Só não dá para confundir o PIX com o banco estatal que dá suporte ao teu pix. A concorrência está realmente muito mais feroz, que era a alegação do Banco Central.
Eu migrei para o banco Inter. A razão? Começou por ser um dos poucos bancos online que aceita abrir conta para menores (então fiz para meu piá ter a mesada dele), mas fiquei por poder comprar e vender ações sem corretagem. Me surpreendi, e, pouco-a-pouco, vou saindo do BB e Bradesco para o Inter, pelo menos para investimentos.
No banco Original me ofereceram um cartão com 1,5% de cashback, quase fui nessa.. até descobrir que eles não me dariam crédito suficiente para chegar no gasto necessário para isso. Claro, nada compara ao Nubank, que o crédito é suficiente para pagar um supermercado e um tanque de combustível, se não colocar aditivada. Nunca entendi o hype em torno dele.
Não faço ideia de como é a conta PJ de nenhum desses bancos, mas te digo uma coisa: alternativas ao BB existem, ao menos para PF. Tenho conta nesses 5 bancos e outras coisas por aí, e nunca precisei ir a uma agência.
O pix não é ruim, com open banking a coisa vai ficar mais bacana ainda. Concorrência. E desapegar de estatais.
Concordo. O PIX é bom e o povo está adotando. O preço é controle por parte do estado de cada centavo que é movimentado. Não gosto disso.
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Eu tinha cartões da Fiat/Itaú desde 1996, quando comprei meu primeiro carro zero, aos 12 anos de idade, um Tipo.
O cartão era muito bom, convertia 5% dos gastos em bônus que você descontava quando ia trocar de carro. Mas foi ficando ruim, os carros caros demais, alteraram o contrato e foi ficando uma droga com o tempo. Sempre ligava todo ano ameaçando cancelar o cartão, então tiravam a anuidade. Este ano não tiraram, cancelei finalmente os cartões.
Agora o cartão da XP não cobra anuidade, integra com o Google Pay e dá cash back de 5%. Estou concentrando meus gastos no cartão da XP. Em breve o cartão deve virar de débito tbm, e logo o pix estará disponível.
Isso que amo na concorrência e iniciativa privada.Já o BB, fui tirar uma grana no caixa 24 horas, pois o Nubank cobra taxa, e na boca do caixa descobri que o cartão venceu e o BB sequer mandou um e-mail avisando...
Concordo. O PIX é bom e o povo está adotando. O preço é controle por parte do estado de cada centavo que é movimentado. Não gosto disso.
Ano passado, minha esposa teve o limite de cheque especial expirado e Itaú simplesmente não quer renovar. No BB, reduziram o meu. Claro, nenhum dos dois bancos assumem o porquê.
Eu tinha cartões da Fiat/Itaú desde 1996, quando comprei meu primeiro carro zero, aos 12 anos de idade, um Tipo.Aos doze anos, Tipo zero?!?!?!
Precisa ser muito convicto no estatismo para acresitar que sigilo bancário, fiscal de fato existam. Na menor suspeita, o estado vai levantar teus dados, com ou sem aval do Suspeito Tribunal Federal.
Ano passado, minha esposa teve o limite de cheque especial expirado e Itaú simplesmente não quer renovar. No BB, reduziram o meu. Claro, nenhum dos dois bancos assumem o porquê.Mas a razão é óbvia: porque custa caro para os bancos, que pagam impostos sobre o crédito aberto que nunca é usado.
Aos doze anos, Tipo zero?!?!?!Nessa progressão, o primeiro banco aos 16.Pô Guilherme, você nunca fez quinta série não? Pulou direto para sexta série e perdeu todo o aprendizado de trocadilhos que o homem leva para a vida?
Pelo que me ofereceram, não dá cashback de 5%, mas 1% nas aplicações (mas confesso, não fui entender o mecanismo). Prometem afiliados dando desconto em breve.
Isso é estranho. Uma vez trabalhei num projeto bancário e o dono da startup tinha vasta carreira em bancos e ele disse uma coisa que é bastante óbvia, mas eu nunca tinha me dado conta. Bancos querem clientes que usem cheque especial, que refinanciem divídas e em última instância que percam carros e casas. Claro, é o negócio deles. O cliente que não contraia dívida, que não aplique nos piores fundos do banco, que não compre seguros, esse cara não dá dor de cabeça mas também não é um bom cliente para o banco.
Sendo assim, para mim não faz sentido cortarem o cheque especial. E pelo que sei, imposto só pode ser cobrado depois do fato gerador. Então, cobrar pela abertura de crédito também parece inconstitucional.
Mas ela nunca usou, ou usou quando errou as contas, esse tipo de coisa, e avançou um pouco o limite.
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Tirando a brincadeira, minha suspeita está no saldo de aplicações com resgate automático. Ter um valor suficientemente alto para sua própria movimentação significa que você tem pouca chance de acabar errando a conta e sendo o tipo de cliente lucrativo para esse produto.
Nada, faz anos q ela não tem um centavo aplicado no BB, já cuidei disso... sou filho único.
Nada, faz anos q ela não tem um centavo aplicado no BB, já cuidei disso... sou filho único.
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Qual o investimento mínimo que você precisa possuir na XP para ter esse cartão?
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Está em rollout, então imagino que estejam distribuindo primeiro para gente como o Bill Gates e o Jozz (que aos 4 anos, ganhou seu primeiro milhão).
A história da XP dá esperança no Brasil empreendedor, o Benchimol fundou na raça aquela bagaça, vendeu parte para o ITAÚ, se negou a entregar o controle acionário e agora vira banco, concorrendo com o centenário ITAÚ. E listou as ações nos EUA, como o Mercado Pago e o Mercado Livre, dando uma banana para os brazucas e para a B3.

Pra um cartão infinite, "O Opulento" combinaria. Ou uma inscrição singela e significativa: "quem tem limite é município"
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Enfim, eu sou liberal e não julgo as manias dos outros. É tudo da lei, até pra impedosos.
Mas a pergunta que não quer calar é... porque um afinador de pianos faria shows? Só imagino...olha como afino meu dó sustenido com apenas três ferramentas?
IMPIEDOSO? Agora que li. Eu teria colocado IMPERIOSO...
Pra um cartão infinite, "O Opulento" combinaria. Ou uma inscrição singela e significativa: "quem tem limite é município"
MARCH 30, 2021
BRASÍLIA — O Banco Central (BC) autorizou nesta terça-feira que o WhatsApp ofereça os serviços de transferência entre usuários do aplicativo. No entanto, o BC não permitiu a função de compra, que ainda está em análise.
A autorização foi dada para a Visa e a Mastercard, parceiros do WhatsApp, e ao Facebook, empresa dona do aplicativo de mensagens.
"O BC acredita que as autorizações concedidas poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos", disse a autoridade monetária em nota.
Também em nota, o WhatsApp disse que está fazendo os ajustes finais e espera disponibilizar a função “assim que possível”.
“Recebemos com muita satisfação a decisão de hoje do Banco Central sobre a aprovação do nosso pedido de licença como iniciador de pagamentos, e estamos empenhados nos preparativos finais para disponibilizar esta funcionalidade do WhatsApp no Brasil assim que possível. Agora, mais do que nunca, pagamentos digitais seguros e convenientes oferecem uma solução vital para transferir dinheiro rapidamente para pessoas que necessitam e auxiliar empresas em sua recuperação econômica. Compartilharemos mais informações assim que a função de pagamentos estiver disponível no WhatsApp".
Mais cedo em uma transmissão ao vivo, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, chegou a dizer que a funcionalidade do WhatsApp seria autorizada “em breve” e afirmou que a junção entre mídias sociais e finanças precisavam ser entendida pelos órgãos reguladores.
— Quando eu olho pra frente, o que eu vejo é um casamento entre mídia social e um mundo de finanças e esse é o casamento que hoje os reguladores precisam entender como enfrentar, como regular e o que isso significa em termos de precificação e competição para a sociedade.
Na época do anúncio inicial, o WhatsApp explicou que seria possível usar cartões de débito da Visa e da Mastercard dos bancos Nubank, Sicredi e Banco do Brasil em uma transferência intermediada pela Cielo. O aplicativo de mensagens já alertava que estava aberto a novas parcerias e, de acordo com fontes, a funcionalidade deve ser lançada com mais empresas parceiras.
As transferências não seriam cobradas de pessoas físicas, mas empresas teriam uma taxa de 3,99% por transação.
Foram quase 10 meses de análise pelo Banco Central até a autorização feita nesta terça-feira. O anúncio da funcionalidade foi feito no dia 15 de junho do ano passado. Uma semana depois, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Banco Central decidiram suspender o serviço por conta de preocupações com a segurança e a competitividade do setor.
Já na semana seguinte, o Cade reviu sua posição depois de receber informações do Facebook, dono do WhatsApp, e da Cielo, que entrariam com parceiros na empreitada.
No entanto, o BC continuou com a suspensão e disse que a operação seguiria o ritmo normal de análise. Em agosto, o Banco Central liberou os testes para o serviço e autorizou parte do funcionamento nesta terça.
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