Sorry, but I don't have time to translate this article, so you'll have
to slog through the original sloppy Spanish for yourself.
^^;;^^
==================================================================================
Pela importância do assunto , repasso, e peço a todos que também
repassem, para que o maior número de brasileiros tomarem
conhecimento .
Por favor , repassem para o maior número de brasileiros , para que
ninguém ignore essa biografia e acabe votando em uma terrorista de
alta periculosidade para presidente do Brasil. Estas fotos anexas são
para reavivar a memória da terrorista Dilma, ministra do governo Lula
e candidata a presidente da República do Brasil em 2010.
Ela teve amnésia e não se lembra dos assaltos a banco , dos
sequestros, assassinatos , delação de colegas e tudo o mais que fez.
Só lembra que foi torturada, sabe com detalhes quem foram os que a
prenderam e a “maltrataram”, mas não sabe por quê .
Foi por isso , dona Dilma, a senhora e seus comparsas queriam
implantar o regime de Cuba no Brasil e estes que estão aí , mortos
pelo seu bando , foram alguns dos obstáculos que impediram que
alcançasse o seu objetivo de implantar uma DITADURA COMUNISTA NO
BRASIL.
Claro, vocês não foram tratados como trataram seus adversários aqui e
nos regimes que lhes financiavam: Cuba , Rússia e China, entre
outros , por isso estão aí vivinhos, sendo indenizados por essas
mortes e, pior , governando este país !
ASSASSINADOS PELA VPR E VAR-PALMARES GRUPOS GUERRILHEIROS A QUE
PERTENCIA A DILMA OU VANDA, OU PATRÍCIA , OU LUÍZA, COMO ERAM SEUS
CODINOMES .
Você sabia ?
O pai dela - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao
Partido
Comunista , búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária e veio
dar com os
costados em Salvador, depois Buenos Aires e, ao fim e ao cabo, fez
negócios
em São Paulo. Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma
Jane da Silva (rica filha de fazendeiro), e com ela casou e viveu em
Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira - e
Lúcia. Igor morreu em 1977.
Era uma família "bon vivant", com casa enorme, três empregadas,
refeições servidas
à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e
professora particular de francês.
Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e,
depois, no renomado Estadual Central.
Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel
Cassino Radium. Dilma, ainda jovem, entrou para o POLO - Política
Operária - e depois mudou-se para o COLINA - Comando de Libertação
Nacional
-. Apaixonou-se e casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista
em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do
seu pai.
Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer e,
pouco depois, estava em suas mãos o livrinho:
"Revolução na Revolução", de Régis Debray, francês que mudou-se para
Cuba e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, foi
preso na Bolívia.
Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos
militares, após o frustrado assalto ao Banco da Lavoura de Sabará. No
Rio, ainda casada, apaixonou-se por Carlos
Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão; então,
chegou, de chofre, e disse para o marido:
"Estou com o Carlos!". Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia
Arantes e, sedutor,
já havia tido outras sete mulheres, aos 31 aos de idade. Com ele,
Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu
origem, em Mongaguá,
à Vanguarda Armada Revolucionária- Palmares, cujo estatuto dizia: Art.
1º - A Vanguarda Armada Revolucionária-
Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário,
marxista-leninista,
que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da
construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o
poder e construir o socialismo."
Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da "Grande
Ação", que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do
cofre da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa/RJ, que
rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares, cofre aberto em Porto Alegre, a
maçarico, pelo metalúrgico Delci. Mas a organização se dividiu entre
"basistas" - que defendiam o trabalho das "maDILMA ssas" e junto às
"bases", e "militaristas", que priorizavam a imediata e constante
luta armada comunista. A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha!
Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão". Então foi para São
Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua
assessora imediata no Planalto.
Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro - mantinha com ela três contatos
semanais -, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta, juntamente
com Antônio de Pádua Perosa; depois, entregou à polícia seu amigo
Natael Custódio Barbosa.
Enquanto isso,o Carlos Araújo teve um romande tórrido com a atriz
Bete Mendes,
da TV Globo. Dilma saiu do presídio em 1973 e foi para Porto Alegre,
reatar com o marido infiel. Mas hoje, Carlos Araújo mora sozinho com
dois vira-latas
(Amarelo e Negrão), numa casinha às margens da lagoa do Guaíba, em
Porto Alegre. Ele tem enfisema pulmonar e está com 71 anos. Diz que é
feliz, mesmo a ex-esposa sendo Ministra e candidata do apedeuta/
fronteiriço à Presidência da República.
Eis aí uma "síntese/sintética/ resumida" da vida da Dilminha que,
logo....logo. ..será apresentada pelo Lula como a "da paz e do amor".
Quem sabe, antes, possa dar tempo de dar uma chegada a um "Camp
Quest" qualquer, dawkinsiano por certo, para, cética e racionalmente,
ficar com a "mente ainda mais aberta", em cursilho
prepararatório para a Presidência da República. E em se tratando
deste povinho brasileiro (batuque, bola, bolsa e bunda), tudo pode
se esperar, infelizmente.
==================================================================================
^^;;^^
>WOW! Looks like that nice, sweet lady that The Little Squid wants to
>make the next Chief Banana of Brazil has a pretty "interesting" career
>path, no?
Yes, apesar das mentiras que a Ford Foundation planta sobre
ela.
[]'s
I'd hardly call Dilma sweet, and "little squid" is more known
outside Brazil by his real name , Lula. He is only known as "little
squid" to retired right-wing american secret agents.
Senhor Jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva
Ombudsmann da Folha de São Paulo,
1. Em 30/03/2009, a jornalista Fernanda Odilla entrevistou-me, por
telefone, a pedido do chefe de redação da Folha de São Paulo, em
Brasília, Melchíades Filho, acerca das minhas atividades na
resistência à ditadura militar.
2. Naquela ocasião ela me informou que para a realização da matéria
jornalística, que foi publicada dia 05/04/09, tinha estado no Superior
Tribunal Militar – STM. No entanto, eu soube posteriormente que, com o
argumento de pesquisar sobre o Sr. Antonio Espinosa, do qual detinha
autorização expressa para tal , aproveitara a oportunidade e
pesquisara informações sobre os meus processos, retirando cópias de
documentos que diziam respeito exclusivamente a mim, sem a minha
devida autorização
3. A repórter esteve também no Arquivo Público de São Paulo, onde
requereu pesquisa nos documentos e processos que me mencionavam,
relativos ao período em que militei na resistência à ditadura militar.
Neste caso, é política do Arquivo de São Paulo disponibilizar
livremente todos os dados arquivados e, em caso de fotocópia,
autenticar a cópia no verso com os dizeres “confere com o original”,
com a data e a assinatura do funcionário responsável pela liberação do
documento.
4. Os documentos pesquisados pela jornalista foram aqueles
relativos ao Prontuário nº 76.346 e as OSs 0975 e 0029, sendo também
solicitadas extrações de cópias.
5. Apesar da minha negativa durante a entrevista telefônica de
30/03 sobre minha participação ou meu conhecimento do suposto
seqüestro de Delfim Neto, a matéria publicada tinha como título de
capa “Grupo de Dilma planejou seqüestro do Delfim”. O título, que não
levou em consideração a minha veemente negativa, tem características
de “factóide”, uma vez que o fato, que teria se dado há 40 anos,
simplesmente não ocorreu. Tal procedimento não parece ser o padrão da
Folha de São Paulo.
6. O mais grave é que o jornal Folha de São Paulo estampou na
página A10, acompanhando o texto da reportagem, uma ficha policial
falsa sobre mim. Essa falsificação circula pelo menos desde 30 de
novembro do ano passado na internet, postada no site www.ternuma.com.br
(“terrorismo nunca mais”), atribuindo-me diversas ações que não cometi
e pelas quais nunca respondi, nem nos constantes interrogatórios, nem
nas sessões de tortura a que fui submetida quando fui presa pela
ditadura. Registre-se também que nunca fui denunciada ou processada
pelos atos mencionados na ficha falsa.
7. Após a publicação, questionei por inúmeras vezes a Folha de São
Paulo sobre a origem de tal ficha, especificamente o Sr. Melchiades
Filho, diretor da sucursal de Brasília. Ele me informou que a
jornalista Fernanda Odilla havia obtido a cópia da ficha em processo
arquivado no DEOPS – Arquivo Público de São Paulo. Ficou de enviar-me
a prova.
8. Como isso não aconteceu, solicitei formalmente os documentos sob
a guarda do Arquivo Público de São Paulo que dizem respeito a minha
pessoa e, em especial, cópia da referida ficha. Na pesquisa, não foi
encontrada qualquer ficha com o rol de ações como a publicada na
edição de 05/04/2009. Cabe destacar que os assaltos e ações armadas
que constam da ficha veiculada pela Folha de São Paulo foram de
responsabilidade de organizações revolucionárias nas quais não
militei. Além disso, elas ocorreram em São Paulo em datas em que eu
morava em Belo Horizonte ou no Rio de Janeiro. Ressalte-se que todas
essas ações foram objeto de processos judiciais nos quais não fui
indiciada e, portanto, não sofri qualquer condenação. Repito, sequer
fui interrogada, sob tortura ou não, sobre aqueles fatos.
9. Mais estranho ainda é que a legenda da ficha publicada pela
Folha dizia: “Ficha de Dilma após ser presa com crimes atribuídos a
ela, mas que ela não cometeu”. Ora, se a Folha sabia que os chamados
crimes atribuídos a mim não foram por mim cometidos, por que publicar
a ficha? Se optasse pela publicação, como ocorreu, por que não
informar ao leitor de onde vinha a certeza da falsidade? Se esta
certeza decorria de investigações específicas realizadas pela Folha,
por que não informar ao leitor os fatos?
10. O Arquivo Público de São Paulo também disponibilizou cópia do
termo de compromisso assinado pela jornalista quando de sua pesquisa,
ficando evidente que a repórter não teve acesso a nenhum processo que
tivesse qualquer ficha igual à publicada no jornal.
11. Mais ainda: a referida não existe em nenhum dos arquivos
pesquisados pela jornalista, seja o STM, seja o Arquivo Público de São
Paulo. O fato é que até o momento a Folha de São Paulo não conseguiu
demonstrar efetivamente a origem do documento.
12. Considero ainda que a matéria publicada na sexta-feira,17 de
março, em que a Folha relata as minhas declarações ao jornalista
Eduardo Costa, da rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, não esclarece o
cerne da questão sobre a responsabilidade do jornal no lamentável e
até agora estranho episódio: de onde veio a ficha que afirmo ser
falsa?
13. Após 21 dias de espera, não acredito ser necessária uma grande
investigação para responder à seguintes questões: em que órgão público
a Folha de São Paulo obteve a ficha falsa? A quem interessa essa
manipulação? Parece-me óbvio que a certeza sobre a origem de
documentos publicados como oficiais é um pré-requisito para qualquer
publicação responsável.
14. Transcrevo abaixo o texto literal do termo de responsabilidade
assinado pela jornalista em 22/01/09:
“Declaro, para todos os fins de Direito, assumir plena e exclusiva
responsabilidade, no âmbito civil e criminal, por quaisquer danos
morais ou materiais que possa causar a terceiros a divulgação de
informações contidas em documentos por mim examinados e a que eu tenha
dado causa. Ficam, portanto, o Governo do Estado de São Paulo e o
Arquivo do Estado de São Paulo exonerados de qualquer responsabilidade
relativa a esta minha solicitação.
Declaro, ainda, estar ciente da legislação em vigor atinente ao uso de
documentos públicos, em especial com relação aos artigos 138 e 145
(calúnia, injúria e difamação) do Código Penal Brasileiro.
Assumo, finalmente, o compromisso de citar a fonte dos documentos
(Arquivo do Estado de São Paulo) nos casos de divulgação por qualquer
meio (imprensa escrita, radiofônica ou televisiva, internet, livros,
teses, etc).” (Cópia em anexo)
15. Por último, cabe deixar claro que a ficha falsa foi divulgada
em vários sites de extrema direita, como: a) Ternuma (Terrorismo Nunca
Mais), blog de apoio ao Cel. Carlos Alberto Brilhante Ustra, ficha
falsa postada em 30 de novembro de 2008; b) Coturno Noturno – Blog do
Coronel: ficha falsa postada em 27 de março de 2009 (a ficha está
“atualizada” apresentando uma foto atual) (http://
coturnonoturno.blogspot.com/2009/04/desta-parte-dilma-lembra-
tudo.html). A partir daí, outros sites na internet também divulgaram a
ficha: a) http://fórum.hardmob.com.Br/showthread.php; b) http:/
www.viomundo.com.Br/blog/dilma-terrorista/
16. Estou anexando a este memorial cópia de alguns documentos que
considero importantes para sua avaliação:
➢ Termo de responsabilidade assinado pela jornalista no Arquivo de
SP;
➢ Cópia de fichas onde consta a foto (ou idêntica) à utilizada para
montagem da ficha usada pela Folha de São Paulo
➢ Cópia da solicitação da jornalista Fernanda Odilla ao STM de
acesso a informações sobre Antonio Espinosa
➢ Autorização do Sr. Antonio Espinosa para acesso aos seus
documentos
➢ Termo de Compromisso assinado pela jornalista Fernanda Odilla
junto ao STM."
Can't beat them, join them. This might just work!