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Pois é Carlos, a questão é importante e também vejo o debate como fundamental! Quem sabe podemos fomentar esse debate no evento de final de ano?
Alan, sim, a automação é uma forma de fazer mais dinheiro. No entanto, acho que o foco do vídeo mesmo é no ponto de estarmos caminhando para um rumo que parece nos levar a uma crise econômica de desemprego. Não percebi o tom de tragédia anunciada, ou que falaram que estamos rumando a isso indefinidamente, apenas levantaram a bola para o que parece um cenário provável e que hoje não estamos preparados para enfrentar.
Nesse outro texto eu vi algumas estatísticas realmente preocupantes nesse sentido. Como o texto é bem grande, vou colar alguns trechos.
Sobre como as empresas de tecnologia estão contribuindo para a concentração de renda:
“o Google, que vende mais de um terço de todos os anúncios veiculados na internet no mundo (e mais de 50% se contarmos só o mobile), ganha cerca de R$ 2,5 milhões por funcionário por ano (e cerca de R$ 600 mil de lucro). As agências de carne-osso-e-concreto geram R$ 395 mil de receita por funcionário por ano e apenas R$ 31 mil em lucro.”
“Outra maneira de verificar a tendência de concentração de renda e desemprego causado por tecnologia é olhar com atenção para as mais bem-sucedidas empresas de internet. Peguemos, por exemplo, as recentes aquisições do Facebook: há dois anos, Mark Zuckerberg pagava 1 bilhão de dólares pelo Instagram. Em 2014, desembolsou 19 bilhões pelo WhatsApp e finalmente 2 bilhões para a Oculus. Além das cifras monstruosas, outra coisa chama a atenção: o número de funcionários de cada empresa.
O Instagram tinha 13 empregados quando foi comprado; o WhatsApp, 55; e a Oculus, 78. O Facebook, que assimilou as três empresas, tinha pouco mais de 6 mil funcionários no fim do ano passado. E o valor de mercado da rede social, que acaba de completar 10 anos, já passa dos 150 bilhões de dólares, ou 339 bilhões de reais. Para efeito de comparação, o Grupo Pão de Açúcar tem valor de mercado de R$ 26 bilhões e emprega mais de 150 mil. ”
E se ainda parece que a concentração de renda é só especulação:
“Nas últimas três décadas, e em todo o mundo, a porcentagem da riqueza gerada que vai para os trabalhadores caiu de 64% para 59%, enquanto nos EUA — onde a tendência é mais evidente — a renda que vai para os 1% mais ricos saiu dos 9% nos anos 70 para 22% hoje.”
O texto tem as devidas fontes e fica como outra recomendação rss.
Para mim a questão é: como o homem vai se adaptar à máquina e como o mercado vai se adaptar a mudança socioeconômica decorrente. Acho as duas opiniões (Carlos e Alan) complementares em suas essências. Ou seja, haverão mudanças irreversíveis, mas lembremo-nos de que o mercado não resiste sem a relação compra/venda. Viva la revolution.
Abs
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