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Lula e os assassinos do futuro

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Nov 7, 2009, 9:42:14 AM11/7/09
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Lula e os assassinos do futuro

Blog do Nassif

“Durante muito tempo, ao mesmo tempo em que admirávamos o Brasil nos
frustrávamos ao ver que os líderes anteriores ao senhor nunca
desperdiçavam a oportunidade de desperdiçar a oportunidade”, afirmou
Lorde Robertson. EFE

Por marise
Noticia sobre o premio recebido por Lula. O último parágrafo é
importante e diz tudo.

Londres, 5 nov (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu
hoje em Londres o prêmio Chatham House, concedido anualmente, como
“uma homenagem ao povo brasileiro”, que para ele foi “o principal
protagonista da grande transformação” do país.

No discurso de agradecimento ao prêmio, dado à figura que mais
contribuiu para melhorar as relações internacionais no último ano,
Lula falou das conquistas alcançadas sob sua Presidência e destacou,
sobretudo, a capacidade para, pela primeira vez, redistribuir riqueza.

O presidente celebrou o fato de ter conseguido “combinar crescimento
com justiça social” e de investir na fórmula de que era “necessário
primeiro crescer para depois distribuir”.

Lula citou o espírito pacifista do Brasil, um país segundo ele sem
armas de destruição em massa e partidário de um enfoque multilateral
mais amplo na esfera internacional.

Por essa razão, voltou a defender um Conselho de Segurança da ONU
“reformado e ampliado”, que “reflita a nova correlação de forças
internacionais”.

“O Brasil, que ocupa pela décima vez uma cadeira no Conselho,
reivindica junto a outros países uma presença permanente neste
organismo que tem a grande responsabilidade de zelar pela segurança
coletiva da humanidade”, frisou.

Em linhas gerais, Lula pediu novos “mecanismos de Governo estáveis,
representativos e eficazes” para enfrentar o novo panorama nascido da
superposição de várias crises: a financeira, a econômica, a
energética, a ambiental e a alimentícia.

O prêmio foi concedido durante um jantar oferecido em honra do
presidente Lula na Banqueting House, habitual nas cerimônias especiais
da Whitehall, sede do Governo britânico.

O evento, que encerrou a visita de Lula à capital britânica, teve a
presença do ministro da Empresa, Peter Mandelson, do Duque de Kent e
de Lorde Robertson, presidente da Chatham House.

Mandelson destacou a importância da figura política e pessoal do
presidente. “Não é um exagero dizer que o Brasil que conhecemos hoje é
o Brasil de Lula”, afirmou.

Já o presidente da Chatham House explicou que a escolha de Lula para o
prêmio teve uma razão fundamental: encontrar a fórmula para explorar
com eficácia e equidade o enorme potencial que o Brasil sempre teve.

“Durante muito tempo, ao mesmo tempo em que admirávamos o Brasil nos
frustrávamos ao ver que os líderes anteriores ao senhor nunca
desperdiçavam a oportunidade de desperdiçar a oportunidade”, afirmou
Lorde Robertson. EFE

Paulo

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Nov 9, 2009, 3:02:33 AM11/9/09
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....

Altivez

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Nov 9, 2009, 5:55:38 PM11/9/09
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Paulo

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Nov 9, 2009, 7:00:30 PM11/9/09
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Paulo

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Nov 9, 2009, 7:01:12 PM11/9/09
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Altivez

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Nov 11, 2009, 7:35:25 PM11/11/09
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pois é

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