Caros amigos e colegas, Nos últimos dias, veio à tona, para espanto de muitos, um caso de grande repercussão nos Estados Unidos envolvendo o imunologista Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID). Segundo informações que estão sendo divulgadas e apuradas naquele país, Fauci é acusado de ocultar informações relacionadas ao surgimento da Covid-19, ao financiamento de pesquisas na China e de influenciar protocolos que teriam desestimulado ou restringido determinados tratamentos, como o uso da ivermectina. As alegações afirmam que essas decisões teriam contribuído para consequências graves durante a pandemia. Lembro-me de que, no Brasil, muitos médicos que divergiam dos protocolos oficiais sofreram perseguições, represálias e, em diversos casos, responderam a processos. Mais recentemente, também temos acompanhado debates envolvendo a relativização da imunidade parlamentar e das prerrogativas da advocacia. Mas, afinal, de onde vêm esses acontecimentos? Seriam fatos isolados e circunstanciais ou estariam inseridos em um fenômeno mais amplo, cuidadosamente articulado e difundido em diversas partes do mundo? Escrevi um artigo abordando algumas dessas questões e, paralelamente, estou buscando informações diretamente nos Estados Unidos para elaborar uma reportagem jornalística sobre os fatos relacionados a Anthony Fauci.
Além disso, nesta quinta-feira, a convite da OAB/RS, proferirei uma palestra sobre um tema conexo. Acredito que o assunto não interessa apenas aos advogados, mas a todos os cidadãos comprometidos com a preservação das liberdades democráticas, do Estado de Direito e das garantias fundamentais. Será uma grande honra contar com sua presença. Para mais informações e inscrições, clique no botão abaixo. Um grande abraço, João-Francisco Rogowski Jurista • Jornalista • Escritor |
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