> From:
fag...@cearadiesel.com.br> To:
bebe...@hotmail.com;
flavio...@yahoo.com.br;
geoc...@yahoo.com.br;
guilherme...@hotmail.com;
hdi...@coelce.com.br> Date: Tue, 28 Feb 2012 05:47:43 -0800
> Subject: ENC: SEBRAE/MEG/T3_Não diga "QUASE"!
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> NÃO DEIXE DE LER, EXERCITE SEU CÉREBRO.
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> Sabe, no contato com empresários, líderes, profissionais, colaboradores,... Não é incomum encontrar um tipo de empresário/profissional que adota uma palavra que se repete muito nas frases do dia a dia... a palavrinha é: "QUASE"
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> - “Puxa! Quase deu certo dessa vez!”.
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> - “Quase conseguimos aquele importante cliente”.
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> - “Quase conseguimos rodar os relatórios no prazo”.
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> - “Quase entregamos o pedido seguindo todas as especificações”.
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> - “Quase”...
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> Não vamos defender aqui a perfeição no trabalho, mas é importante entender o que está por trás dessas frases que não são nada incomuns de serem pronunciadas e ouvidas pelos corredores das empresas.
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> O “quase” se faz presente geralmente quando:
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> - alguém pode ter preferido apostar logo na primeira idéia (a de sempre?) ao invés de pensar mais no problema e tentar ir mais longe na busca por uma melhor solução; ou
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> - alguém foi logo colocando a mão na massa sem antes sequer saber o que estava sendo feito; ou ainda
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> - alguém fez o trabalho levando em conta os seus próprios gostos e preferências e não os gostos e preferências de quem vai receber o trabalho pronto; ou então
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> - (pare e reflita) alguém acredita que uma dedicação de 90% de si próprio já é o suficiente (o que é uma péssima notícia para o seu currículo de realizações pela quantidade de oportunidades que estão sendo negligenciadas!).
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> Aceitar os “quases” implica em não se dedicar por inteiro aos trabalhos e projetos e estar satisfeito com esse tipo de atuação.
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> Tolerar os “quases” significa não mergulhar fundo e logo de cara já aceitar que uma dedicação de 50% ou 90% de si próprio já está mais do que bom.
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> Mas imagine só uma dedicação de 90% (nem vamos mencionar os 50%) nos seguintes casos:
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> - 90% de dedicação da indústria aérea podem significar praticamente 2 aviões caindo todos os dias!
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> - 90% de dedicação do segmento de construção civil podem incorrer em cerca de 10 desabamentos por dia!
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> - 90% de dedicação da área médica podem implicar em mais de 1.000 erros em operações cirúrgicas todos os dias!
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> Você pode dizer que não atua em nenhum mercado com potencial “tão catastrófico” assim, mas se você trabalha – por exemplo – na produção de peças para o setor automobilístico precisa entender que o seu trabalho contribui para a segurança e bem-estar das pessoas.
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> Isso é muito importante e merece 100% de dedicação.
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> E em qualquer outro segmento de atividade, 90% de dedicação pode implicar em pelo menos 1 cliente não atendido a cada 10. 10 a cada 100...
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> Onde estão as oportunidades perdidas?
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> No “quase”, claro.
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> Aceitar conviver com o “quase” significa optar pela acomodação.
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> É típico daqueles que estão satisfeitos com o que são capazes de conseguir, acham que não tem mais nada o que aprender e continuam convivendo com os “quases” de sempre.
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> É uma opção e como tal traz as suas consequências.
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> Existe uma outra possibilidade e que significa deixar de ser um profissional do “quase”: o compromisso total, ou seja, a necessidade das pessoas assumirem uma atitude de compromisso para com o seu trabalho, compromisso com a satisfação do seu cliente (interno ou externo), compromisso em compartilhar informações com os seus colegas, enfim, compromisso em se colocar inteiro nos seus projetos.
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> Fazer a escolha pelo compromisso total implica estar em constante movimento. É característico de quem está buscando se desenvolver e aperfeiçoar sempre. Uma busca incessante em descobrir e despertar talentos ainda adormecidos.
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> Claro... é uma escolha que cabe a cada um no ambiente de trabalho: fazer parte do time do “quase” ou adotar o compromisso total (100% de dedicação) como padrão próprio de qualidade.
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> Não vamos entrar aqui no mérito das perdas envolvidas na escolha pelo “quase”, mas sim nos ganhos que podem acompanhar a escolha pelo compromisso.
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> Aqui estão alguns deles:
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> - As outras pessoas confiam em você e o respeitam.
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> - Você comete menos enganos e não tem que fazer as coisas de novo.
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> - Você realiza mais.
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> - Você é um referencial de trabalho para outras pessoas.
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> - Sua vida tem mais significado e propósito.
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> - Você fortalece sua auto-estima.
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> E como saber quando você está colocando 100% de dedicação no seu trabalho?
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> Quando são atingidos os três crivos a seguir:
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> 1º) Você deu o máximo de si.
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> 2º) Está orgulhoso da sua cria.
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> 3º) Está disposto a colocar as suas impressões digitais.
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> Mesmo com todos esses benefícios em vista, ainda é possível encontrar por aí muitos “quases” nas empresas e, com isso, pessoas que insistem em se queixar de falta de sorte, líderes que se queixam da falta de recursos e empresários que reclamam de crise aqui e crise acolá.
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> Faça a sua escolha hoje mesmo!
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> Ao optar pelo compromisso total ao invés do “quase” ainda não vai ser possível atingir a perfeição (e nem é esse o objetivo), mas será possível deixar grandes marcas na mente e no coração dos seus clientes, bem como no seu rol de realizações (esse sim o verdadeiro objetivo).