A importância da autoconfiança
É muito interessante pensar sobre esta competência, principalmente que a todo o momento precisamos fazer escolhas e tomar decisões. A autoconfiança nada mais é do que a capacidade de acreditar no próprio potencial. Em nossas vidas, seja em família, como funcionário, em um cargo de gestão ou como empreendedor, buscamos alcançar nossos objetivos, sonhos e metas, mas infelizmente nem sempre isso ocorre.
Pensando em nossos sonhos e objetivos, é extremamente importante saber se o profissional conhece seu potencial! Será que consegue identificar no que ele é bom e no que não é tão bom assim? Parece uma pergunta simples de ser respondida, mas não é o que ocorre normalmente. Quando o profissional identifica o que ele faz de melhor, isso o ajudará na escolha de cursos para sua capacitação, na tomada de decisões, mas principalmente ao falarmos de gestão, na busca por profissionais que supram essa lacuna identificada nele.
Precisamos lembrar que ninguém será bom em tudo, por isso, no início pode ser um pouco assustador para este profissional essa questão de olhar para si, mas é um dos pontos cruciais para seu crescimento, do seu negócio ou atividade. Quando subestimamos esta competência, corremos o risco de afastar profissionais qualificados, simplesmente por não compreendê-los. Afinal se o gestor/empreendedor não se conhece, como saberá identificar no outro as suas competências!
Uma das coisas que podem afetar a autoconfiança é a baixa autoestima, este profissional acaba por supervalorizar os pontos fortes do outro, mas não valoriza os próprios. Normalmente isso ocorre, devido a possuírem crenças equivocadas sobre si mesmo, que podem vir de familiares (seus pais, irmãos e parentes), chefes, professores, vida religiosa etc. Assim toda essa bagagem emocional inconsciente o leva a ter essa baixa autoestima e falta de confiança.
Também precisamos pensar no oposto, ou seja, no excesso de autoconfiança, e isso pode ser uma armadilha. Uma saída é utilizar o que chamarei de “zonas de segurança”, sugiro 3 opções, mas você pode pensar em outras possibilidade:
1 – Definir um amigo, um mentor, uma pessoa confiável para que você possa compartilhar, e para que lhe faça perguntas, que questione suas decisões. Aquela pessoa que não diga sempre “amém” a tudo que você fala. Isso o ajudará a fazer novas reflexões.
2 - Caso você não tenha tantas pessoas confiáveis ao seu lado, crie um questionário com perguntas chaves, que te ajudará a pensar em suas decisões. Exemplo: O quanto conheço desse assunto? Preciso fazer algum curso? Por quanto tempo devo me arriscar com este investimento?
3 - O feedback pode ser muito útil. Queira saber como seus familiares, funcionários, clientes, fornecedores veem seu negócio e suas atitudes. Defina períodos durante o ano para essa análise. Não será algo fácil, já adianto, mas te ajudará a tomar novas decisões caso seja necessário. O feedback não deve nos assustar, precisamos filtrar tudo que escutaremos, pois normalmente vem carregado da bagagem emocional daquela pessoa, mas precisamos ser sinceros conosco ao avaliar e aceitar o que precisamos mudar.
Busque se conhecer, valorize suas competências, acredite em seu potencial. Com a ajuda da autoconfiança, as chances de seu crescimento serão muito maiores.
Marco Garcia
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