ASSUNTO: CONVITE PARA LANÇAMENTO DA PESQUISA “TERMÔMETRO DA INSEGURANÇA E VITIMIZAÇÃO NA CIDADE DO RECIFE”.
O Instituto Maurício de Nassau têm a honra de convidá-lo para participar do lançamento da pesquisa “TERMÔMETRO DA INSEGURANÇA E VITIMIZAÇÃO NA CIDADE DO RECIFE”, a ser realizado dia 30 de abril de 2008, às 09h, no auditório do Bloco Capunga da Faculdade Maurício de Nassau, localizado na Rua Fernandes Lopes, 778, Graças, na subida da Ponte da Capunga.
“TERMÔMETRO DA INSEGURANÇA E VITIMIZAÇÃO NA CIDADE DO RECIFE”.
Quem são as vítimas de delitos? Qual é o porcentual de pessoas vítimas de delitos que prestam queixa a Polícia? A polícia prendeu o infrator que cometeu o crime? Qual é o porcentual de indivíduos que conhece alguém assassinado? Por qual motivo o indivíduo fora assassinado? A Polícia prendeu o assassino? A tortura deve ser instrumento usado pela Polícia? A pena de morte deve existir no Brasil? Estas perguntas são respondidas nesta pesquisa.
Através de amostra estratificada, 792 entrevistas foram realizadas, em 66 setores censitários, na cidade do Recife, com a intenção de responder as indagações mostradas. Os objetivos principais desta pesquisa foram o de verificar o porcentual de pessoas vítimas de delitos e como estas lidam institucionalmente com eles – prestam queixa ou não a Polícia. Contudo, verificou-se, já que o Recife está entre as cidades com alta freqüência de homicídios entre as capitais dos estados brasileiros, qual era o porcentual de pessoas que conhecia alguém que já fora assassinado, e, por conseqüência, qual o motivo do assassinato.
Como a pesquisa revela os conflitos existentes em dado contexto social, por meio de amostragem, procuramos descobrir, também, quais as opiniões dos indivíduos quanto à pena de morte e o uso da tortura por parte dos policiais com o objetivo de descobrirem quem cometeu o delito.
Os resultados da pesquisa apresentados revelam a realidade criminal do Recife no que condiz a pessoas vítimas de delitos. Além disto, aufere a opinião dos indivíduos quanto a ações que poderão advir do Poder Legislativo e Executivo por conta da sensação de insegurança presente na sociedade brasileira.