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Eduardo Alejandro Barrio

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Sep 19, 2020, 7:51:45 AM9/19/20
to LOGICA-L
Hola a todos, 

Este martes 22 a las 12;00 (Argentina-Brasil) Lucas Rosenblatt (IIF-SADAF-CONICET) presentará "Paradoxicality without Revenge"

Abstract: In a recent paper Julien Murzi and Lorenzo Rossi have suggested that revisionary approaches to truth breed revenge paradoxes when they are coupled with the thought that they can recapture classical reasoning in certain circumstances. What's novel about the paradoxes that they put forward is that they cannot be dismissed so easily by non-classical theorists. The concepts used to generate the paradoxes---those of paradoxicality and unparadoxicality---are concepts that these theorists need in order to offer a diagnosis of the truth-theoretic paradoxes that is congenial to the idea of classical recapture. My goal in this paper is to ascertain whether Murzi and Rossi's objection succeeds. If it does, then that means that non-classical theorists should abandon the idea of classical recapture, and thus that the revisions required to confront the semantic paradoxes are much more drastic than they have anticipated. I will argue, however, that the objection can be resisted. In particular, I will provide a formal fixed-point semantics for a language extended with a paradoxicality predicate. In this way, non-classical theorists can, to some extent, represent the concept of paradoxicality without falling prey to revenge paradoxes of the sort discussed by Murzi and Rossi.
Los datos de la reunión son:

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ID de reunión: 815 3980 5085
Código de acceso: 954398
Un saludo, Eduardo

Tony Marmo

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Sep 19, 2020, 10:53:38 AM9/19/20
to Eduardo Alejandro Barrio, Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área de LOGICA
Vamos por partes.
Pessoas que trabalham com lógicas clássicas pressupõem que certas fórmulas são ou não antologias em um determinado sistema conforme o sistema é definido. Assim, de fato, o que é um antologia clássica não o é necessariamente em sistemas com três ou mais valores, por exemplo.

Um paradoxo é algo um tanto diferente disso. E depende como se vê a noção de paradoxo.

Para ter um paradoxo não é necessário, todavia, que a lógica seja clássica. O paradoxo do mentiroso, por exemplo, continua sendo um paradoxo mesmo do ponto de vista de outras lógicas não-clássicas. E não é preciso para esses casos haja mecanismos que recuperem o "classicismo" do sistema.

Como assim? É que dizer que uma asserção ser verdadeira equivale a ser falsa não é a mesma coisa que dizer que ela seja nem falsa nem verdadeira.

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Tony Marmo

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Sep 19, 2020, 11:16:50 AM9/19/20
to Eduardo Alejandro Barrio, Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área de LOGICA
No texto acima onde se lê "lógicas clássicas" leia-se "lógicas clássicas ou não-clássicas", faltou esse disjunto quando digitei.

Eduardo Alejandro Barrio

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Sep 19, 2020, 11:22:16 AM9/19/20
to Tony Marmo, Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área de LOGICA
Gracias Tony por el mensaje. Si, claro, como seguramente sabés, en Buenos Aires (BA-Logic) hemos estado trabajando en paradojas generadas en lógicas no clásicas desde hace varios años. Algunas de las publicaciones del grupo están en


Como también es conocido, estos temas han sido discutidos por Graham Priest, Hartry Field y Saul Kripke entre otros. Incluso, se han desarrollado sistemas subestructurales para abordar las paradojas. 

Con Walter Carnielli publicamos hace poco tiempo dos SI en IGPL sobre LFIs. Y muchos artículos están vinculados con el tema. 

Vol II


Vol I


Y la charla del martes será una buena oportunidad para continuar conversando. Abrazo! Eduardo 





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Eduardo Alejandro Barrio
Investigador Principal - IIF-SADAF-CONICET
Universidad de Buenos Aires
BA-LOGIC
Vicedirector IIF-SADAF-CONICET

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