Em 25/03/12, João Paulo Pereira Zanetti<jppza...@gmail.com> escreveu:
"Política é para o presente, mas uma equação é para a eternidade." (Albert Einstein)
Qual é essa questão? Estou só com a segunda edição aqui e os
exercícios são diferentes.
Oi Ricardo, tentei dessa forma também, mas não conseguir provar a hipótese de indução.
Mas estava aqui pensando: será que teria problema se supossemos n sendo par? Acho que não.
provar que T(n) = 2T( |_ n/2 _| ) + n é ômega(n log n)
ok
T(n)>=c n log(n) ... e lo que queremos provar (A)
Caso base, e trivial
1 >= 2C , c<= 1/2
Partimos de (n/2) para provar (A)
HI: T(n)>=c n log(n)
a gente tem o recurrença T(n) = 2T( |_ n/2 _| ) + n
E) em (
Fiquei com uma dúvida em relação à solução do Rommel:
Queremos provar que T(n)>=c.n.log(n)
Aplicando a hipótese à recorrência, tem-se:
T(n) > = 2 c ( |_ n/2 _| ) log( |_ n/2 _| ) + n ..... (B)
Rommel, no passo C, você considerou |_n/2_| >= (n-1)/2, o que está correto.
No entanto, como queremos provar B, temos que substituir os valores
de |_n/2_| por valores maiores que ele, certo? Afinal, se for válido
para um valor maior que |_n/2_|, será válido para |_n/2_| também. Você
substituiu |_n/2_| por um valor menor que ele. Se T(n) for maior ou
igual a todo o lado direito da equação B para um valor menor que
|_n/2_|, não há garantia que será para |_n/2_|.
Meu raciocínio está errado?
Não deveríamos substituir |_n/2_| por {(n/2)+1), por exemplo?
Abraços.
Em 25 de março de 2012 21:27, Carla Négri <carla...@gmail.com> escreveu:
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Prof. Leandro Luque
FATEC-Mogi das Cruzes
Universidade de Mogi das Cruzes
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