Ops....errei. 3x3,5cm (sem contar o brim). Na verdade estou imprimindo 3 peças dessa de uma vez só, com um espaçamento entre elas.
Mas o problema ocorre nas três.
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Obrigado pela dica Fabrício. Porém, esse foi um dos meus primeiros testes. Como eu tenho um termômetro daqueles infra-vermelho (sem fio), sempre acompanho a temp da mesa e está tudo ok. Inclusive as vezes existe diferença de temperatura entre o centro (onde está o termistor) e as laterais...mas é sempre para mais...isto é, centro 110 e laterais 112, por exemplo.
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Ah, esqueci de dizer....a cola bastão que eu utilizei não é 3M, mas sim uma tabajara....provavelmente por isso tive um resultado negativo e continuei no spray de cabelo. Afinal, entre os dois, qual tem melhor aderência para abs em mesa aquecida a 110?!
Ah, esqueci de dizer....a cola bastão que eu utilizei não é 3M, mas sim uma tabajara....provavelmente por isso tive um resultado negativo e continuei no spray de cabelo. Afinal, entre os dois, qual tem melhor aderência para abs em mesa aquecida a 110?!
Durante o processo de impressão, é essencial que a peça impressa fique o mais fixada possível na superfície plana da mesa. Qualquer balanço imperceptível para os olhos, qualquer deslocamento por mínimo que seja terá resultados visíveis no acabamento da peça, isso quando não arruína a impressão. Além disso, boa adesão é indispensável quando se usa mesa aquecida pra se contrapor aos efeitos do warp nos plásticos mais propensos a isso, como ABS e policarbonato, mantendo as quinas da peça uniformes sem levantar.
Para as técnicas de adesão, ter uma peça destacável como o vidro torna-se ainda mais importante. Pode-se aplicar um produto químico que, finda a impressão, pode ser simplesmente lavado do vidro, assim como outras impurezas e resíduos do processo.
Note-se a curiosidade que esse é provavelmente o item mais explorado pela comunidade de Makers, curiosos e interessados por impressão 3D, que aproveita a disponibilidade moderna de produtos industrializados com todo tipo de composição química para utilizar suas propriedades de adesão e compatibilidade.
Um auxiliar de adesão ideal deve ter as seguintes propriedades:
Ter aplicação fácil, já que cada passo extra no fluxo de trabalho conta negativamente.
Ter remoção fácil, no sentido de não haver muito trabalho de remover o método e seus resíduos.
Ter preço acessível, especialmente porque será um consumível;
Ter compatibilidade com o material de impressão, pois alguns métodos têm compatibilidade com certos plásticos e não outros;
Ter repetibilidade, ou poder ser usada mais de uma vez;
No caso de mesa aquecida:
Ter poder de adesão constante ou crescente com a temperatura, pois como a mesa estará aquecida durante a impressão e esfriará ao seu término, compostos cuja adesão se degrada com o aumento de temperatura não serão muito úteis. Existem aqueles cuja adesão aumenta quanto mais se aumenta a temperatura, esfriando ao terminar com uma diferença tão grande que a peça se solta espontaneamento com um estalido.
Como é uma “questão em aberto” na Impressão 3D com muitos indivíduos propondo novos meios a cada dia, é impossível fazer justiça a todos eles ou mesmo listá-los abrangentemente. A abordagem deste livro consiste então de listas os métodos e técnicas mais usados no presente momento, advertindo o leitor que isso pode mudar rapidamente com o advento ou popularização de novas soluções.
Note o leitor, ainda, que embora os métodos de adesão sejam uma contingência eficiente contra o warp nas primeiras camadas da impressão, eles não são uma solução.¹
Os métodos de adesão se enquadram em três categorias:
Fitas
São colocadas sobre a mesa ou o vidro usualmente por toda sua área, com as tiras em paralelo sem que uma passe sobre a outra para não causar desnível na superfície. Costumam durar um número pequeno de impressões, começando a rasgar ou descolar da superfície com o uso. Geralmente os rolos de fita estarão disponíveis em variedades de 12, 24 e 48mm de largura, com as mais largas (48mm) sendo recomendadas.
Fita kapton – método muito popular quando do início das impressoras 3D domésticas, Kapton é marca registrada de uma fita colante do material poliimida, que aguenta altas temperaturas (500°C) sem deteriorar e sem perder a adesão. A fita com sua cor característica dourado translúcido tem boa compatibilidade molecular com plásticos e a adesão pode ser aumentada com colas ou tornando sua superfície lisa mais irregular com massagem com palha de aço. Tem adesão média e funciona melhor quando aplicada diretamente em uma mesa de alumínio do que no vidro. Um ponto baixo do kapton é a sua dificuldade de aplicação, visto que é uma fita que rasga com facilidade e que precisa ser aplicada com bastante jeito na superfície para não deixar bolhas. Por outro lado, tem repetibilidade alta, podem ser usada muitas vezes seguidas até a próxima aplicação. A fita também é usada em vários componentes de impressora 3D devido à sua resistência à temperatura, como para ajudar a fixação dos termistores na mesa e hotend.
Fita azul de pintor / fita crepe azul – esta fita, vendida no Brasil principalmente pela 3M (modelo 2090), é uma fita crepe com adesivo mais forte que a comum e uma cobertura de acrílico que tem grande compatibilidade química com a maioria dos plásticos, e adesão a eles que aumenta com a temperatura. Tem repetibilidade baixa pra média, com peças grandes favorecendo que a fita descole e rasgue.
Superfícies adesivas
São folhas de materiais especiais cortados na mesma medida que a mesa ou vidro da impressora 3D e colados sobre elas. Funcionam como materiais adesivos especiais e duráveis cuja adesão aumenta com a temperatura. No Brasil não são técnicas muito usadas porque geralmente os materiais são caros (muitas vezes tendo que ser importados); a variedade nacional de tamanhos de mesa de impressora 3D também dificulta um pouco o uso, ainda que um modelo maior possa ser cortado.
PEI (polieterimida) – folha de material translúcido nas cores âmbar ou azul com alta afinidade com plásticos e alta durabilidade.
BuildTak, PrintBite, Fleks3d e semelhantes – marcas comerciais que usam a mesma idéia: uma folha flexível de material plástico adesivo que é grudada na mesa e tem alta afinidade com ABS e PLA, com a adesão aumentando com a temperatura. Têm dois tipos principais: as que são realmente lâminas flexíveis e finas (BuildTak. PrintBite) ou grossas e não tão flexíveis (Fleks3D). As primeiras geralmente são coladas na mesa até desgastarem, as segundas são encaixadas e preparadas para serem removidas e até “flexionadas” ligeiramente para soltarem as peças.
Polaseal – este plástico é adquirido em papelarias e é o popular “plástico de plastificação”. Ele é cortado, colocado sobre o vidro e aquecido até grudar, para então servir de superfície adesiva para impressões.
Colas, sprays e líquidos
Pode estranhar à primeira vista saber que colas são usadas para fixação de peças impressas em uma plataforma já que geralmente a palavra é associada à soldagem permanente de uma parte em outra, mas colas temporárias fazem mais parte do dia-a-dia do que geralmente se admite: papeizinhos de post-it, fita crepe e fita para pintura são alguns dos exemplos.
Note-se que as colas podem ser usadas em combinação com as fitas, gastando-se um pouco mais para unir as vantagens de um método ao outro.
Cola PVAc (cola branca escolar)²: é usada majoritariamente com PLA, plástico que já tem maior adesão ao vidro por natureza. Apesar de ser uma cola fraca, sua grande vantagem é a facilidade de remoção, deixando resíduos mínimos e laváveis. É aplicada gotejando sobre o vidro e espalhando.
Cola Bastão com PVP: as colas em bastão escolares costumam vir em duas variedades, as baseadas em glicerina e as com um composto listado como PVP – polivinilpirrolidona ou polivinilpirrolideno – que contém as propriedades desejadas para um auxiliar de adesão, especialmente a adesão aumentada a altas temperaturas. A aplicação é bem fácil e deixa praticamente zero resíduos. A adesão é fraca quando fria e média quando quente. Usada geralmente com PLA e ABS. Curiosidade: álcool em gel também tem PVP k120, uma variedade especialmente adesiva, portanto usado por alguns como auxiliar de adesão.
Cola de PVC: essa cola na verdade é o plástico PVC diluído em solvente. É um produto fácil de achar com adesão média pra alta e aplicação fácil. Deixa entretanto muitos resíduos ao final da impressão e não é tão simples de remover. Usa-se principalmente com ABS, por sua força de aderência.
Spray de cabelo: idéia advinda da criatividade dos usuários, mostra bem o conceito de “exaptação” (adaptar algo para uma finalidade diferente da que foi concebido). Funciona bem, tem aplicação fácil com adesão média e deixa praticamente zero resíduo. Muitas marcas brasileiras funcionam bem para este propósito, duas reconhecidas pelo público são Karina e Fixit. Um revés do spray de cabelo é que a aplicação dele direto na mesa pode atingir partes que devam ficar lubrificadas e sem atrito, como as barras lisas dos eixos. Por isso se recomenda aplicar no vidro destacado da mesa. Usa-se com ABS e PLA.
Gelatina sem sabor: consta como idéia brasileira documentada no projeto reprap (“Jello Solution”), com uma parte de gelatina para 10 partes de água com gotas de própolis para impedir crescimento de bactérias; espalha-se com um algodão no vidro e tem adesão média, usável com ABS e PLA.
“Suco de ABS”: este é o nome informal dado ao ABS dissolvido em acetona pura. Se sua impressão deixou restos, você pode aproveitá-los dissolvendo em acetona (não serve a de farmácia/supermercado) na proporção de 1 g de ABS pra cada 10ml de acetona; este composto é aplicado na mesa que é aquecida, fazendo a acetona evaporar e criando uma camada muito fina de plástico ABS grudado ao vidro. Este método tem adesão média mas deixa resíduos – que felizmente são fáceis de remover. Não é um método popular no Brasil devido à dificuldade de adquirir a acetona pura - em lojas de laboratório, com permissão da polícia federal e limite mensal de 2l. Só funciona com ABS, sua aplicação pode atrapalhar a impressão com outros plásticos.
Produtos Profissionais para impressoras 3D:
O mercado brasileiro já entendeu que as impressoras 3D estão em expansão e precisam de insumos próprios. Por isso, indivíduos e empreendimentos inovadores criaram e estão criando soluções que ajudam no fluxo de trabalho e entre estas, estão as soluções para aprimorar a adesão.
Spray de Adesão (Cliever)
É um produto profissional vendido em frascos de spray de 100ml com aplicação fácil, resíduo virtualmente zero e alta adesão, sendo esta sua principal vantagem e seu único problema: a adesão é tão alta que pode ser bastante difícil remover a peça no final, necessitando de submersão em água com detergente para diluição e arriscando a arrancar “lascas” do vidro. Recomendado para todos os materiais, não só PLA e ABS mas também os difíceis como policarbonato e nylons.
A.Bond (líquido adesivo)
Mais econômico que o Spray da Cliever e disponível por vários fornecedores, utiliza PVP em sua composição e vem em frascos de 50 ou 100ml, com aplicação fácil, resíduo virtualmente zero e adesão baixa em temperatura ambiente e alta com temperaturas acima de 80°C. A adesão menor em temperaturas baixas ajuda bastante a remoção de peças no final, tornando seu uso praticamente indolor, e com o líquido sendo também facilmente dissolvível em água caso a remoção não seja imediata. O produto A.Bond funciona muito bem tanto para ABS quanto PLA, PETG e Tritan, mas não parece funcionar bem para alguns plásticos menos usados, como policarbonato e nylons.
O leitor se sentirá confuso: com tantas opções, qual usar? É impossível receitar qualquer um desses métodos sem cometer injustiça com os outros, e o fato de todo serem usados com seus proponentes apaixonados significa que pelo menos alguns indivíduos encontraram o equilíbrio de uso neles. Mas como um ponto de partida, é possível citar quatro casos de uso distintos e uma sugestão particular para cada um deles:
Somente PLA, sem mesa aquecida
Neste caso de uso, o usuário da impressora 3D usa apenas o material PLA, com ou sem mesa aquecida. Este caso inicial é o mais fácil de tratar porque o PLA tem propriedades quase ideais para fixação: alta adesão entre camadas, alta adesão com o vidro e baixo “warp” (deformação com resfriamento). Neste caso a cola PVAc resolve muito bem o problema: aplicação fácil, pouco resíduo e baixa adesão. Como o PLA tem alta adesão, há maior probabilidade de haver adesão em excesso do que em falta, e se a peça grudar com muita força, basta um banho de água morna com uma gota de detergente para dissolver a camada de cola e soltar a peça. Outros métodos que podem ser usados de maneira quase idêntica: cola em bastão e fita azul.
PLA e ABS, ou majoritariamente ABS, e peças pequenas (< 5cm)
Neste caso de uso, uma solução econômica seria o spray de cabelo direto no vidro. Fácil e direta.
PLA e ABS, ou majoritariamente ABS, e peças de qualquer tamanho
Neste caso de uso, o A.Bond no vidro seria uma opção indicada, por suas características de economia, facilidade de aplicação e de remoção.
PLA, ABS, materiais exóticos e peças muito delicadas
Sendo este o caso de uso do autor, será dada certa licença poética para uma opinião mais subjetiva sobre o melhor método, lembrando sempre ao leitor que a resposta para um indivíduo não é automaticamente aplicável a outros, tanto pela disponibilidade de materiais quanto pelos modelos de impressora, fluxo de trabalho e outras variáveis que interferirão. Com isto fora do caminho, detalhamos o uso: o autor usa impressoras 3D como máquinas de desenvolvimento e experimentação, com porcentagem relativamente baixa de materiais “comuns” - uso de ABS e PLA estimado em menos de 50% das impressões. Muitos dos materiais obtidos pelo autor são experimentais inéditos criados em alguma parte do mundo, ou mesmo mandado extrudar sob encomenda para experimentação. Nisso se incluem metais pulverizados misturados em plástico, fibra de carbono, poliacetal, polietileno de alta densidade, 10 variedades diferentes de filamentos flexíveis, imitação de madeira e muitos outros. As experiências e testes com adesivos já renderam desde impressões que sequer conseguem que o plástico fique parado na mesa quanto as que se soldaram com tanta força ao vidro que resultaram em vidros estilhaçados na tentativa de remoção, tanto quanto lascas desprendidas em muitos casos. Adicione-se o fato que muitas vezes são feitas peças com geometria experimental ou rebuscada e extremamente delicada, em que qualquer pressão mecânica pode despedaçá-la, em materiais que podem ser 10 vezes mais caros que os comuns de mercado. Portanto, o espectro de uso aqui é desproporcionalmente largo, e foi procurada uma solução universal que não necessitasse de muita experimentação ou tentativas.
A solução encontrada tirou vantagem de uma propriedade dos tipo de métodos descritos: as colas podem ser usadas com as fitas. A estratégia-base, portanto, é usar a fita azul de pintor, e as diversas colas conforme a necessidade:
Fita azul pura: para PLA, peças pequenas de ABS e filamentos fáceis e de alta adesão, como flexíveis ou PETG.
Fita azul com spray da cliever: para quase todo o resto, especialmente os materiais difíceis como policarbonato e nylon. Para ABS pode-se aplicar A.Bond.
Fita azul com cola PVAc: ainda que seja uma cola fraca, a dissolução fácil dela e a grande afinidade com alguns tipos de materiais dá à cola branca uma série de vantagens; ela interage bem com materiais que têm afinidade com a celulose, como o PEAD e poliacetal; ela também dá uma adesão sutilmente aumentada a peças que se julga anteriormente serem mais difíceis no caso de PLA e pequenas de ABS.
Este workflow tem a vantagem de funcionar quase sempre. É fácil saber qual dos três casos usar e é praticamente impossível errar por menos, sendo mais frequente que a peça fique muito aderida ao vidro. O autor já deixa um recipiente com formato próximo ao da mesa com água morna e uma gota de detergente preparados. A água morna (~35°C) é porque essa temperatura facilita a ação de solvente; a gota de detergente para romper a tensão superficial da água e permitir que ela adentre pelos poros da fita. Quando a fita absorve a água ela não somente tem sua cola diluída, mas também se expande; e com a expansão, contribui para o destacamento da peça. Com isso a peça nunca é submetida a tensão mecânica, não terá cantos forçados por um instrumentos, e se desprende graciosamente da superfície, junto com a fita.³
Outras vantagens da fita azul reconhecidas pelo autor: uniformiza a planicidade do vidro, compensando pequenos riscos, saliências ou até mesmo buracos de lascas; deixando uma superfície opaca e saturada na mesa, possibilita o uso de câmera térmica que não funciona bem com metais e superfícies reflexivas ou transparentes; a superfície opaca e saturada também habilita o uso de endstops ópticos para autonivelamento de mesa e ainda permite uma filmagem mais agradável e colorida da impressão – importante para o desenvolvimento de material educacional.
Notas:
1 – Isso é uma questão bastante delicada, pois certos indivíduos parecem enxergar a contração do plástico no resfriamento como algo evitável, e não é. Em cada temperatura e pressão específica, o plástico, assim como outros materiais, tende a ocupar um determinada volume, e qualquer desvio deste volume gerará forças que saem facilmente da faixa tratável quando há diferenças significativas de temperatura pelo material. Neste caso, a base da peça pode até permanecer firmemente aderida à superfície, mas o plástico logo acima sofrerá warp e se destacará entre as camadas, no que se apelidou de “delaminação”; nos casos extremos, as forças de contração conjugadas com a alta adesão podem inclusive quebrar o vidro. Portanto, a solução para o warp e delaminação não é o “adesivo perfeito”, e sim uma câmara ou componente aquecido que permita ir resfriando a peça vagarosa e uniformemente, impedindo grandes diferenças de volume de deformá-la.
2 – Embora a “cola de PVAc” seja mais tratada de “cola de PVA”, utilizamos a expressão menos ambígua para nos referir ao Acetato de Polivinila, pois um outro composto que também tem utilidade no meio de impressão 3D usa a mesma sigla, mas é um álcool: Álcool de Polivinila. É utilizado como matéria-prima para filamento dissolvível em água.
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Claudio, ótimo o seu texto. Extremamento explicativo! Qual o nome do seu livro?
Bruno/Claudio, eis a composição da cola: resina sintética, glicerina, agua e conservantes.
Bruno , bom dia.
Poderia me responder umas perguntas sobre a Placa PEI?
Depois de imprimir , a peça solta fácil dela ?
Ela é rígida igual o Vidro ou é flexível ?
Você limpa ela com que produto ?
Obrigado e um abraço do Animal !!!
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Caro Patola
Não tenho nem palavras para descrever o marco na comunidade reprap que esta pontuando com este que para mim vai se tornar a "bíblia" na impressão 3d para todos no Brasil, comecei a ler , 2 a 3 paginas, por enquanto, mas já da para perceber que, talento, horas de impressão, conhecimento, em sem sombra de duvida tempo e coração, foram desprendidos a fim de obter esta literatura, cara meus parabéns mesmo , muito obrigado
abraços
Luciano Garcia | |
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