Seminários do NTL - Tipologia da relacionalidade em línguas do leste da América do sul

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Marina Magalhães

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Mar 18, 2025, 12:18:20 PM3/18/25
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Prezado/as colegas,

Convidamos a todos os interessados a assistirem a palestra do prof. Andrés Salanova nos Seminários do NTL deste mês de março.

Para acesso à sala online da reunião, favor enviar email para mario....@ufg.br ou mensagem privada para nossa página do facebook, que enviaremos o link na manhã do dia da palestra.

Abraços,
Marina Magalhães e Mário Coelho

Seminários do NTL
Dia: 28/3/2025
Hora: 14h30
Local: online, via Microsoft Teams

Palestrante: Andrés Salanova (Universidade de Ottawa)

Pesquisa a língua dos Mẽbêngôkre (Jê) desde 1995 e tem trabalhado em vários aspectos de sua estrutura, desde a fonética da nasalização à semântica dos evidenciais. Em colaboração com outros pesquisadores, tem escrito sobre o Chorote (Mataco-Mataguayo), o Enlhet (Enlhet-Enenlhet), Guaraní Paraguaio (Tupi-Guaraní), Chácobo (Pano), Araona (Takana), e orientado teses sobre o Siona (Tukano), Bago (Gur), Enlhet e Chorote. Concluiu o doutorado no Massachusetts Institute of Technology em 2007 com uma tese sobre as nominalizações do Mẽbêngôkre e sua relação com a ergatividade. Ensina desde esse mesmo ano na Universidade de Ottawa. Tem sido professor visitante na UFRJ, UFG, UNComa, UBA. 

Título da palestra: Tipologia da relacionalidade em línguas do leste da América do sul

Resumo:

Em muitas línguas das terras baixas da América do sul, reconhece-se desde as primeiras descrições uma oposição, às vezes bastante rígida, entre palavras relacionais e palavras não relacionais. As primeiras exigiriam um complemento em uma posição particular, enquanto que as segundas não o permitiriam sem um recurso adicional de aumento de valência. A oposição entre palavras relacionais e não relacionais dá-se nas principais classes de palavras com um paralelo morfológico notável. Nesta fala, apresento a tipologia da relacionalidade proposta por Salanova e Nikulin (2025), discuto as particularidades da expressão da relacionalidade nos verbos em línguas Tupi-Guarani, volto à questão dos “prefixos relacionais” para diferenciá-los da relacionalidade tal como proposta aqui, e exponho alguns indícios para usar este conceito para a tipologia e para a análise comparativa. Os resultados apresentados aqui provêm de pesquisa conjunta com Andrey Nikulin.

Denny Moore

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Mar 26, 2025, 4:59:38 PM3/26/25
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Para quem tem interesse no assunto, o artigo de 2025 mencionado é "A typology of relationalizing and absolutizing morphology in Lowland South American Languages", IJAL 91 (1) p 43-96.  

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