Hz) do consumo de energia [63]. Há
também uma coerência registrada entre as inerentes qualidades da anomalia
magnética brasileira e o sistema de produção de energia de "Hydro-Quebec". Os
processos combinados tecno-naturais eletromagnéticos nas megalópoles são muito
complexos e ainda não estudados.

Sobretudo, o aumento na freqüência, escopo, das formações naturais auto
luminosas na atmosfera e forças geo espaciais nos tem despertado e foram
percebidas [64,65,66]. Os processos de geração, a existência de tais formações,
se espalhando por toda a Terra, representa um notável fenômeno físico. O que é
mais não usual a respeito destas formações auto luminosas é que embora elas
tenham características distintas de bem conhecidos processos físicos, elas estão
em combinações completamente não usuais e são acompanhadas por características
de processo que não podem ser explicadas com base no existente conhecimento
físico. Assim, as características dos intensos processos eletromagnéticos estão
sendo encontradas no espaço perto ou dentro destes objetos auto luminosos
naturais. Estas características incluem:

3.2.1. Intensa emissão eletromagnética variando da banda micrométrica de onda é
o diapasão visível, a televisão e os comprimentos de ondas de rádio.

3.2.2. Alterações dos campos elétricos e magnéticos como rompimentos elétricos e
magnetização de rochas e objetos técnicos.

3.2.3. Descargas elétricas destrutivas.

3.2.4. Efeitos de gravitação como levitação.

3.2.5. Outros.

Todas as qualidades desta classe de fenômeno estão exigindo o desenvolvimento de
novos ramos da física moderna; particularmente a criação de um "modelo não
homogêneo do vácuo físico".[67]. Um avanço nas ciências nesta direção nos
permitiria revelar a verdadeira natureza destes objetos, que estão agindo
aparente e latentemente sobre nosso ambiente geológico-geofísico e biosféricos e
sobre a vida humana [68].

Portanto, devemos primeiro levar em consideração todos os recentemente
desenvolvidos processos e estados de nosso meio ambiente geológico-geofísico.
Estes processos, na maior parte, se manifestam em qualidades difíceis de
observar e de registrar, qualidades do esqueleto eletromagnético da Terra. Estes
dados também dizem respeito aos significados geofísicos e climáticos das
interações solares-terrestres e planetário-terrestres. Isto é especificamente
verdadeiro de Júpiter que está magneticamente conjugado a nosso planeta. As
totalidades destes processos transformadoras planetárias se desenvolvem
precipitadamente, obliquamente e diversamente. É crítico que os políticos sejam
informados e treinado para entender estes relacionamento global entre a
totalidade de atividades naturais e antropogênicas e as causas e efeitos
fundamentais [69].



Uma competente necessidade existe de começar um estudo científico que delinearia
os problemas associados com os atuais processos transformacionais e os efeitos
que terão na dinâmica demográfica global. [70]. Um aumento agudo de nossa força
destrutiva tecnogênica sobre um planeta bem como em escala cósmica, tem agora
colocado a futura sobrevivência de nossa civilização tecnocrática em questão.
[33,7]. Adicionalmente, os princípios de supremacia da natureza [72] sobre as
correntes tenogenicidades integrais e atividades psicogenéticas d humanidade e
seus resultados se tornam mais e mais aparentes.

CONCLUSÕES

A situação que em sido criado aqui em nossa heliosfera é de origem do espaço
cósmico, externo, interestelar e deve ser causada pelas subjacentes auto
oscilações fundamentais, espaço físicas, processos de criação contínua que tem
se delineado e continuam a envolver nosso universo. O atual estado excitado de
nossa heliosfera existe dentro de um todo, o organismo que compõe o sistema
solar, o sol, os planetas, luas, cometas e asteróides bem como os meios plasma e
eletromagnéticos e as estruturas do espaço interplanetário. A resposta e estas
injeções materiais e de energia interestelar em nossa heliosfera tem sido, e
continuam a ser, uma série de novos processos energéticos e formações observadas
em todos os planetas, entre os planetas e suas luas, e os planetas e o sol.

A habilidade da Terra em se adaptar a estas ações externas e transferências é
agravada, tornada mais difícil, pelas alterações tecnogênicas que temos feito na
qualidade ou estado natural de nosso meio ambiente geológico/geofísico. O nosso
planeta está agora em um processo dramático de transformação pela alteração do
esqueleto eletromagnético por uma mudança de pólos de campo geomagnéticos, e
pelas mudanças na composição do ozônio e hidrogênio, nos níveis de saturação de
seus envelopes gás/plasma. Estas mudanças no estado físico da Terra estão sendo
acompanhadas pelos resultantes processos climáticos, atmosféricos e biosféricos.
Estes processos estão se tornando mais e mais intensos e freqüentes como
evidenciado pelo aumento de tempo real nos "eventos passageiros não periódicos"
[catástrofes]. Há razões favorecendo ou apontando para o fato de que um
crescimento na qualidade ética ou espiritual da humanidade diminuiria o numero e
a intensidade das catástrofes complexas. Tem se tornado vitalmente importante
que um mapa do mundo seja preparado estabelecendo as regiões favoráveis e
catastróficas levando em consideração a qualidade do meio ambiente
geológico/geofísico, a variedade e intensidade das influências cósmicas e o
nível real de desenvolvimento espiritual e ético das pessoas que ocupam estas
áreas.

É razoável apontar que nosso planeta logo estará vivenciando estas novas
condições de energia crescente que significam a transição a um novo estado e
qualidade do relacionamento espaço/Terra. Os organismos vivos daquelas regiões
da Terra que tenham maiores atrações para as influências cósmicas serão levadas
em um caminho para desenvolver apropriadas reações de vida, ou processos, a
estas novas condições. Estas zonas de comutações verticais e transferência de
energia já estão se tornando o coração, o leito na busca de novos sistemas de
adaptação e transformação mútua. A lista geral destas zonas inclui as regiões
polares, as extremidades continentais leste das regiões equatoriais [Caribe,
Madagascar, Filipinas, Mar Amarelo, etc.], e as zonas internas continentais que
tendem a se dobrar e se elevar [Himalaia, Pamir-Hindukush, sistemas Altay-Sayan,
etc.].



As mais significativas destas áreas são as zonas heliosensitivas que tem
respostas intensas nas atividades geo efetivas solares [Nota #1]; respostas que
incluem manifestações muito dramáticas e manifestações muito usuais de vácuo não
homogêneo, ou éter clássico não mecânico, estruturas de domínio. Estas
estruturas ou objetos então interagem com as zonas heliosensíveis produzindo
efeitos profundos e poderosos sobre o meio ambiente tais como a alteração das
atividades sísmicas e das composições químicas. Por causa destes objetos de
domínio no vácuo não homogêneo apresentarem características não deste mundo
físico tais como "céu líquido" e "movimento não newtoniano", é difícil não
descrever suas manifestações como sendo processos "intermundo". É importante
ressaltar que estas zonas heliosensitivas que exibem processos em média e em
grande escala estão estreitamente associadas com estes "processos intermundo"
produzidos pelos distúrbios da homogeneidade do vácuo físico.



Tais distúrbios causam e criam processos de transferência de energia e matéria
entre o meio éter e o nosso mundo tridimensional. A multitude de tal fenômeno,
que é rico em qualidade e variedade, já está crescendo rapidamente. Centenas de
milhares destas formações naturais auto luminosas estão exercendo uma crescente
influência sobre os campos geofísicos da Terra e biosfera. Sugerimos que a
presença destas formações seja o precedente principal da transformação da Terra;
uma Terra que se torna mais e mais sujeita aos processos físicos passageiros que
existem dentro da fronteira entre o vácuo físico e nosso mundo material.

Tudo isto coloca a humanidade, cada um de nós, diretamente diante de um problema
muito difícil; a criação de um avanço revolucionário no conhecimento que exigirá
uma transformação de nosso pensamento que seja igual a este fenômeno nunca antes
visto em nosso mundo. Não há outro caminho ao futuro alem de uma percepção
vivencial profunda interna e conhecimento dos eventos agora subjacentes no meio
ambiente natural que nos circunda. Somente através deste entendimento é que a
humanidade obterá o equilíbrio com o renovado fluxo do estado planeta físico e
processo.



Tradução: Lydia Ribeiro


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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