Nossa, Marcos!
Muuuito bacana!!!
Li os artigos curtos e agora vou reler esse artigo longo aqui,
Fábio Praxedes/Marcos Silva: Gaslighting como violência gramatical:
uma leitura baseada na epistemologia wittgensteiniana
https://periodicos.ufs.br/prometeus/article/view/22668/17018que eu vi que tem muitas idéias úteis pra mim...
Dxô recomendar um livro que eu descobri outro dia:
Gaudêncio Frigotto (Org.) - Escola “sem” partido:
Esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira
https://www4.fe.usp.br/wp-content/uploads/graduacao/frigoto-escolasempartido.pdfUma frase do livro:
A pedagogia da confiança e do diálogo crítico é substituída pelo
estabelecimento de uma nova função: estimular os alunos e seus pais
a se tornarem delatores.
Em algumas das minhas turmas aparecem muitos alunos que não conseguem
fazer perguntas nas aulas de jeito nenhum e também não conseguem fazer
exercícios em grupo, mas conseguem fazer reclamações na coordenação...
como eles não falam comigo os meus modelos mentais pra como eles
pensam são muito toscos e muito improvisados, e eu tenho usado muito a
idéia de "custo psicológico" nos modelos, ao invés de pensar em termos
de "verdade"... tipo: pra esses alunos o custo psicológico de cooperar
é altíssimo mas o custo psicológico de denunciar é baixo...
Sei lá, mil coisas.
[[]]s,
Eduardo Ochs - Psicopata do CEFET
https://anggtwu.net/2025-alguns-motivos-reginaldo.html https://anggtwu.net/2025-alguns-motivos-reginaldo.html#2026-pericia