Atribuições do Engenheiro Civil

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Gabriel

unread,
Aug 5, 2009, 11:58:43 AM8/5/09
to Clube dos Engenheiros Civis
Boa tarde a todos,

A resolução 218 do Confea descrimina as atribuições dos profissionais
de engenharia, arquitetura e agronomia; mas não deixa claro no Art.
7º , Competencias do Engenheiro Civil, as atribuições quanto a
instalações elétricas.
Gostaria de saber se existe algum documento que deixe essa atribuição
clara??

Atenciosamente

Gabriel Stobienia Junior
Engº Civil

Wagner

unread,
Aug 7, 2009, 8:12:48 AM8/7/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Bom dia também gostria de ter essa informação, se alguém souber fico grato.

Wagner Gomes
Acadêmico Eng. Civil.

Gabriel escreveu:
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>
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> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG - www.avg.com
> Version: 8.5.392 / Virus Database: 270.13.44/2283 - Release Date: 08/05/09 05:57:00
>
>

luiz carlos rodrigues pinho

unread,
Aug 8, 2009, 5:51:31 PM8/8/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Assunto: Atribuições dos Engenheiros. Arquitetos e Agrimensores
 Prezados Colegas
 As atribuições de cada profissional, Engenheiro, Arquiteto e Agrimensores, estão consignadas e anotadas na "Carteira de Identidade Profissional" emitida pelo CREA. Estão especificadas nas folhas internas destinadas às atribuições profissionais específicas de cada profissional (que são, em régra, diferentes em virtude da não uniformidade dos curiculos escolares de graduação, variando de escola para escola) e são disciplinadas pelos artigos 28 e 29 do   DECRETO 23.569   de 11 de dezembro de 1933, que foi publicado no Diário Oficial de 15 de dezembro de 1933 e assinado pelo Pressidente Getúlio Vargas, Este decreto, pelo que sei, ainda não foi revogado e pode ser acessado na Internet, bastando a simples procura pelo seu número e data.
Obs: caso não consigam encontrá-lo, me solicitem o envio
Espero haver contribuído para esclarecer a todos que não possuiam esta informação
Eng. Civil e Eng de Segurança Luiz Carlos  Rodrigues Pinho (sexto período de Direito)
 
 
 
2009/8/7 Wagner <wfe...@yahoo.com.br>

Bruno Assis Reis

unread,
Aug 8, 2009, 7:20:31 PM8/8/09
to clubedosenge...@googlegroups.com
Gabriel,
 
Segue o codigo de etica do Crea-MG talvez ajude.
 
Atenciosamente,
 
Bruno Reis
Academico Eng. Civil
 
> Date: Fri, 7 Aug 2009 09:12:48 -0300
> From: wfe...@yahoo.com.br
> To: ClubedosEnge...@googlegroups.com
> Subject: [Clube dos Engenheiros Civis] Re: Atribuições do Engenheiro Civil
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rel...@terra.com.br

unread,
Aug 10, 2009, 1:30:37 PM8/10/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Para todos os Colegas uma mensagem que tentei enviar para o CLUBE mas recebi uma mensagem que nao foi reconhecido e recebo mensagens - mais de 70 - por dia do CLUBE e so consigo manifestar quando respondendo a alguem.
 
Por favor alguem que conhece como funciona o CLUBE poderia me dizer porque quando quero enviar uma mensagem para o clube nao bastaria eu digitar: ClubedosEnge...@googlegroups.com
 
Aproveito um e-mail que li do Colega Gabriel e passo abaixo para que todos leiam e meditem sobre esta noticia que diz respeito a nos Engenheiros:
 
Nós homens de negócios do Varejo ligado a Construcao Civil e tambem atuando neste seguimento com a PRESTACAO DE SERVICOS de ENGENHARIA nao estamos visualizando esta "maravilha" toda vista pelo SINTRACON-SP e pelo CONFEA.
 
Sera que a Bahia tambem é Brasil? Alguem em seus Estados estao vendo isto?
 
Eng.Geraldo Magela
SSA/BA
Veja abaixo o Artigo publicado no Cliping do CONFEA que recebi hoje.
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JORNAL DA TARDE (SP) • ECONOMIA • 10/8/2009
Crise já é passado para 10 setores da economia de SP

Para trabalhadores de dez setores da economia paulista, a crise já ficou para trás. Nesses ramos, as demissões ocasionadas pela retração que o mercado global sofreu a partir de setembro de 2008 já foram superadas pela abertura de vagas (veja quadro), fazendo com que a região metropolitana de São Paulo contabilize hoje 25 mil postos de trabalho a mais que os registrados antes da crise. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Entretanto, como a retomada do emprego se deu de forma concentrada, nos outros 15 setores da economia paulista, o saldo entre as vagas encerradas e as abertas ainda continua negativo. Pior: na maioria dos casos, não há previsão de que os empregos perdidos na crise sejam repostos tão cedo (veja no texto ao lado).

O paradoxo da recuperação do mercado de trabalho de São Paulo se explica pelo contraste entre o mau desempenho da indústria - que foi duramente afetada pela crise e ainda sofre para recobrar o fôlego - e os bons resultados do comércio e do setor de serviços (que contaram com a ajuda do mercado interno para atravessar a turbulência e, em alguns casos, até voltar a ter crescimento).

O setor de serviços - que, pela classificação do Caged, engloba seis ramos de atividade - abriu mais de 68 mil vagas de setembro de 2008 a junho de 2009. “Como fomos o último setor a sentir os impactos da crise e o primeiro a se recuperar, as empresas do ramo repuseram rapidamente as vagas que haviam sido fechadas e empregaram também trabalhadores da indústria, que não encontraram vagas na sua área de atuação”, analisa Paulo Lofreta, presidente da Central Brasileira de Serviços (Cebrasse). Corretoras, imobiliárias, hotéis, bares e restaurantes foram os que mais contrataram. “Especialmente em São Paulo, que é uma cidade forte em serviços, o setor ajudou muito a conter o desemprego na região.”

O comércio também deu uma contribuição significativa: criou quase 18 mil postos de trabalho em plena crise. “Como as famílias continuam consumindo, as vendas têm aumentado. E como as empresas do ramo são intensivas em mão de obra, quando há crescimento elas necessariamente precisam contratar mais funcionários”, afirma Fábio Pina, economista da Federação do Comércio (Fecomercio). Segundo ele, os trabalhadores da indústria também podem ser facilmente incorporados pelo comércio. “Além do pessoal administrativo, que tem condições de trabalhar em qualquer tipo de empresa, é preciso lembrar que a indústria também tem área de vendas”, ressalta Pina.

Embora isso tenha ajudado a mitigar parte das demissões da indústria, o fato de as vagas surgidas em meio à crise terem sido criadas majoritariamente pelo comércio e pelo setor de serviços traz algumas consequências negativas para o mercado de trabalho. “Os salários pagos pelas empresas desses dois setores costumam ser mais baixos que os da indústria, porque em geral o perfil das vagas exige menos qualificação”, argumenta Sérgio Amad, professor de Relações do Trabalho e Emprego da FGV-SP. “Ou seja, o emprego que está sendo criado agora é de baixa qualidade. ”

Paulo Lofreta, do Cebrasse, confirma a tese. “O setor de serviços emprega a grande massa. Na maioria dos casos, são vagas para pessoas de baixa escolaridade e com salários compatíveis a esse perfil”, diz. “Assim, quem veio da indústria para o setor de serviços provavelmente fez isso porque não encontrou emprego na sua área e precisou se recolocar, aceitando ganhar menos.”

Mas pior que topar uma remuneração menor é não ter opção para mudar de ramo e se recolocar. Essa é a situação enfrentada hoje pelos profissionais de formação técnica que foram demitidos pela indústria.“Quem exercia uma atividade mais específica, como os metalúrgicos, encontra dificuldades de se inserir no mercado”, reconhece Pina, da Fecomercio.

Hoje, as boas notícias para quem trabalhava na indústria e tem uma formação técnica vêm da construção civil. Essa cadeia produtiva, por sua diversidade, tem potencial para abrigar profissionais de várias áreas e diferentes perfis. Com estímulos do governo - como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos materiais de construção e a criação do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” -, o setor retomou rapidamente o crescimento e já abriu 9.298 vagas na região metropolitana de São Paulo desde setembro.

De acordo com o Conselho Federal de engenharia, arquitetura e Agronomia (Confea), a disputa por engenheiros - que atormentava as empresas quando o mercado estava em plena ascensão - já voltou a acontecer.

Antonio de Sousa Ramalho, presidente do sindicato dos trabalhadores do setor (Sintracon-SP), prevê que em breve o setor vai sofrer com a falta geral de mão de obra qualificada. “Projetamos criar 30 mil vagas no Estado de São Paulo até o fim do ano, mas para isso precisamos de profissionais capacitados”, diz.

O QUE FAZER

Para quem, durante a crise, perdeu o emprego no comércio ou no setor de serviços, fica mais fácil voltar ao mercado, uma vez que as empresas do ramo dão sinais ter superado as dificuldades e continuam em expansão

Já quem foi demitido pela indústria deve ter que batalhar mais para voltar ao mercado, uma vez que muitos trabalhadores do setor foram dispensados e as empresas ainda não se recuperaram

Para quem tem pouca experiência ou baixa escolaridade, uma opção é mudar de área. Hotéis, restaurantes, bares e lojas têm aberto muitas vagas

Profissionais mais qualificados, desde que não tenham uma formação muito específica, também encontram menos dificuldade para pleitear emprego em outro setor - especialmente se exerciam cargos administrativos

Já os profissionais técnicos vão precisar de paciência. Como a mudança de área é mais difícil, o jeito é manter contato com os colegas que continuam empregados, aproveitar o período para fazer cursos de atualização, e esperar que o setor volte a crescer e contratar

Mas nunca é demais pesquisar outras áreas. Seu conhecimento pode ser aplicado em setores que você sequer havia cogitado

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----- Original Message -----
Sent: Saturday, August 08, 2009 6:51 PM
Subject: [Clube dos Engenheiros Civis] Re: Atribuições do Engenheiro Civil

2009/8/7 Wagner <wfe...@yahoo.com.br>


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Atualizado em 07/08/2009

Maira Santana

unread,
Aug 10, 2009, 8:14:20 PM8/10/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Oi Geraldo,

         nós recebemos normalmente suas mensagens, ao menos eu lembro de ter liberado um número razoável de mensagens suas, como membro bastante ativo de nosso clube (continue assim ;) ...).

O que pode estar a acontecer é por algum mecanismo do teu e-mail, como a mensagem está em e-mails enviados não aparece a cópia quando recebemos, não sei bem se faz sentido. Mas eu já tenho percebido acontecer comigo, eu enviei uma mensagem e depois de liberada e o e-mail atualizado ela não aparecia para mim, mas eu já recebia respostas. Pode ser este o caso e também pode ser alguma demora um pouco maior de minha parte em liberar as mensagens, normalmente eu libero as mensagens no começo de vossa manhã, no começo de vossa tarde e no começo de vossa noite, mas às vezes por razões diversas posso falhar um ou outro horário. Se por acaso você achar que não é o caso, volte a contactar-me e tentamos ver o que pode estar a acontecer.

Boa semana e boa participação ;)

Maira Santana
Moderadora




--
Maira Leal Andrade Santana, Engª (OE 6499)
Mestre em Segurança contra Incêndios
Coimbra - Portugal
(+351) 96 124 11 07

P.S.: Favor confirmar o recebimento deste.
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