SUB Maranhão

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Moyses Manoel de Oliveira

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Dec 2, 2013, 6:22:46 PM12/2/13
to aecn...@googlegroups.com, Email da sala_3AECN, Rafael de Brito Moraes, Rafael Brito_USJT, Porte - Orçamento Wagner Tadashi, Wagner Tadashi Kanamori, Wagner Tadashi_USJT, leonard...@hotmail.com, Leonardo Ferrari, Andreza
Pessoal,

É o seguinte, conforme a SUB adquirida do ano passado conversei com quem fez essa o ano passado e confirmamos as respostas, abaixo vou tentar versar sobre elas, esperando que seja a mesma elaborem um texto defendendo a idéia principal.

Q1. Gráfico.

Essa tem haver com a umidade, alto teor de umidade aumenta o crescimento de microorganismos e reduz a deposição de poluentes, enquanto que reduzindo a umidade acontece o processo inverso.

Q2. Tabela

Esta resposta se encontra na parte 1 da NBR 15575  anexo D.1 pg. 60, 61 - veja também na pg. 52 conceituação de durabilidade. Nessa questão eu versaria sobre a responsabilidade da incorporação na determinação dos prazos de durabilidade baseada no desempenho definido pela VUP também, deixando isso claro em manual do proprietário, enfim acho que o que ele quer saber é a importância do período abrangendo sistemas específicos e suas interações de forma a estabelecer os prazos "para a manutenção".

Q3. Causa, Natureza e Origem Patológica
Na historinha contada, bem no começo, ele diz que esse piso elevado é acesso para todos os ambientes das áreas comuns, o detalhe está em sua proximidade a piscina (alto teor de umidade e exposição aos cloretos), ele diz que as placas tem espessura de 2cm, bem, com essa espessura como é possível obter uma area/espessura de cobertura adequada à armadura?! NOTA: sem citar a NBR 6118 que especifica espessura minima de 2,5cm; ele diz que as trincas ocorrem paralelamente as armaduras, isso nos leva a concluir que possivelmente a armadura está sendo atacada por íons cloretos gerando a despassivação da armadura, onde inicia-se o processo de corrosão e aumento da área de armadura causando tensões internas e consequentes fissuras e perda de resistência da placa.
Causa: Baixa espessura de cobertura do aço em meio ambiente assertivo a ataques por cloretos. 
Natureza: Físico / Químico.
Origem patológica: Especificação de Projeto inadequada.

Q (aquela dos rejunte preto que soltam).
Bom, essa gerou dúvida, mas, conforme a fonte, o problema principal está na possibilidade do rejunte ter sido aplicado antes da cura da argamassa colante (normalmente 72h após aplicação), quando isso ocorre a água desprendida no processo de cura da AC vai sair pelo rejunte, porém, ela encontra barreira que é o próprio rejunte fissurando-o (isso ocorre em toda a fachada só que com maior incidência na cor preta), o preto absorve maior calor expulsando a água mais rapidamente.

Galera discutam sobre, se precisar peça ajuda estou à disposição.
espero que isso tenha ajudado.

Boa sorte.

-- 
Att.: Moyses Oliveira
Cel.: 8772-9013
Nex.: 7721-3535 ID.: 650*4372

lucimei...@yahoo.com.br

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Dec 3, 2013, 5:08:36 AM12/3/13
to aecn...@googlegroups.com
Moyses,
 
Muito obrigado pela sua preocupação, todas as suas observações são de grande valia para iniciarmos nossos estudos, continue sendo assim o grande cara que vc é.
 
Beijão, Lucimeire.
 
 
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