Porque o Dia da Mulher pode, efectivamente, significar o reforço dos
seus direitos, o grupo local 6 da Amnistia Internacional Portugal
amplifica a campanha internacional de luta contra a violência que
ainda é praticada sobre as mulheres, chamando a atenção para os casos
particulares do pós-guerra na Libéria e da violência doméstica na
Venezuela.
A Libéria viveu sob conflito civil entre 1989 3 1997, e novamente
entre 1999 e 2003. Mulheres e raparigas constituíam, segundo dizem as
estimativas, entre 30 a 40% das forças de combate, o que se traduz num
número absoluto que se situa entre os 25 000 e os 30 000 combatentes
femininos, sendo que a maioria não o fez por opção mas sim pelo uso da
ameaça e da força.
Na Venezuela, milhares de mulheres sofrem abusos físicos, sexuais ou
mentais por membros das suas próprias famílias. Só em 2007, 4484
mulheres ligaram para a linha de apoio criada pelo Instituto Nacional
para os Assuntos das Mulheres a pedir ajuda. Muitas mais têm demasiado
medo para denunciarem a violência da qual são vítimas.
(NOTÍCIA COMPLETA e COMO AGIR em:
http://aiporto.blogspot.com/)
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