O texto é longo.
Eu até tinha admiração pela empresa, mas ler a matéria me deixa preocupado com o mundo que vivemos e como um destes ícones do mercado digital quer fazer com que o mundo (e todo o mundo) mude para pior para melhorar o seu próprio negócio.
OK, temos o livre arbítrio, mas será mesmo que cada um pode ser o que quiser? Onde ficam os valores éticos, já que os morais variam de região para região?
Daí eu penso: será que eu estou ficando velho e, por isto, radical chato?
Eu sei que é esse o mundão corporativo em que vivo e que eu desejo que os que estão e vem por aí o mudem para algo melhor do que é.