Acabei de assistir até o fim.
Sempre se pode dizer que um documentário tem algum viés. Não apareceram, por exemplo, enfrentamentos armados entre as partes ou ataques aos soldados de Israel. Por outro lado, também não foram mostradas brutalidades gratuitas do exército contra as pessoas. Mas é revoltante, para dizer o mínimo, ver-se demolir uma escola infantil, cobrir com concreto uma fonte de água ou alvejar alguém desarmado que tentava impedir o confisco de um gerador. A expulsão dos habitantes da Cisjordânia foi uma decisão política e desumana, desnecessária para a segurança de Israel. É também obviamente política a dificuldade em se exibir essa produção nos EUA, ainda mais na era Trump. Será que alcançaremos ver paz na região?