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Era qualquer coisa de sério e de importante. Do fundo dos séculos retornava
ele para falar da vida eterna e da glória espiritual.
Foi um momento de grande impressão.
Porém, ocorreu o imprevisto.
Emmanuel dirigiu-se solenemente à feliz assembléia e declarou:
– Eu não quero! Eu não quero que o Chico sirva de médium de materialização.
A sua missão é a missão do Livro! Não é médium com tarefas de efeitos
físicos…
Aquelas palavras caíram sobre os assistentes como verdadeira bomba.
Cada um sentiu dentro da alma a responsabilidade de ter arrastado para
aqueles trabalhos o médium de Pedro Leopoldo.
(Págs. 158-60 de “Chico Xavier - o santo dos nossos dias”, 4a. ed., s.d.,
R.A. Ranieri)(O relato acima foi fornecido ao autor por dona Esmeralda
Bittencourt, cf. p. 162 do livro mencionado)
O livro “Mandato de Amor”, da União Espírita Mineira, conta de forma um
tanto diferente a materialização de Emmanuel, segundo o link
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2006/07/materializacao.html
“Já era bem tarde, Chico ainda estava na cabine, quando se materializou uma
entidade, cujo porte e luminosidade demonstraram-nos grande superioridade. A
porta por onde adentrou o recinto evidenciou-lhe a estatura elevada.
Profundo silêncio se fez, embora sussurros se fizessem ouvir:
— Emmanuel?!?
Ali estava o abnegado servidor de Cristo, o ex-senador romano!
Arnaldo Rocha assim descreve a profunda emoção causada pela materialização
daquela singular e inesquecível presença:
“A materialização de Emmanuel foi magnífica! Emmanuel é um belíssimo tipo de
homem. Atlético, alto, provavelmente 1 metro e 90 centímetros de altura. Sua
voz clara, forte, baritonada, suave mas enérgica, impressionou-nos muito. O
andar e os gestos elegantes, simples, porém aristocráticos. No grande e
largo tórax um luzeiro multicolorido. Na mão direita, erguida, trazia uma
tocha luminescente e sua presença sempre irradiava paz, harmonia, beleza e
felicidade.”
E ele falou a todos:
- Amigos, a materialização é fenômeno que pode deslumbrar alguns
companheiros e até beneficiá-los com a cura física. Mas o livro é chuva que
fertiliza lavouras imensas, alcançando milhões de almas. Rogo aos amigos a
suspensão destas reuniões a partir desse momento .”
Este relato também aparece em “As Vidas de Chico Xavier”, livro de Marcel
Souto Maior. No livro “Chico Xavier - o santo de nossos dias”, conta-se que
as palavras de Emmanuel foram:
- Eu não quero! Eu não quero que o Chico sirva de médium de materialização.
A sua missão é a missão do Livro! Não é médium com tarefas de efeitos
físicos…
Em um livro temos um Emmanuel mais calmo, evangélico, no outro, mais
enérgico, mais “mandão”. Ou alguém está mentindo ou está com sérios
problemas de memória. Essas discordâncias nas palavras de exatas de Emmanuel
mostram ao menos que não houve um registro no dia dos fenômenos, só sendo
feitos tempos depois, o que talvez facilite memória defeituosa dos
informantes. Ainda assim, a discordância nas palavras é brutal! Também não
vi nos trechos mencionados as medidas de controle, se é que existiram. Tais
problemas tornam tais relatos, a meu ver, cientificamente de pouco valor ou
mesmo inválidos. E também sugerem fraude.
Alan Gauld menciona em seu livro Mediunidade e Sobrevivência sobre
materializações:
“[…] muitos desses fenômenos exigiam escuridão parcial ou total para serem
produzidos (as delicadas estruturas ectoplásmicas, dizia-se, eram sensíveis
à luz, especialmente às ondas curtas do azul), fato que levou os céticos a
sugerir que a escuridão era meramente a cobertura para uma fraude. Esta
sugestão foi reforçada especialmente a partir da década de 1870, por uma
série de desagradáveis desmascaramentos.” Mas não podemos falar da outras
que ocorreram no claro porque esta é uma pesquisa séria.
Então temos os seguintes fatos:
a) Públio Lentulus não existiu (ao menos como mostrado no livro “Há Dois Mil
Anos”).
b) Chico Xavier “materializou” uma entidade que alegava ser um senador que
nunca existiu.
c) Há discordância brutal nos relatos sobre como se deu a “materialização”
dessa entidade.
d) A literatura psíquica registra muitíssimos casos de fraude em supostos
fenômenos de materialização.
E temos as seguintes hipóteses para explicar os fatos:
a) A sessão de materialização seria uma fraude perpetrada pelo próprio Chico
Xavier que, na verdade, era um ET de Marte.
b) Não teríamos um fenômeno de materialização, e sim o que a literatura
psíquica registra como um teleplasma ou ideoplastia, uma materialização do
pensamento, e não de um espírito. O site “Survival After Death” mostra
várias fotos de fenômenos produzidos por Eva Carriére ou Helen Duncan que
seriam ou fraudes ou fenômenos anímicos:
http://www.survivalafterdeath.org/photographs.htm, embora niguem quera
assumir que PSI é muito real.
c) Pode ainda ser um espírito mistificador ou inferior que se fazia passar
pelo senador romano Publio Lentulus - que não existiu, ao menos como
descrito no livro “Há Dois Mil Anos”. Na verdade, podia ser até um irmão
gêmeo de Chico Xavier que ele matinha escondido desde a infância e que
enterraram vivo no mesmo caixão para não deixar suspeitas.
Qual dessas 3 hipóteses é a mais parcimoniosa?
Assim essa excelente pesquisa demonstra a veracidade inquestionável da
materialização. Porque o principio da parcimônia é algo decisivo.
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Depois de exaustiva pesquisa séria na internet cheguei a conclusão que houve
vários Públio Lentulus na história, mas nenhum na época de Cristo.
Naturalmente, este tipo de pesquisa histórico-familiar é algo simples e não
se faz necessário nada mais do que isso, afinal ocorreu somente há dois mil
anos, logo, podemos afirmar sem verificar minuciosamente vária fontes como
cartórios, atas de registro da época, centenas de genealogias, etc. Ou seja,
está provado.
Assim o bom método da parcimônia indica que não houve Publios nenhum nesta
época.
Edu
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O mesmo aconteceu com Jesus. Se Jesus não tivesse poderes de curar e até de
resuscitar mortos o que os espíritas não aceitam, ele passaria desapercebido
pela história. O que o tornou um fato inequivoco e que o tornou o homem mais
popular da história, foi indubitavelmente o seu poder que segundo ele vinha
do Pai e era para dar testemunho de sua glória.
Dessa forma prefiro acreditar que Publio Lentulus de fato existiu, pois que
registros podem ter sido ao longo desses 2000 anos perdidos ou adulterados.
Como se sabe Roma caiu sob o domínio dos Barbaros, que provavelmente podem
ter incendiado e destruido muitas provas.
SAUDAÇÕES
CARLOS ROBERTO
A sua posição, abaixo colocada, é aquela mais encontrada no meio
espírita: a credulidade por argumento de autoridade.
É uma posição tão legítima como qualquer outra. Entretanto, ela não se
coaduna com o espírito científico proposto até pelos próprios
espíritos nas obras kardecistas. A ciência não prescinde do ceticismo
que propõe: ele é fundamental. A credulidade pura e simples, como
abaixo alegada ("prefiro acreditar que..."), é uma proposta que se
opõe a tudo o que se compreende como investigação científica.
Ela é, contudo, como já dito, uma posição legítima, como o são também
as posições de outras opiniões dogmáticas que trilham o caminho da fé
ao invés da razão que perscruta e duvida sempre. Mas esse não é o
caminho metodológico proposto pelo espiritismo. Seu caminho é o
caminho da ciência e do conhecimento, sendo a fé uma conseqüência
desse caminhar, nunca uma premissa.
São apenas algumas opiniões, sem maior valor além disso: opiniões.
Abraços fraternais.
Sergio Mauricio
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O raciocínio do dileto Celso é belo mas falacioso. O critério que aplica para que uma alegação seja verdadeira é o do bem, se o que se diz é bom, e quem o disse também o era, então temos uma verdade. Infelizmente as coisas não funcionam assim: pessoas más podem propalar verdades insofismáveis e pessoas boas mentirem escancaradamente.
Chico achava-se imbuído de uma missão benemérita e para tanto não media esforços em realizá-la, até mesmo umas “mentirinhas” considerou válidas, visto que os fins eram produtivos.
Há bons estudos disponíveis na internet demonstrando de forma irretorquível que a existência histórica de Emmanuel (ou seja, Publius Lentulus) é irreal. Chico partiu da apócrifa carta de Lentulus, surgida no século XIV de nossa era e a considerou legítima e esse foi seu grande erro: todas as pesquisas realizadas, intentando localizar esse Públio Lentulo no passado resultaram infrutíferas.
Dizem que no Lar Frei Luiz são realizadas sessões de materializações, mas de lá nada sai de objetivo, que possa dar ao mundo prova de que entidades espirituais estejam se carnificando. Tudo que sabemos parte das declarações dos que ali frequentam. Quer dizer, ninguém que não seja do círculo pode conferir se realmente ocorrem materializações ou simulações. Nem um filmezinho do processo é liberado...
Moizés Montalvão
Porque aceitarmos as concordâncias dos espíritos, se em realidade não podemos realmente comprovar cientificamente a sua existência ? Podemos acreditar sem comprovações cientificas nos espíritos dos Pretos velhos Caboclos que se manifestam em um terreiro de Umbanda ? podemos ainda acreditar em uma casa espírita onde se comunicam Bezerra de Menezes, André Luiz, e muitos outros trabalhadores da ceara do bem, e nas pesquisas feitas por Alan Kardec, além das concordâncias qual a prova cientifica que nos trouxe ? Meus irmãos se formos buscar provas concretas, teremos que rever todos os nossos conceitos e devemos agir como os verdadeiros pesquisadores, porém eu sei que a verdade espiritas não vem desse mundo e não pode ser comprovada usando os nossos critérios. a certeza que tenho é Chico Xavier vivenciou o evangelho e através de sua incontestável mediunidade ajudou muitos irmãos, tanto na caridade da matéria , quanto na parte espiritual. Eu por exemplo já vi Pretos velhos Caboclos na Umbanda fazendo verdadeiros prodígios, frequento um lar espírita com o Nome de Lar de Frei Luiz, a sua diretoria é formada por Médicos e pessoas ligadas a área da saúde, nesse lar são feitas Materializações para cura de enfermos, além de outras atividades espirituais e os espíritos que dão atendimento nesse lar são os mesmos espíritos que são contestados entre eles, Emmanuel, porém o objetivo da Caridade é alcançado em todos os sentidos, Devemos conhecer a árvore pelos seus frutos, isso é que importante, não acho que devemos aceitar tudo como verdade absoluta, devemos separar o joio do trigo, porém sem perder a sensibilidade que Deus nos deu, nem Alan Kardec acreditava em uma verdade absoluta, pois se fosse assim, ele não diria que, independente das comprovações que até aquela época fossem feitas , posteriormente descobrissem outras que sobrepujassem a primeira, deveríamos aceitar e deveríamos rever nossos conceitos.Então será que existem várias verdades? Kardec foi um visionário bem além do seu tempo, porém se formos buscar em sua biografia esse não era o seu verdadeiro nome, porém qual a comprovação científica sobre verdadeira origem desse nome ? Temos verdadeiramente que usar a nossa sensibilidade e conhecer o fruto.De: Celso Oliveira.
De: Prof. Albino A. C. de Novaes <prof....@gmail.com>
Para: espiritismo...@googlegroups.com
Enviadas: Sábado, 28 de Julho de 2012 15:49
Assunto: Re: [IPCE] Re: Emmanuel não existiu
Aceitar o que escrevem os médiuns sem nenhuma prova é no mínimo uma temeridade. "Generalidade e concordância nos ensinamentos dos espíritos, tal é o caráter essencial da doutrina, a própria condição da sua existência, disso resulta que todo princípio que não recebeu a consagração do controle da generalidade, não pode ser considerado parte integrante dessa mesma doutrina, mas uma simples opinião isolada, da qual o Espiritismo não pode assumir a responsabilidade" (GE - Introdução: Allna Kardec)Se não é possível provar que Emmanuel é quem afirma ser, sua identificação não pode ser confirmada. E se não pode ser confirmada, nenhuma validade tem a informação. Acaba por se transformar numa informação duvidosa, sem a generalidade e concordância nos ensinamentos dos Espíritos. Tudo indica que o nome Emmanuel foi adotado porque existe uma mensagem em O Evangelho segundo o Espiritismo atribuída a um Espírito com o mesmo nome. Mesmo havendo concordância na opinião dos Espíritos (o que não acontece no caso) falta ainda a aplicação do critério da lógica. "O caráter essencial de toda revelação deve ser a verdade. Revelar um segredo, é dar a conhecer um fato; se a coisa é falsa, não é um fato e, por consequência, não há revelação. Toda revelação desmentida pelos fatos não é revelação (...)". Tudo indica que é mais um produto da concepção humana.É um direito legítimo da inteligência humana tais questionamentos. Enquanto não for comprovada, a informação não pode e não deve ser validada, assim recomenda a Codificação Espírita. E falta ainda a questão do padre jesuita ... mais duvidosa ainda.
O amor e o ódio corrompem as nossas idéias e pervertem os nossos juízos.Antonio Genovesi
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E ai?
--- Mensagem Original ---
De: celso luiz <celsool...@yahoo.com.br>
Enviado: 30 de julho de 2012 30/07/12
Para: espiritismo...@googlegroups.com
Assunto: Re: RES: [IPCE] Re: Emmanuel não existiu
Prezado irmão.
Acho que o seu raciocínio é um pouco conflitante em relação a doutrina dos espíritos, pois no ponto de vista da evolução espiritual, os seres evoluídos não precisam se valer subterfúgio ou mentiras para atingir sua meta. em relação as materializações que acontecem no lar do Frei Luiz eu acho que você esta mal informado, pois não só participam destas reuniões as pessoas pertinentes ao grupo, mas todos aqueles que necessitam dessa assistência, inclusive você pode pesquisar na revista Veja, relatos de Milton Nascimento que obteve uma cura em uma dessas reuniões,( depoimento dele próprio) Estas reuniões não são espetáculos para curiosos e sim conforto para aqueles que recorrem ao mundo espiritual. Espero sinceramente que reveja seus conceitos em relação a espiritualidade, porque o seu pensamento não se encaixa em nossa abençoada doutrina.
Att Celso Oliveira
De: moi <moizes...@oi.com.br>
Para: espiritismo...@googlegroups.com
Enviadas: Sábado, 28 de Julho de 2012 20:25
Assunto: RES: [IPCE] Re: Emmanuel não existiu
O raciocínio do dileto Celso é belo mas falacioso. O critério que aplica para que uma alegação seja verdadeira é o do bem, se o que se diz é bom, e quem o disse também o era, então temos uma verdade. Infelizmente as coisas não funcionam assim: pessoas más podem propalar verdades insofismáveis e pessoas boas mentirem escancaradamente.
Chico achava-se imbuído de uma missão benemérita e para tanto não media esforços em realizá-la, até mesmo umas “mentirinhas” considerou válidas, visto que os fins eram produtivos.
Há bons estudos disponíveis na internet demonstrando de forma irretorquível que a existência histórica de Emmanuel (ou seja, Publius Lentulus) é irreal. Chico partiu da apócrifa carta de Lentulus, surgida no século XIV de nossa era e a considerou legítima e esse foi seu grande erro: todas as pesquisas realizadas, intentando localizar esse Públio Lentulo no passado resultaram infrutíferas.
Dizem que no Lar Frei Luiz são realizadas sessões de materializações, mas de lá nada sai de objetivo, que possa dar ao mundo prova de que entidades espirituais estejam se carnificando. Tudo que sabemos parte das declarações dos que ali frequentam. Quer dizer, ninguém que não seja do círculo pode conferir se realmente ocorrem materializações ou simulações. Nem um filmezinho do processo é liberado...
Moizés Montalvão
De:espiritismo...@googlegroups.com [mailto:espiritismo...@googlegroups.com] Em nome de celso luiz
Enviada em: sábado, 28 de julho de 2012 17:39
Para:espiritismo...@googlegroups.com
Assunto: Re: [IPCE] Re: Emmanuel não existiu
Porque aceitarmos as concordâncias dos espíritos, se em realidade não podemos realmente comprovar cientificamente a sua existência ? Podemos acreditar sem comprovações cientificas nos espíritos dos Pretos velhos Caboclos que se manifestam em um terreiro de Umbanda ? podemos ainda acreditar em uma casa espírita onde se comunicam Bezerra de Menezes, André Luiz, e muitos outros trabalhadores da ceara do bem, e nas pesquisas feitas por Alan Kardec, além das concordâncias qual a prova cientifica que nos trouxe ? Meus irmãos se formos buscar provas concretas, teremos que rever todos os nossos conceitos e devemos agir como os verdadeiros pesquisadores, porém eu sei que a verdade espiritas não vem desse mundo e não pode ser comprovada usando os nossos critérios. a certeza que tenho é Chico Xavier vivenciou o evangelho e através de sua incontestável mediunidade ajudou muitos irmãos, tanto na caridade da matéria , quanto na parte espiritual. Eu por exemplo já vi Pretos velhos Caboclos na Umbanda fazendo verdadeiros prodígios, frequento um lar espírita com o Nome de Lar de Frei Luiz, a sua diretoria é formada por Médicos e pessoas ligadas a área da saúde, nesse lar são feitas Materializações para cura de enfermos, além de outras atividades espirituais e os espíritos que dão atendimento nesse lar são os mesmos espíritos que são contestados entre eles, Emmanuel, porém o objetivo da Caridade é alcançado em todos os sentidos, Devemos conhecer a árvore pelos seus frutos, isso é que importante, não acho que devemos aceitar tudo como verdade absoluta, devemos separar o joio do trigo, porém sem perder a sensibilidade que Deus nos deu, nem Alan Kardec acreditava em uma verdade absoluta, pois se fosse assim, ele não diria que, independente das comprovações que até aquela época fossem feitas , posteriormente descobrissem outras que sobrepujassem a primeira, deveríamos aceitar e deveríamos rever nossos conceitos.Então será que existem várias verdades? Kardec foi um visionário bem além do seu tempo, porém se formos buscar em sua biografia esse não era o seu verdadeiro nome, porém qual a comprovação científica sobre verdadeira origem desse nome ? Temos verdadeiramente que usar a nossa sensibilidade e conhecer o fruto.
De: Celso Oliveira.
De: Prof. Albino A. C. de Novaes <prof....@gmail.com>
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A única verdade absoluta e a bíblia.
Se você ousar a ler ela por completa ira entender oque eu digo e afirmo.
Qualquer outra fonte e INTEIRAMENTE duvidosa, isso também falo com propriedade.
NVD
Emmanuel comunicou certa ocasião que se alguma coisa que ele dissesse fosse contrária ao "LIVRO DOS ESPÍRITOS", então deveríamos abandona-lo (A ele Emmanuel) e ficar com o "LIVRO DOS ESPÍRITOS". Emmanuel não se coloca como um espírito super-evoluído. Ele pode ser classificado sim como um espírito BOM, tanto que sabe-se que está em processo de reencarnação talvez para dar prosseguimento a obra de Chico Xavier. A vantagem de termos o testemunho desses espíritos é que temos um testemunho da história viva, coisa que nenhum compendio de história poderia nos proporcionar. Detalhes do drama de Pilatos e das tramas que se sucederam durante o Império Romano, particularmente ligados a trajetória de Jesus chegam-nos por livros como "Há 2000 anos" e outros. Seus ensinamentos são proveitosos e não contradizem a doutrina, antes a enriquecem. Então que significado tem a identidade do espírito? Será que ele não pegou um nome emprestado como André Luiz o fez talvez para preservar-se ou evitar julgamentos ? Além do mais o que podemos saber da história Romana? Os documentos são confiáveis? Tudo foi registrado e legitimamente registrado? Não sabemos NADA, e Emmanuel não nos passa nenhuma novidade que já não nos tenha sido ensinada por Jesus. Apenas as confirma, então a arvore é boa e dá bons frutos. Se o nome é esse ou outro ou se esse ou aquele detalhe ocorreu do jeito que foi narrado, são detalhes menos importantes. O importante é a mensagem transmitida. Essa sim tem que ser correta e verdadeira.
SAUDAÇÕES
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Jorge,
Vai ser muito difícil achar o que pede: um documento dizendo que Públio Lêntulo não existiu. O que pode haver, e há, são estudos que demonstram a insustentabilidade histórica dessa figura.
Cordiais saudações,
-----Mensagem
original-----
De: espiritismo...@googlegroups.com
[mailto:espiritismo...@googlegroups.com] Em nome de Jorge Teixeira
Enviada em: terça-feira, 31 de julho de 2012 12:29
Respeitável Celso,
Admira-me sua visão eminentemente mística da doutrina. Admiro e respeito. No entanto, análise objetivas são cabíveis e desejadas nesse contexto, principalmente porque do espiritismo se diz não ser só religião, mas também ciência, e ciência deverá estar sob constante verificação, a fim de conferir se seus postulados se mantêm firmes.
Seres evoluídos não deveriam mentir (mas mentem) – aqui supondo-se que as comunicações (inclusive as repassadas a Kardec) provenham mesmo de entes espirituais –, também não deveriam errar, ou errar pouco, principalmente em questões importantes, quais a pluralidade dos mundos habitados, a vida nos planetas do sistema solar, e na lua, etc. Os ditos espíritos superiores disseram a Kardec que em Marte habitavam seres primitivos, brutos e grosseirões. A mãe de Chico teria passado ao médium outras informações: os marcianos eram superdesenvolvidos. Da mesma forma com o suposto espírito de Humberto Campos, que descreveu os marcianos como cultos, educados e possuidores de tecnologia avançada. Alguém errou aí, ou todos erraram...
Em relação as afirmadas materializações no Lar Frei Luiz, é ótimo que pessoas saiam de lá satisfeitas, isso, no entanto, não esclarece se realmente espíritos se materializam: quem tenha interesse em investigar o assunto e confirmar se realmente espíritos têm a faculdade de se encherem de carne e viraram seres humanos (ao menos temporariamente) não terá meios de encetar tal estudo. Assim, com o mesmo direito que se afirma que espíritos moldam corpos e se mostram a plateias selecionadas, outros podem negar tal fato enquanto dele não possuir comprovação. Visto que é remota a possibilidade de o improvável acontecer, é mais viável admitir-se que espíritos não se materializam que o contrário.
Cordiais saudações,
Amigo Jorge,
Muito grande prazer em revê-lo. Veja os textos que mandei anexos à postagem anterior.
Mas, já que pediu meia dúzia de frases, tentarei satisfazê-lo.
1. a única referência objetiva a Publius Lentulus data do século XIV, antes disso, somente no romance de Chico Xavier...;
2. algumas coisas que Emmanuel diz de si mesmo não se adequa à realidade dos tempos de Cristo;
3. o mesmo em relação ao ambiente onde Publius Lentulus teria realizado sua “missão secreta”, bem assim em suas relações com Pilatos;
4. a “carta de Lentulus”, de onde Chico tirou inspiração para construir seu alterego, é dada como apócrifa por todos os especialistas;
5. “Emmanuel” não sabia latim (essa é “braba”)...
6. o poema que Publius Lentulus escrevera para sua esposa, constante no livro de Chico, tem características incompatíveis com a escrita daqueles tempos. Não é uma “tradução” do latim, sim uma produção típica da moderna língua portuguesa. Esse escrito poético encanta os leigos (e é realmente bonitinho) mas trai sua verdadeira origem: a criatividade de Chico Xavier.
Espero ter atendido ao solicitado.
Fraternais saudações,
Cordiais saudações.
-----Mensagem
original-----
De: espiritismo...@googlegroups.com
[mailto:espiritismo...@googlegroups.com] Em nome de Jorge Teixeira
Enviada em: segunda-feira, 30 de julho de 2012 12:16
O primeiro período do Espiritismo, caracterizado pelas mesas girantes, foi o da curiosidade. O segundo foi operíodo filosófico, marcado pelo aparecimento de O Livro dos Espíritos. A partir deste momento o Espiritismo tomou um caráter completamente diverso. Entreviram-lhe o objetivo e o alcance e nele hauriram fé e consolação, sendo tal a rapidez de seu progresso que nenhuma outra doutrina filosófica ou religiosa oferece exemplo semelhante. Mas, como todas as idéias novas, teve adversários tanto mais obstinados quanto maior era a idéia, porque nenhuma idéia grande pode estabelecer-se sem ferir interesses. É preciso que ocupe um lugar e as pessoas deslocadas não podem vê-la com bons olhos. Depois, ao lado das pessoas interessadas estão os que, por espírito de sistema e sem razões precisas, são adversários natos de tudo quanto é novo.
Nos primeiros anos, muitos duvidaram de sua vitalidade, razão por que lhe deram pouca atenção. Mas quando o viram crescer, a despeito de tudo, propagar-se em todas as fileiras da sociedade e em todas as partes do mundo, tomar o seu lugar entre as crenças e tornar-se uma potência pelo número de seus aderentes, os interessados na manutenção das idéias antigas alarmaram-se seriamente. Então uma verdadeira cruzada foi dirigida contra ele, dando início ao período da luta, de que o autode- fé de Barcelona, de 9 de outubro de 1861, de certo modo foi o sinal. Até então ele tinha sido alvo dos sarcasmos da incredulidade, que ri de tudo, principalmente do que não compreende, mesmo das coisas mais santas, e aos quais nenhuma idéia nova pode escapar: é o seu batismo de fogo. Mas os outros não riem: fitam-no com cólera, sinal evidente e característico da importância do Espiritismo. Desde então os ataques assumiram um caráter de violência inaudita. Foi dada a palavra de ordem: sermões furibundos, pastorais, anátemas, excomunhões, perseguições individuais, livros, brochuras, artigos de jornais, nada foi poupado, nem mesmo a calúnia.
Estamos, pois, em pleno período de luta, mas este não terminou. Vendo a inutilidade dos ataques a céu aberto, vão ensaiar a guerra subterrânea, que se organiza e já começa. Uma calma aparente vai ser sentida, mas é a calma precursora da tempestade; não obstante, à tempestade sucede a bonança. Espíritas, não vos inquieteis, porque a saída não é duvidosa; a luta é necessária e o triunfo será mais retumbante. Disse e repito: vejo o fim; sei como e quando será alcançado. Se vos falo com tal segurança é que para tanto tenho razões, sobre as quais a prudência manda que me cale, mas vós as conhecereis um dia. Tudo quanto vos posso dizer é que virão poderosos auxiliares para fechar a boca de mais de um detrator. Contudo a luta será viva e se, no conflito, houver algumas vítimas de sua fé, que estas se rejubilem, como o faziam os primeiros mártires cristãos, dos quais muitos estão entre vós, para vos encorajar e dar o exemplo; que se lembrem destas palavras do Cristo: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus. Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, pois grande é o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.” [São Mateus, capítulo V, versículos 10, 11 e 12]40.
Estas palavras não parecem ter sido ditas para os espíritas de hoje, como para os apóstolos de então? É que as palavras do Cristo têm isto de particular: são para todos os tempos, porque sua missão era para o futuro, como para o presente.
A luta determinará uma nova fase do Espiritismo e levará ao quarto período, que será o período religioso; depois virá o quinto, período intermediário, conseqüência natural do precedente, e que mais tarde receberá sua denominação característica. O sexto e último período será o da regeneração social, que abrirá a era do século vinte. Nessa época, todos os obstáculos à nova ordem de coisas determinadas por Deus para a transformação da Terra terão desaparecido. A geração que surge, imbuída das idéias novas, estará em toda a sua força e preparará o caminho da que há de inaugurar o triunfo definitivo da união, da paz e da fraternidade entre os homens, confundidos numa mesma crença, pela prática da lei evangélica. Assim serão confirmadas as palavras do Cristo, já que todas devem ter cumprimento e muitas se realizam neste momento, porque os tempos preditos são chegados. Mas é em vão que, tomando a figura pela realidade, procurais sinais no céu: esses sinais estão ao vosso lado e surgem de todas as partes.
É notável que as comunicações dos Espíritos tenham tido um caráter especial em cada período: no primeiro eram frívolas e levianas; no segundo foram graves e instrutivas; a partir do terceiro eles pressentiram a luta e suas diferentes peripécias. A maior parte das que se obtém hoje nos diversos centros tem por objetivo prevenir os adeptos contra as intrigas de seus adversários.
Assim, por toda parte são dadas instruções a este respeito, como por toda parte é anunciado um resultado idêntico. Tal coincidência, sobre este como sobre muitos outros pontos de vista, não é um dos fatos menos significativos. A situação se acha completamente resumida nas duas comunicações seguintes, cuja veracidade já foi reconhecida por muitos espíritas.
ALLAN KARDEC, REVISTA ESPÍRITA, DEZEMBRO DE 1863
40 N. do T.: No original francês, por engano, constou o capítulo VI.
CETICISMO E ESPIRITISMO
Sérgio Biagi Gregório
1) O que se entende por ceticismo?
Do grego skeptikos, aquele que investiga. Concepção segundo a qual algum ou todo conhecimento é duvidoso ou mesmo falso.
2) Como podemos dividi-lo?
O ceticismo pode ser sistemático ou moderado. O ceticismo sistemático, total ou radical, é duvidar de tudo; o ceticismo moderado utiliza a dúvida como modo de propor novas ideias. O ceticismo sistemático é impossível porque toda ideia é avaliada contra outras ideias. O ceticismo moderado deveria ser a norma de todo o aprendiz. Ele é sinônimo de mente aberta, que é a disposição para aprender novos itens e revisar crenças.
3) Como está posto o paradoxo do cético?
O cético radical duvida de tudo igualmente. Ele coloca todas as hipóteses científicas ou não científicas no mesmo nível. É possível que ele peça tolerância ou até apoios para especulações não cientificas. Na prática, o ceticismo radical pode encorajar a credulidade. (1)
4) Que relação há entre ceticismo e argumentos da ilusão?
Para os que defendem os argumentos da ilusão, os sentidos às vezes nos enganam e podem fazê-lo em todas as ocasiões. Argumenta-se: talvez os sentidos nos enganem sempre. Erro: não é porque às vezes nos enganem que podem nos enganar sempre. Uma moeda pode estar viciada, mas não podemos inferir que todas estejam viciadas. (2)
5) Compare dogmatismo e ceticismo.
O ceticismo radical nega que podemos chegar à verdade absoluta. O dogmatismo é o seu oposto, ou seja, é a atitude que consiste em admitir a possibilidade, para a razão humana, de chegar a verdades absolutamente certas e seguras.
6) Allan Kardec foi cético?
Poder-se-ia dizer que foi cético moderado. Em toda a obra da codificação, Allan Kardec tinha por base uma premissa muito importante: “É preferível rejeitar nove verdades a aceitar uma única como erro”.
7) Como o ceticismo está posto na Doutrina Espírita?
Na metodologia usada por Allan Kardec, quando organizou a Doutrina Espírita. Ele não se fiou em um único médium, nem em uma única mensagem. Pegava várias respostas, de diferentes médiuns, para, depois, publicá-las de acordo com os princípios da razão.
8) Qual a influência do ceticismo no caráter progressivo da Doutrina Espírita?
Embora Allan Kardec tenha fundamentado os princípios espíritas sobre as leis da natureza, deixava sempre uma porta aberta à dúvida, pois se uma nova lei fosse descoberta, o Espiritismo teria de se pôr de acordo com essa lei. Acrescenta: “Não lhe cabe fechar a porta a nenhum progresso, sob pena de se suicidar. Assimilando todas as ideias reconhecidamente justas, de qualquer ordem que sejam, físicas ou metafísicas, ela jamais será ultrapassada, constituindo isso uma das principais garantias da sua perpetuidade”. (3)
(1) BUNGE, M. Dicionário de Filosofia. Tradução de Gita K. Guinsburg. São Paulo: Perspectivas, 2002. (Coleção Big Bang)
(2) BLACKBURN, Simon. Dicionário Oxford de Filosofia. Consultoria da edição brasileira, Danilo Marcondes. Tradução de Desidério Murcho ... et al. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
(3) KARDEC, A. Obras Póstumas. 15. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1975, p. 349.
Mario Cortela - Vc sabe com quem está falando?
http://www.youtube.com/watch?v=kEOcMfukTm8&feature=related
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Prezada Magali,
Acredito que suas lindas palavras tenham minha pessoa como alvo. Devo dizer que concordo bastante com várias de suas assertivas, outras, me parecem, estão equivocadas.
Primeiramente, você diz: “Não entendo o porque uma lista com o nome "espiritismo-científico" abre espaço para debates como esse.”
Salvo melhor juízo, a existência histórica da personalidade que teria guiado Chico Xavier em sua caminhada mediúnica me parece tema adequado para ser discutido no site. História é ciência, e mediunidade, reencarnação também são questões investigadas pela ciência espírita. Considerando que toda ciência que se preze está sob constante cotejamento, nenhum óbice haveria em relação à troca de argumentos em relação a esses assuntos.
Uma outra afirmação que pede reflexão: “Penso que aquele que entra em um debate, uma lista temática no mínimo parte do pressuposto de que sintoniza com as idéias í apresentadas estão de acordo com a crença pessoal (não estou falando de religião) ou ao menos está aberto ao diálogo e ao aprendizado.”
“Sintonizar com ideias” não é o mesmo que concordar com elas. Podemos estar sintonizados no sentido de que o assunto nos interessa examinar. Quanto a estar aberto ao diálogo e desejoso de aprender, concordo plenamente: devemos entrar em qualquer discussão com esses objetivos em mente.
Outra declaração que precisa ser discutida: “Mas o que acontece de verdade, é que algumas pessoas conhecidas como céticas, pseudo-céticas ateus e perseguidores natos da Doutrina dos Espíritos, participam de diversas listas com nomes diferentes para combater, perseguir, denegrir , insultar, provar falsas idéias, semear a incredulidade movidos pelo único sentimento de combater O Espiritismo.”
Não sei se tinha em mente minha pessoa quando proferiu o declarativo, se for, devo dizer que está equivocada, totalmente. Não me reputo “perseguidor” da doutrina espírita: o espiritismo (ao menos no Brasil) é forte o suficiente para sobreviver as minhas humildes contestações. Por outro lado, não considero o espiritismo algo mal: muitos de seus ensinamentos são altamente produtivos e indicam ao fiel que adote comportamentos condizentes com quem queira e se esforce por progredir moralmente. Uma religião que promane essa orientação não pode ser ruim. Assim como questiono tópicos do ensino dos espíritos, igualmente questiono declarações católicas, protestantes... Busco a verdade, não destruir religiões.
Sobre participar de diversas listas com nomes diferentes, certamente não é comigo. Sempre apareço como “Montalvão”, ou, “Moizés Montalvão”. Em duas delas me identifico como “moimoi” que, em verdade, foi um equívoco do qual só me dei conta depois de feito: a ideia era criar um “pisilônimo” com minhas iniciais “MoiMOn” (de Moizés Montalvão), mas o dedo escorregou e depois de já ter redigido mensagens como moimoi foi que percebi, então deixei ficar. Pronto, além disso, que eu me lembre, não há mais nenhum outro “eu” disfarçado por aí...
Infelizmente, sei que não vai gostar de muitas coisas que escrevo, mas a discussão é para isso mesmo, trocar argumentos até que se chegue a um melhor entendimento do assunto. A meta é esta.
Cordiais saudações,
De:
espiritismo...@googlegroups.com
[mailto:espiritismo...@googlegroups.com] Em nome de Magali Bischoff
Enviada em: sexta-feira, 3 de
agosto de 2012 10:12
Para:
espiritismo...@googlegroups.com
Assunto: Re: RES: [IPCE] Re:
Emmanuel não existiu
Caros amigos" dessa lista,
Tudo evolui, progride e transforma. Desde o Planeta e os seres viventes à consciência inteligente que nela Habita.
A Marcha do Progresso é Lei Universal. Tudo se transforma, se renova no tempo certo.
Algumas consciências progridem saindo dos extremos , de um ponto ao outro até aprender a encontrar o equilibrio, o bom senso , a maturidade. Não entendo o porque uma lista com o nome "espiritismo-científico" abre espaço para debates como esse.
Magali,
Onde escrevi: “não considero o espiritismo algo mal”, leia: não considero o espiritismo algo negativo. O termo “mal” fica inadequado (e errado) na frase, embora o significado, creio, possa ser facilmente deduzido, que é afirmar que o espíritismo, em meu modo de ver, não é uma proposta ruim.
Saudações.
Admirável Celso,
Você diz que devemos usar a sensibilidade em certos assuntos, em vez de tentar entendê-los pelo intelecto. Eis uma proposta interessante, mas que só funciona restritamente. Não existe uma única “sensibilidade” que igualitariamente concedesse a resposta certa a todos. Basta observar que a mesma sensibilidade que diz a alguns que espíritos comunicam, a outros diz que são demônios que estão atuando, e a alguns diz que são ilusões. Se ficarmos dependendes da sensibilidade estaremos mais confusos que se procurarmos respostas pela investigação metódica.
Outra questão que propôs: espíritos existem? Como provar se não há instrumentos que possam detectá-los? Acontece que às vezes a falta de instrumento sofisticado pode ser suprida com verificações simples e objetivas. Consideremos a inquirição: espíritos existem? De fato, não vejo como se poderia aferir conclusivamente a existência de espíritos e vou além: caso existam como seriam e como agiriam? (as respostas variariam conforme fosse o contexto religioso do respondedor). Mas se restringirmos um pouco a questão, talvez seja possível achar esclarecimentos concretos. Então, em vez de inquirir: “espíritos existem?”, mudemos o foco da pergunta: “espíritos comunicam? Ou as comunicações são oriundas do psiquismo dos ditos médiuns?”.
Por que falamos em “psiquismo”? Para os que não comungam a crença espírita a hipótese psicológica é a explicação adequada. Há também quem diga que quem comunica são demônios, mas não vamos considerar essa alegação. Então, teríamos de elaborar testes que mostrassem a inequívoca atuação de entidades espirituais. Essas comprovações certamente não podem ser obtidas mensurando-se o grau de satisfação dos que recebem recados do além. Esse caminho é cheio de controvérsias e insuficiente para demonstrar a atuação de um ser desencarnado dentre os vivos. Os testes a que me refiro podem facilmente ser engedrados e dariam razoável grau de certeza. O difícil seria encontrar médiuns que aceitassem a eles se submeter. Vou dar exemplos:
Diante de um suposto espírito em comunicação, poder-se-ia submetê-lo às seguintes provas:
1. o testador traria num envelope fechado uma folha dobrada, na qual estivesse escrita uma frase que nem ele, o investigador, saberia qual fosse (escrita por um terceiro): o espírito teria revelar inequivocamente o conteúdo;

Verificações dessa espécie dariam por findas as longas discussões que se arrastam desde os tempos de Kardec, que assim são resumidas: são mesmo espíritos que comunicam ou são médiuns criativos que elaboram as ditas comunicações?
Só falta que os interessados levem os testes adiante...
Saudações,
De: espiritismo...@googlegroups.com
[mailto:espiritismo...@googlegroups.com] Em nome de celso luiz
Enviada em: sábado, 4 de agosto de
2012 09:26
Para:
espiritismo...@googlegroups.com
Assunto: Re: RES: RES: [IPCE] Re:
Emmanuel não existiu
Amigo Moizes.
A minha visão é um pouco diferente, pois existem certas coisas que devemos usar a nossa sensibilidade e jamais vamos conseguir chegar a uma conclusão usando simplesmente a lógica visão terrena, pois se formos usa-las, não podemos nem acreditar nas pesquisas de Kardec, nas mesas girantes, no livro dos espíritos, na doutrina espírita, em Confúcio, Buda, ou seja deveríamos estar em um mundo simplesmente material. Porém eu acredito em um mundo mais sútil em verdades que ainda não podemos perceber, mais que existem e um dia vamos estar capacitado a vivenciar, pois tudo tem a sua hora. Em relação a materialização de espíritos, Eu como espirita acredito, pois sou médium e já tive várias experiências de fatos que simplesmente fogem a realidade em que nos encontramos. Quando Jesus segundo o Evangelho ressuscitou, nos deu a prova dessa capacidade, a menos que também devamos ignorar esse fato.
Afinal em que devemos acreditar ? Será que os espíritos realmente existem, mas como provar? existem instrumentos cientifico capaz de nos dar essa prova? Eu acho que em algumas questões temos o dever de usar a nossa sensibilidade para discernirmos a verdade pelo menos a nossa verdade atual. Em questões como vida em outros planetas elas podem existir de várias formas, e como sabemos que tudo é formado primeiramente por energia, sabemos também que existem realidades que não podemos perceber ainda, com a tecnologia hoje existente. Caríssimo, no tempo do universo a nossa criação é recente, se formos considerar outros sistemas planetários, se formos pelo lado da matemática, a possibilidade de não haver outros mundos com vida inteligente é zero( e bem mais avançada que a nossa.) Ou seja não sabemos nada ainda, estamos engatinhando tentando aprender andar, porém achamos que sabemos correr. é o nosso Ego falando mais alto, porém eu sei que faz parte da nossa natureza, e as vezes nos ajuda a ir em frente, ou seja tudo é necessário.
E, para que o aprendizado fique completo, sugiro ler os comentários de Montalvão ao belo manual. Vou lhe dizer, seu manual está famoso: há alguns meses recebi do Paulo da Silva Neto comentários a respeito...
Meu amigo Jorge,
Acredite ou não, sou um cético crédulo: creio em Deus, creio em uma dimensão espiritual e almejo chegar até ela. Creio que devemos buscar enobrecer nosso caráter com boas ações e bons pensamentos, creio que se semearmos o bem colheremos a felicidade... Como pode ver, talvez eu não seja tão “mau” quanto pareço...
Se eu fosse cético cético, como alguns me supõe, certamente nem me interessaria por temas espiritualistas: estaria em outras quinas conversando outras conversas...
Saudações perquiritivas,
-----Mensagem
original-----
De: espiritismo...@googlegroups.com
[mailto:espiritismo...@googlegroups.com] Em nome de Jorge Teixeira
Enviada em: terça-feira, 7 de agosto de 2012 15:24
O debate deixou de ser livre?
Desde quando descaracterizar o equivoco/engodo Publius Lentulus / Emanuel virou tema proibido?
Ces tao criticando Montalvao por pouco conhecimento de filosofia da ciencia? Serio? Serio mesmo?
Mauricio,
Peloamordosmeufilhinhos...
--- Mensagem Original ---
De: Magali Bischoff <magalib...@gmail.com>
Enviado: 7 de agosto de 2012 07/08/12
Para: espiritismo...@googlegroups.com
Assunto: Re: RES: RES: [IPCE] Re: Emmanuel não existiu
rsssssssssssssss Mauricio, só vc mesmo!
Eu não penso em sair da lista porque existem pessoas que pensam diferente, afinal, debato idéias e não pessoas, e aprendi sempre com opiniões diferentes....
Mas o que cansa mesmo é você entrar em uma lista temática e ficar o tempo todo observando as mesmas pessoas querendo combater os princípios da Doutrina pelo simples prazer de combater e demostrar uma frágil sabedoria sem base de argumentação científica e o pior, sem estudar todas as obras espíritas e seus pesquisadores que falam há muito tempo dos temas relacionados à ciência espírita, espiritualidade e a ciência materialista.
É nesse sentido que acho que a lista poderia ser melhor aproveitada e os espíritas debaterem o assunto da ciência com a seriedade que ela merece, sem perder mais tempo em levantar assuntos que já conhecemos à tempos...
É só isso..
Abraços
Magali
m 7 de agosto de 2012 15:04, Mauricio Mendonça <mauric...@gmail.com> escreveu:Jorge/Magali
Prezado Eduardo,
Considerando que postou o “manual” sem as apreciações que a ele foram feitas, atualizo o assunto, reprisando a troca de mensagens que houve na época em que a “publicação” veio à luz, acrescentados pequenos novos comentários.
Saudações atualizativas,
_______________________
(setembro/2010)
Prezaroso Maurício,
Folgou-me deveras, e muito meu ego se gratificou, com o publicativo que elaborou em minha homenagem. Pela primeira vez em meu centos e tantos anos de vida fui brindado com tal deferência.
Mesmo sendo obra de uma página e cinco questões, sabemos que o tamanho não é documento e que uma palavra escrita vale mais que mil não emitidas.
Entretanto, para que não paire dúvidas a respeito de minha prosopopéia, considero que microbiônicos reparos cabem nesse descritivo. Aproveito a obra para comentá-la, após MONTALVÃO.
Mini-guia: COMO DEBATER COM O MONTALVAO
MAURÍCIO: 1 - Saiba que para ele tudo (absolutamente tudo) que envolver mediunidade, reencarnacao, regressao, eqm, etc. serão tratado como assunto PURAMENTENTE mistico/religioso e sem nenhuma validade cientifica;
MONTALVÃO: houve equívoco na assertiva. Quando deparo lucubrações a respeito desses temas, acompanhadas do epíteto “científicas” procuro avaliar se merecem tal classificativo. Havendo discordância, explico o porquê da reação. Em verdade, almejo, e muito, encontrar pesquisas científicas sobre a reencarnação, materializações, levitações, telepatia, comunicação com espíritos, ectoplasma... Se dispuser de material com trabalhos tais, le-los-ei com inteira satisfação. Mas, por favor, não vale apresentar relação quilométrica de textos em línguas outras e alegar que se tratam de produções científicas. Faça o seguinte: selecione dois os três dos melhores que conheça, acrescente seus comentários e mos apresente. A partir daí poderemos conversar sobre o conteúdo e a cientificidade do material... será pedir muito?
MAURÍCIO RESPONDEU: A proporção é mais ou menos essa (dos paragrafos acima 2 linhas x 10 linhas). [Ele vai contestar isso..."que são 10 linhas"] :-) [Está dizendo o seguinte: postei duas linhas e Montalvão responde com dez: esta é a proporção usual.]
MONTALVÃO COMENTA: houve fuga do assunto. Pedi que apresentasse alguns trabalhos que elegesse como de boa qualidade para que os estudássemos. A resposta ao autor do “Manual” desconsiderou a proposta...
MAURÍCIO: 2 - Saiba que todo e qualquer fenomeno (envolvendo o item 1) nao tem e nem terá nenhuma validade comprobatoria por minima que seja;
MONTALVÃO: não, não é assim não. Os fenômenos podem, e muito, ser válidos. Será necessário analisar tal fenomenologia cuidadosamente e averiguar de que forma foi estudada, quais os pontos fortes das pesquisas, as fragilidades, a validade das conclusões... e por aí vai.
MAURÍCIO RESPONDEU: Voce poderia me dizer uma pesquisa que deu apoio a alguma dessas hipoteses que voce considere de boa qualidade e que portanto a hipotese mereça ser considerada como cientifica? [vai enrolar e nao vai responder]
MONTALVÃO COMENTA: por que enrolaria? É fácil responder: não, não encontrei qualquer pesquisa que, de minha parte, merecesse o classificativo de “científica”. Embora algumas pudessem ser consideradas científicas, no sentido de utilizarem metodologia condizente, as conclusões apresentadas, infelizmente, peca pela mediocridade ou pelo exagero. Como exemplo, considere as tentativas de comprovar a sobrevivência do espírito por meio do estudo das EQMs. Mas, estas são apreciações genéricas, precisamos conhecer os casos e a respeito de cada um exarar nossos opinamentos.
MAURÍCIO: 3- Nas resposta, não saia minimamente do assunto (abaixo do minimo se possivel), pois se não, receberá como resposta uma lauda de resposta, sobre esse assunto que nao é o foco da questao;
MONTALVÃO: não sei se está correto, mas se for desse modo, tanto pode ser bom quanto ruim. Um longo esclarecimento de tema paralelo nem sempre é sem valor. Teríamos que ver especificamente um caso, a fim de melhor entender essa apreciação.
MAURÍCIO: 4- Se der raiva, ignore o comentario.
MONTALVÃO: raiva não é boa conselheira em qualquer situação. Porém, somos humanos e manifestamos emoções várias. De minha parte quando um comentário me enraivece, de tão tolo que me pareça, deixo o sentimento fluir e depois procuro avaliar melhor as razões que levaram o autor a defender aquela postulação.
MAURÍCIO: 5- As vezes, ele tem razão. :-)))))
MONTALVÃO: que bom que pense assim, estava já começando a acreditar que fora um erro ter nascido...
MAURÍCIO RESPONDEU: MM# Reencarnado! :-)
MONTALVÃO COMENTA: pode ser, mas, por ora, a reencarnação é apenas uma de várias hipótese sobre as coisas do além. E, a meu ver, não é a melhor. Já vasculhei todos os recônditos de minhas lembranças e, em nenhum canto achei a mais remota condição que me levasse a supor ter estado na vida física em outras ocasiões. Estou fortemente inclinado a decidir que as alegadas lembranças de vidas pretéritas são reconstruções do experienciado nesta atual (e única) existência, miscigenadas com informações disponíveis na memória. (Se quiser discutir o assunto...)
FINALIZANDO: Quando for inspirado a produzir outros “guias” da espécie, não deixe de divulgar, está indo em bom caminho, embora eu prefira examinar as idéias que as pessoas apresentam, mais que seus perfis. De qualquer modo, parabéns pela iniciativa.
MAURÍCIO RESPONDEU: MM# Eu tambem, mas em alguns miseros casos abro exceção...
De: espiritismo...@googlegroups.com [mailto:espiritismo...@googlegroups.com] Em nome de Eduardo Lima
Enviada em: terça-feira, 7 de agosto de 2012 23:28
Para: grupo grupo
Assunto: [IPCE] COMO DEBATER COM O MONTALVAO
Mini-guia:
1 - Saiba que para ele tudo (absolutamente tudo) que envolver mediunidade, reencarnacao, regressao, eqm, etc. serão tratado como assunto PURAMENTENTE mistico/religioso e sem nenhuma validade cientifica.;
2 - Saiba que todo e qualquer fenomeno (envolvendo o item 1) nao tem e nem terá nenhuma validade comprobatoria por minima que seja;
3- Nas resposta, não saia minimamente do assunto (abaixo do minimo se possivel), pois se não, receberá como resposta uma lauda de resposta, sobre esse assunto que nao é o foco da questao;
4- Se der raiva, ignore o comentario.
5- As vezes, ele tem razão. :-)))))
6- No entanto, ele prefere acreditar em coisas estatisticamente improváveis e, ou epistemologicamente quase nulas. Mas jamais, jamaisssssss, admite, nem mesmo como igualmente possível, a existência de vida após a morte enquanto uma explicação alternativa (p. ex., ele prefere acreditar em: Teorias da Conspiração; Talento infinitos de Chico Xavier, assim como dias com 72 horas de trabalho; médiuns que jogam no nível de um Grande mestre internacional de xadrez - forjando estilos antigos de jogo etc.
7- Ele escreve muitíssimo bem em Português, no sentido de que não existem erros ortográficos perceptíveis em seu texto, mas sofre de seríssimos problemas hermenêuticos. (Exemplo: quando lê um trabalho científico não consegue ir ao cerne das questões do autor; Prefere procurar com extrema sofreguidão erros metodológicos imaginários ou não. Em contrapartida, ignora completamente as conclusões do autor, sobretudo, se estas admitem, mesmo que como hipótese, a vida após a morte.
8- Estuda o Espiristimo há muito anos, mas não consegue nunca compreender (parecem barreiras emocionais mais do que cognitivas?) certas sutilezas filosóficos-éticas que, para um espírita são simples e tornam sua Doutrina mais racional, ética e científica. Não parece apenas estudar para aprender sobre estudos científicos acerca da vida após a morte, mas seus problemas hermenêuticos se tornam igualmente epistemológicos o fazendo militar seriamente em todas as frentes possíveis (através de uma atitude puramente apriorística) contra quaisquer idéias místicas.
9. Se uma pesquisa concluir que a vida após a morte não é possível, mesmo que não seja uma pesquisa de verdade (por exemplo, um simples levantamento bibliográfico na internet); tal pesquisa se torna para ele, imediatamente válida e extremanente digna de consideração. Entretanto, se uma pesquisa apontar, mesmo como simples alternativa possível de trabalho, a vida após a morte como explicação possível, ele entra no modo operacional apresentado no itens 1 e 6. E exige durante esse processo critérios de cientificidade extremos e infinitos para que possa levar em consideração tais pesquisas que indicam a vida após a morte com possível. Ou seja, NUNCA Fica satisfeito.
10. Enfatizo sua extrema educação, amizade, bom humor, paciência e capacidade de ensinar por vias negativas (talvez seja a pessoa que mais me ensinou sobre ceticismo em toda minha curta vida, por isso possuo para com ele uma dívida insolvente)
From: mauric...@gmail.com
Date: Tue, 7 Aug 2012 15:04:37 -0300
Subject: Re: RES: RES: [IPCE] Re: Emmanuel não existiu
To: espiritismo...@googlegroups.com
Jorge/Magali
Eu realmente ja desaninei de debater com o simpatico Montalvao, mas pra quem tem animo, sugiro ler o manual de como debater com o Montalvao:
Abçs
Mauricio
Comentando apos MM#
MAURÍCIO: 1 - Saiba que para ele tudo (absolutamente tudo) que envolver mediunidade, reencarnacao, regressao, eqm, etc. serão tratado como assunto PURAMENTENTE mistico/religioso e sem nenhuma validade cientifica;
MONTALVÃO: houve equívoco na assertiva. Quando deparo lucubrações a respeito desses temas, acompanhadas do epíteto “científicas” procuro avaliar se merecem tal classificativo. Havendo discordância, explico o porquê da reação. Em verdade, almejo, e muito, encontrar pesquisas científicas sobre a reencarnação, materializações, levitações, telepatia, comunicação com espíritos, ectoplasma... Se dispuser de material com trabalhos tais, le-los-ei com inteira satisfação. Mas, por favor, não vale apresentar relação quilométrica de textos em línguas outras e alegar que se tratam de produções científicas. Faça o seguinte: selecione dois os três dos melhores que conheça, acrescente seus comentários e mos apresente. A partir daí poderemos conversar sobre o conteúdo e a cientificidade do material... será pedir muito?
MAURÍCIO: 2 - Saiba que todo e qualquer fenomeno (envolvendo o item 1) nao tem e nem terá nenhuma validade comprobatoria por minima que seja;
MONTALVÃO: não, não é assim não. Os fenômenos podem, e muito, ser válidos. Será necessário analisar tal fenomenologia cuidadosamente e averiguar de que forma foi estudada, quais os pontos fortes das pesquisas, as fragilidades, a validade das conclusões... e por aí vai.
MAURÍCIO RESPONDEU: Voce poderia me dizer uma pesquisa que deu apoio a alguma dessas hipoteses que voce considere de boa qualidade e que portanto a hipotese mereça ser considerada como cientifica? [vai enrolar e nao vai responder]
MONTALVÃO COMENTA: por que enrolaria? É fácil responder: não, não encontrei qualquer pesquisa que, de minha parte, merecesse o classificativo de “científica”. Embora algumas pudessem ser consideradas científicas, no sentido de utilizarem metodologia condizente, as conclusões apresentadas, infelizmente, peca pela mediocridade ou pelo exagero. Como exemplo, considere as tentativas de comprovar a sobrevivência do espírito por meio do estudo das EQMs. Mas, estas são apreciações genéricas, precisamos conhecer os casos e a respeito de cada um exarar nossos opinamentos.
MM# Pelas respostas acima fica plenamente demonstrado as assertivas 1) e 2)... Ou seja para o Montalvao (Na terceira pessoa apenas para acompanhar o estilo do mini-manual). Até esse momento da sua vida não considerou nenhuma pesquisa/relato/etc que mereça o rotulo de cientifica, e nas mínimas exceções, as conclusões foram equivocadas... e nada nos leva a crer que ira mudar de postura no futuro (antes do seu suspiro final no presente corpo material).