ENC: [CBME_Lista] Fwd: Uso de cavalos em trilhas aumentam riscos de dispersão de espécies exóticas invasoras, diz USP

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Ronaldo Franzen NativO!

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Apr 12, 2013, 11:17:46 AM4/12/13
to CCP...@googlegroups.com

Sobre o impacto do uso de cavalos em trilhas em Unidades de Conservação...

 



De: Alessandra Santos <alessandra...@gmail.com>

Assunto: Uso de cavalos em trilhas aumentam riscos de dispersão de espécies exóticas invasoras, diz USP

Data: 11 de abril de 2013 12:41:16 BRT



Brazil Conference - April, 2013

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Uso de cavalos em trilhas aumentam riscos de dispersão de espécies exóticas invasoras, diz USP


Uma pesquisa realizada entre 2008 e 2011 por dois professores da Universidade de São Paulo (USP) e pela engenheira agrônoma Fabíola Saporiti Angerami de Andrade aponta que trilhas podem causar impactos quando o uso é inadequado. Os docentes da Escola Superior de Agricultura (Esalq), de Piracicaba, destacam que o uso de animais de montaria em ambientes naturais causam danos muitas vezes irreversíveis à biodiversidade.
 
O estudo foi realizado no Parque Nacional da Serra do Cipó (MG) e apontou diferenças na presença de plantas exóticas e de condições de conservação entre as duas trilhas estudadas - a da Farofa e do Capão. O problema está na dispersão e germinação de sementes de espécies exóticas em ambientes primitivos.
 
Essa disseminação ocorre pelo transporte involuntário de sementes nas roupas dos visitantes e também pelos veículos, mas principalmente pelo uso animais domésticos, como os cavalos no transporte de turistas. Além disso, o casco dos cavalos causam impactos biofísicos que interferem sobre a qualidade do solo, água, vegetação e fauna.
 
A questão da contaminação biológica ocasionada pelo uso recreacional dentro de unidades de conservação começa a ter destaque no Brasil. A pesquisa recolheu amostragens da presença de espécies exóticas invasoras junto à flora local, com plantas abaixo de um metro de altura, próximas às trilhas feitas. "O histórico de uso das trilhas e o relevo são fatores que podem justificar a diferença na presença de espécies exóticas", afirmou a professora Teresa Magro.
 
A trilha da Farofa, por exemplo, está localizada em uma planície cuja vegetação já está bastante alterada devido aos usos do passado, que incluíram a extração florestal, a pecuária e os cultivos extensivos. Na área de abrangência desta trilha, a presença de exóticas com potencial invasor é mais intensa, sendo que as espécies com maior ocorrência são o capim-gordura, a grama-batatais e o capim-braquiária. O estudo aponta a necessidade do uso de técnicas de manejo para controle das espécies exóticas nas duas áreas estudadas no Parque Nacional da Serra do Cipó, em especial no caso da trilha da Farofa. 
 
Conferência Internacional

Assuntos desta importância serão abordados de forma global durante a realização da Conferência Internacional Protected Areas and Place Making (Áreas Protegidas e Qualidade de Vida), que será realizada entre os dias 21 e 26 de abril, em Foz do Iguaçu (PR).

A proposta é fazer um encontro com mais de 100 pesquisadores do mundo para discutir temas como proteção da natureza, manejo de paisagem, silvicultura urbana, turismo em áreas naturais, unidades de conservação e desenvolvimento regional.

O evento é promovido pelo Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). A reunião tem o apoio da União Internacional de Organizações de Investigação Florestal (IUFRO, sigla em Inglês), que é uma organização não governamental (ONG) sem fins lucrativos e o foro científico mais importante na temática florestal há 120 anos. A entidade agrupa mais de 15 mil pessoas na rede.

“A conferência é um esforço para ter uma rede de pesquisadores atuantes ao redor do mundo desenvolvendo as linhas de ação planejadas para o setor e, principalmente, que estejam engajados em projetos colaborativos por meio de encontros setoriais periódicos”, afirmou Teresa Cristina Magro, professora da Esalq e uma das proponentes do evento em parceria com o também docente da universidade Demóstenes Ferreira da Silva Filho.

Público-alvo

Serão três dias intensos de seminários, palestras, debates e reunião de trabalho e dois dias de visitas técnicas à Itaipu Binacional, Parque Nacional do Iguaçu e Parque Nacional Iguazu, este último na Argentina. O evento é destinado a pesquisadores, estudantes, técnicos e outros profissionais de instituições de ensino, órgãos públicos, ONGs, empresas do setor florestal e demais corporações nacionais e internacionais ligadas ao tema.

O idioma oficial do evento é a língua inglesa, mas haverá tradução simultânea e sessões em português.

Para mais informações acesse e curtam as nossas páginas:

http://canjerana.esalq.usp.br/PAPM2013/doku.php?id=registration

http://www.facebook.com/pages/Protected-Areas-and-Place-Making/308829819242931

http://canjerana.esalq.usp.br/PAPM2013/doku.php?id=home


 
Informações para imprensa:
Alessandra Santos
Jornalista
alessandra...@gmail.com
(19) 8821-0161
 
 

 

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Rafael Gava

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Apr 12, 2013, 1:22:37 PM4/12/13
to CCP...@googlegroups.com
Assunto interessante e inegável que possa haver dispersão maior de exóticas, entretanto os benefícios do ecoturismo bem dosado é maior do que o prejuizo decorrente deste tipo de inserção de invasoras.
 
Os maiores riscos^às unidades de conservação são as eternas pendências fundiárias, demarcação, indenização justa e imediata, além, é claro de recursos dignos suficientes para a correta gestão das UCs com quantidade correta de funcionários bem treinados e equipados.
 
Abs Nativo.
 
Att,
Gava


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Nossa finalidade é contribuir para o planejamento e implementação de ações do Plano de Manejo do Parque Estadual da Serra da Baitaca e desenvolvimento sustentável no seu entorno.
 
 
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neto neto

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Apr 15, 2013, 8:56:20 AM4/15/13
to RENATA
Isto com certeza deva-se aplicar em trilhas ,não vejo onde entra em nosso contexto , mas todo conhecimento é válido e bem vindo . Obrigado , abraços .
 

Date: Fri, 12 Apr 2013 14:22:37 -0300
Subject: Re: [CCPESB] ENC: [CBME_Lista] Fwd: Uso de cavalos em trilhas aumentam riscos de dispersão de espécies exóticas invasoras, diz USP
From: rafae...@gmail.com
To: CCP...@googlegroups.com

Renata Leite Pitman

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Apr 15, 2013, 10:41:39 AM4/15/13
to ccp...@googlegroups.com
Bom Dia Pessoal,

Dispersão de especies exoticas eh somente uma das razoes da proibicao de animais domesticos dentro de Unidades de Conservacao.  Entre as outras razoes, esta a disseminação de doenças para a fauna silvestre, pisoteio de vegetação nativa, assoreamento  do solo, competição por alimento com a fauna silvestre e conflito com predadores naturais. 

Abraços a todos,

Renata

Date: Fri, 12 Apr 2013 14:22:37 -0300
Subject: Re: [CCPESB] ENC: [CBME_Lista] Fwd: Uso de cavalos em trilhas aumentam riscos de dispersão de espécies exóticas invasoras, diz USP
From: rafae...@gmail.com
To: CCP...@googlegroups.com

Assunto interessante e inegável que possa haver dispersão maior de exóticas, entretanto os benefícios do ecoturismo bem dosado é maior do que o prejuizo decorrente deste tipo de inserção de invasoras.
 
Os maiores riscos^às unidades de conservação são as eternas pendências fundiárias, demarcação, indenização justa e imediata, além, é claro de recursos dignos suficientes para a correta gestão das UCs com quantidade correta de funcionários bem treinados e equipados.
 
Abs Nativo.
 
Att,
Gava


Em 12 de abril de 2013 12:17, Ronaldo Franzen NativO! <nat...@marumby.tur.br> escreveu:
Sobre o impacto do uso de cavalos em trilhas em Unidades de Conservação...



 

De: Alessandra Santos <alessandra...@gmail.com>

Assunto: Uso de cavalos em trilhas aumentam riscos de dispersão de espécies exóticas invasoras, diz USP

Data: 11 de abril de 2013 12:41:16 BRT


Brazil Conference - April, 2013

Uso de cavalos em trilhas aumentam riscos de dispersão de espécies exóticas invasoras, diz USP

Uma pesquisa realizada entre 2008 e 2011 por dois professores da Universidade de São Paulo (USP) e pela engenheira agrônoma Fabíola Saporiti Angerami de Andrade aponta que trilhas podem causar impactos quando o uso é inadequado. Os docentes da Escola Superior de Agricultura (Esalq), de Piracicaba, destacam que o uso de animais de montaria em ambientes naturais causam danos muitas vezes irreversíveis à biodiversidade.
 
O estudo foi realizado no Parque Nacional da Serra do Cipó (MG) e apontou diferenças na presença de plantas exóticas e de condições de conservação entre as duas trilhas estudadas - a da Farofa e do Capão. O problema está na dispersão e germinação de sementes de espécies exóticas em ambientes primitivos.
 
Essa disseminação ocorre pelo transporte involuntário de sementes nas roupas dos visitantes e também pelos veículos, mas principalmente pelo uso animais domésticos, como os cavalos no transporte de turistas. Além disso, o casco dos cavalos causam impactos biofísicos que interferem sobre a qualidade do solo, água, vegetação e fauna.
 
A questão da contaminação biológica ocasionada pelo uso recreacional dentro de unidades de conservação começa a ter destaque no Brasil. A pesquisa recolheu amostragens da presença de espécies exóticas invasoras junto à flora local, com plantas abaixo de um metro de altura, próximas às trilhas feitas. "O histórico de uso das trilhas e o relevo são fatores que podem justificar a diferença na presença de espécies exóticas", afirmou a professora Teresa Magro.
 
A trilha da Farofa, por exemplo, está localizada em uma planície cuja vegetação já está bastante alterada devido aos usos do passado, que incluíram a extração florestal, a pecuária e os cultivos extensivos. Na área de abrangência desta trilha, a presença de exóticas com potencial invasor é mais intensa, sendo que as espécies com maior ocorrência são o capim-gordura, a grama-batatais e o capim-braquiária. O estudo aponta a necessidade do uso de técnicas de manejo para controle das espécies exóticas nas duas áreas estudadas no Parque Nacional da Serra do Cipó, em especial no caso da trilha da Farofa.
 
Conferência Internacional

Assuntos desta importância serão abordados de forma global durante a realização da Conferência Internacional Protected Areas and Place Making (Áreas Protegidas e Qualidade de Vida), que será realizada entre os dias 21 e 26 de abril, em Foz do Iguaçu (PR).

A proposta é fazer um encontro com mais de 100 pesquisadores do mundo para discutir temas como proteção da natureza, manejo de paisagem, silvicultura urbana, turismo em áreas naturais, unidades de conservação e desenvolvimento regional.

O evento é promovido pelo Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). A reunião tem o apoio da União Internacional de Organizações de Investigação Florestal (IUFRO, sigla em Inglês), que é uma organização não governamental (ONG) sem fins lucrativos e o foro científico mais importante na temática florestal há 120 anos. A entidade agrupa mais de 15 mil pessoas na rede.

“A conferência é um esforço para ter uma rede de pesquisadores atuantes ao redor do mundo desenvolvendo as linhas de ação planejadas para o setor e, principalmente, que estejam engajados em projetos colaborativos por meio de encontros setoriais periódicos”, afirmou Teresa Cristina Magro, professora da Esalq e uma das proponentes do evento em parceria com o também docente da universidade Demóstenes Ferreira da Silva Filho.

Público-alvo

Serão três dias intensos de seminários, palestras, debates e reunião de trabalho e dois dias de visitas técnicas à Itaipu Binacional, Parque Nacional do Iguaçu e Parque Nacional Iguazu, este último na Argentina. O evento é destinado a pesquisadores, estudantes, técnicos e outros profissionais de instituições de ensino, órgãos públicos, ONGs, empresas do setor florestal e demais corporações nacionais e internacionais ligadas ao tema.

O idioma oficial do evento é a língua inglesa, mas haverá tradução simultânea e sessões em português.

Para mais informações acesse e curtam as nossas páginas:



 
Informações para imprensa:
Alessandra Santos
Jornalista

Nei Plawiak

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Apr 16, 2013, 6:27:40 AM4/16/13
to Conselho Baitaca
Prezados e prezadas,
 
Cavalios abrem TRILHAS NA MATA E NOS CAMPOS. Não se está falando de trilhas pavimentadasx e sinalizadas.
 
Todo conhecimento é válido...
 
Um abraço!


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Gilberto Narciso

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Apr 15, 2013, 7:40:34 AM4/15/13
to ccp...@googlegroups.com
Nativo/Simone!
Confirmado com o André Meyer o curso de cogumelos para o dia 27 de abril. Foi difícil marcar essa data, como tudo anda meio difícil, cavalos nas trilhas, dispersão de exóticas,  chimarrão de final de tarde, etc. 
Tá tudo combinado, confirmem a presença. Agora já somos : (eu, Beatriz, Roberto e CAroline-médico naturalista, Cauê, Hercia/Apolo = agricultura biodinâmica), preço, trezentão, dividido pelos presentes. 
Aguardo sugestões e resposta. Podemos ampliar ao grupo até 10 pessoas no máximo. Almoço será por conta de cada personagem, a não ser o Meyer que comerá de graça no Terra Brasil CAfé. Que acham de cada um trazer o lanche? Podemos fazer pinhão, etc.
Abraço, e bom dia pra vocês!
Ontem estava com um tempinho, liguei para ir tomar um chimarrão, mas o telefone não atendia. 
Nesta semana entro em aula no Parque da Ciência e sábado tenho nova Vivência que ainda não completei a turma e estou batalhando. 
Gilberto.
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