Ronaldo, estimado amigo e colega professor,
Teu comentário ao meu artigo, tecido de generosidade e verdade, chegou a mim como vento aberto na estrada.
Saber que minhas palavras encontraram eco em tua alma — e que nelas também reconheceste o espírito livre do motociclismo, essa metáfora viva da travessia e da busca — alegrou profundamente o meu coração.
Há encontros que não se dão por acaso: são almas que seguem pela mesma rota, compartilhando horizontes, silêncio e sentido. Essa comunhão rara é o que reafirma, em nós, o melhor da condição humana.
Recebe minha gratidão sincera e afetuosa.
Um fraternal abraço.