✝️ O Que Aprendi no Silêncio da Cruz (E Por Que Isso Ainda Importa)

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ROGOWSKI, J.F - jurista

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Mar 31, 2026, 11:00:12 PM (3 days ago) Mar 31
to Grupo Advocacia e Justiça

Na sexta-feira santa da minha infância, havia um silêncio que se espalhava por toda a casa — denso, quase palpável.

Cada cômodo parecia guardar segredos que eu ainda não podia compreender.

Nada se movia. Nada cantava.

Até os instrumentos musicais de minha mãe repousavam, imóveis, como se respirassem em segredo — e eu, pequeno espectador, apenas sentia.

Com o tempo, entendi: aquele silêncio não era ausência, era presença. Havia ali uma verdade que não se diz em voz alta — apenas se revela a quem aprende a escutar.

Hoje, em meio ao barulho constante, percebo o quanto aquilo me formou.

E talvez esse mesmo segredo ainda esteja à espera…
continue lendo.


ROGOWSKI, J.F - jurista

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Apr 1, 2026, 10:34:26 AM (3 days ago) Apr 1
to José Batista Pinheiro, Grupo Advocacia e Justiça


Esse já foi publicado no ano passado.

https://open.substack.com/pub/rogowskiuniversidadecorporativa/p/bombas-morte-e-profetas-perdidos?utm_campaign=post-expanded-share&utm_medium=web 


Tens algo sobre corrupção (INSS, Banco Master, contrato de 130 milhões com o escritório Barci de Moraes, da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes)?

Se tiveres, envia-me que eu publico.

Abraço.





Em qua., 1 de abr. de 2026 às 09:05, José Batista Pinheiro <batistap...@gmail.com> escreveu:
Caro amigo
Favor publicar, se assim o quiser. Abs Cel Pinheiro

VELEJANDO PARA O VALE DA MORTE

Quanto mais tempo a gente vive neste planeta, menos se compreende a natureza humana para usufruir as belezas do mais belo e prazeroso que está ao nosso alcance. Vivemos no Brasil, um país jovem ainda em formação racial, moral, religiosa e de preceitos ligados ao nosso bem-estar, nesse rápido espaço de tempo que a vida nos concede. São omissos ou descuidados nos avanços científicos da humanidade nas áreas material, da ambientação, evolução de espécie e outros conceitos, para aproveitarmos as belezas da natureza e dos prazeres terrenos. Estamos desperdiçando um grande período da nossa curta vida neste mundo, com as contendas entre os homens e as guerras entre nações. A recente troca de bombas voadoras destruidoras do Irã à Israel e vice-versa foram inconcebíveis.  A distância entre as duas nações em questão é de 2100 km. O Irã, apesar de ter um presidente, o aiatolá é o líder supremo. O cargo é determinado por clérigos islâmicos, que são encarregados de selecionar, supervisionar e, se necessário, derrubar o líder. A religião do Irã é o islamismo xiita há milênios. Acreditam em um único Deus criador do Universo e de todas as leis divinas. Os judeus são também povos milenares, O Judeu é aquele ser que pertence ao grupo etnorreligioso do povo judaico, cujas raízes remontam a cerca de 2000 a.C. com Abraão, reconhecido como o primeiro patriarca de Israel e, também considerado o primeiro judeu. Esses dois países são riquíssimos. Não existe a praga do analfabetismo e ninguém morando ou mendigando nas ruas. Não entendemos qual a razão para tanto ódio, se estão distantes um do outro e que, com o mesmo padrão econômico, estão desperdiçando a beleza e a alegria da vida em refregas suicidas. Podemos imaginar que em ambos os países não existam árvores verdes com passarinhos cantando nos galhos, animais silvestres correndo entre o borbulhar dos rios e os ruídos misteriosos das matas. Imaginamos que não exista um campo de futebol ou quadras de vôlei e de tênis, que seus povos são surdos para ouvirem belas melodias ou dançar agarradinhos, ou saborear um suculento churrasco, regado a uma cervejinha ou um bom vinho que seja do seu gosto. Somos obrigados a relembrar conceitos de que o homem é um ser racional, maldoso, perverso e odiado pelos demais moradores (os bichos) desta bolinha perdida no Universo chamada Terra. O povo desses dois países Irã e Israel, estão carentes de amizade ao próximo ou se julgando extraterrestre, superior infalível de uma super raça obediente aos aiatolás e aos rabinos. São dois países muito ricos pela natureza dos seus povos, mas nos parece não gostar da premiação que a natureza os outorgou. Vemos os aiatolás barbudos, vestindo aquelas roupas compridas até os pés e boinas horrorosas, não vemos a garotada sem camisa, numa pelada de futebol correndo atrás da bola. Nas belas praias de Israel é raro ver uma gata vestindo um sumário biquini, mostrando as lindas coxas. Acham que vão viajar para a eternidade em carruagens douradas, puxadas por cavalos dirigidos por anjos. Mesmo que aconteça uma trégua, ninguém vai trazer de volta as centenas de vida perdidas. Todavia, constatamos a verdade cruel, de que todos os seres humanos vão apodrecer dentro de um túmulo dourado, ou de uma cova rasa, e virar esterco para os vegetais. Para os que acreditam em outras encarnações, nada vai melhorar em gerações vindouras, os homens vão continuar boçais e se achando os donos do planeta, o que, realmente não o são.

José Batista Pinheiro Cel EB Ref, articulista do jornal Inconfidência (Rio de Janeiro, 23.12.2025)

 

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